Biografia do espião Kim Philby nas livrarias a 14 de julho

Um Espião entre AmigosA 14 de julho chega às livrarias portuguesa Um Espião entre Amigos, Kim Philby e a Grande Traição, do historiador e jornalista britânico Ben Macintyre, uma biografia do espião que ficou para a História como o principal desertor da espionagem britânica e a mais importante toupeira soviética. A obra, que tem posfácio do escritor John le Carré e é editada pela Dom Quixote, revisita o percurso do agente duplo que passou aos russos todos os segredos das operações aliadas nos primeiros anos da Guerra Fria.

Sobre o livro:  «Com acesso a documentos recentemente desclassificados do MI5 e a escritos privados até agora desconhecidos, e com a colaboração de antigos agentes do MI6 e da CIA, esta biografia definitiva revela que mesmo os seus dois maiores amigos no mundo da espionagem – Nicholas Elliot, do MI6, e James Jesus Angleton, chefe da contra-inteligência da CIA – julgavam conhecê‑lo melhor do que ninguém, até descobrirem que, afinal, nada sabiam dele.
“Este livro não pretende ser a última palavra sobre Kim Philby. Pelo contrário, procura contar a história de uma forma diferente, através do prisma da amizade pessoal, e, quem sabe, apresentar uma nova imagem do espião mais notável dos tempos modernos”, escreve Ben Macintyre sobre o espião que durante mais de 20 anos trabalhou para a KGB, recrutado para um grupo que ficaria conhecido como o “Círculo de Cambridge”.
“Em 1987, dois anos antes de o Muro de Berlim ser derrubado, estava de visita a Moscovo. Numa festa oferecida pelos Escritores da União Soviética, um jornalista em tempo parcial com ligações ao KGB chamado Genrick Borovik convidou‑me a ir a sua casa para conhecer um velho amigo e admirador do meu trabalho. O nome do amigo, quando perguntei, era Kim Philby. Agora sei por fonte segura que o Philby sabia que estava a morrer e esperava que eu colaborasse com ele noutro volume de memórias. Recusei encontrar‑me com ele.” John Le Carré, no posfácio.»

«Namorada Podre de Rica», de Kevin Kwan, dá seguimento às loucuras de «Asiáticos e Podres de Ricos»

ricaNamorada Podre de Rica, sequela de Asiáticos e Podres de Ricos, ambos assinados por Kevin Kwan, acaba de chegar às livrarias portuguesas, numa edição IN, chancela da editora Zero a Oito.  Recorde-se que o Asiáticos e Podres de Ricos deu origem ao filme Asiáticos Doidos e Ricos, realizado por Jon M. Chu.

Sinopse: «Rachel está prestes a ter o casamento perfeito com Nicholas Young, herdeiro de uma das maiores fortunas da Ásia da qual está disposto a abdicar por ela, mas Rachel não consegue deixar de sentir que lhe falta algo: o pai biológico, que nunca conheceu, para a levar ao altar.
Até que Rachel descobre informações sobre a sua identidade que a levam ao mundo de opulência e esplendor de Xangai, onde se encontram paparazzi por todo o lado e carros de luxo em corridas e toda a gente é podre de rica. Mas será que Rachel consegue encontrar o seu pai? E será este encontro o que Rachel esperava e desejava?»

Jørn Lier Horst e Thomas Enger assinam em conjunto o «thriller» «Ponto Zero»

Ponto ZeroPonto Zero é o título do primeiro livro de uma série escrita a quatro mãos por  Jørn Lier Horst & Thomas Enger, dois conceituados autores nórdicos. A obra, que será lançada a 21 de julho pela Dom Quixote, conta com tradução de João Reis. Enger já tem editado entre nós Em Chamas e Dor Fantasma, enquanto Jørn Lier Horst viu publicado em Portugal, entre outras, O Homem das Cavernas e Cães de Caça, obras que inspiraram a série televisiva Wisting.

Sinopse: «Oslo, 2018. A célebre ex-corredora de longa distância Sonja Nordstrøm não chega a aparecer para o lançamento da sua polémica autobiografia, Para sempre Número Um. Quando, nesse mesmo dia, a obstinada jornalista de celebridades Emma Ramm procura Nordstrøm em sua casa, encontra a porta aberta e sinais de luta no interior. E, estranhamente, um dorsal com o número “um” colado no meio do ecrã da televisão da sala.
O detetive Alexander Blix é nomeado para liderar a investigação do desaparecimento da atleta, porém ele carrega ainda as cicatrizes emocionais de uma situação de refém ocorrida há muito tempo, quando abateu o pai de uma menina de cinco anos. Vestígios de Nordstrøm começam a aparecer em diversos locais inesperados, mas o momento e a maneira como as pistas são descobertas parece ter sido cuidadosamente calculado.
Farão parte de um plano maior que ele ainda não está a conseguir ver?»

