Tiago Rebelo regressou com «Um Homem Escandaloso»

???????????????Um Homem Escandaloso é o novo romance do escritor e jornalista Tiago Rebelo, obra editada pela ASA que já chegou às livrarias.  Uma Noite em Nova Iorque, O Tempo dos Amores Perfeitos, Uma Promessa de Amor e Encontro em Jerusalém são outras obras deste autor, que já foi editado em países como Angola, Brasil, Moçambique, Itália, Suíça e Argentina.

Sinopse: «O livro conta como, em plena crise económica, um pintor com uma vida catastrófica, persiste em boicotar a própria carreira. Mas quando o seu casamento termina e tudo parece perdido, eis que a sorte muda: de um dia para o outro, torna-se a figura do momento e o artista português de maior projecção internacional.
Uma brusca mudança da percepção da realidade fará com que este homem, que se esconde do mundo com uma tenacidade doentia, passe a ser um alegre provocador de escândalos públicos – e, também, o conquistador da deslumbrante Cristiane.
Um Homem Escandaloso é um romance sobre a sociedade moderna, onde o sucesso se conquista com ostentação e fingimento. Divertido e certeiro, o livro é um retrato de uma época onde a imagem é tudo e o abstracto se sobrepõe ao concreto.»

Os críticos na «Twilight Zone»

imageJá há muito que acho que há imensos críticos, sejam eles literários ou de cinema (aqueles com quem mais lido), que não têm em conta o objetivo da obra que dissecam nem o público a que se dirige. Encaram cada obra como se fosse, ou devesse ser, um Rolls-Royce, mas esquecem que o que por aí mais circula são Clios, Corsas, e outros que tal. Os «críticos» de automóveis, parece-me a mim, são em geral mais abertos. Por exemplo, há uns anos o Renault Clio foi eleito o melhor carro do ano, deixando para trás modelos da BMW. Parece estranho, mas vendo bem qual é que cumpriu melhor o seu propósito tendo em conta necessidades do público a que se dirigia?Por isso é que gostaria que houvesse mais críticos que lessem e vissem os filmes mais «populares», para me sentir melhor informado e para não ter a noção, que não me larga há muito, de que eles escrevem uns para os outros, ou para o umbigo, e não para o público em geral.
Os nossos críticos gostariam de ver as nossas estradas povoadas apenas por Rolls Royces, se bem que, acho eu, até neste carros encontrariam algo para deitar abaixo. A regra parece ser: o que toda a gente gosta eu não posso gostar. Sabedoria e conhecimento implicam descobrir e apreciar algo que poucos conheçam e não saibam, ou não consigam, apreciar.
Gostava que às vezes descessem à Terra. A ver pela amostra, afinal não serão apenas os governantes a viver numa dimensão paralela.

«O Meu Irmão», obra de Afonso Reis Cabral que venceu o Prémio Leya 2014, à venda a 21 de novembro

O Meu IrmãoO Meu Irmão, de Afonso Reis Cabral, obra vencedora do Prémio Leya 2014, será publicada a 21 de novembro. Neste livro, diz a Leya, «o narrador, um professor universitário de meia-idade, passa férias com o irmão deficiente numa pequena casa de família situada numa aldeia abandonada no interior de Portugal. O isolamento força-o a rememorar a vida em comum com o irmão, em particular porque os acontecimentos mais recentes podem pôr em causa o seu relacionamento. No fim desvenda-se o mistério».
O autor, Afonso Reis Cabral, nasceu em Lisboa em 1990 e cresceu no Porto, onde estudou. Em 2005 publicou o livro Condensação com poemas escritos entre os 10 e os 15 anos. Em 2008 ficou em 8.º lugar no 7th European Student Competition in Ancient Greek Language and Literature entre 3532 concorrentes de 551 escolas europeias e mexicanas. É licenciado em Estudos Portugueses e Lusófonos, pela Universidade Nova de Lisboa, onde também fez um mestrado em Estudos Portugueses.

James Patterson em modo romântico em «Um Anjo da Guarda»

Capa Um Anjo da GuardaA Topseller apresenta-nos com O Anjo da Guarda um James Patterson bem diferente daquele a que estamos habituados em Portugal, pois o que aqui nos é proposto é uma história de amor e não um policial. O romance foi escrito em parceria com Gabrielle Charbonnet.

