Monthly Archives: Outubro 2013

Novidades Editoriais de Novembro (I)

plano_capa_CupulaA Cúpula – Livro I – Stephen King (Bertrand)
«Num bonito dia de outono, um dia perfeitamente normal, uma pequena cidade é súbita e inexplicavelmente isolada do resto do mundo por uma força invisível. Quando chocam contra ela, os aviões despenham-se, os carros explodem, as pessoas ficam feridas. As famílias são separadas e o pânico instala-se. Ninguém consegue compreender que barreira é aquela, de onde vem ou quando (se é que algum dia) desaparecerá.
Agora, um grupo de cidadãos intrépidos, liderado por um veterano da guerra do Iraque, toma as rédeas do poder no interior da cúpula. Mas o seu principal inimigo é a própria redoma. E o tempo está a esgotar-se…»
8 de novembro

A IrmãA Irmã – Sándor Márai (Dom Quixote)
«No auge da sua carreira como pianista, Z. apanha um comboio com destino a Florença, cidade onde, a convite do governo italiano, irá dar um concerto. Pouco antes de cruzar a fronteira, é acometido por uma indisposição, e, depois da sua actuação, acaba por ser internado num hospital florentino, sendo-lhe diagnosticada uma rara doença viral. Aí, enquanto paira entre a vida e a morte, Z. levará a cabo um diálogo intenso e crítico com o seu médico, uma indagação sem concessões sobre o precário equilíbrio entre o poder curativo da ciência e o espírito de luta do paciente.
Escrito em 1946, no seguimento de As Velas Ardem até ao Fim, este romance é mais um claro exemplo da especial sensibilidade e talento do grande escritor húngaro para abordar as principais preocupações do ser humano, aquelas que transcendem as fronteiras históricas e geográficas.»
12 de Novembro

sex-deixaDeixa lá | Más novas – Edward St Aubyn (Sextante)
«Neste volume publicam-se os dois primeiros livros de um quinteto, escrito entre 1996 e 2012, que segue a vida de Patrick Melrose.
Em Deixa lá, Patrick é o filho de cinco anos, frágil e filosófico, de um pai brutal e uma mãe omissa. Reunida numa casa na Provença, a aristocrática família aguarda a chegada de visitas.
Em Más novas, Patrick, agora com vinte e dois anos, recebe um telefonema: o pai morreu, e ele terá de voar até Nova Iorque para recolher as suas cinzas. Aí chegado, gasta dinheiro a rodos num festim de drogas e bebida, na tentativa de silenciar o bizarro circo de feras em que se tornou a sua mente.»
1 de Novembro

ber-mason&dixonMason & Dixon – Thomas Pynchon (Bertrand)
«Charles Mason (1728-1786) e Jeremiah Dixon (1733-1779) foram dois agrimensores britânicos, célebres por demarcarem a fronteira que separa a Pensilvânia e o Maryland, conhecida como Linha Mason-Dixon.
Thomas Pynchon dá nova vida aos dois cientistas, numa história onde encontramos nativos americanos e populações fronteiriças, uma guerra naval, conspirações eróticas e políticas e excesso de cafeína.
Acompanhamos o percurso deste bizarro par – um deles animado, o outro depressivo; um gótico, o outro pré-romântico – desde a sua primeira viagem juntos ao Cabo da Boa Esperança, até à América pré-revolucionária e de regresso, com estranhas reviravoltas do destino, numa grande viagem ao hemisfério negro do Iluminismo, na qual eles observam e participam nas inúmeras oportunidades de insanidade apresentadas pela Idade da Razão.»
8 de novembro

O Boneco de NeveO Boneco de Neve – Jo Nesbo (Dom Quixote)
«Noite escura. Lá fora começa a nevar. A primeira neve do ano. No conforto da sua casa, Jonas acorda a meio da noite, chama pela mãe, mas o único rasto que encontra são as pegadas húmidas no chão das escadas. No jardim, a mesma figura solitária que vira durante o dia: o boneco de neve, agora banhado pelo luar, com os olhos negros fixos na janela do quarto. E no pescoço um agasalho: o cachecol cor-de-rosa que oferecera à mãe.
Encarregado da investigação, o Inspector Harry Hole está convencido de que existe uma ligação entre o estranho desaparecimento da mãe de Jonas e uma carta ameaçadora que recebeu alguns meses antes.»
12 de Novembro

