Monthly Archives: Outubro 2010

Esfera do Caos lança em Novembro “Já não se fazem Homens como antigamente”

A Esfera do Caos lança em Novembro Já não se fazem Homens como antigamente, de Daniela Pereira, João Pedro Duarte, Miguel Almeida, Pedro Miguel Rocha, autores que se propõem a fazer rir o leitor, brincando para dizer coisas sérias. Destaque ainda para a edição de No País das Porcas-Saras, de Fernando Évora.

Já não se fazem Homens como antigamente – Daniela Pereira, João Pedro Duarte, Miguel Almeida, Pedro Miguel Rocha
Sinopse: «Lá diz o povo que rir é o melhor remédio. E que a brincar se dizem as coisas sérias. E também as patetices, se tudo correr pelo melhor. Este livro levanta assim questões fundamentais para o futuro da humanidade: Os velhotes não deveriam ter o Viagra comparticipado pelo SNS? Se as pessoas das relações virtuais fossem assim tão interessantes estariam mesmo nos chats? Não seria já altura de perdermos a vergonha e abastecermos a nossa despensa de artigos da Sex Shop? Quando estamos num encontro romântico precisamos mesmo de atender chamadas da treta?
Os autores oferecem-nos esta obra com uma fé inabalável no riso. E com a esperança de que algo para além daquilo que a visão humana consegue enxergar, e a que alguns iluminados dão o nome de oxigénio, possa purificar o sangue, tirar as rugas, combater o stress e até ajudar os leitores a queimar calorias!»

No País das Porcas-Saras – Fernando Évora
Sinopse: «Uma velha quase analfabeta que rima as palavras em quadras e décimas; uma menina que desperta os apetites sexuais de um tio; uma mulher com medo do escuro; um homem que faz malabarismos com um palito na boca; um galinheiro, um poço, um sobreiro, uma caixinha de cartão. Personagens inesquecíveis e cenários decrépitos de uma história que tem lugar no Portugal do século XXI, num interior esquecido.
Usando uma finíssima ironia e revelando um domínio perfeito da “arte de bem escrever”, o autor conta-nos uma história de alentejanos, pobres, rurais, que no fundo se confrontam, num dia-a-dia feito de riso, raiva e desassossego, com problemas que também são nossos: a violência doméstica, o suicídio, o incesto, a desertificação do interior, a crise de valores.

Políticas Públicas do Mar – Para um novo conceito estratégico nacional – coordenação de Nuno Vieira Matias, Viriato Soromenho-Marques, João Falcato, Aristides G. Leitão
Sinopse: «Nesta viragem do milénio, a questão do mar tem menos relação com o exercício da força do que com a informação, o saber, e o desenvolvimento sustentado, que é o novo nome da Paz para qualquer governo responsável. A relação de Portugal com o mar é um dos seus interesses permanentes de conteúdo variável que marca toda a narrativa do trajecto nacional.»
Conteúdos: «Um novo conceito estratégico nacional fundado nas potencialidades do mar | Os Poderes do Estado Português no Mar | A Ecologia do Mar | O Oceano e as Alterações Climáticas | A Economia do Mar | A centralidade do mar nas relações internacionais | Diplomacia do Mar | As Ciências do Mar | A Cultura do Mar.»

Tem coisas, ti Manel, tem coisas… – Camilo Mortágua
Sinopse: «Uma crítica política e social do Portugal contemporâneo, escrita por quem acredita nas virtudes do desenvolvimento rural e da abordagem local.»

Múmias, Boris e Quá-Quá nas novidades infantis da Booksmile

A Booksmile lançou recentemente uma série de novidades para os mais pequenos, como Tem Calma Boris, Quá-Quá e os Opostos e Quá-Quá Descobre a Natureza (para mais de dois anos) e Desenrola a Múmia, este para quem tiver mais de sete anos.