«Os Guardiões» marca o regresso de John Grisham

Os GuardioesOs Guardiões, o mais recente thriller do norte-americano John Grisham (inspirado em factos reais), já está à venda nas livrarias de Portugal, numa edição Bertrand. Grisham é o autor de obras como A Firma, A Vingança, O Poder da Justiça e O Grande Golpe.

Sinopse: «Na pequena cidade de Seabrook, no norte da Florida, um jovem advogado chamado Keith Russo foi morto, baleado à queima-roupa no seu gabinete. Era tarde e estava sentado à secretária a trabalhar. O assassino não deixou pistas. Não havia testemunhas, nenhum suspeito, ninguém com um motivo. A polícia depressa se focou em Quincy Miller, um jovem negro que tinha sido cliente de Russo.
Quincy foi julgado, condenado e enviado para a prisão. Durante vinte e dois anos ali definhou, sem advogado. Mas depois escreveu uma carta ao Ministério dos Guardiões, um pequeno grupo fundado por um advogado e pastor protestante chamado Cullen Post.
O Ministério lida apenas com alguns casos de inocência de cada vez, e Post é o seu único investigador. Desloca-se pelo Sul a lutar contra condenações injustas e tomando nas mãos casos em que mais ninguém toca. Com Quincy Miller, porém, consegue muito mais do que esperava.
Keith Russo foi assassinado por gente implacável que não quer que Quincy seja libertado.»

Stephen King explica o que é «Escrever» a partir de 10 de julho

Escrever (2)Escrever, obra autobiográfica onde o escritor norte-americano Stephen King aborda o seu relacionamento com a escrita, estará finalmente disponível em Portugal a 10 de julho, numa edição Bertrand. King é o autor de clássicos como Carrie (a sua estreia em 1974), A Coisa ou The Shining, e ainda recentemente lançou Elevação, além de obras como Despertar, Bem-Vindos a Joyland, O Intruso, Samitério de Animais, Sr. Mercedes, Dr. Sono, A Cúpula, etc.
Escrever foi considerado pela revista Time um dos 100 melhores livros de não-ficção de sempre, tendo inicialmente sido publicado em formato folhetim na New Yorker.  O livro, com tradução de E. Santos, tem 288 páginas e custará 15,60 euros.

Sinopse: «Em 1997, Stephen King começou a escrever sobre o seu ofício e a sua vida. A meio de 1999, um acidente muito noticiado quase lhe tirou a vida e, nos meses de recuperação, o nexo entre a escrita e a existência tornou-se mais crucial do que nunca para o escritor. O resultado é uma obra clara, útil e reveladora.
Escrever é, assim, um relato fascinante que, partindo da experiência concreta do autor, proporcionará aos leitores uma nova perspetiva sobre a formação de um escritor, com conselhos práticos e inspiradores sobre todas as fases, desde o desenvolvimento da intriga e a criação das personagens até aos hábitos profissionais e à fuga ao trabalho. Publicada originalmente em folhetim na New Yorker e vivamente aclamada, esta obra culmina com um testemunho comovente do modo como a necessidade irresistível de escrever estimulou a recuperação de Stephen King e o trouxe de volta à vida. Brilhantemente estruturado e cativante, este livro ensinará – e divertirá – todos os que o lerem.»

Fernando Pessoa «analisa» «O Caso Mental Português»

aa-mentalO Caso Mental Português é o título de uma obra acabada de chegar ao mercado português, por mão da Assírio & Alvim, que inclui dois textos inéditos de Fernando Pessoa. A obra tem edição de Fernando Cabral Martins e Richard Zenith e será apresentada a 7 de julho, às 19h00, numa sessão online em direto no  Facebook da Assírio & Alvim,  Na sessão marcará presença, além de Fernando Cabral Martins e Richard Zenith, o editor da «casa» Vasco David.