PrintOs Níveis da Vida – Julian Barnes (Quetzal)
«O novo livro de Julian Barnes, publicado já este ano, é sobre balonismo, fotografia, amor e sofrimento; sobre juntar duas coisas, duas pessoas, e sobre separá-las.
Um dos jurados que atribuiu a Barnes, em 2011, o Prémio Man Booker descreveu-o como “um incomparável mago do coração”. Este livro confirma essa tese.
1 de novembro

pe-jamiePoupe com Jamie – Jamie Oliver (Porto Editora)
«“Este livro é relevante para todos os modelos de família – quer seja um casal, uma família numerosa, uma residência de estudantes ou alguém que vive sozinho. Garanto que todos irão encontrar receitas e estratégias para usar diariamente. É uma festa de grandes e apetitosos sabores e a lista de pratos deliciosos encontra inspiração em países de todo o mundo.
Mas o mais importante é que cada receita é acessível, fidedigna e, sobretudo, supereconómica. Tive o cuidado de criar um livro fácil de usar, em seis capítulos bem definidos: vegetarianas, frango, vaca, porco, borrego e peixe. Nele encontra conselhos sobre a forma de se abastecer e garantir que a sua cozinha tem tudo o que precisa para cozinhar, bem como tirar o melhor partido dos ingredientes, fazê-los render mais e aproveitá-los bem. Trata-se também de o incentivar a comprar nas lojas do bairro e a comprar com bom senso nos supermercados, talhos, mercearias, peixarias e mercados. Estou aqui para lhe fornecer toda a informação útil possível.” Jamie Oliver»
1 de novembro

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Novidades Editoriais de Outubro (XI)

k_Estrada para  Los Angeles_150dpiEstrada para Los Angeles – John Fante (Alfaguara)
«Aos 18 anos, Arturo Bandini vive com a mãe e a irmã em San Pedro, o porto de Los Angeles. Obrigado, pela morte do pai e pela grande crise de 1929, a trabalhar em empregos duros e mal pagos, tem nas revistas pornográficas o seu único alívio, um hábito muito censurado pela beatice da mãe e da irmã. As suas outras leituras consistem nos livros que procura na biblioteca, obras de grandes autores como Nietzsche e Schopenhauer, que Arturo mal compreende mas que gosta de se gabar de ter lido. Lê-as, ao mesmo tempo que emprega um vocabulário forçadamente erudito, na esperança de cumprir o sonho de ser escritor.
Arturo Bandini, um italo-americano a tentar vingar na vida em plena Grande Recessão, é uma personagem intrigante, bizarra e absolutamente única, que John Fante nos deu o privilégio de seguir numa saga em quatro volumes. Estrada para Los Angeles, o primeiro romance de Fante, descreve os rituais de iniciação de Bandini na vida adulta, para a qual está gritantemente impreparado.»

k_Historias de loucura normal_150dpiHistórias de loucura normal – Charles Bukowski (Alfaguara)
«Com Bukowski, não há meio-termo: ou se ama ou se odeia. Estas histórias, inspiradas na sua própria vida, são tão selvagens e inusitadas quanto as histórias dos seus romances. Bukowski foi uma lenda no seu tempo. Louco, recluso, amante. Afável e mesquinho. Lúcido e insano. Sempre inesperado. Estas histórias excepcionais vêm directas do âmago de uma vida, a que viveu, marcada pela violência e pela depravação. Histórias de liberdade, tão profanas quanto sagradas. Da prostituição à música clássica, Bukowski faz, nestas Histórias de Loucura Normal, um retrato irado, apesar de terno, bem-humorado e inquietante, da vida marginal de Los Angeles, uma realidade obscura e perigosa que emoldurou a vida de um dos maiores autores de culto do século xx. Histórias, afinal, da loucura que espreita dentro de cada um de nós, que faz do corpo uma marioneta e que não desaparece senão com a morte. “Um agitador profissional… representante da marginalidade de Los Angeles…”»

cf-knutMistérios – Knut Hamsun (Cavalo de Ferro)
«A chegada de um misterioso estrangeiro, de nome Johan Nagel, a uma pequena cidade costeira da Noruega, transformará para sempre a aparente vida tranquila e inocente dos seus habitantes. Nagel, indivíduo controverso, com uma personalidade irracional e autodestrutiva, simultaneamente um herói e um charlatão, estabelecerá uma relação especial com Grogaard, o Anão, personagem repudiada por todos. Com a involuntária ajuda deste exporá todos os segredos da pequena comunidade, fazendo emergir os seus instintos mais negros e os seus desejos reprimidos, para depois desaparecer logo a seguir, tão misteriosamente como quando surgiu.
Mistérios, pela primeira vez traduzido em português, é unanimemente considerado pela crítica uma das obras fundamentais da literatura mundial e Joahn Nagel uma das suas personagens mais enigmáticas e marcantes. Um livro que impressionou os seus contemporâneos pela radical (e polémica) visão do mundo que destila das suas páginas, cuja leitura provoca ainda hoje o mesmo forte impacto no leitor.»

