Monthly Archives: Novembro 2010

Leya e Museu do Chiado lançam dois primeiros catálogos

A Leya e o MNAC – Museu do Chiado lançam a 2 de Dezembro (quinta-feira) os primeiros catálogos criados ao abrigo da parceria firmada entre as duas instituições, ou seja, Arte portuguesa do século XIX – 1850–1910 – Colecção do MNAC – Museu do Chiado e Columbano, o catálogo da exposição homónima. Os livros serão apresentados por ocasião da inauguração da exposição “Columbano”, às 19h00, no Museu do Chiado, em Lisboa.

Arte portuguesa do Século XIX –  1850–1910 / Colecção do MNAC – Museu do Chiado
«O novo projecto de catálogo da colecção do MNAC–Museu do Chiado, entusiasticamente acolhido pela Leya, foi estruturado em três volumes e a sua cronologia respeitou as alterações mais radicais ocorridas no âmbito das práticas artísticas durante este século e meio constituindo um indispensável guia para um conhecimento aprofundado da própria história da arte nacional de 1850 à actualidade. Este primeiro volume corresponde à segunda metade do século XIX, do advento romântico à ruptura modernista em 1911, período em que a colecção se revela como a mais representativa em Portugal. O magnífico design do catálogo foi projectado e realizado pelo colectivo barbara says.»
Pedro Lapa – Coordenação Científica

Columbano
«Columbano Bordalo Pinheiro, o maior pintor português do século XIX, é o artista que melhor expressa valores de modernidade, numa situação única na arte nacional. Apesar das ambiguidades do seu percurso, é testemunha atenta da sociedade portuguesa, ao longo de três gerações, inventariando os espíritos da intelectualidade nacional e as suas mais destacadas figuras, em retratos analíticos que revelam a sua realidade interior, extensível à pintura intimista e a uma inesperada pintura decorativa. A sua consagração como retratista e um privilegiado estatuto artístico reflectem-se na atribuição dos cargos de Direcção do Museu Nacional de Arte Contemporânea e de professor da Escola de Belas-Artes de Lisboa. Este catálogo pretende aprofundar o estudo da produção de Columbano a partir de 1900, através de uma diversidade de ensaios dos mais conceituados especialistas. O catálogo é da autoria do atelier de design barbara says.»
Maria de Aires Silveira – Comissária

Intimidade de Helena Sacadura Cabral revelada em “Nós de Amor”

A editora Clube do Autor acaba de lançar Nós de Amor, de Helena Sacadura Cabral, obra que é apresentada como “um mergulho na intimidade da mulher e da escritora”.

Sobre o livro: «Nós de Amor é uma selecção de pequenas ficções escritas por Helena Sacadura Cabral sob diversos estados de alma. Trata-se da sua obra mais pessoal e mais intensa. É a escritora que se revela, escrevendo histórias envolventes, marcadas por personagens com quem facilmente nos identificamos, aprofundando sentimentos, evocando memórias de outras vivências.
Ler Nós de Amor é mergulhar na intimidade de Helena Sacadura Cabral, é descerrar um pouco a enigmática cortina sobre a mulher e a escritora. Reconhecida pelas suas observações directas e francas sobre o que de mais importante acontece na sociedade portuguesa, Helena Sacadura Cabral revela em Nós de Amor o seu lado mais intimista, delicado e sensível.
Poemas, contos, pensamentos. Alegria, tristeza, nostalgia. Nós de Amor é isto, é um livro sobre sentimentos íntimos, de sonhos, de desejos, de pedaços de um quotidiano que todos, a dado momento da vida, experimentamos.»

A minha Avó

Uma frágil figura
Umas mãos pequenas.
Um rosto sereno,
Um olhar de mel.
Chamava-se Joana,
Era minha avó
E o amor da minha criancice.
Um dia, partiu.
Sem dizer adeus.
De repente, perdi
A infância e uma parcela de Deus.

“A Princesa Laranjada” e “O Poeta e o Burro” apresentados a 1 de Dezembro

A QuidNovi lança a 1 de Dezembro os livros infantis A Princesa Laranjada, de Pedro Sena-Lino e Estela Baptista Costa, e O Poeta e o Burro, de Amadeu Baptista e Raquel Pinheiro. A sessão de lançamento terá lugar às 16h30, na livraria Bulhosa Oeiras (Centro Comercial Oeiras Parque).

A Princesa Laranjada – Pedro Sena-Lino e Estela Baptista Costa
«A Princesa Laranjada é uma adaptação do conto tradicional A História das Três Cidras, mas em versão vitamina C. Procura retratar um conto secular de forma atractiva e divertida para crianças até aos doze anos, e recuperar a sua mensagem de confiança no amor e no bem, descrita com as suas ferramentas de magia, mistério e inesperado.»

O Poeta e o Burro – Amadeu Baptista e Raquel Pinheiro
«Unidos pelo mistério com que os toca a poesia, um poeta e um burro vivem a grande aventura do fascínio da amizade.
O Poeta e o Burro é uma adaptação do magnífico poema em prosa Platero e Eu, do prémio Nobel Juan Ramón Jiménez.»

ASA lança tomo 2 de “A Maldição dos Trinta Denários”, da série Blake e Mortimer

As Edições ASA lançaram o segundo tomo de A Maldição dos Trinta Denários, da série de banda desenhada Blake e Mortimer. O álbum é assinado pela dupla Jean Van Hamme e Antoine Aubin.

Sinopse: «Há cerca de 2000 anos, o Apóstolo Judas vendeu Cristo aos Romanos por trinta dinheiros de prata. Blake e Mortimer devem encontrá-los antes que originem mais uma sangria. De facto, o antigo SS Von Stahl tenta apoderar-se dessas malditas moedas, convicto de que o seu poder maléfico lhe permitirá controlar o mundo. Para isso, recorre aos préstimos de Olrik, depois de o ter libertado de uma prisão americana. Mais do que nunca, o ambicioso “coronel” está decidido a vingar-se dos seus velhos adversários.»