Sobre o livro: «O Caso Mental Português é o título de um ensaio, publicado em 1932, que analisa o fenómeno do provincianismo como uma peculiaridade da mentalidade portuguesa. Mas o “caso” dos portugueses vai surgindo nas reflexões de Fernando Pessoa ao longo da sua vida de escritor.
Este livro— reúne textos de Pessoa, dois dos quais inéditos, que se debruçam sobre variados aspetos do carácter português: o provincianismo, a falta de cultura enraizada, o excesso de imaginação, a incapacidade de iniciativa e a ausência de civismo, mas também o cosmopolitismo, a adaptabilidade instintiva. O todo constitui um acutilante e decerto discutível retrato da personalidade nacional nos tempos de Pessoa, talvez válido ainda nos dias de hoje.»

José Eduardo Agualusa volta a 3 de julho com «Os Vivos e os Outros»

Os Vivos e Os Outros (1)Os Vivos e os Outros é o novo romance de José Eduardo Agualusa, que a Quetzal faz chegar às livrarias a 3 de julho.
Segundo a nota de Imprensa, a nova obra do escritor angolano «versa o fim de um mundo e o início de outro». Apesar de ser uma mera coincidência com os tempos que correm, Agualusa, há já um ano, imaginou «estas personagens a viverem num regime de isolamento e confinamento forçados devido a uma tragédia inesperada».

Sobre o livro: «A questão é: para onde vamos depois de este mundo acabar? Talvez para uma pequena ilha, pois, como diz uma das personagens deste romance, “depois que o mundo acabar, recomeçará nas ilhas”. Daniel Benchimol, personagem de A Sociedade dos Sonhadores Involuntários Teoria Geral do Esquecimento, regressa logo na primeira página deste novo romance.
O cenário é o da beleza mágica da Ilha de Moçambique – onde decorre um festival literário que reúne três dezenas de escritores africanos que, na sequência de uma violentíssima tempestade no continente (e de um evento muito mais trágico, que só depois se revelará), permanecerão totalmente isolados durante sete dias. Mas a história leva-nos mais longe: a uma série de estranhos e misteriosos acontecimentos, que colocam em causa a fronteira entre realidade e ficção, passado e futuro, a vida e a morte, e inquietam os escritores e a população local.»

Atomium de Bruxelas: Muito mais do que esferas cintilantes

 

O edifício Atomium, em Bruxelas, parece saído de um filme de ficção científica, mas daqueles já de há umas décadas, o que só lhe dá mais brilho e encanto. São nove esferas (todas com 18 metros de diâmetro e interligadas entre si) em aço inoxidável, atingindo os 102 metros de altura,  e só por esta descrição já daria para perceber o efeito que teria na paisagem tal construção.
Sempre pensei que o Atomium fosse uma peça meramente «decorativa» e mesmo depois de o ter visto «ao vivo» em 1996, aquando de uma deslocação a Bruxelas enquanto jornalista para a apresentação do novo Mercedes Class A, nada me levou a pensar o contrário. Pura ignorância, afinal. O Atomium, além da sua estética inovadora, que a mim muito cativa, é, para meu espanto, um conjunto de bolas recheadas. E esse recheio vale bem a pena, mesmo para quem não aprecie, exteriormente, aquele conjunto de esferas brilhantes.

De efémero a «eterno»

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Modelo do Atomium em exposição no interior © 2020 – http://www.atomium.be – SOFAM

O Atomium, monumento mais visitado da capital belga (mais precisamente no periférico Parque Heysel), tem algo em comum com a Torre Eiffel, em Paris. Ambos foram erigidos para assinalar e embelezar grandes exposições internacionais e ambos deveriam ser efémeros. E se a Torre Eiffel já se aguenta desde 1889, também o Atomium ostenta uma bela idade, 62 anos, dado que foi criado para a Expo 58 de Bruxelas. Os mais de 600 mil visitantes que por lá passam todos os anos, o que faz dele a mais popular atração turística de Bruxelas, provam que teria sido um erro o seu desmantelamento.  Ainda assim, durante anos foi-se degradando, acabando por encerrar para obras de restauro. Entre 2004 e 2006 passou por um processo de renovação, a que se seguiu uma reabertura de cara lavada.

