Brad Thor regressa com «O Apóstolo», um thriller que decorre no Afeganistão

A Bertrand lança a 1 de Julho o thriller O Apóstolo, de Brad Thor, autor de O Último Patriota e O Primeiro Mandamento, que aproveita a sua experiência no Departamento de Segurança Interna para enriquecer as suas obras. A acção de O Apóstolo decorre no Afeganistão.

Sobre o livro: «Scot Harvath é um homem com uma missão: resgatar a filha de uma assessora do presidente dos Estados Unidos. Com relutância, viaja para um Afeganistão dilacerado pela guerra na tentativa de conseguir recuperar a refém.
Brad Thor, ex-membro do Departamento de Segurança Interna, transporta-nos com a mestria da sua escrita numa viagem intensa e envolvente onde se revela o quotidiano dos talibãs e as suas tradições em confronto com o mundo ocidental, também ele marcado por contradições e particularidades.
“Da guerra que a nação americana trava contra o terrorismo emergiu uma nova casta de agentes. Completamente dedicados à sua arte, ignoram os suplícios e as dificuldades da sua profissão e trabalham incansavelmente com apoios limitados e burocracias exacerbadas para atingirem um só objectivo – o êxito das suas missões.
Anteriormente chamados «crentes fervorosos», este termo já não se lhes aplica. Estes guerreiros transformaram-se em apóstolos.” »

 

Trilogia A Primeira Lei, de Joe Abercrombie, arranca com «A Lâmina»

A 11 de Julho a Gailivro lança aquela que considera uma das maiores revelações do fantástico da actualidade: Joe Abercrombie. O escritor britânico apresenta então, na colecção 1001 Mundos, o seu primeiro romance, A Lâmina, que dá início à trilogia A Primeira Lei.

Sobre o livro: «Sólido, complexo e apaixonante, A Lâmina combina com mestria os elementos típicos do Fantástico, mas acrescenta-lhes a crueldade sanguinária e o humor mordaz que conduzem o leitor aos labirintos mais negros da condição humana. Este não é de certeza um livro “inocente”, com bons de um lado e maus do outro – é um romance de profunda humanidade, que nos coloca perante o espelho arrasador dos nossos pecados e fraquezas.
Perversamente divertido, excitante e imprevisível, e repleto de personagens memoráveis, A Lâmina é uma fantasia com muito de verdade. No mundo medieval criado por Joe Abercrombie, a sorte de Logen Novededos, bárbaro infame, esgotou-se finalmente. Apanhado num combate em que não se deveria ter envolvido, está prestes a tornar-se um bárbaro morto, deixando para trás apenas canções más e amigos mortos.
Jezal dan Luthar, modelo de egoísmo, não tem em mente nada mais perigoso do que conquistar a glória no círculo de esgrima. Mas a guerra aproxima-se e, nos campos de batalha do Norte gélido, luta-se com regras mais sangrentas.
Ao inquisidor Glokta, torturado convertido em torturador, nada agradaria mais do que ver Jezal regressar a casa num caixão. Mas também é verdade que o seu ódio será extensível a todos os que conhece. Extirpar a traição no coração da União, uma confissão de cada vez, não deixa um grande espaço para amizades e o mais recente rasto de cadáveres poderá conduzir directamente ao coração enfermo do Governo… se conseguir sobreviver durante tempo suficiente para o seguir…»