Booksmile lançou álbuns sobre relógios e ícones do século XX

A Booksmile lançou recentemente dois álbuns profusamente ilustrados: Máquinas do Tempo e Eternamente Jovens. O primeiro, anuncia a editora, “contém centenas de fotografias a cores com os relógios mais apreciados e aclamados do mundo, com um design simultaneamente funcional e belo, inspirado em fabulosos automóveis, iates e aviões”. Já Eternamente Jovens é, diz a Booksmile, “um tributo aos ícones do século XX que desapareceram cedo demais (…) quer tenham sido talentosos músicos, actores, políticos, activistas ou atletas de eleição”. Em ambos os casos tratam-se de edições trilingue: português, espanhol e inglês

Máquinas do Tempo
«O design fascinante de automóveis, iates e aviões inspirou alguns dos relógios mais apreciados e prestigiados do mundo, numa união perfeita entre tempo, engenharia e engenho.
A obsessão pela funcionalidade, inovação e beleza são características comuns a estas indústrias.
Em Máquinas do Tempo: velocidade, resistência e design em peças de eleição, vai descobrir como a melhor relojoaria mundial está associada a automóveis superpotentes, embarcações luxuosas e aeronaves de alta tecnologia em imagens de alta qualidade, inéditas e de arquivo, que ilustram esta partilha no design e nos materiais empregados na sua criação.
Um álbum para apaixonados por relógios, carros de competição, aviões, iates, ou somente alguém que ama o design de excepção.»

Eternamente Jovens
«
Quando as vidas das celebridades se extinguem ainda sob as luzes da ribalta, ficam como que cristalizadas no auge da sua fama. Eternamente belas, bonitas e sedutoras, essas vidas são imortalizadas pela surpresa das suas mortes prematuras e abalam o mundo inteiro. A estrela desaparece… a lenda nasce.
Eternamente Jovens centra-se nas celebridades do século XX que marcaram a sua própria época e cujo valor perdura até hoje, prolongando-se no futuro.
Alcançaram a fama em áreas tão variadas como a Política, Entretenimento, Literatura, Desporto e Arte. As suas vidas foram breves, mas a sua fama ultrapassou fronteiras e o seu fascínio tornou-se intemporal. Trocaram a sua popularidade mundial pelo culto póstumo. Este é o seu Passeio da Fama…
Com uma pequena biografia e dezenas de fotografias que imortalizaram cada uma destas estrelas, Eternamente Jovens é um livro para guardar e recordar, e também uma prenda perfeita para o Natal.»
Alguns dos “eternamente jovens”
Princesa Diana (36 anos), Kurt Cobain (27), Jacques Brel (49), Nat King Cole (45),  James Dean (24), Ian Curtis (23), Jim Morrison (27), Che Guevara (39), John F. Kennedy (46), Heath Ledger (28), Bruce Lee (32), James Dean (24), John Belushi (33), Yuri Gagarin (34), Anne Frank (15), Judy Garland (47), Jimi Hendrix (27), Michael Jackson (50), Janis Joplin (27), Martin Luther King (39), Bob Marley (36), Marilyn Monroe (36), Marco Pantani (36), Ayrton Senna (34).»

“Carros” e Rosas Inglesas no Natal infanto-juvenil da Dom Quixote

A Dom Quixote propõe para a quadra natalícia dos mais novos Mate Salva o Natal, baseado nas personagens do filme Carros, da Pixar (para um público entre os quatro e os seis anos), e Viva o Natal, mais um número da colecção As Rosas Inglesas, assinada pela popstar Madonna e dedicado a maiores de dez anos.

Mate Salva o Natal
«O Natal está à porta e há um ladrão de combustível à solta em Radiador Springs! Além de os carros estarem prestes a ficar sem gasolina, os camiões de transporte do correio não vão poder entregar as cartas dos habitantes de Radiador Springs ao Carro Natal!
Assim sendo, o Mate e o Faísca decidem ir ao Pólo Norte, enquanto os restantes carros da cidade investigam o mistério do combustível desaparecido. No entanto, quando os dois amigos encontram finalmente o Carro Natal, descobrem que o Natal poderá ter de ser cancelado naquele ano… a menos que o Mate e o Faísca salvem o Natal!

Viva o Natal!
«Chegou a época mais maravilhosa do ano!
Entre sinos prateados e árvores decoradas, as Rosas Inglesas entram no corrupio natalício, incluindo a sua Troca de Presentes Secreta. No entanto, a Charlotte exagera um pouco e dá em doida na sua busca pelo presente perfeito para a bonita e popular Evelyn Eaves.
Conseguirão as Rosas Inglesas ajudar a Charlotte a perceber que ser popular não é o melhor desejo?»

Bertrand edita “A Paixão Segundo Constança H.”, de Maria Teresa Horta

A Bertrand lançou A Paixão Segundo Constança H., livro de prosa da escritora e jornalista Maria Teresa Horta.

Sobre o livro: «A obra literária de Maria Teresa Horta tem frequentemente contribuído para alterar os modelos estéticos ou comportamentais instituídos e tem muitas vezes sido, ao longo das últimas décadas, um sinalizador de mudanças essenciais, quer no âmbito literário, quer inclusivamente de alcance social.
A Paixão Segundo Constança H. traz consigo toda a violência e todo o sofrimento daquele a quem coube em sorte viver num mundo em transformação, onde os valores tradicionais da família e os afectos a que nos tínhamos habituado a considerar mais estáveis resvalam, gradualmente, para um terreno movediço e irrespirável.»