cf-remingtonRemington – Jorge Listopad (Cavalo de Ferro)
«“Os contos, as prosas, quem sabe se também os sonhos em vagabundagem pelo nosso mundo e, talvez, por um outro mundo diferente, desafiam o leitor sem arrastarem a espessa ganga das obrigações e outros impostos a pagar. Remington é um livro escrito de alguém para alguém – ambos vão colher cogumelos de manhã cedo e amoras à tardinha.” Jorge Listopad
“É evidente que Listopad não é um português, não é um latino; é essencialmente um eslavo com qualquer coisa de nebuloso, de submisso e insubmisso; qualquer coisa que combina com as noites brancas das regiões que deram tantas obras célebres ao mundo.” Agustina Bessa-Luís
“Nos textos de Jorge Listopad (…) a velocidade das frases indicia uma cabeça que, posta calmamente no seu sítio, olha para o mundo e não grita nem elabora um discurso; apenas sorri.” Gonçalo M. Tavares»

Capa A OndaA Onda – Sonali Deraniyagala (Vogais)
«Na manhã de 26 de dezembro de 2004, Sonali Deraniyagala perdeu duma só vez os pais, o marido e os dois filhos. O tsunami que nesse dia atingiu o sudoeste asiático levou-lhe a família mas ela, como por milagre, sobreviveu. Neste livro corajoso, pungente e franco, a autora descreve os terríveis momentos que viveu e a sua longa jornada desde então. Num relato cativante e emocional, Sonali descreve como se debateu furiosamente, durante os primeiros meses após a tragédia, contra uma realidade que não conseguia enfrentar e simultaneamente não podia negar.
Com uma escrita emocional e sincera, que torna este impressionante relato ainda mais poderoso, A Onda é uma memória biográfica extraordinária que se lê com comoção. Um livro, editado pela Vogais, que irá captar a atenção dos leitores pela sua brutal honestidade e intensidade.»

Capa O Bando das Cavernas 6O Bando das Cavernas: Todos a Bordo – Nuno Caravela (Booksmile)
«Este livro, vindo dos confins do tempo, está repleto de aventuras e gargalhadas. Tudo por causa de um grupo muito especial de amigos: o Tocha, a Ruby, o Menir, o Kromeleque, o Tzick e o Sabre. Eles são o Bando das Cavernas!
Embarca com eles numa viagem por mares agitados! Descobre a Tribo dos Contrários, visita uma escola debaixo de água, onde os alunos são sereias e tritões, assiste ao reencontro do Bando com o Rock, um antigo aluno da escola, e participa num concerto com instrumentos musicais malucos. Por fim, enfrenta uma tempestade terrível e assiste ao final emotivo desta inesquecível viagem.»

O realizador Edgar Pêra leva-nos a «Hollywood», para nos contar «Estórias de glamour e miséria no império do cinema»

el-woodHollywood – Estórias de glamour e miséria no império do cinema, de Edgar Pêra, premiado realizador português, traz-nos, segundo a editora Esfera dos Livros, «a história dos bastidores de Hollywood, o glamour e a miséria da meca do cinema». 

Sinopse: «Sabia que Alfred Hitchcock era obcecado pela cor azul e fazia festas coloridas onde até os bifes tinham essa cor? Sabia que Martin Scorsese teve graves problemas com as drogas e usou a sua descida aos infernos como material para os seus filmes? Que Lauren Bacall só venceu a sua timidez depois de ter dado uma “tampa” a Clark Gable? E que Jack Palance partiu o nariz a Marlon Brando? Que Stanley Kubrick jogou xadrez para financiar um filme? E que James Cameron é obsessivamente rigoroso na escolha dos adereços para as suas produções? Que Charlie Chaplin odiava borracha? E que as Torres Gémeas foram apagadas de O Homem Aranha? Que Saddam Hussein era fã de Mel Gibson? E que Hitler supervisionou filmes feitos em Hollywood? 
Das origens do cinema até aos nossos dias, o reconhecido realizador Edgar Pêra traz-nos a história dos bastidores de Hollywood. Um olhar divertido e mordaz sobre a vida secreta das estrelas do cinema. Espreitando para o outro lado do glamour, das festas, dos vestidos e dos ecrãs luminosos, revela-nos o que sabemos que existe, mas não vemos no grande ecrã…
Tragédia, miséria, amor e morte são alguns dos ingredientes deste relato protagonizado pelos grandes astros do cine-firmamento.
Atravessando várias décadas e temas – da censura à política, das festas aos fãs, passando pelas drogas, o sexo e a violência – Edgar Pêra traça-nos um retrato vivo das glórias e mentiras de Hollywood, numa reflexão pessoal sobre a poderosa máquina de Hollywood e a indústria cinematográfica norte-americana.»