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Interior do Atomium © 2020 – http://www.atomium.be – SOFAM

O Atomium representa uma célula unitária de cristal de ferro elemental, aumentada 165 mil milhões de vezes, e a opção por tal forma deve-se ao facto de a exposição mundial de 1958 ter sido dedicada à ciência. O responsável pelo seu projeto foi o engenheiro-arquiteto André Waterkeyn, que reparou que na natureza os átomos do ferro se organizam segundo uma estrutura cúbica regular, que poderia ser representada como um edifício.
Dado que, na época, a Guerra Fria era algo bem palpável e presente, e que poucos anos antes tinham sido lançadas bombas atómicas sobre o Japão, era, no portanto, necessário retirar a «carga» bélica associada ao «pobre» átomo. Assim, Waterkeyn projetou exposições didáticas nas esferas relativas aos benefícios do átomo, para que não fosse encarado como algo nefasto, contribuindo assim para que voltasse a ser o que sempre foi, uma mera partícula e não uma arma demoníaca.
As exposições permanentes do monumento ocupam os níveis 1 e 2 (correspondentes à esfera inferior) e o nível 7 (panorama). Nestes espaços são recordados, através de documentos, fotografias, vídeos e modelos à escala, os mais de 60 anos deste antigo pavilhão da Expo’58, havendo um setor dedicado ao declínio que o edifício sofreu nos anos 90 e que levou ao seu já referido fecho, recuperação e reabertura em 2006.

As vistas

Naturalmente, um edifício de tal dimensão e altura, teria de contar com espetaculares miradouros, de onde é possível ver o centro de Bruxelas. Um deles está situado no Panorama (piso 7, a esfera superior), sendo precisamente aí que começa a visita ao interior do Atomium, após uma subida de elevador. Sobem-se os 92 metros de altura para iniciar a visita, mas também para se desfrutar de uma vista de 360 graus.
Mas há outro miradouro no nível 6 (uma esfera lateral), a uma altura de 36 metros e acessível por escadas rolantes, proporcionando uma espetacular vista de 150 graus.

A Schtroumpfette…

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Entrada da exposição com a Schtroumpfette como protagonista (foto cedida pela organização) © 2020 – http://www.atomium.be – SOFAM

O Atomium funciona igualmente como centro de exposições temporárias e, estando situado na capital belga, acaba por ser natural (e lógico) que muitas dessas mostras de alguma forma se relacionem com a banda desenhada. Por exemplo, presentemente e até ao outono, estará patente uma mostra que tem por protagonista a Estrumpfina, personagem criada por Peyo no mundo dos Estrumpfes, agora também conhecidos por Smurfs (por causa do filme e dos americanos), embora no original se chamem Schtroumpfs. Confuso? Se juntar a designação espanhola, a situação não melhora, antes pelo contrário: Pitufos.
A Estrumpfina, ou Smurfina, ou Smurfette, ou Schtroumpfette, como se preferir, é a vedeta de uma exposição que denuncia a desigualdade de género, numa parceria com as Nações Unidas. A Estrumpfina assume uma particular importância nesta matéria, nomeadamente desde que a jornalista Katha Pollitt, do New York Times, criou o termo O Princípio de Estrumpfina para descrever a representação inferior das mulheres em filmes e séries de televisão. A Estrumpfina é a única representante feminina no azulado e masculino mundos dos Estrumpfes e melhor exemplo não poderia haver.
Assim, com painéis instalados no piso térreo são mostrados diversos exemplos do Princípio de Estrumpfina através de filmes e séries contemporâneas, a par de painéis de banda desenhada dos Estrumpfes, onde a Estrumpfina é subestimada e excluída pelos seus próprios companheiros.
Antes desta exposição, esteve patente uma outra com Spirou como protagonista, dedicada aos direitos humanos. A exposição da Estrumpfina pode ser visitada nos pisos 0 (átrio de entrada) e 5 (esfera central) do Atomium pelo menos até ao próximo outono.

…e o Bruegel

Uma outra exposição é dedicada ao pintor belga Bruegel, o Velho, intitulada «Bruguel, Uma Experiência Poética». Sob o lema um mundo e uma mente inovadores, esta mostra pode ser visitada até 15 de novembro de 2020 nos pisos 2 e 3 do Atomium.
A mostra visa assinalar o 450.º da morte do pintor renascentista belga Bruegel, o Velho. Trata-se de uma exposição imersiva e interativa relativa às facetas conhecidas, mas também as mais inesperadas, da sua obra e personalidade.
A exposição está montada de forma a levar o visitante a mergulhar no seio do mundo do pintor, nomeadamente graças à reprodução das suas obras em cenários tridimensionais.

