«Invencível», de Laura Hillenbrand, regressa às livrarias para acompanhar o filme de Angelina Jolie

invencívelA Dom Quixote reedita, com nova capa, Invencível , de Laura Hillenbrand, obra que relata a história real de Louis Zamperini e que foi adaptada ao cinema por Angelina Jolie – o filme estreia em Portugal a 8 de janeiro de 2015 e tem argumento dos irmãos Coen.

Sinopse: «Em 1943, um bombardeiro americano despenhou-se no Pacífico. Contra todas as probabilidades, um jovem tenente sobreviveu a 47 dias no oceano. Zamperini, em tempos um delinquente juvenil, era já então um atleta prodigioso, que tinha chegado a competir nos cinco mil metros as Olimpíadas de Berlim. Hitler apertou-lhe a mão porque, embora tivesse ficado em oitavo, completou a última volta em 56 segundos (tempo inimaginável para a época).
Acabaria por viver uma das mais extraordinárias odisseias da Segunda Guerra Mundial. Andou à deriva, milhares de quilómetros, a bordo de um bote salva-vidas. E quando finalmente pensava ter sido resgatado, foi parar a um campo de concentração japonês, a Ilha da Morte. “Nos primeiros dias rezava para que fosse um pesadelo e para voltar atrás no tempo e regressar ao interior do barco.” Dado como morto só foi resgatado dois anos depois do final Guerra. Levado aos limites da resistência, o destino do jovem tenente alicerçou-se na sua impressionante força de vontade. Aos 90 anos ainda andava de skate e antes de morrer, aos 97, em Julho passado, ainda viu algumas cenas que Jolie lhe quis mostrar de Invencível

«Não se encontra o que se procura», novo livro de Miguel Sousa Tavares, à venda a 3 de dezembro

capaNão se fie no título e se procurar já poderá encontrar, a partir de 3 de dezembro, o novo livro de Miguel Sousa Tavares, Não se Encontra O Que Se Procura, uma edição Clube do Autor. O livro reúne memórias e histórias pessoais, relatos de viagens e diários.
O livro será apresentado no próprio dia 3 de dezembro, pelas 20h00, na Fnac do Chiado, em Lisboa.
Jornalista e escritor, Miguel Sousa Tavares é o autor de campeões de vendas como Equador e Rio das Flores.

Sobre o livro: «Nesta viagem fora do seu quarto, o autor transporta-nos ao seu mundo mediterrâneo, ao sul de Portugal, à Croácia, a Roma, à Sicília, ao Brasil e aos lugares da História por onde passaram figuras gigantes. No regresso a casa, explica a razão da sua escrita. Neste livro, a sós com as palavras, Miguel Sousa Tavares viaja para dentro de si para partilhar aquilo que só os grandes contadores de histórias sabem fazer, seguindo o lema: “viajar é sonhar”.
unnamed(Foto de Oxana Lanin)

É fácil dizer que se morre por amor, mas não é fácil, de facto, morrer por amor. A maior parte das vezes, curte-se o desgosto, limpam-se as armas e sai-se de novo em campanha.

Se pudesse ter uma vida paralela, gostaria de ter a vida de um caracol, carregando comigo a casa e plantando-a onde houvesse sol e silêncio, onde houvesse mar e espaço, onde houvesse tempo e distância. Onde houvesse essa improvável e louca hipótese de ser feliz fora do mundo.»

João Amaral adaptou para BD «A Viagem do Elefante» de Saramago

pe-viagemJoão Amaral adaptou para banda desenhada A Viagem do Elefante, de José Saramago, obra que será editada a 21 de novembro pela Porto Editora.
Segundo informa a editora, este livro, que resulta de um trabalho de quase três anos e que «tem a particularidade de ser narrado pelo Nobel português, relata a viagem do elefante Salomão, um presente do rei D. João III para o arquiduque Maximiliano da Áustria, de Lisboa até Viena, guiado pelo indiano Subhro».
Pilar del Río escreveu no prefácio deste livro que, «o caminho até Viena é tortuoso: João Amaral sabe-o bem porque o esteve a desenhar durante mais de dois anos passo a passo. […] João Amaral estudou muito bem aquilo que José Saramago havia escrito e logo que o soube com todas as letras pintou-o para que nada na sua banda desenhada fosse falso».
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Tiago Rebelo regressou com «Um Homem Escandaloso»

???????????????Um Homem Escandaloso é o novo romance do escritor e jornalista Tiago Rebelo, obra editada pela ASA que já chegou às livrarias.  Uma Noite em Nova Iorque, O Tempo dos Amores Perfeitos, Uma Promessa de Amor e Encontro em Jerusalém são outras obras deste autor, que já foi editado em países como Angola, Brasil, Moçambique, Itália, Suíça e Argentina.

Sinopse: «O livro conta como, em plena crise económica, um pintor com uma vida catastrófica, persiste em boicotar a própria carreira. Mas quando o seu casamento termina e tudo parece perdido, eis que a sorte muda: de um dia para o outro, torna-se a figura do momento e o artista português de maior projecção internacional.
Uma brusca mudança da percepção da realidade fará com que este homem, que se esconde do mundo com uma tenacidade doentia, passe a ser um alegre provocador de escândalos públicos – e, também, o conquistador da deslumbrante Cristiane.
Um Homem Escandaloso é um romance sobre a sociedade moderna, onde o sucesso se conquista com ostentação e fingimento. Divertido e certeiro, o livro é um retrato de uma época onde a imagem é tudo e o abstracto se sobrepõe ao concreto.»