Série Beyblade chega às livrarias por acção da Educação Nacional

A série de desenhos animados Beyblade Metal Fusion, transmitida no Canal Panda, passa em Julho para o papel por iniciativa da Editora Educação Nacional.
A série relata as aventuras dos Bladers Gingka, Kyoya, Benkei, Kenta, Madoka, Doji e Ryuga, entre outros, que personalizam a eterna luta entre o bem e o mal.
Serão para já lançados os títulos O Pégaso Aterrou, O Rugido do Leão, A Ambição do Lobo e O Poder do Touro, assim como um livro de actividades e outro de autocolantes.
Ainda na Educação Nacional, destaque para o lançamento de um novo livro da colecção Quero Saber, intitulado O maior, o mais perigoso e outros animais fabulosos, que é assinado por Jozua douglas e Loes Riphagen.
Por fim, referência à colecção Academia de Princesas, de Prunella Bat, que tem por protagonista Bia, a descendente de uma antiga família nobre, mas que é o retrato oposto de uma princesa. Segundo explica a editora, “adora subir às árvores, tem um cabelo indomável e a única jóia que possui é um colar de massas colorido oferecido pelas suas irmãs. Decidida a fazer da sobrinha uma Princesa Perfeita, a tia Henriqueta matriculou-a na Academia de Princesas. Felizmente, Bia terá a seu lado três amigas fabulosas!»
Os títulos a editar são  Uma Coroa Para Bia, Que Príncipe! e Princesas em Campo.

«Victoria» – Knut Hamsun

Já se torna quase repetitivo, mas a verdade é para ser dita. A Cavalo de Ferro continua a brindar-nos com pequenas jóias que andavam esquecidas pelos editores nacionais e desta vez escrevo-vos sobre Victoria, um pequeno livro Knut Hamsun, escritor norueguês que em 1920 ganhou o Nobel e do qual já foram editados em Portugal Fome e Pan. Como se vê, a nível de títulos, parece parco em palavras e neste Victoria também o foi no resto, pois o romance não chega às 130 páginas. Mas as palavras foram escolhidas a dedo, pois as 125 páginas bastam para um excelente romance onde o tema do desencontro amoroso é abordado com um preciosismo que nos remete para paisagens e ambiente melancólicos de uma época distante.
Trata-se da típica história entre um rapaz de condição modesta e uma jovem de famílias ricas e de um estrato social inacessível ao primeiro. Ele chama-se Johannes e é filho de um moleiro. Ela é Victoria e pertence a uma família que em termos de fausto financeiro já conheceu melhores dias e que, portanto, se vê obrigada a casar com alguém que os salve da bancarrota. Este terceiro elemento é Otto. Conhecem-se todos desde pequenos, mas naturalmente cada um segue o seu caminho. Johannes vem a ser poeta e nunca esquece Victoria, que se torna a sua obsessão, apesar dos encontrso entre ambos serem escassos. Ela, tal como uma menina mimada, praticamente brinca com ele e com os seus sentimentos, mas na verdade não consegue esquecê-lo. Ele tenta tudo para ser aceite pela “entourage” dela, mas o dinheiro fala mais alto. Johannes refugia-se na sua poesia e na natureza, sentindo-se como peixe na água quando está no campo, tal como sucedia em criança, pois esse era o seu espaço de evasão, enquanto aspirava a uma vida melhor e a um amor puro. Mas nunca consegue dar o passo que o leve a passar a fronteira para o outro lado, para o mundo onde pode encontrar Victoria. Esta, volta e meia, desce ao mundo de Joahnnes, mas tão depressa lá surge como desaparece, não deixando rasto.
Tudo isto parece muito básico e previsível, estarão por certo a pensar, e não deixa de o ser, mas a verdade é que resulta numa obra belíssima, que prende o leitor, tornando o vulgar em irresistível, não só por estar bem escrito, mas principalmente por estar bem descrito e apresentado.
O “interior” das personagens está extremamente bem trabalhado e a grande densidade psicológica delas é um dos grandes trunfos (se não o principal) deste romance sobre o amor que sobreviveu ao tempo e que em boa hora chegou a Portugal.

«Purgatório», último romance de Tomás Eloy Martínez, sai a 30 de Junho

A 30 de Junho é editado Purgatório, o último romance do escritor argentino Tomás Eloy Martínez, falecido em Janeiro de 2010. O livro, a ser lançado pelo Porto Editora, “é uma odisseia sobre um casal de cartógrafos que sofre, em 1976, as consequências da ditadura militar argentina e que só volta a reencontrar-se passado 30 anos”.