Novidades Editoriais de Outubro (X)

pre-cucoQuando o Cuco Chama – Robert Galbraith (pseudónimo de J. K. Rowling) – (Editorial Presença)
«Quando uma jovem modelo cai de uma varanda coberta de neve em Mayfair, presume-se que tenha cometido suicídio. No entanto, o seu irmão tem dúvidas quanto a este trágico desfecho, e contrata os serviços do detetive privado Cormoran Strike para investigar o caso. Strike é um veterano de guerra – com sequelas físicas e psicológicas – e a sua vida está um caos. Este caso serve-lhe de tábua de salvação financeira, mas tem um custo pessoal: quanto mais mergulha no mundo complexo da jovem modelo, mais sombrio tudo se torna – e mais se aproxima de um perigo terrível…
Envolvente e elegante, mergulhado na atmosfera de Londres, Quando o Cuco Chama é o aclamado primeiro romance policial de J. K. Rowling, escrito sob o pseudónimo Robert Galbraith.»

pre-luaA Sombra da Lua – Michael Connelly (Editorial Presença)«Cassie Black é uma mulher com um passado obscuro e prestes a regressar a ele. Depois de dez meses em liberdade condicional, Cassie descobre algo que a faz desejar um novo começo, bem longe de tudo o que conhece. Mas, para isso, precisa de um último golpe, um golpe em grande que lhe assegure a quantia necessária para desaparecer e deixar a sua antiga vida para sempre. Só ninguém contava que o suposto assalto perfeito pudesse correr tão mal. Cassie vê-se subitamente em fuga, perseguida por alguém muito perigoso que adivinha todos os seus passos – e que se está a aproximar ameaçadoramente do seu segredo mais bem guardado, da única coisa que Cassie fará tudo para proteger.»

pre-oficinaA Oficina Dos Livros Proibidos – Eduardo Roca (Marcador)
«Colónia, alvores do século XV. Ares de reforma e de mudança assolam uma Europa governada ainda pelas superstições e velhas crenças. A difusão do saber está em poder de uns poucos. No entanto, um pequeno grupo de sábios e eruditos que se reúne na mais absoluta clandestinidade está ligado por uma ambição comum: a transmissão cultural ao povo. Como? Através dos livros.
Uma aventura de fundo histórico onde se misturam religião, poder, sexo, violência, amor, lealdade, traição, amizade… A Oficina dos Livros Proibidos é um romance que prende com a sua intriga e cujo ritmo se acelera de forma imparável até chegar a um desenlace surpreendente.»

ts-O GolpeO Golpe – Janet Evanovich (Topseller)
«Ela é uma detetive implacável. Ele é um vigarista procurado. Juntos são a arma secreta do FBI para investigar o golpe perfeito.
Kate O’Hare é uma das melhores agentes do FBI. Nick Fox é um vigarista genial, presente na lista dos Dez Mais Procurados do FBI. Ela raramente falhou um caso — a exceção é Nick, que sempre escapou à sua vigilância enquanto aplicava inacreditáveis golpes de alto risco a milionários. Eles sentem-se atraídos um pelo outro: ela é teimosa e exigente, ele é charmoso e imaginativo.
Juntos, e com uma equipa de vigaristas amadores reunida por Nick, vão montar um golpe genial para capturar um investidor corrupto que fugiu com 500 milhões de dólares e que se esconde numa das 17 mi lilhas da Indonésia.
Entre uma forte atração mútua, problemas de liderança e choques de personalidade, será que esta dupla improvável irá ser bem-sucedida?»