Os críticos na «Twilight Zone»

imageJá há muito que acho que há imensos críticos, sejam eles literários ou de cinema (aqueles com quem mais lido), que não têm em conta o objetivo da obra que dissecam nem o público a que se dirige. Encaram cada obra como se fosse, ou devesse ser, um Rolls-Royce, mas esquecem que o que por aí mais circula são Clios, Corsas, e outros que tal. Os «críticos» de automóveis, parece-me a mim, são em geral mais abertos. Por exemplo, há uns anos o Renault Clio foi eleito o melhor carro do ano, deixando para trás modelos da BMW. Parece estranho, mas vendo bem qual é que cumpriu melhor o seu propósito tendo em conta necessidades do público a que se dirigia?Por isso é que gostaria que houvesse mais críticos que lessem e vissem os filmes mais «populares», para me sentir melhor informado e para não ter a noção, que não me larga há muito, de que eles escrevem uns para os outros, ou para o umbigo, e não para o público em geral.
Os nossos críticos gostariam de ver as nossas estradas povoadas apenas por Rolls Royces, se bem que, acho eu, até neste carros encontrariam algo para deitar abaixo. A regra parece ser: o que toda a gente gosta eu não posso gostar. Sabedoria e conhecimento implicam descobrir e apreciar algo que poucos conheçam e não saibam, ou não consigam, apreciar.
Gostava que às vezes descessem à Terra. A ver pela amostra, afinal não serão apenas os governantes a viver numa dimensão paralela.

«O Meu Irmão», obra de Afonso Reis Cabral que venceu o Prémio Leya 2014, à venda a 21 de novembro

O Meu IrmãoO Meu Irmão, de Afonso Reis Cabral, obra vencedora do Prémio Leya 2014, será publicada a 21 de novembro. Neste livro, diz a Leya, «o narrador, um professor universitário de meia-idade, passa férias com o irmão deficiente numa pequena casa de família situada numa aldeia abandonada no interior de Portugal. O isolamento força-o a rememorar a vida em comum com o irmão, em particular porque os acontecimentos mais recentes podem pôr em causa o seu relacionamento. No fim desvenda-se o mistério».
O autor, Afonso Reis Cabral, nasceu em Lisboa em 1990 e cresceu no Porto, onde estudou. Em 2005 publicou o livro Condensação com poemas escritos entre os 10 e os 15 anos. Em 2008 ficou em 8.º lugar no 7th European Student Competition in Ancient Greek Language and Literature entre 3532 concorrentes de 551 escolas europeias e mexicanas. É licenciado em Estudos Portugueses e Lusófonos, pela Universidade Nova de Lisboa, onde também fez um mestrado em Estudos Portugueses.

James Patterson em modo romântico em «Um Anjo da Guarda»

Capa Um Anjo da GuardaA Topseller apresenta-nos com O Anjo da Guarda um James Patterson bem diferente daquele a que estamos habituados em Portugal, pois o que aqui nos é proposto é uma história de amor e não um policial. O romance foi escrito em parceria com Gabrielle Charbonnet.

Sinopse: «Será o nosso coração capaz de amar para além do mundo real?
Michael era o amigo imaginário de Jane, que a acompanhava, guiava e protegia quando ela, ainda criança, se sentia sozinha. Apesar de a mãe ser uma bem-sucedida produtora da Broadway e do ambiente glamoroso que a rodeava, Jane não era uma menina feliz. Michael e Jane eram os melhores amigos mas, quando ela fez 9 anos, o seu amigo imaginário teve de partir…
Vinte e três anos mais tarde, Jane é uma dramaturga de sucesso, trabalha na produtora da mãe e tem um namorado atraente e encantador. No entanto, ela continua infeliz e sem conseguir esquecer Michael. Até que, inesperadamente, volta a vê-lo. Teria Michael afinal sido sempre real?
Uma história de amor mágica e comovente, com uma reviravolta emocionante, que nos faz acreditar no poder do amor verdadeiro.»

Stephen King faz-nos regressar ao dia do assassínio de JFK em «22/11/63»

PrintO incansável Stephen King leva-nos, nesta que é a sua 54.ª obra, de regresso ao assassínio de Kennedy, uma viagem no tempo que faz parte também do enredo deste 22/11/63, que acaba de ser editado pela Bertrand.

Sinopse: «Dallas, 22/11/63: três tiros são disparados O presidente John F. Kennedy está morto.
Quando o seu amigo lhe propõe que atravesse uma porta do tempo para regressar ao passado com uma missão especial, Jake fica completamente arrebatado. A ideia é impedir que Lee Harvey Oswald mate o presidente Kennedy. Jake regressa a uma América apaixonante e começa uma nova vida no tempo de Elvis, dos grandes automóveis americanos e de gente a fumar. O curso da História está prestes a mudar…
22/11/63 é a 54ª obra de ficção de Stephen King, um dos autores mais lidos em todo o mundo. Uma vez mais, o autor recorre às bases da literatura popular (neste caso, a ideia das viagens no tempo) para construir um romance que vai muito além do simples entretenimento. King aproveita para revisitar a América do final da década de 1950, a América da sua infância, marcada pelo crescimento económico e pelo bem-estar das famílias mas também, de forma negativa, pelo racismo e pelos temores de um conflito nuclear. Ao mesmo tempo, o livro coloca questões profundas sobre a natureza das nossas sociedades democráticas, constituindo, nas palavras do autor, um “alerta contra os perigos do extremismo ideológico”.»