Sinopse: «Será o nosso coração capaz de amar para além do mundo real?
Michael era o amigo imaginário de Jane, que a acompanhava, guiava e protegia quando ela, ainda criança, se sentia sozinha. Apesar de a mãe ser uma bem-sucedida produtora da Broadway e do ambiente glamoroso que a rodeava, Jane não era uma menina feliz. Michael e Jane eram os melhores amigos mas, quando ela fez 9 anos, o seu amigo imaginário teve de partir…
Vinte e três anos mais tarde, Jane é uma dramaturga de sucesso, trabalha na produtora da mãe e tem um namorado atraente e encantador. No entanto, ela continua infeliz e sem conseguir esquecer Michael. Até que, inesperadamente, volta a vê-lo. Teria Michael afinal sido sempre real?
Uma história de amor mágica e comovente, com uma reviravolta emocionante, que nos faz acreditar no poder do amor verdadeiro.»

Stephen King faz-nos regressar ao dia do assassínio de JFK em «22/11/63»

PrintO incansável Stephen King leva-nos, nesta que é a sua 54.ª obra, de regresso ao assassínio de Kennedy, uma viagem no tempo que faz parte também do enredo deste 22/11/63, que acaba de ser editado pela Bertrand.

Sinopse: «Dallas, 22/11/63: três tiros são disparados O presidente John F. Kennedy está morto.
Quando o seu amigo lhe propõe que atravesse uma porta do tempo para regressar ao passado com uma missão especial, Jake fica completamente arrebatado. A ideia é impedir que Lee Harvey Oswald mate o presidente Kennedy. Jake regressa a uma América apaixonante e começa uma nova vida no tempo de Elvis, dos grandes automóveis americanos e de gente a fumar. O curso da História está prestes a mudar…
22/11/63 é a 54ª obra de ficção de Stephen King, um dos autores mais lidos em todo o mundo. Uma vez mais, o autor recorre às bases da literatura popular (neste caso, a ideia das viagens no tempo) para construir um romance que vai muito além do simples entretenimento. King aproveita para revisitar a América do final da década de 1950, a América da sua infância, marcada pelo crescimento económico e pelo bem-estar das famílias mas também, de forma negativa, pelo racismo e pelos temores de um conflito nuclear. Ao mesmo tempo, o livro coloca questões profundas sobre a natureza das nossas sociedades democráticas, constituindo, nas palavras do autor, um “alerta contra os perigos do extremismo ideológico”.»

João Amaral adaptou para BD «A Viagem do Elefante» de Saramago

pe-viagemJoão Amaral adaptou para banda desenhada A Viagem do Elefante, de José Saramago, obra que será editada a 21 de novembro pela Porto Editora.
Segundo informa a editora, este livro, que resulta de um trabalho de quase três anos e que «tem a particularidade de ser narrado pelo Nobel português, relata a viagem do elefante Salomão, um presente do rei D. João III para o arquiduque Maximiliano da Áustria, de Lisboa até Viena, guiado pelo indiano Subhro».
Pilar del Río escreveu no prefácio deste livro que, «o caminho até Viena é tortuoso: João Amaral sabe-o bem porque o esteve a desenhar durante mais de dois anos passo a passo. […] João Amaral estudou muito bem aquilo que José Saramago havia escrito e logo que o soube com todas as letras pintou-o para que nada na sua banda desenhada fosse falso».
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Depois de «Boneco de Neve», Jo Nesbø apresenta-nos «O Leopardo»

O LeopardoA Dom Quixote lançou por estes dias um novo romance do escritor norueguês Jo Nesbø, O Leopardo, que dá seguimento a Boneco de Neve. Nesbø, recorde-se, é o autor de obras como Caçadores de Cabeças, A Estrela do Diabo e Vingança a Sangue-Frio.