Tem Calma, Boris
«O primeiro título da colecção Livros-Fantoche. (…) Trata-se de uma colecção de livros ilustrados com histórias bem divertidas e um fantoche em tamanho real integrado no livro. Os mais pequenos vão ficar deliciados e ansiosos por interagir com o amoroso e felpudo Boris, e não o vão querer largar!
O Boris é um monstro adorável, cor-de-laranja, peludo e muito irrequieto, e cheio de boas intenções. O seu único defeito é ser tão… beijoqueiro!
As crianças vão ajudar o Boris a escovar o cabelo para a sua visita ao parque, mas ele só vai querer dar beijinhos!
Quando o Boris chega ao parque, nenhum dos outros pequenos monstrinhos quer brincar com ele, pois o Boris é grande, barulhento e muito beijoqueiro!
Mas quando o enorme e assustador cão salta por cima da cerca, o Boris vai ser o herói do dia! E, agora, és tu que o vai encher de beijinhos!
A autora, Sam Lloyd, já conquistou prestigiantes prémios de ilustração, incluindo o Sainsbury’s Baby Book Awardem 2003 e o Booktrust Pre-School Award em 2006.»

Quá-Quá e os Opostos e Quá-Quá Descobre a Natureza
«Depois da publicação dos dois títulos de lançamento da colecção Primeiras Aprendizagens, Quá-Quá Aprende a Contar e Quá-Quá Adora as Cores (…) o amoroso Quá-Quá e os seus quatro irmãos têm coisas novas e muito giras para ensinar aos pequenos.
Os irmãos Quá-Quá, Patacolas, Patachim, Patati e Patucha são patinhos curiosos pelo meio que os rodeia e sempre ansiosos por aprender. Vão continuar a    ensinar os mais pequeninos as cores e a contar e agora vão também ajudar a distinguir os opostos e a descobrir a Natureza.»

Desenrola a Múmia
«Depois do lançamento de Esses Ossos, o primeiro título da colecção – livros em 3 dimensões, desdobráveis e com pop-ups, que oferecem conhecimento aos mais novos de uma forma inovadora –, chega agora uma múmia de um metro e meio que, prometemos, não vai assustar ninguém, nem mesmo quando o seu filho decidir pendurá-la na parede do quarto.
Desenrola a Múmia é um livro desdobrável e interactivo, que tem como missão levar as crianças a imaginarem-se e colocarem-se no papel de um arqueólogo, com o objectivo de explorar e descobrir, através da leitura e tacto, todos os segredos da mumificação.
As crianças vão aprender tudo sobre múmias: onde se situavam os principais órgãos e quais eram conservados em frascos durante milhares de anos, quais eram os animais que os egípcios mumificavam, entre muitas outras curiosidades que vão captar a atenção dos mais pequenos e incentivar à aprendizagem de factos novos.»

Chegou “A Primeira Noite”, de Marc Levy

A Contraponto acaba de lançar A Primeira Noite, romance de Marc Levy que conclui a epopeia iniciada em O Primeiro Dia. Trata-se, segundo a editora, de uma epopeia que vai “do alto dos planaltos da Etiópia às paisagens glaciais dos Urais”. Marc Levy é o autor do best-seller E Se Fosse Verdade…

Excerto
«Há uma lenda que conta que a criança no ventre de sua mãe conhece todo o mistério da Criação, da origem do mundo até ao fim dos tempos. Ao nascer, um mensageiro passa por cima do berço e põe um dedo sobre os seus lábios para que a criança nunca revele o segredo que lhe foi confiado, o segredo da vida…
(…)
Este dedo pousado que apaga para sempre a memória da criança deixa uma marca. Essa marca todos nós a temos sobre o lábio superior, excepto eu.
No dia em que nasci, o mensageiro esqueceu-se de me visitar, e eu lembro-me de tudo.»

Luis Sepúlveda conta 25 “Histórias Daqui e Dali”

Histórias Daqui e Dali, o mais recente livro do escritor chileno Luis Sepúlveda, chega a 8 de Novembro às livrarias, anunciou a Porto Editora. Trata-se de um conjunto de 25 relatos onde, segundo a editora, “as palavras do autor nos remetem para um mesmo território literário: o território dos derrotados que se negam a aceitar a derrota”. Sepúlveda é autor de obras como O Velho que Lia Romances de AmorHistória de uma Gaivota e do Gato que a Ensinou a Voar, Mundo do Fim do Mundo e Patagónia Express.