ts-O Juramento da RainhaO Juramento da Rainha – C.W. Gortner (Topseller)
«Isabel é apenas uma adolescente quando a forçam a tornar-se uma peã numa conspiração para destronar o seu meio-irmão, o rei Henrique. Acusada de traição e posta cativa, aos dezassete anos vê-se subitamente coroada rainha de Castela, o maior reino de Espanha.
Mergulhada num conflito mortal para manter o trono, está determinada a casar-se com o único homem que ama, mas que lhe é proibido: Fernando, príncipe de Aragão. Quando decidem unir os reinos de ambos sob o lema “uma só coroa, um só país, uma só fé”, Isabel e Fernando deparam-se com uma Espanha empobrecida e cercada por inimigos.
Com um grande interesse pela descoberta do desconhecido, deixa-se apaixonar pela visão de um enigmático navegador chamado Colombo. Mas quando os mouros do reino de Granada declaram guerra, tem lugar uma violenta e terrível batalha contra um antigo adversário, que irá testar toda a determinação, a coragem e a crença tenaz que Isabel tem no seu destino.»

ts-liberLiberta-me – J. Kenner (Topseller)
«Ele era o único homem que ela não podia evitar. E o único homem a quem ela não conseguia resistir.
Nikki Fairchild tem 24 anos e parte do Texas para Los Angeles. Bela, inteligent e criativa, ambiciona montar o seu próprio negócio na área da tecnologia. Damien Stark tem 30 anos e é uma antiga estrela do mundo do ténis.
Atualmente é um empresário rico, poderoso e bem-sucedido, com negócios em todas as áreas. Sensual, ousado, e controlador, Damien é desejado por todas as mulheres que o rodeiam. Os caminhos de ambos cruzam-se, dando lugar a um romance arrebatador, revestido de uma carga emocional e erótica tão poderosa que os consome. Mas tanto Damien como Nikki possuem segredos que temem partilhar. Poderão os fantasmas do passado forçar a sua separação?
A história de uma paixão obsessiva entre um homem que não conhece a palavra “não”, e de uma mulher que sabe dizer “sim”, num tom excitante e com todos os detalhes.»

aa-novelaxadrezNovela de Xadrez – Stefan Zweig (Assírio & Alvim)
«Terminada pouco antes do suicídio do autor, esta novela é o seu derradeiro testamento literário, e o único livro onde Stefan Zweig aborda o tema do regime nazi.
Nesta história, os passageiros de um navio que parte de Nova Iorque com destino a Buenos Aires descobrem que a bordo segue com eles o campeão do mundo de xadrez, um homem arrogante e pouco amigável. Rapidamente se forma um grupo que procura testar os seus conhecimentos de xadrez jogando com o campeão, apenas para conhecer uma clamorosa derrota. É então que um misterioso passageiro avança para os aconselhar, e o rumo dos acontecimentos se altera. Nesta magnífica novela psicológica, o autor oscila, com inigualável mestria, entre um enorme suspense e uma reflexão pungente sobre o nazismo.»

as-deusesO Regresso dos Deuses e outros escritos de António MoraFernando Pessoa (Assírio & Alvim)
«Com um rigoroso trabalho de edição a cargo de Manuela Parreira da Silva, este livro marca a continuação e prova a vitalidade da emblemática coleção Obras de Fernando Pessoa, da Assírio & Alvim.
Definido como “A new type of mind, unknown to our roads of intellect”, António Mora é, provavelmente, entre os múltiplos autores fictícios pessoanos, aquele que mais se terá aproximado do estatuto de heterónimo. Ele faz parte, com Álvaro de Campos, Ricardo Reis e o próprio Fernando Pessoa ortónimo, do conjunto dos designados discípulos do Mestre, Alberto Caeiro. Mora é um pensador, isto é, foi concebido para dar expressão à vocação filosofante de Fernando Pessoa. Ao contrário, porém, do seu criador, que se diz «poeta animado pela filosofia», ele é antes “um filósofo animado pela poesia”. Inspirado pelos poemas e pela sensibilidade pagã de Alberto Caeiro (mas também de Ricardo Reis), comenta-os com o à-vontade de um crítico literário. E «atreve-se» mesmo a “poetar”.
A presente edição tem como objetivo trazer mais um contributo para a compreensão deste autor fictício pessoano, abrindo as portas a uma nova leitura de uma parte importante, e surpreendente, da obra de Fernando Pessoa.»

