Detetive Helen Grace, criada por M. J. Arlidge, enfrenta na prisão «O Anjo da Morte»

capa_o-anjo-da-morteO Anjo da Morte, desde há dias presente nas estantes das livrarias portuguesas, é a sexta obra editada pela Topseller em Portugal do escritor inglês M. J. Arlidge, todas elas tendo por protagonista a detetive Helen Grace. Os seus livros anteriores são Um, Dó, Li, Tá, À Morte Ninguém Escapa, A Casa de Bonecas, A Vingança Serve-se Quente e Na Boca do Lobo.

Sinopse: «O perigo esconde-se nas sombras…
Helen Grace, até aqui considerada a melhor detetive do país, é acusada de homicídio e aguarda julgamento na prisão de Holloway. Odiada pelas restantes prisioneiras e maltratada pelos guardas, Helen tem de enfrentar sozinha este pesadelo. Tudo o que deseja é conseguir provar a sua inocência. Mas, quando um corpo aparece diligentemente mutilado numa cela fechada, essa revela ser, afinal, a menor das suas preocupações.
Os macabros crimes sucedem-se em Holloway e o perigo espreita em cada cela ou corredor sombrio. Helen não pode fugir nem esconder-se por detrás do distintivo. Precisa agora de ser rápida a encontrar o implacável serial killer… se não quiser tornar-se a sua próxima vítima.»

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Gabriel Allon, o espião criado por Daniel Silva, regressa a 8 de março em «A Viúva Negra»

viuva-negra-de-daniel-silva_capa-livro-lrFaltam poucos dias para sair em Portugal mais um thriller de Daniel Silva com o espião Gabriel Allon como protagonista. Assim, a 8 de março é posto à venda A Viúva Negra – Um jogo letal de vingança, uma edição HarperCollins. Na senda do que é habitual nas aventuras deste agente dos serviços secretos israelitas, o enredo decorre na atualidade passando por várias localizações geográficas, no caso Paris, Washington, Santorini e Califados do Estado Islâmico.

Sinopse: «O lendário espião e restaurador de arte Gabriel Allon está prestes a tornar-se chefe dos serviços secretos israelitas.  Porém, em vésperas da promoção, os acontecimentos parecem confabular para o atrair para uma última operação no terreno.
O ISIS fez explodir uma enorme bomba no distrito do Marais, em Paris, e um governo francês desesperado quer que Gabriel elimine o homem responsável antes que este ataque novamente.
Chamam-lhe Saladino…
É um cérebro terrorista cuja ambição é tão grandiosa quanto o seu nome de guerra, um homem tão esquivo que nem a sua nacionalidade é conhecida. Escudada por um sofisticado software de encriptação, a sua rede comunica em total segredo, mantendo o Ocidente às escuras quanto aos seus planos e não deixando outra opção a Gabriel senão infiltrar uma agente no mais perigoso grupo terrorista que o mundo algum dia conheceu. Trata-se de uma extraordinária jovem médica, tão corajosa quanto bonita.
Às ordens de Gabriel, far-se-á passar por uma recruta do ISIS à espera do momento de agir, uma bomba-relógio, uma viúva negra sedenta de sangue.
Uma arriscada missão levá-la-á dos agitados subúrbios de Paris à ilha de Santorini e ao brutal mundo do novo califado do Estado Islâmico e, eventualmente, até Washington, onde o implacável Saladino planeia uma noite apocalíptica de terror que alterará o curso da história.
A viúva negra é um thriller fascinante de uma chocante presciência. Mas é também uma viagem ponderada até ao novo coração das trevas que perseguirá os leitores muito depois de terem virado a última página. Uma teia de enganos.»

A diversão de «Lego Batman – O Filme» passa do ecrã para o papel

gothamDepois de O Filme Lego, com o seu humor acelerado e inteligente, a fasquia estava elevada para Lego Batman – O Filme. Mas foi transposta. O filme de Phil Lord e Christopher Miller, que estreou hoje, é hilariante. Batman é uma personagem de luxo, aproveitando bem todo o seu passado «sério», e daí resulta uma bela comédia de animação, tecnicamente perfeita, mas com alma, que junta uma série de personagens conhecidas, oriundas de diversos mundos conhecidas das crianças e de adultos. A dobragem em português está ótima, mas ainda assim anseio agora por ver de futuro a original, pois pelo que foi dado a perceber nos trailers será ainda mais cativante.
Como sempre acontece neste tipo de filmes, a «loucura» não se fica pela tela. Assim, não faltam por aí produtos relacionados com o filme, começando pelos próprios Legos, inevitavelmente. Mas há muito mais do que isso, nomeadamente uma série de divertidos livros oficiais de atividades e histórias editados pela Booksmile. Sim, supostamente, são para crianças, mas a verdade é que me tenho entretido (e divertido) a colar autocolantes.
Por isso, o meu conselho é, vejam o filme e depois continuem a divertir-se com os livros. Ou, divirtam-se com os livros enquanto não forem ver o filme.
São quatros os livros editados pela Booksmile, para idades a partir dos seis e sete anos.