Sinopse: «“Tá, diz-se em uruguaio quando se procura afirmar com ênfase, e Tá respondeu Mario Benedetti quando a decência perguntou se havia que arriscar pelos pobres, pelos fracos, pelos condenados da terra, pelos que não tinham direito à alegria, pelos que sonhavam com uma existência justa, por uma palavra ‘amanhã’ plena de sentido.”
Esta frase, que dá início a uma das histórias que Luis Sepúlveda recolhe neste livro, resume perfeitamente tanto o espírito que guia a vida do autor chileno, como as suas palavras. Palavras seguras, potentes mas sussurrantes, que sempre nos interrogam sobre o estado do mundo e das suas gentes. Foi essa interrogação constante que consagrou Luis Sepúlveda como um dos mais originais escritores de língua castelhana.
Nestas 25 histórias somos transladados para diversos cenários, distintas situações, países daqui e dali. Um território bem conhecido dos leitores de Luis Sepúlveda que, neste livro, se reencontrarão com algumas das melhores passagens da sua extensa obra literária.»

Guerra & Paz inicia série Lennox, de Craig Russell

A Guerra & Paz promoveu o regresso de Craig Russell às livrarias portuguesas, editando o primeiro livro da série policial do detective privado Lennox, intitulado precisamente Lennox. O segundo livro desta série escrita pelo antigo policia Craig Russell será editado em 2011 pela Guerra & Paz.

Sobre o livro: «Lennox encontra-se na cidade errada à hora errada: Glasgow. Em 1953, a guerra terminou mas a luta nas ruas está apenas a começar, e Lennox está no centro das atenções. Entre o crime e a legalidade, entre a honra e a ganância, Lennox tem apenas uma certeza: este é um sítio onde só os mais duros e implacáveis sobrevivem.
Sem esperar, os papéis invertem-se: o detective dá por si no local do crime e tudo aponta para que ele próprio seja o criminoso.
Uma história que reúne suspense, mistério, acção e um apurado sentido de humor.»

“Ao Princípio Era Eu”, a autobiografia de António Victorino d’Almeida

O Clube do Autor, uma das mais jovens editoras portuguesas, lançou uma extensa autobiografia do maestro, compositor e pianista António Victorino d’Almeida, intitulada Ao Princípio era Eu. Refira-se que o maestro, enquanto escritor, publicou, entre outros, Histórias de Lamento e Regozijo, Coca-Cola Killer, Um Caso de Biografia, Polissário, Tubarão 2000, Memória da Terra Esquecida, O Que é a Música, Toda a Música que eu Conheço (2 vols.), Os Devoradores de Livros e Músicas da Minha Vida.

Sobre o livro: «A sua genialidade, simpatia e irreverência, indissociável da bengala e do cabelo em desalinho, fazem de António Victorino d’ Almeida uma das figuras mais queridas do panorama artístico nacional. Pianista, compositor, maestro, escritor, realizador de cinema e de televisão, encenador, comunicador nato. Quem é, afinal, o homem por detrás de tantas criações?
Referência incontornável na vida cultural portuguesa, António Victorino d’ Almeida é conhecido sobretudo pela sua produção artística e literária (são muitas e variadas as suas incursões pelo mundo da música, do cinema, da literatura ou da televisão). Porém, Ao Princípio era Eu, a sua autobiografia, mais do que evocar todo esse percurso dá antes a conhecer o homem por detrás do profissional respeitado e multifacetado que é.
Mais do que revelar “o homem dos sete instrumentos”, como é conhecido, a autobiografia de António Victorino d’ Almeida mostra (em histórias e fotografias do seu álbum particular) o homem que era antes de se ter transformado naquilo que é hoje: uma das maiores figuras do panorama cultural português das últimas décadas.
A infância, a juventude, a entrada na idade adulta, as primeiras paixões, está tudo nas mais de 600 páginas, fora extratextos, de Ao Princípio era Eu

Recorde de visitas – 20618 em Outubro (e ainda não acabou!)

O Porta-Livros atingiu 20618 visitantes apenas até 27 de Outubro, o que faz deste o melhor mês de sempre na história do blog – e ainda faltam mais de quatro dias para chegar Novembro.
Isto dá uma média, neste mês, de 763 visitantes por dia.
Obrigado a todos por terem aparecido. E não deixem de aparecer, já agora 🙂

Rui Azeredo