Europa-América relança «Grandes Esperanças», de Charles Dickens, «à boleia» do filme de Mike Newell

Grandes EsperançasGrandes Esperanças, de Charles Dickens, é mais um clássico da literatura a ter nova adaptação cinematográfica, tal como aconteceu com O Grande Gatsby. A nova versão em cinema de Grandes Esperanças estreia a 23 de maio em Portugal e é realizada por Mike Newell e interpretada por Ralph Fiennes, Helena Bonhan Carter, Jeremy Irvine e Holliday Granger, entre outros. Mas quem preferir a leitura, tem à disposição a versão da Europa-America, com nova capa alusiva ao filme.

Sinopse: «Publicado pela primeira vez em 1860/61, Grandes Esperanças é um dos romances mais sérios de Charles Dickens. É impossível escapar ao poder de sedução desta obra poderosa e violenta — de onde não estão ausentes nem a sátira nem o humor. Tal como num romance policial, o mistério apodera-se da nossa atenção e a revelação da sua verdade psicológica e moral mantém-nos em suspenso até ao derradeiro momento. Hipnotizados pela voz de Pip e guiados pela sua memória, vamos desvendando o segredo das suas “grandes esperanças” e testemunhando o encontro de um homem consigo próprio.»Great Expectations, 2011

Com o filme prestes a estrear, não faltam edições de «O Grande Gatsby», de F. Scott Fitzgerald

pre_O_Grande_Gatsby(RL)Com o filme de Baz Luhrmann aí a chegar as atenções estão de novo voltadas para esse clássico da literatura que se chama O Grande Gatsby, assinado por F. Scott Fitzgerald (1896-1940). A Editorial Presença relançou o livro com uma nova capa alusiva ao filme protagonizado por Leonardo DiCaprio, mas, para quem não ligar a essas coisas, há mais edições recentes disponíveis no mercado português, nomeadamente duas da Europa-América (de bolso e na coleção Clássicos), do Clube do Autor e a da coleção de livros de bolso 11X17, do Grupo Bertrand. A edição Clube do Autor pertence à coleção Os Livros da Minha Vida e O Grande Gatsby foi uma escolha de Francisco Pinto Balsemão, que escreveu o prefácio da obra. Já a da Presença tem um prefacio de José Rodrigues Miguéis, que é o responsável pela tradução.
Como curiosidade apresento aqui as sinopses das respetivas edições.

Presença
«Considerado a obra-prima de F. Scott Fitzgerald, O Grande Gatsby tornou-se não só um clássico da literatura do século XX, como o retrato mais expressivo da “idade do jazz”, em todo o seu esplendor e decadência. Jay Gatsby é o herói que personifica o materialismo obsessivo e o desencanto do pós-Primeira Guerra Mundial.»

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«Extraordinariamente rico, Gatsby é famoso pelas festas realizadas na sua mansão em Long Island, apesar de ninguém saber ao certo quem é o anfitrião. Uns dizem que foi espião, outros que é aparentado com uma família real europeia. Mas, na realidade, só mantém estas festas na esperança de que Daisy, o seu antigo amor, vá a uma delas.
Um retrato da América durante os turbulentos anos 20 do século XX e uma sátira ao “Sonho Americano”, onde Fitzgerald idolatra os ricos da época apesar de não se conformar com uma certa decadência causada pelo materialismo desmedido e pela imoralidade.»

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«Escrito em 1925, O Grande Gatsby simboliza o sonho americano e reflecte acerca dos loucos anos vinte do século passado. Por muitos considerado o melhor livro de Scott Fitzgerald, é um romance sobre o amor e o desamor, sobre a maldade e as ambições humanas, sobre triunfos e deslumbramentos, sobre modas e excessos.
Sobre ele escreveu Francisco Pinto Balsemão que, no prefácio desta edição, diz tratar-se de “um dos livros que fica, um dos livros da nossa vida, por uma razão simples: é obra de um grande escritor e contém uma boa história”.»