bat-450-pt-coverThe LEGO® Batman Movie: Eu Sou o Batman
«Olá, eu sou o Batman! Decidi criar este diário para os melhores fãs do mundo. Porque eu não tenho só fãs… Tenho os melhores fãs do mundo! E eles merecem ter o livro mais incrível da última década! Não, o livro mais espetacular que já existiu… Com muitas histórias para ler e atividades divertidas para descobrir, este é o diário dos diários. A não perder!»

the-lego-batman-movie-preparar-apontar-colarThe LEGO® Batman Movie: Preparar, Apontar, Colar
«O Bat-sinal apareceu no céu noturno de GOTHAM CITY. Alguém precisa da ajuda do Batman. Junta-te a ele e ajuda-o a salvar o dia usando os autocolantes para construir veículos e combater inimigos!»

capa_legobatman_escolhesuperheroiThe LEGO® Batman Movie: Escolhe o Teu Super-herói
«Ajuda o Batman, a Batgirl e o Robin a DERROTAR o Joker e o seu gangue de super-vilões! Dá asas à tua imaginação, rabisca, resolve os labirintos e responde a questionários sobre o Batman. Porque, falando a sério, quem é que não gosta do Cavaleiro das Trevas?»

lnc-452-pt-cover-fullThe LEGO® Batman Movie: Caos em Gotham City
«Bem-vindo a Gotham City! Nesta grande cidade vais encontrar ação, aventura e… o Cavaleiro das Trevas! Ele adora vestir-se de preto e amarelo (e, às vezes, cinzento-escuro). Ele terá provavelmente o maior e mais variado guarda-roupa do mundo, adora ser quem é, e, muito importante, só ele pode deter o vilão Joker! Quem é ele? O Batman, claro! Lê as histórias, diverte-te com as diferentes atividades e junta-te ao Cavaleiro das Trevas na sua demanda para salvar Gotham City do caos!»

«O Rio Triste», de Fernando Namora, regressa às livrarias

o_rio_tristeO Rio Triste é mais uma obra de Fernando Namora que será reeditada pela Caminho, devendo chegar às livrarias já no próximo dia 31. O livro tem prefácio de David Mourão-Ferreira e posfácio de Fernando Batista. No prefácio pode ler-se: «Talvez O Rio Triste seja o mais polifonicamente ambicioso e o mais arrebatadoramente conseguido de quantos romances Fernando Namora escreveu.»
O Rio Triste segue-se ao sucesso da reedição de Retalhos da Vida de um Médico, que esgotou e está a ser reimpresso, e até ao final do ano a Caminho conta ainda lançar Domingo à Tarde, neste seu plano de reedições de obras de Fernando Namora.

«Terrarium», de Luís Filipe Silva e João Barreiros, regressa em edição «Redux»

terrariumA Saída de Emergência lança esta sexta-feira a reedição ampliada e revista de Terrarium, um clássico da ficção científica portuguesa da autoria de Luís Filipe Silva e João Barreiros. A obra, que já teve uma pré-apresentação na Comic Con Portugal em dezembro passado, é a edição comemorativa dos seus vinte anos.

Sinopse: «Estamos a meio do novo milénio e a Fortaleza Europa acabou de vez. Bruxelas não é mais do que uma cratera radioactiva, as zonas costeiras foram alagadas pela subida das águas e a temperatura ambiente aqueceu até o clima ser quase tropical. Quem olhar para o alto, nos raros dias onde ainda se podem ver as estrelas, vai descobrir um anel gigantesco composto pelas carcaças das naves de exóticos migrantes. Mas isso não é o pior. A verdade é que entre esses exóticos que nos vieram pedir guarida, existem criaturas ainda mais monstruosas que resolveram transformar o planeta num lugar de consumo: num TERRARIUM, a bem dizer…
Preparem-se para viver num mundo prestes a ser assimilado, para o bem ou para o mal, numa nova e efémera Utopia… Agora só nos resta resistir.»

«Gravar as Marcas» é o pós-Divergente de Veronica Roth

gravar-as-marcas_capa-livroGravar as Marcas, novo romance de Veronica Roth, autora do grande sucesso Divergente, chegou há dias às livrarias de todo o mundo, inclusive em Portugal, onde foi editado pela HarperCollins. A própria autora descreve este novo livro como um romance de «aventuras espaciais, flores venenosas e… luta (muita luta.)»
Segundo a editora, trata-se de «um retrato deslumbrante do poder da amizade e do amor, numa galáxia repleta de dons inusitados». Gravar as Marcas cria assim um novo «universo», depois da bem-sucedida coleção de romances que foram Divergente, Insurgente e Convergente, que chegaram aos cinemas.      Num press-release distribuído à Imprensa, a autora explica que a ideia para Gravar as Marcas lhe ocorreu ainda em criança: «Quando eu era muito nova, talvez tivesse uns onze ou doze anos, tive uma ideia: uma história sobre um rapaz raptado por pessoas de um país inimigo. Quando, anos mais tarde, ele regressa, tem de descobrir como se relacionar com a própria família após terem passado por semelhante trauma.» Acrescenta que desde então procura a forma ideal de contar tal história, e Gravar as Marcas «foi a primeira versão dela que eu senti que encaixava naquilo que se pretendia».