Sinopse: «Perturbado com os acontecimentos que levaram à detenção do Boneco de Neve, o inspector Harry Hole refugia-se em Hong Kong onde as únicas regras a que obedece são as que lhe são impostas na sordidez das salas de ópio. Enquanto isso, em Oslo, num inverno excepcionalmente ameno, a Polícia depara-se com o brutal assassino de duas mulheres. Sem pistas, sem perceber que arma do crime seria capaz de provocar os ferimentos que apresentavam, e com a investigação num impasse, só lhe resta encontrar Harry Hole e convencê-lo a colaborar. Com o pai gravemente doente no hospital, Harry Hole acaba por regressar à Noruega. Não tenciona trabalhar na investigação mas o instinto leva a melhor quando a Polícia encontra uma terceira vítima num parque da cidade, violentamente assassinada. Quando consegue desvendar a ligação entre as vítimas, Harry Hole percebe que está a lidar com um psicopata que, tal como O Boneco de Neve, o vai levar ao limite das suas capacidades.»

Carlos Garcia apresenta a 8 de novembro, em Lisboa, «Cancioneiro da Bicharada»

pe-bicharadaCancioneiro da Bicharada, um livro com CD de Carlos Garcia onde são musicados poetas portugueses, será apresentado a 8 de novembro (sábado) em Lisboa. O evento terá lugar às 16h00, no Salão Nobre da Escola de Música do Conservatório Nacional, e Carlos Garcia interpretará ao vivo algumas das canções que compõem este trabalho.
No livro, editado pela Porto Editora e ilustrado por Carla Nazareth , Carlos Garcia surge acompanhado por artistas como Luís Represas, João Gil, Ana Moura, Mafalda Arnauth, Vitorino, Chico César e Cristina Branco,. O autor musica textos sobre animais da autoria de poetas como Bocage, Eugénio de Andrade, Júlio Dinis e Alexandre O’Neill.
O projeto será transposto em breve para palco, em formato de concerto ao vivo, e passará pela rede nacional de auditórios em 2015.

Novidades

PrintO Rei Pálido – David Foster Wallace (Quetzal)
«O romance inacabado do autor de A Piada Infinita.
O aborrecimento. Se há alguém capaz de escrever um grande romance sobre este tema é certamente David Foster Wallace: o aborrecimento e os seus efeitos sobre o espírito.
Em A Piada Infinita, explorava o entretenimento e o prazer – que obliteram a dor; aqui, em O Rei Pálido, Wallace leva até às últimas consequências a observação e o estudo da tristeza, da monotonia, do tédio. E, para isso, não poderá haver ambiente mais natural e propício do que a Autoridade Tributária, um centro regional de processamento de IRS algures no Midwest.
O Rei Pálido foi publicado postumamente e editado a partir dos manuscritos encontrados – doze capítulos prontos e outros ainda em construção –, seguindo-se as anotações do autor ou apenas a lógica interna do texto.
Numa das notas que deixou a este romance, David Foster Wallace afirma: A felicidade – uma combinação de alegria + gratidão, a cada segundo que passa, pela dádiva de estarmos vivos, conscientes – encontra-se do outro lado de um aborrecimento absolutamente aniquilador. Prestem toda a atenção à coisa mais entediante que forem capazes de descobrir (declarações fiscais, golfe na televisão) e vão ser inundados por ondas de um aborrecimento como nunca sentiram e que vos vai praticamente matar. Mas, se conseguirem sobreviver a isso, será como passar do preto e branco para a cor. Como água depois de vários dias no deserto. Uma felicidade constante em cada átomo.»

A Vida Privada de EstalineA Vida Privada de Estaline – Lilly Marcou (Vogais)
«Um homem generoso e dedicado, que gostava de ter a sua família perto de si em almoços na casa de campo. Esta é uma imagem que dificilmente associaríamos a Estaline, o responsável pela morte de milhões de pessoas e uma das personagens mais marcantes e polémicas do século XX.
Para escrever A Vida Privada de Estaline, com base em trinta anos de pesquisas, a historiadora francesa Lilly Marcou recorreu a fontes originais, inéditas na sua maioria. Mergulhou profundamente nos arquivos abertos ao Ocidente após o fim da União Soviética e entrevistou familiares e pessoas próximas de Estaline que sobreviveram à “Grande Purga”.
E o resultado surpreende. Por trás do líder carismático que mobilizou nações e surpreendeu Churchill e Roosevelt, ou do governante implacável na eliminação dos seus opositores, mesmo que fossem membros da própria família, descobrimos um jovem inúmeras vezes exilado pelo czar, duas vezes viúvo e envolto numa paranoia crescente. Com esta investigação, são-nos apresentados factos novos e iluminados aspetos omitidos ou ignorados.
Sem se pretender promover um novo julgamento dos anos de terror estalinista, o resultado é um Estaline de carne e osso, humano, ainda que não menos vulnerável às acusações da posteridade.»