Sinopse: «No Inverno de 1976, em plena ditadura, Simón Cardoso é detido pelos militares argentinos e nunca mais volta a aparecer. Trinta anos depois, porém, a sua mulher, Emilia Dupuy, fica paralisada ao ouvir a sua voz num restaurante dos arredores de New Jersey. O mundo, que se desmoronara com a tragédia, recupera então a luz. Será possível reaver o tempo perdido?
A partir deste inusitado encontro, Tomás Eloy Martínez enlaça a ansiedade de um amor perdido e recuperado com a reconstrução magistral da irrealidade criada pelo exílio – um exílio que ele próprio conheceu.
Aliando uma linguagem sóbria e uma história tão estranha quanto intensamente real, Purgatório ficará por ventura como a melhor obra de um autor já reconhecido como um clássico pela crítica internacional.»

Charlie Chaplin guia-nos numa viagem pela Europa

A Matéria-Prima Edições lançou em Junho A minha viagem pela Europa, um livro de viagens com a assinatura do actor e realizador Charlie Chaplin, que após sete anos de intenso trabalho em Hollywood e regressou ao Velho Continente para recuperar forças.

Sobre o livro: «Depois de sete intensos anos de trabalho em Hollywood, Charlie Chaplin encontrava-se física e emocionalmente esgotado e tinha apenas um desejo: escapar-se e regressar ao Velho Continente que o tinha visto nascer. Em A minha viagem pela Europa conhecemos o outro lado do mais famoso actor e realizador do cinema mudo – ficamos a par das suas fraquezas, dos seus desejos, da sua vontade de ser amado e querido, mas também conhecemos, através do seu relato, uma Europa que acordava da guerra em todo o seu esplendor e força. Chaplin redescobre o prazer do anonimato, antes de regressar à América com uma nova visão do mundo.
“Passamos por uma igreja. Há uma mulher idosa a dormir nos degraus, mas não parece cansada nem desgastada. Há quase um sorriso na sua face adormecida. Ela representa Paris, para mim. Escondendo a sua pobreza por detrás de um sorriso.”

Dupla sueca Lars Kepler regressa com «O Executor»

A 5 de Julho chega às livrarias O Executor, novo livro da dupla sueca Lars Kepler, autora de O Hipnotista, um policial sueco com uma carreira interessante em Portugal, onde foi lançado pela Porto Editora. O Executor trata-se de mais um policial que, desta vez, tem como pano de fundo uma rede de tráfico de armas e que apresenta, segundo a editora, “um homem disposto a tudo na sua busca incessante por poder e riqueza”.

Sinopse: «Uma mulher aparece misteriosamente morta numa embarcação de recreio ao largo do arquipélago de Estocolmo. O seu corpo está seco, mas a autópsia revela que os pulmões estão cheios de água. No dia seguinte, Carl Palmcrona, diretor-geral de Armamento e Infraestruturas de Defesa da Suécia, é encontrado enforcado em casa. O corpo parece flutuar ao som de uma enigmática música de violino que ecoa por todo o apartamento.
Chamado ao local, o comissário da polícia Joona Lina sabe que na sua profissão não se pode deixar enganar pelas aparências e que um presumível suicídio não é razão suficiente para fechar o caso. Haverá possibilidade de estes dois casos estarem relacionados? O que poderia unir duas pessoas que aparentemente não se conheciam?
Longe de imaginar o que está por detrás destas mortes, Joona Lina mergulhará numa investigação que o conduzirá, através de uma vertiginosa sucessão de acontecimentos, a uma descoberta diabólica. Existem pactos que nem mesmo a morte pode quebrar…»

Marc Levy apresenta-nos «O Ladrão de Sombras»

A Contraponto lança a 1 de Julho uma nova obra de Marc Levy, O Ladrão de Sombras, apresentado pela editora como “um romance divertido sobre os silêncios que assombram o amor”. O francês Marc Levy é o autor do best-seller e E Se Fosse Verdade…