Veronica Roth, US-amerikanische Autorin

Veronica Roth

Veronica Roth: «Foi assustador trabalhar em algo que não fosse Divergente»
Saída de um enorme sucesso de vendas, confessa que «foi um pouco assustador pensar em trabalhar em algo que não fosse o Divergente», mas limitou-se «a fingir que não existia pressão, que eu estava sozinha com a história».
A autora explica ainda que partilha semelhanças com todas as suas personagens e desta feita centrou-se no seu antagonista, Ryzek, o irmão da Cyra: «Quis assegurar-me de que me poderia relacionar com ele de forma a poder construí-lo do modo mais complexo possível.» Nesse sentido, decidiu que Ryzek e ela partilhariam uma «profunda ansiedade». Como vinca, «consigo relacionar-me com qualquer um que conviva com ela. É imperdoável o que o Ryzek faz com o seu medo, mas pelo menos ele parte de um ponto que não é descabido para mim».

Sinopse: «Numa galáxia dominada pela corrente, todos têm um dom
«Cyra é a irmã do tirano cruel que governa o povo de Shotet. O dom-corrente de Cyra confere-lhe dor e poder, que o irmão explora, usando-a para torturar os seus inimigos. Mas Cyra é muito mais do que uma arma nas mãos do irmão; é resistente, veloz e mais inteligente do que ele pensa.
Akos é filho de um agricultor e do oráculo de Thuvhe, a nação-planeta mais gelada. Protegido por um dom-corrente invulgar, Akos possui um espírito generoso e a lealdade que dedica à família é infinita. Após a captura de Akos e do irmão, por soldados Shotet inimigos, Akos tenta desesperadamente libertar o irmão, com vida, custe o que custar.
Então, Akos é empurrado para o mundo de Cyra, onde a inimizade entre ambas as nações e famílias aparenta ser incontornável. Ajudar-se-ão mutuamente a sobreviver ou optarão por se destruir um ao outro?»

«Viver na Noite» e «Silêncio» em papel e no grande ecrã

Viver na Noite, do norte-americano Dennis Lehane (Sextante), e Silêncio, do japonês Shusako Endo (Dom Quixote), são duas obras literárias (a primeira sai amanhã e a segunda já está editada) cujas adaptações cinematográficas estreiam este mês em Portugal. O filme Viver na Noite chega também amanhã e é realizado por Ben Affleck e o segundo, Silêncio, estreia uma semana depois (19 de janeiro), sendo dirigido por Martin Scorsese.

sex-vivernanoiteViver na Noite – Dennis Lehane
«Boston, 1926. A bebida abunda, em cada esquina há troca de tiros, e um homem decide deixar a sua marca no mundo. A Lei Seca levou à criação de uma complexa rede de destilarias e bares clandestinos, gangsters e polícias corruptos. Joe Coughlin, o filho mais novo de um respeitável capitão da Polícia de Boston, há muito que voltou costas à sua educação severa e se rendeu ao lucro, à adrenalina e à notoriedade de ser um fora-da-lei. Mas uma vida de crime cobra um alto preço. Numa época em que homens implacáveis e ambiciosos se digladiam pelo poder, dispondo de armas, bebidas ilegais e muito dinheiro, o mote é: nunca confiar em ninguém – nem na família nem nos amigos, nem nas amantes nem nos inimigos.
Uma história de amor arrebatadora e uma saga épica de vingança, Viver na noite cruza traição e redenção, música e morte, e traz de novo à vida uma era passada em que o pecado era motivo de celebração e o vício uma virtude nacional.»

silencioSilêncio – Shusako Endo
«Silêncio, cuja acção decorre no século XVII, conta-nos a história de um missionário português envolvido na aventura espiritual da conversão dos povos orientais, o qual acaba por apostatar, após ter sido sujeito às mais abomináveis pressões das autoridades japonesas, para evitar que um grupo de fiéis seja por ordem delas torturado até à morte.
Antes de chegar ao Japão, a sua viagem leva-o a Goa, depois a Macau e, finalmente, a Nagasáqui e Edo, em etapas que pouco a pouco o transportam a esse Oriente hostil, onde no entanto já se contam alguns milhares de convertidos à fé católica. Aí descobre, na luta contra as pessoas e o ambiente adversos, a verdadeira fé, liberta de todo o aparato externo, eclesiástico ou mundano.
E aí acaba por experimentar a derradeira solidão, que é o destino daqueles que quebram a comunhão com o que mais profundamente marca a sua identidade.»

Trailers dos filmes
Viver-na-noite
Silêncio