sex-amargaTerra Amarga – Joyce Carol Oates (Sextante)
«Esta reunião de dezasseis contos de Joyce Carol Oates – histórias que revelam, com precisão e força inesquecíveis, o poder da violência, da perda e do luto moldando uma sociedade e as suas almas – confirma-a como um dos grandes mestres contemporâneos da arte da short story.
Joyce Carol Oates atinge neste livro o cume das suas capacidades narrativas: capacidade de observar o quotidiano, precisão lapidar da descrição, imaginação prodigiosa e doseamento do humor negro e do suspense.
Terra Amarga não é um livro para adormecer.»

pe-felicidadeUma Ideia de Felicidade – Luis Sepúlveda e Carlo Petrini (Porto Editora)
«Mais ou menos meio segundo. É o tempo que um motor de busca demora a devolver-nos uma resposta – cerca de cento e trinta mil ocorrências (em português) ao pesquisarmos “uma ideia de felicidade”. E, no entanto, a busca da felicidade não é, de todo, imediata. Alcançá-la é uma tarefa morosa, pausada, lenta. Quase tão lenta como a marcha de um caracol…
Carlo Petrini, o fundador do movimento Slow Food, parte dessa mesma ideia para propor a Luis Sepúlveda, autor do livro História de um Caracol que Descobriu a Importância da Lentidão, uma conversa tranquila onde se interligam memórias, experiências e reflexões sobre o que é a felicidade e como conquistá-la.
De um extremo ao outro da Terra, por entre histórias de grandes líderes e de heróis do quotidiano – e, posteriormente, como guias das suas próprias ideias-base para uma vida feliz – Petrini e Sepúlveda orientam-nos numa busca pelo direito ao prazer que é hoje o mais revolucionário, democrático e necessário dos objetivos do Homem.»

elautografosOs Mortos Não Dão Autógrafos – Francisco Nicholson (Esfera dos Livros)
«O jornalista Rui Alvorada acorda no hospital depois do portentoso tareão com que quatro jagunços cobardolas o brindaram. Uma ideia aflora-lhe imediatamente o pensamento: “Estou a reviver a história do meu pai, vítima de uma canalhice que o atirou para uma cama como esta. A mesma história com protagonistas diferentes.”
Quando, treze anos antes, entrou no velório do pai, ficou estupefacto. Estava cheio de gente que lhe dava as condolências, que lhe dizia que Jaime Risco tinha sido um grande jornalista. Mas, para além dos elogios ao jornalista, havia também os elogios ao Homem, ao combatente pela liberdade, e, em surdina, ao amante.
Rui opta por seguir os passos do pai, mas cedo percebe que tem de se superar se quer deixar de ser o filho do Jaime Risco e passar a ser um jornalista reconhecido. Mas há muito mais para descobrir sobre aquele homem, que se perdia pelo belo sexo, por uma noite de copos ou por uma investigação jornalística que pusesse a nu os podres dos políticos.
E nada melhor do que investigar o mundo da política e do crime organizado, com passagens pelo parlamento, por eleições cacicadas e multinacionais da droga, para ficar a conhecer o seu pai e conhecer-se a si próprio.
Francisco Nicholson, num tom irónico e com um humor inteligente, apresenta-nos, no seu romance de estreia, uma história singular passada num Portugal manipulado pelos políticos e pelos grandes interesses, onde o amor, a amizade e a coragem se cruzam com jogos de poder, ganância e ambição.»

pre-serenaSerena – Ron Rash (Presença)
«Início da Grande Depressão. George Pemberton está de regresso à Carolina do Norte depois de três meses passados em Boston. Traz consigo a sua mulher, Serena, e os planos de ambos para se tornarem, unindo os recursos de cada um, barões da indústria madeireira. Em poucos anos o império cresce, gerido em parte pela mão implacável e sem escrúpulos de Serena, que não hesita em eliminar qualquer ameaça às suas ambições. Quando descobre que não poderá ter filhos e que George tem um filho de uma anterior relação, Serena fica determinada a não deixar que nada nem ninguém se intrometa entre si e o marido.
Num cenário magistralmente evocado, povoado por uma galeria de personagens memoráveis, encontramos uma história surpreendente de amor e obsessão. Serena é um romance inesquecível, cujo suspense o manterá agarrado até à última página e que já foi adaptado ao cinema com Jennifer Lawrence e Bradley Cooper nos papéis principais.»