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«Justamente considerada uma das mais importantes obras de ficção do século XX, O Grande Gatsby é um retrato notável da era dourada do jazz em toda a sua decadência e excessos. Pelos olhos do provinciano Nick Carraway, conhecemos a história do misterioso Jay Gatsby, um milionário que subiu na vida a pulso, movido pela paixão quixotesca que nutre pela jovem Daisy, uma rica herdeira bela e frívola. A sua obsessão por ela fá-lo reinventar-se para por fim poder reclamar a sua amada, numa autêntica encarnação do sonho americano. Porém, o reencontro de ambos acaba por desencadear uma série de acontecimentos trágicos, com Gatsby a ser vítima não apenas da sua ambição, mas da insensibilidade e falta de valores que imperam na sociedade americana da época.»gatsby

«O Primeiro Homem de Roma», de Colleen McCullough, sai a 17 de maio

PrintColleen McCullough, autora de Pássaros Feridos, vai ver editado em Portugal a 17 de maio(pela Bertrand), O Primeiro Homem de Roma, romance histórico passado na Roma Antiga.

Sinopse: «Gaio Mário e Lúcio Cornélio Sula são ambiciosos o bastante para querem ser o Primeiro Homem de Roma, apesar das suas circunstâncias pouco favoráveis.
Colleen explora a política, rivalidades familiares e cenas bélicas numa história rica em pormenores da vida de Roma Antiga.»

Nicky Pellegrino insiste na «receita» italiana com «Aconteceu em Roma»

asa_AconteceuNicky Pellegrino, autora de romances como A Filha do Pescador, Caffè Amore e As Raparigas da Villa, terá a 27 de maio mais uma obra editada em Portugal pela Asa, intitulada Aconteceu em Roma.

Sinopse: «Românticas ruelas de calçada, piazzas repletas de vida, cafés e bares vibrantes de música e desejo… Não há no mundo cidade como Roma. É aqui que Serafina vive rodeada pelo carinho da mãe e das duas irmãs. Habitam um minúsculo apartamento delapidado e têm pouco ou nenhum dinheiro, mas a alegria está sempre presente.
Quando a mãe sai, sempre bela no seu vestido simples e feito em casa, as irmãs vão cantar para a rua. É um atrevimento que as diverte e lhes permite obter dinheiro para fazerem o que mais gostam: ir ao cinema. Elas suspiram e sonham com as estrelas das matinés. Mas Serafina nunca imaginou conhecer pessoalmente o seu ídolo: o ator e cantor Mario Lanza. Quando as portas da magnífica Villa Badoglio – lar da família Lanza – se abrem para a acolher, a jovem é apresentada a um mundo de sonho. E é rodeada pelo luxo e o glamour que conhece Pepe, o talentoso chef capaz das mais suculentas iguarias e das mais ternurentas emoções. Serafina está apaixonada e a viver dias dourados mas não consegue evitar sentir que aquele não é o seu mundo.
Dividida entre a vida modesta que conhece e a promessa de um futuro melhor, Serafina vai ser obrigada a crescer. Vai sofrer, amar e descobrir que a realidade nunca é apenas o que parece. Que a vida é simultaneamente mais difícil e mais bela do que um sonho.»

Liza Klaussmann promete violência, traição, paixão e segredos em «Tigres sob um Céu Vermelho»

??????????????????????????A Bertrand lançou recentemente Tigres sob um Céu Vermelho, da norte-americana Liza Klaussmann, um ex-jornalista do New York Times que é tetraneta de Herman Melville, autor de Moby Dick.

Sinopse: «Contado a partir de cinco perspetivas, Tigres Sob Um Céu Vermelho é um romance latente de violência, traição, paixão e segredos por detrás de uma fachada pura e delicada.
Nick e a prima, Helena, cresceram a partilhar os verões quentes na Casa do Tigre, propriedade da família. Como a Segunda Guerra Mundial entretanto termina e elas estão à chegar à idade adulta, preparam-se para partir à conquista do mundo. Nenhuma delas encontra a vida que tinha imaginado e, com o passar dos anos, as viagens até à Casa do Tigre assumem uma nova complexidade. É então que, à beira da década de 1960, a filha de Nick e o filho de Helena fazem uma descoberta sinistra que mergulha numa sombra profunda a luminosidade daquela ilha outrora brilhante.»