«Astérix entre os Pictos» – Jean-Yves Ferri (Texto) e Didier Conrad (Desenhos)

Capa_Astérix_PictosJá lá iam oito anos desde a última aventura de Astérix e Obélix, os nossos heróis gauleses preferidos. Mas a verdade é que as saudades não eram muitas dado que esse álbum de 2005, O Céu Cai-Lhe em Cima da Cabeça, não é propriamente uma referência de topo da genial coleção criada por Goscinny e Uderzo. Desacompanhado de Goscinny, Uderzo foi aguentando a coleção, mas vinha a assistir-se a um declínio que levou a um certo afastamento, dado que a aura que envolvia cada novo álbum já não era a mesma.
Assim, restavam duas soluções: ou a série era descontinuada, para delírio dos puristas (ao estilo do que Hergé fez com Tintin), ou prosseguia com novo fôlego, ou seja, novos autores. E a via escolhida foi precisamente esta e, a meu ver, ainda bem. Astérix Entre os Pictos (editado em Portugal pela ASA) ainda não está ao nível das «glórias» do passado, mas abre boas perspetivas. Seguindo esta via será possível ir mais longe, pois se os desenhos de Didier Conrad respeitam fielmente o espírito (já sei que os especialistas vão descobrir um traço aqui e um retoque acolá que «desvirtuam» o estilo de Uderzo, mas a verdade é que aqui o «povo», ou seja, o leitor comum, não tem olho nem se interessa por isso), o argumento de Jean-Yves Ferri devolve-nos um certo «realismo» perdido com o já referido O Céu Cai-Lhe em Cima da Cabeça.
O regresso às ilhas britânicas, onde os nossos heróis já não iam desde Astérix e os Bretões, para uma visita ao que viria a ser a atual Escócia (onde não faltam os clãs, os padrões em xadrez, os kilts, o nevoeiro e, claro, o monstro do Loch Ness), devolve-nos o Astérix viajante, que nos mostra outros povos, além dos omnipresentes romanos, como já tinha feito com os egípcios, os corsos, os helvécios ou os hispânicos.
O humor continua sempre presente, não tão corrosivo e aguçado como já foi, mas suficientemente inteligente para nos fazer sorrir e, até, rir. Os pictos são representados com piada, personagens em geral bem conseguidas que se enquadram na trama e fazem um bom contraponto às estrelas gaulesas, e fizeram-me recordar outras que abrilhantaram aventuras do passado. Mas não podemos estar sempre a conjugar o verbo «recordar» pois não esqueçamos que Astérix é também um herói a ser apresentado a novos leitores e venha quem diga que não se retira, seja qual o for a condição do leitor, um grande prazer da leitura deste Asterix Entre os Pictos. É preciso enfiar uma coisa na cabeça, o Astérix, e o Obélix, não são só nossos, leitores que já os conhecemos há décadas (que horror!, «há décadas»), são, ou hão de ser, de outros leitores que um dia irão descobrir as aventuras mais antigas dos gauleses.
O que realmente não se entranha são os novos nomes da maioria das personagens, pois a verdade é que foram muitos anos a acompanhar os «velhos» gauleses para agora me habituar a Matasétix, Cacofonix e Boapinta e outros do género. Mas pronto… hei de sobreviver.
Por mim, é com grande agrado que digo, «Bem-vindos de volta, gauleses loucos».

Autores: Jean-Yves (texto) e Didier Conrad (desenhos)
Título Original: Asterix Chez Les Pictes
Editora: Edições ASA
Tradução: Maria José Magalhães Pereira
Ano de Edição: 2013
Páginas: 48

Sinopse: «Nesta nova aventura, o pequeno gaulês e o seu inseparável amigo Obélix viajam para terras da antiga Escócia ao encontro dos povos que ali habitam, os Pictos. Conhecidos pelas suas qualidades de temíveis guerreiros e pelos seus múltiplos clãs, e cujo nome, dado pelos Romanos, significa literalmente “homens pintados”, os Pictos são, assim, os personagens a descobrir num livro que segue a melhor tradição das aventuras do mais célebre de todos os Gauleses. Astérix entre os Pictos é, pois, uma viagem épica a um país rico em tradições, durante a qual os nossos heróis irão descobrir um novo povo, cujas diferenças culturais se traduzirão em piadas e trocadilhos memoráveis.»

Booksmile edita «450 Piadas = 1 Milhão de Risadas»

Capa_450_piadas450 Piadas = 1 Milhão de Risadas, livro editado pela Booksmile e concebido por Pronto a Editar Atelier, chegou às livrarias carregado, garante a editora, de «piadas altamente contagiantes que provocam gargalhadas compulsivas!» E mais, «atacam miúdos e graúdos com elevadas doses de humor!» Estão avisados, agora a responsabilidade é vossa :).

Sobre o livro: «As anedotas são uma excelente ferramenta para estimular o relacionamento social nas crianças, ajudam a enriquecer o vocabulário, e proporcionam momentos de bom humor.  E é do conhecimento comum que rir (o principal objetivo da piada) é um ato saudável, pois liberta endorfinas que nos proporcionam momentos de bem-estar e aliviam a tensão.
Com anedotas hiperanimadas e ilustrações mega-engraçadas, o resultado só poderia ser 1 milhão de risadas!
Um livro indispensável que todas as crianças deviam ter em casa para ler, e colocarem o sentido de humor dos pais à prova!»