O Atomium e a BD

Situando-se o Atomium em Bruxelas, não é de estranhar que surja como cenário de várias histórias de banda desenhada. Aliás, em 2018 foi publicado um álbum oficial dos 60 anos do monumento, intitulado Sourire 58, com argumento de Patrick Weber e desenhos de Baudouin Deville. Trata-se de um thriller geopolítico de espionagem em plena Guerra Fria que tem por cenário precisamente a Exposição Universal de 1958, com o Atomium a ocupar lugar de destaque.
Baudouin Deville é, aliás, autor de outro álbum de banda desenhada que tem o Atomium como «estrela», Atomium 58, onde além da ilustração se ocupou também do argumento. Trata-se do terceiro volume da série L’inconnu de la Tamise, publicada nos anos 1980.
Estes álbuns não têm edição portuguesa, ao contrário de Os Sarcófagos do 6.º Continente, uma aventura de Blake e Mortimer assinada por Yves Sente e André Juillard. Os conhecidos heróis criados por Edgar P. Jacobs têm de enfrentar em Bruxelas uma ameaça que tenta destruir o próprio evento no dia de abertura e como se vê logo pela capa o Atomium ocupa, inevitavelmente, um lugar de destaque. Os Sarcófagos do 6.º Continente saiu em dois volumes (A Ameaça Universal e Duelo de Espíritos), em 2003 e 2004.

Um passeio por toda a Europa… em miniatura

Se depois do Atomium pretender continuar a explorar as imediações, não há como evitar a Mini Europa, logo ao lado e a poucos minutos a pé. Como o nome diz, trata-se de uma Europa em miniatura, com reproduções detalhadas de edifícios e eventos históricos de toda a União Europeia.
Sim, como é evidente Portugal está representado, sendo o acrescento mais recente uma reprodução do Castelo de Guimarães. De resto, tem a Ribeira do Porto, o Oceanário, a Torre de Belém e umas casinhas típicas algarvias.
Trata-se de um espaço muito agradável para passear, sendo perfeito para famílias, tendo o bónus de proporcionar uma bela vista sobre o Atomium.

Para mais informações, pode consultar os sites oficiais:
https://atomium.be/Home/Index
https://www.minieurope.com/

 

Eu, o Porta-Livros e as Palavras Cruzadas

PALSer convidado pelo cruciverbalista (não conhecia esta palavra) Paulo Freixinho (sim, o do Público) para dar ideias para umas palavras cruzadas foi uma surpresa e uma honra, e se calhar imerecido.  Mas, está feito, está feito, por isso agora não há como voltar atrás (acho eu…) Assim, quem quiser aproveitar para se entreter um pouco e se calhar aprender umas palavras novas, clique aqui.
Para ser sincero, já há anos (muitos) que eu não fazia palavras cruzadas. Mas, já me redimi. Porque assim que ele me enviou o link para as «minhas» palavras cruzadas tratei de as resolver, o que consegui ao fim de 21 minutos e 1 segundo. (Vejam lá se batem o meu tempo!)
Agora, fiquei com vontade de explorar o que há lá no site e aconselho-vos a fazerem o mesmo. Espreitem aqui. Tem para todos os gostos e é muito, muito fácil de navegar.
Está aí o fim-de-semana. Entretenham-se.
Obrigado, Paulo!

 

 

«Os Sete Pilares da Sabedoria», de T. E. Lawrence, em dose dupla nas livrarias

De uma assentada, vai haver no mercado português duas novas edições distintas de Os Sete Pilares da Sabedoria, obra do britânico T. E. Lawrence (1888-1935), que ficou mais conhecido por Lawrence da Arábia. Trata-se de uma das mais importantes obras-primas da literatura do século XX, sendo um verdadeiro épico de aventuras.
A E-Primatur tem já à venda a obra no seu site, com tradução de Marcelino Amaral. Apesar de custar 24,90 euros, neste momento está à venda com desconto, por 22,41.
Em breve chegará a versão da Relógio D’Água, esta com tradução de Alda Rodrigues e Marta Mendonça e com o preço de 24 euros. Esta edição de Os Sete Pilares da Sabedoria conta com um prefácio do militar, historiador e estratega B. H. Liddell Hart, que combateu na Primeira Guerra Mundial.
Os Sete Pilares da Sabedoria, uma obra autobiográfica, relata as vivências de T. E. Lawrence durante a revolta árabe contra os turcos otomanos, entre 1916 e 1918. Lawrence da Arábia, que integrou as forças rebeldes, pertencia às fileiras do exército britânico.
Esta obra deu ainda origem a uma outra obra-prima, a sua versão cinematográfica, intitulada precisamente Lawrence da Arábia, filme de 1962 realizado por David Lean e protagonizado por Peter O’Toole.