«Insurgente», de Veronica Roth, sucede a «Divergente»

pe-insurgenteInsurgente, de Veronica Roth, a sequela de Divergente, já está à venda nas livrarias portuguesas numa edição Porto Editora.

Sinopse: «A tua escolha pode transformar-te – ou destruir-te. Mas qualquer escolha implica consequências, e à medida que as várias fações começam a insurgir-se, Tris Prior precisa de continuar a lutar pelos que ama – e por ela própria. O dia da iniciação de Tris devia ter sido marcado pela celebração com a fação escolhida. No entanto, o dia termina da pior forma possível. À medida que o conflito entre as diferentes fações e as ideologias de cada uma se agita, a guerra parece ser inevitável. Escolher é cada vez mais incontornável… e fatal.
Transformada pelas próprias decisões mas ainda assombrada pela dor e pela culpa, Tris terá de aceitar em pleno o seu estatuto de Divergente, mesmo que não compreenda completamente o que poderá vir a perder. A muito esperada continuação da saga Divergente volta a impressionar os fãs, com um enredo pleno de reviravoltas, romance e desilusões amorosas, e uma maravilhosa reflexão sobre a natureza humana.»

«A Última Canção da Noite» é o novo romance de Francisco Camacho

dq-A Última Canção da NoiteA Última Canção da Noite é o título do novo romance de Francisco Camacho, a ser editado a 20 de maio pela Dom Quixote e desde já pode dizer-se que tem uma belíssima capa. Francisco Camacho tinha-se estreado na ficção com Niassa.

Sinopse: «Jack Novak – o conceituado guitarrista dos Bitters que há muito conquistou o respeito das elites e o coração das massas – desaparece misteriosamente durante uma digressão da banda pela Europa de Leste, numa madrugada pródiga em estranhos acontecimentos. O incidente dá, por isso, origem a uma onda de especulações e deixa uma multidão de fãs na expectativa de uma verdade que, todavia, tarda em chegar. Um desses admiradores é o português David Almodôvar, crítico de música desempregado e caído em desgraça, que atravessa uma crise existencial e tem um desafio quase impossível pela frente: descobrir o paradeiro de Vera e dar-lhe a derradeira prova de amor que ela lhe exige. Quando os destinos destes dois homens se cruzam, David vê-se confrontado com as motivações de dois desaparecimentos – o da mulher que ama e o do músico que idolatra – e empreenderá uma viagem que lhe permitirá conhecer um segredo que Jack já desistiu de guardar e, ao mesmo tempo, resolver o tremendo impasse em que se encontra.»

«Labirinto de Jogos» oferece ao leitor a possibilidade de escolher a sua própria aventura

artpl_LabirintoJogosLabirinto de Jogos, de Iván Babiano Nieto, comi lustrações de Alberto Garcia Ayerbe, é uma nova aposta da Arteplural a pensar no público juvenil. Esta chancela do grupo Bertrand que se trata de um livro muito divertido, e cabe aos leitores escolherem a aventura que querem seguir.

Sobre o livro: «Estás preso no computador! Sem saberes como nem porquê, numa noite de tempestade, és arrastado para dentro de um jogo de computador. Vês-te então a ter de enfrentar desafios como fintar um Pacman gigante, pilotar uma nave espacial ou escapar aos ataques de magos e ninjas, pois só assim poderás sair deste labirinto de mundos virtuais e regressar a casa.
Mas será que vais voltar sozinho?
artpl-image012O teu destino depende das tuas decisões. O caminho que escolheres poderá levar-te de volta a casa… ou manter-te preso para sempre no jogo de computador!
Trava uma batalha espacial na página 8 ou evita-a tentando chegar a um planeta azul, na página 17.
Defende o templo sagrado de um fantasma na página 84 ou combate o malévolo Senhor do Bosque na 52.
Encontra uma estrela dourada na página 75 ou usa como arma uma carapaça de tartaruga na 120.»