Novidades Editoriais de Outubro (IX)

sex-casaA Casa de Matriona seguido de Incidente na estação de Kotchetovka – Aleksandr Soljenítsin (Sextante)
«
A casa de Matriona é não só uma das mais belas obras de Soljenítsin como também uma das que mais influenciaram a literatura russa. Velha camponesa reformada, Matriona esconde um coração puro e uma alma justa. Sempre pronta a ajudar apesar da miséria em que vive, ela acolhe em sua casa o narrador, um professor regressado do Gulag que vai encontrar nessa casa a Rússia profunda, ainda impregnada de cristianismo. A tragédia entra no relato com a chegada do cunhado de Matriona, um velho ganancioso que tinha sido seu namorado…
Relato de grande lirismo popular, esta novela marcou o início da procura das raízes russas destruídas pela revolução.
Em Incidente na estação de Kotchetovka, o tenente Zotov, em plena Segunda Guerra Mundial, vê surgir, por entre comboios de soldados selvagens, um homem afável, à civil, que perdeu os seus papéis militares. Zotov é conquistado pelas suas boas maneiras. Mas, pouco a pouco, a dúvida insinua-se…»

pe-portoPorto – Viagem ao Passado – Germano Silva (Porto Editora)
«
Neste novo volume, Germano Silva abre aos leitores as portas dos locais de tertúlias mais bem frequentados do século XIX, passa pela Praça dos Leões e desce aos Clérigos, desafia a subir à Praça da Batalha onde encontramos o Teatro S. João, para logo convidar a ir ao Café Majestic recuperar o fôlego antes de rumar à descoberta de muitos outros lugares que fazem do Porto uma cidade de identidade forte e singular, que molda a personalidade de gentes que sentem a sua cidade como poucos.
“Germano Silva é um poeta. Um poeta do Porto. Na sua pena e na sua mente, as avenidas rimam com praças, os quelhos com ruas, as travessas, os largos, os terreiros ritmam melodias de um passado rico de estórias fascinantes.”»
Alberto S. Santos, in Prefácio

el-exploradorExploradores Portugueses e Reis Africanos – Frederico Delgado Rosa e Filipe Verde (Esfera dos Livros)
«Alcançar o interior de África era o objetivo de todos. Exploradores portugueses, em rivalidade com os seus congéneres britânicos e de outras nações, procuravam realizar o velho sonho de ligar Angola a Moçambique, dando a conhecer os mistérios dos seus povos e da sua geografia. Um desafio avassalador, dificultado pela fome, sede, cansaço extremo e doença. A milhares de quilómetros do seu mundo, envolvidos em querelas de vida ou de morte, no meio de estranhos com quem o mal-entendido era a regra, estes homens temiam morrer ou, no mínimo, enlouquecer. Ao longo do século XIX diversas viagens de exploração levaram homens como Serpa Pinto ou Capelo e Ivens a alcançar o estatuto de heróis, que ainda hoje perdura no imaginário coletivo. Outros houve, que caíram no esquecimento, apesar de terem vivido aventuras igualmente extraordinárias. Nas faustosas capitais dos poderosos reinos africanos, cujos soberanos detinham um estatuto sagrado e um poder de vida e morte sobre os seus súbditos, há muito tempo que se ouvia falar do longínquo Muene Puto, o rei de Portugal. Ao chegarem a estes impérios, os exploradores portugueses despertaram enorme curiosidade. Mas rapidamente se viam envolvidos numa teia de exigências, caprichos régios e intrigas palacianas das quais se libertavam com muita dificuldade. Frederico Delgado Rosa e Filipe Verde trazem-nos um livro original sobre a extraordinária história da exploração de África no século XIX. Amplamente ilustrado, esta obra recupera os relatos empolgantes destas viagens, que são hoje uma janela sobre um mundo desaparecido, em prelúdio da partilha de África pelas potências europeias.»

