Já chegou o novo «thriller» de James Patterson, «Invisível», editado pela Topseller

Capa InvisívelInvisível é o novo thriller de James Patterson publicado entre nós pela Topseller, este em parceria com David Ellis. Trata-se de um romance envolvente e trepidante (sei e comprovo porque fui eu – Rui Azeredo – a traduzi-lo) onde se dá uma busca por um serial killer que atua sem deixar rasto. Pode ler aqui os primeiros capítulos.
James Patterson é autor de diversos bestsellers (já vendeu mais 300 milhões de exemplares em todo o mundo), como as aventuras de Alex Cross, Private, NYPD Red e Maximum Ride.

Sinopse: «Emma está obcecada com a investigação de uma série de incêndios que provocou a morte de pessoas e que à primeira vista parecem não ter qualquer ligação entre si. Todos dizem que foram acidentais, mas Emma insiste que foram provocados por um único serial killer. Mas há algo mais, e muito pessoal, que move Emma: uma das vítimas era sua irmã. Irmã gémea.
Nem mesmo o seu ex-namorado, um antigo agente do FBI, consegue acreditar que dezenas de incêndios, raptos, mutilações e assassínios estejam todos relacionados. Mas Emma vai encontrar uma peça-chave que os ligará a todos.
Novos crimes surgem a cada dia e todos parecem inexplicáveis. Sem motivos, sem armas do crime e sem suspeitos. E Emma não vai descansar enquanto não encontrar o assassino. Ou irá o assassino encontrá-la a ela primeiro? Pode realmente uma única pessoa ser responsável por estes crimes impensáveis?»

Romance «As Aventuras de Maria Pons», de Lázaro Covadlo, lançado pela Porto Editora

pe-ponsAs aventuras de Marina Pons, do escritor argentino Lázaro Covadlo, foi recentemente editado em Portugal pela Porto Editora. Trata-se de um pequeno romance que narra a improvável ligação entre uma bióloga apaixonada e um stripper fingidor.

Sinopse: «Marina é uma mulher inquieta: com a vida, com a descoberta dos outros e dela própria. Professora de biologia e órfã, desde cedo foi criada pelo muito extremoso tio Hilário, proprietário de um negócio de próteses, cadeiras de rodas e material sanitário. Marina, trintona habituada ao celibato e à solidão, encanta-se com José Serra, um exibicionista profissional com um sorriso tímido.
José Serra sempre achou melhor poupar Marina às imundícies da sua vida. A atração não foi coisa imediata: quando conheceu Marina, José pensou que com aquela rapariga poderia envolver-se por uns tempos. O que não imaginava era que ela viria a transformar a sua vida. Nem em sonhos teria conseguido imaginar. José morre prematuramente e Marina, viúva e com o negócio do tio em mãos, nunca deixa de pensar no seu adorado marido: “se é certo que desde pouco tempo depois de enviuvar estive com muitos homens e, na maior parte desses encontros, não passei mal, ninguém mais do que o José, que descanse em paz, é capaz de fazer cócegas na minha imaginação e na minha memória.”»

Alfaguara lança em Portugal o segundo romance de David Trueba, «Quatro Amigos»

image001A Alfaguara lançou há dias em Portugal Quatro Amigos, o segundo romance do espanhol David Trueba, de quem anteriormente já nos apresentara Saber Perder e Aberto Toda a Noite.

Sinopse: «Quatro amigos, decididos a queimar os últimos cartuchos de uma juventude que terminou, deixam para trás os seus trabalhos, famílias e problemas e improvisam uma viagem de férias por Espanha, sem destino. Em Madrid, deixam frustrações e amarguras e partem juntos rumo a uma liberdade e a uma juventude perdidas, aos excessos adolescentes de álcool e mulheres.

E é assim que Solo, Blas, Raúl e Claudio vão descobrir que tudo tem um fim, que o passado passa sempre factura e que as gargalhadas desbragadas escondem, por vezes, tristezas profundas. Entre confissões, acusações e traições, os quatro amigos vão descobrindo a verdade sobre cada um, e é uma história de amor mal resolvida que dá o mote para uma outra viagem, interior, de encontro a uma lição de vida que a todos servirá: o importante é viver da melhor maneira possível.
Quatro Amigos é o relato agridoce do final de uma era, de uma idade. David Trueba recupera, neste segundo romance, os temas e o tom que o caracterizam: as frustrações de uma geração e as amarguras do crescimento num tom contrastante entre a comédia e o romantismo, a ternura e o rancor. Um talento narrativo sem rival na nova literatura espanhola.»

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Frederick Forsyth elaborou «A Lista da Morte»

ber-listaA Lista da Morte, mais um thriller de espionagem Frederick Forsyth, foi recentemente editado pela Bertrand e nele acompanhamos uma caçada a um radical islâmico por parte de uma dos melhores operacionais dos serviços secretos norte-americanos.