 

Sobre o livro: «Marc Levy conta a história de um rapazinho com um dom invulgar: ele consegue “roubar” as sombras das pessoas com quem se cruza. Ao princípio, acontece-lhe involuntariamente e isso chega a assustá-lo. Sempre que se cruza com alguém – seja um amigo, um inimigo ou um desconhecido – a sombra da outra pessoa passa a segui-lo.
Por vezes contra a vontade do rapaz, as sombras contam-lhe os mais profundos desejos, temores e aspirações das pessoas a quem pertencem. E o rapaz vê-se em mãos com um dom que traz uma grande responsabilidade: ao saber estes segredos, terá de ajudar as pessoas – ajudá-las a recuperar “essa pequena luz que lhes iluminará a vida”.
Durante umas férias de Verão à beira-mar, apaixona-se por uma rapariga muda, chamada Cléa, com quem comunica através da sua sombra. E a sombra deste primeiro amor acompanhá-lo-á durante anos.
Mais tarde, o “ladrão de sombras” torna-se estudante de Medicina, e debate-se com a questão de usar ou não o dom que tem para ajudar a curar – tanto os pacientes como os amigos. Afinal, será ele capaz de adivinhar o que poderá fazer felizes aqueles que o rodeiam? E ele próprio, saberá onde o espera a felicidade?»

Excerto: «Tenho medo da noite, medo das formas que se ofereciam nas sombras da noite, que dançavam nas dobras dos cortinados, no papel de parede de um quarto de dormir. Sombras que desapareceram com o tempo. Mas basta -me recordar a minha infância para as ver reaparecer, terríveis e ameaçadoras. Um provérbio chinês diz que um homem bem-educado não pisa a sombra do vizinho, e eu não sabia disso quando cheguei a esta nova escola. A minha infância estava ali, naquele pátio de recreio. Queria expulsá-la, tornar-me adulto, mas ela colava-se-me ao corpo delgado e pequeno de mais para o meu gosto.»

 

Novo romance de Júlio Magalhães, «Por ti, Resistirei», tem por cenário a II Guerra Mundial

Júlio Magalhães não pára. Já tem mais um romance pronto, depois do sucesso de Os RetornadosUm Amor em Tempos de Guerra e Longe do Meu Coração. A nova obra do jornalista/escritor chama-se Por Ti Resistirei e, segundo a sua editora, a Esfera dos Livros, trata-se de “uma história de amor, de coragem e perseverança que tem como cenário a terrível e sangrenta Segunda Guerra Mundial”, decorrendo a acção em várias cidades europeias.

Sinopse: «Carlos e Nicole conheceram-se nas ruas de Paris. As tropas alemãs avançavam em passo forte e determinado, mas todos acreditavam que a capital francesa estava a salvo da loucura de Adolf Hitler. Enganavam-se. Em poucas semanas, as tropas nazis estavam às portas de Paris e milhares de refugiados procuravam salvação. Nicole encontrou-a em Bordéus pelas mãos do embaixador Aristides de Sousa Mendes que lhe entregou um visto para chegar até Portugal, onde finalmente cairia nos braços do seu amado. Longe da guerra, longe do perigo, longe do estigma de ser judia, seria finalmente feliz. Mas há preconceitos que são difíceis de quebrar e mais uma vez os dois amantes são obrigados a seguir caminhos diferentes. Carlos fica em Lisboa, entre os negócios do pai, um homem influente na sociedade salazarista e a doença da mãe. Nicole parte para Londres, uma cidade que vive dias dramáticos sob a ameaça de ser bombardeada pela aviação alemã. Participa no esforço de guerra da melhor forma que sabe, vestindo a farda de enfermeira, pondo em risco a sua vida para ajudar os outros. Na esperança de conseguir esquecer Carlos. Contudo no meio dos escombros da Segunda Guerra Mundial há um amor capaz de resistir a tudo.»