gui-agustinaCaderno de Significados – Agustina Bessa-Luís – Selecção, organização e fixação de texto por Alberto Luís e Lourença Baldaque (Guimarães)
«“Os papéis dispersos de um escritor exprimem subitamente as pequenas dimensões da vida criadora; e, ao serem recolhidos em volume, permitem uma breve leitura que dura o tempo inteiro de uma obra. Os escritos aqui reunidos, muitos sem data, encontram-se em folhas soltas, em cadernos de notas, em espaços brancos de impressos, em margens de livros, dispersos em pastas de congressos, em gavetas de móveis. Tal como se disse dos papéis de Proust (Essais et Articles), os de Agustina provam que ‘nunca deixou de escrever, nunca deixou de experimentar, de inventar, de procurar, de encontrar’. Sempre escreveu mesmo em férias, em viagem, durante debates – sempre em busca de atingir o mistério das coisas.” Alberto Luís in prefácio»

???????????????A Promessa – Lesley Pearse (Ediçoes ASA)
«No início de julho de 1914, a Europa vive os seus últimos dias de inocência.  A jovem Belle realizou os seus sonhos. A uma infância pouco comum seguiram-se anos dramáticos, ao longo dos quais quase cedeu ao desespero. Mas a sua coragem e determinação prevaleceram. A sua vida é agora feliz. Está casada com Jimmy, o seu primeiro amor, e conseguiu abrir a elegante loja de chapéus que sempre desejou.
Mas a História do mundo está prestes a mudar. A I Guerra Mundial vai arrastar consigo milhões de pessoas. Belle e Jimmy abdicam de tudo para defenderem o seu país. São ambos destacados para França, onde Jimmy vai arriscar a vida nas trincheiras e Belle conduz uma ambulância da Cruz Vermelha. É um tempo de devastação sem precedentes em que sobreviver a cada dia representa uma vitória. E é quando o passado menos ocupa os seus pensamentos que Belle será obrigada a confrontá-lo pela derradeira vez. Bastará um momento. Um homem. Um olhar.
Entre a luta pela sobrevivência, uma paixão proibida e a lealdade devida a um grande amor, Belle está perante uma escolha impossível. Mas ao viver na pele um dos mais sangrentos conflitos da História, terá ela poder sobre o seu destino?
A Promessa é a continuação da história de Belle, a inspiradora heroína de Sonhos Proibidos.

pe-diarioDiário de Um Sargento – Memórias de Angola (1896-1898)  – Adriano Parreira (Porto Editora)
«
O testemunho verídico do quotidiano de um sargento português, que apresenta um quadro impressivo da Angola dos finais do século XIX.
Adriano Parreira estava numa das salas de trabalho do LISHCNRS, em Paris, quando foi surpreendido com a entrega em mãos de um manuscrito com o título Diários:1897 a 1898 – África e Guerra. Foi em outubro de 1985, mas foram precisos 22 anos para que o investigador, professor catedrático e primeiro Embaixador angolano junto às Nações Unidas lesse, enfim, o manuscrito e percebesse o seu inegável valor histórico.
Diário de um Sargento – Memórias de Angola (1896-1898) reflete o profundo e meticuloso trabalho de Adriano Parreira na transcrição e anotação do manuscrito do segundo-sargento António d’Araújo, um descendente de uma família aristocrata caída em desgraça. Inconformado com a sua condição, António d’Araújo encontrou em África o ambiente propício para a sua personalidade complexa, excêntrica e exuberante, como se percebe ao longo de um diário através do qual narra as suas aventuras e desventuras por terras de Angola.»

pe-dicioDicionário de Etnologia Angolana – Adriano Parreira (Porto Editora)
O Dicionário de Etnologia Angolana, organizado por Adriano Parreira ao longo de 25 anos de trabalho de investigação na área das ciências sociais, é uma obra de dimensão ímpar que representa um contributo único para a consolidação da consciência cultural das sociedades angolanas. Trata-se do resultado de um grandioso esforço de manter vivo um património imaterial de valor inestimável.
M. L. Rodrigues de Areia, Professor Catedrático Jubilado da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, classifica este dicionário como sendo um “instrumento indispensável para pesquisas futuras” ao pôr em destaque “a diversidade cultural e as potencialidades de uma grande nação em construção”.
O Dicionário de Etnologia Angolana regista cerca de 30 000 conceitos, organizados alfabeticamente, e respetivas definições detalhadas, constituindo-se como um manual rigoroso, de consulta fácil e acessível, ao serviço de todos aqueles que se interessem pelo conhecimento dos aspetos mais relevantes da vida cultural e social dos povos e nações de Angola.»

civ-duclaA Menina que não queria ler livros – Luísa Ducla Soares (Civilização)
«A Menina que não queria ler livros é uma divertida história sobre uma menina que não gostava de receber livros de presente e inventava mil e uma formas de lhes dar uso sem os ler…
Será que algum dia vai descobrir o prazer da leitura?»