Sinopse: «A Lista da Morte: um rol ultrassecreto de nomes mantido ao mais alto nível do governo norte-americano. Dele constam os nomes de homens e mulheres que podem pôr em risco a segurança do mundo. No cimo desta lista surge o Pregador, um radical islâmico cujos sermões inspiram os seguidores a matar alvos ocidentais de destaque em nome de Alá.
À medida que as últimas começam a surgir nos Estados Unidos e na Grã-Bretanha, torna-se imperioso descobrir a identidade deste homem, localizá-lo e fazê-lo desaparecer.
Esta tarefa aparentemente impossível é entregue a um ex-fuzileiro americano que subiu na hierarquia até se tornar um dos operacionais mais eficazes dos serviços de inteligência norte-americana. Agora conhecido apenas como o Batedor, tem como função reunir as poucas evidências e com elas desmascarar o Pregador para assim evitar a próxima onda de mortes violentas.
Tendo como única ajuda um hacker adolescente, terá de lançar o seu isco e ver se é possível tirar o seu alvo da toca…»

Andréa del Fuego, Prémio Saramago 2011, regressa com «As miniaturas»

pe-miniA escritora brasileira Andréa del Fuego, vencedora do Prémio Saramago 2011, tem um novo romance à venda nas livrarias portuguesas, As miniaturas, que assim sucede ao premiado Os Malaquias. O novo romance, lançado pela Porto Editora, aborda, segundo esta casa editorial, «a ténue fronteira que separa o sonho da realidade» e «confirma a poeticidade e delicadeza da escrita de Andréa del Fuego»

Sinopse: «Num prédio que pode ou não existir, as pessoas acumulam-se numa fila junto ao elevador. É o Edifício Midoro Filho, um marco imponente no centro da cidade, dezenas de andares empilhados numa arquitetura sóbria e funcional. Conforme se espalham pelos corredores, funcionários e visitantes ocupam as salas burocraticamente decoradas.
Cada oneiro atende sempre as mesmas pessoas que não se podem conhecer entre si e tão-pouco manter algum parentesco. Mas o sistema não é infalível, e, naquela manhã, o oneiro percebe que o rapaz diante de si é filho de uma de suas clientes.
A partir desse equívoco burocrático, o oneiro abandonará cada vez mais o seu rigoroso código de conduta para se envolver na vida do rapaz e da sua mãe, uma taxista que sobrevive a duras penas após o desaparecimento do marido.
No jogo das pequenas esculturas plásticas que auxiliam os clientes durante as sessões com os oneiros, a autora ilumina as brechas que existem entre o real e o imaginado, o amor e a dedicação, numa prosa de arrebatadora força poética.»

Vogais lançou «Catástrofe 1914: A Europa Vai à Guerra», de Max Hastings

Capa CatástrofeCatástrofe 1914: A Europa Vai à Guerra, considerada uma das obras de referência sobre a I Guerra Mundial, acaba de ser editada pela Vogais. O livro é da autoria do jornalista e historiador Max Hastings, que em Portugal já editara Operação Overlord, Os Melhores Anos: Churchill 1940–1945 e Inferno.

Sinopse: «Em 1914, a Europa mergulhava no primeiro ato de autossacrifício do século XX — a Grande Guerra, como ficou conhecida na altura. No seu centenário, Max Hastings explica simultaneamente como se desencadeou o conflito e o que aconteceu a milhões de homens e mulheres durante os primeiros meses da contenda. Desvenda ainda provas esmagadoras de que a Áustria e a Alemanha devem assumir as culpas principais pelo deflagrar da guerra. O que se seguiu foi uma tragédia de grandes proporções, com o autor a argumentar que era vital para a liberdade da Europa que a Alemanha do Kaiser fosse derrotada.
A narração das primeiras batalhas irá surpreender aqueles que têm desta guerra uma simples imagem de lama, trincheiras e arame farpado. Max Hastings descreve em pormenor o dia mais sangrento de toda a guerra ocidental, 22 de agosto de 1914, quando pereceram 27 mil franceses, e relata as lutas brutais na Sérvia e na Prússia Oriental, onde, até ao Natal, alemães, austríacos, russos e sérvios infligiram entre si 3 milhões de baixas.
O livro mostra o que aconteceu à Europa em 1914, através da abordagem detalhada mas acessível do historiador, que cruza testemunhos de generais e estadistas, camponeses, donas de casa e soldados de sete nações. A sua narrativa desfaz mitos e fornece algumas opiniões surpreendentes e controversas. »

«A Casa da Aranha», de Paul Bowles, editado pela Quetzal a 18 de julho

PrintA Casa da Aranha, de Paul Bowles, romance até agora inédito em Portugal, será editado pela Quetzal a 18 de julho. O escritor norte-americano, autor de O Céu Que Nos Protege, tem uma série a si dedicada na Quetzal iniciada com Viagens.

Sobre o livro: «A Casa da Aranha é um verdadeiro thriller político, com a medina de Fez em pano de fundo e os tempos explosivos do movimento nacionalista marroquino.
Embora todos os romances de Paul Bowles espelhem o encontro e o conflito entre civilizações, neste, muito menos subjetivo, a aguda clivagem entre a cultura árabe e a do colonizador francês é explorada com grande detalhe e profundidade. A forte tensão política e social que enquadra a intriga – protagonizada por um americano comunista, um rapazinho analfabeto e uma atraente mulher ocidental –, o ambiente de conspiração e a infinidade de matizes que dão vida e complexidade à milenar cidade de Fez tornam A Casa da Aranha um marco na obra de Paul Bowles.»