pre-maze3Maze Runner – A Cura Mortal – Livro 3 – James Dashner (Presença)
«Thomas atravessou o Labirinto; sobreviveu à Terra Queimada. A CRUEL roubou-lhe a vida, as memórias, e até mesmo os amigos. Mas agora as Experiências acabaram, e a CRUEL planeia devolver as memórias aos sobreviventes e completar assim a cura para o Fulgor. Só que Thomas recuperou ao longo do tempo muito mais memórias do que os membros da CRUEL julgam, o suficiente para saber que não pode confiar numa única palavra do que dizem. Conseguirá ele sobreviver à cura?»

el-noiteA Noite Mais Longa – Miguel Pinheiro (Esfera dos Livros)
«Na noite de 6 de setembro de 1968, as figuras mais importantes do Estado Novo dividiram-se por dois acontecimentos que tiveram lugar exatamente ao mesmo tempo, a poucos quilómetros um do outro. O primeiro foi um dos segredos mais bem guardados do país: no Hospital da Cruz Vermelha, António de Oliveira Salazar foi operado de urgência na sequência da queda de uma cadeira. O segundo foi um dos eventos mais noticiados do país: na sua quinta de Alcoitão, o milionário boliviano Antenor Patiño deu aquele que ficou conhecido como “o baile do século”. Foram treze horas intermináveis que misturaram o drama e a ostentação – e que marcaram o fim do salazarismo.
Através de documentos e depoimentos na sua maioria inéditos, o jornalista Miguel Pinheiro reconstitui com detalhes os episódios, os ambientes e os diálogos dos dois lados dessa noite. A data em que Salazar realmente caiu da cadeira, os pormenores do mês que o ditador passou em acelerada decadência física e o que de facto se passou dentro da sala de cirurgia. As polémicas da festa do Rei do Estanho, o impacto da chegada a Portugal de atrizes de Hollywood, de membros de famílias reais europeias e de alguns dos homens mais ricos da época e as histórias dos jornalistas que se disfarçaram de empregados para se conseguirem infiltrar num baile fortemente vigiado pela polícia e pela PIDE. Tudo se passou entre as 20 horas e as 9 da manhã. No começo da noite, Portugal era um país governado há 36 anos pelo mesmo homem. No final, era um país onde nada seria como dantes.»

«A Senhora do Império», de Raymond E. Feist Janny Wurts, encerra a épica trilogia da Saga do Império

Mago_Senhora_do_Imperio_capa_10A Senhora do Império, terceiro e último volume da Saga do Império, de Raymond E. Feist e Janny Wurts, foi hoje editado pela Saída de Emergência. Toda esta saga, que se iniciou com A Filha do Império e prosseguiu com A Serva do Império, foi traduzida por mim, Rui Azeredo, e por José Remelhe.

Sinopse: «A Senhora Mara dos Acoma sente-se segura e em paz, e pela primeira vez na vida longe dos seus inimigos – até que uma tentativa de assassinato que lhe é dirigida acaba por matar o seu filho e herdeiro. Cercada por espiões e casas rivais, e perseguida por uma irmandade secreta de assassinos impiedosos, Mara enfrenta o desafio mais letal com que alguma vez se deparou.
Mas os seus planos de vingança pela morte do filho são rapidamente gorados pela Assembleia de Magos, que detém o poder real do Império e mantém a população dócil e domesticada, além dos terríveis Mantos Negros, que encaram Mara como a ameaça suprema ao seu poder ancestral. Em busca de aliados para assegurar a justiça e paz para o império, Mara tem de viajar para lá das fronteiras da civilização, desvendando antigos segredos até às colmeias dos estranhos Cho-ja. Reunindo toda a sua coragem e astúcia, Mara levará a sua maior batalha em nome da sua vida, do seu lar e do seu império.»