Stephen King faz-nos regressar ao dia do assassínio de JFK em «22/11/63»

PrintO incansável Stephen King leva-nos, nesta que é a sua 54.ª obra, de regresso ao assassínio de Kennedy, uma viagem no tempo que faz parte também do enredo deste 22/11/63, que acaba de ser editado pela Bertrand.

Sinopse: «Dallas, 22/11/63: três tiros são disparados O presidente John F. Kennedy está morto.
Quando o seu amigo lhe propõe que atravesse uma porta do tempo para regressar ao passado com uma missão especial, Jake fica completamente arrebatado. A ideia é impedir que Lee Harvey Oswald mate o presidente Kennedy. Jake regressa a uma América apaixonante e começa uma nova vida no tempo de Elvis, dos grandes automóveis americanos e de gente a fumar. O curso da História está prestes a mudar…
22/11/63 é a 54ª obra de ficção de Stephen King, um dos autores mais lidos em todo o mundo. Uma vez mais, o autor recorre às bases da literatura popular (neste caso, a ideia das viagens no tempo) para construir um romance que vai muito além do simples entretenimento. King aproveita para revisitar a América do final da década de 1950, a América da sua infância, marcada pelo crescimento económico e pelo bem-estar das famílias mas também, de forma negativa, pelo racismo e pelos temores de um conflito nuclear. Ao mesmo tempo, o livro coloca questões profundas sobre a natureza das nossas sociedades democráticas, constituindo, nas palavras do autor, um “alerta contra os perigos do extremismo ideológico”.»

«Na Pele de Meryl Streep», de Mia March, promete animar o verão

????????????????O romance Na Pele de Meryl Streep, de Mia March, é apresentado pela Bertrand como uma leitura para o verão e não será por acaso que chegou às livrarias a 1 de agosto.

Sinopse: «Duas irmãs e uma prima, que foram criadas juntas, regressam à casa onde cresceram. Assim, Isabel, June e Kat acabam a partilhar o espaço no sótão da pousada de Lolly, e com tanto para contar depois de tantos anos.
Mas quando Lolly as convida a participarem na noite de cinema que realiza semanalmente para os hóspedes – coincidindo ser o mês da Meryl Streep – começam a partilhar segredos, falando até altas horas da noite e questionando tudo: a vida, o amor e aquilo que julgavam saber umas das outras.
Cada uma vê a sua vida refletida na magia do cinema: o marido de Isabel tem uma amante; June prometeu ao filho de sete anos que tudo fará para descobrir quem é o seu pai e Kat, entre a espada e a parede, não sabe se há de aceitar a proposta de casamento que lhe fez o seu melhor amigo.
E agora, além disso, Isabel, June, Kat – e Meryl – têm de estar ali por Lolly, já que ela sempre as ajudou a encontrarem-se a si mesmas, umas às outras e a lutarem por um final feliz.»

«O Olho de Deus», de James Rollins e Rebecca Cantrell, editado pela Bertrand

?????????A Bertrand lançou no início do mês O Olho de Deus, romance de aventuras escrito em parceria por James Rollins e Rebecca Cantrell.

Sinopse: «Um satélite de investigação despenha-se numa área remota da Mongólia, desencadeando uma busca febril pela sua carga valiosa: o projeto de um físico, relacionado com o estudo da energia negra, e uma imagem chocante de destruição da costa leste dos EUA.
Ao Vaticano, chega uma encomenda contendo dois estranhos objetos: uma caveira com inscrições em aramaico antigo e um livro encadernado com pele humana. Os testes de ADN revelam que pertenceram ao mesmo corpo: o do rei mongol Genghis Khan.
O comandante Gray Pierce e a Força Sigma preparam-se para descobrir uma verdade ligada à decadência do Império Romano e a um mistério que remonta ao início da Cristandade. Assim como a uma arma escondida há séculos e que encerra em si o futuro da humanidade.»

Frederick Forsyth elaborou «A Lista da Morte»

ber-listaA Lista da Morte, mais um thriller de espionagem Frederick Forsyth, foi recentemente editado pela Bertrand e nele acompanhamos uma caçada a um radical islâmico por parte de uma dos melhores operacionais dos serviços secretos norte-americanos.

Sinopse: «A Lista da Morte: um rol ultrassecreto de nomes mantido ao mais alto nível do governo norte-americano. Dele constam os nomes de homens e mulheres que podem pôr em risco a segurança do mundo. No cimo desta lista surge o Pregador, um radical islâmico cujos sermões inspiram os seguidores a matar alvos ocidentais de destaque em nome de Alá.
À medida que as últimas começam a surgir nos Estados Unidos e na Grã-Bretanha, torna-se imperioso descobrir a identidade deste homem, localizá-lo e fazê-lo desaparecer.
Esta tarefa aparentemente impossível é entregue a um ex-fuzileiro americano que subiu na hierarquia até se tornar um dos operacionais mais eficazes dos serviços de inteligência norte-americana. Agora conhecido apenas como o Batedor, tem como função reunir as poucas evidências e com elas desmascarar o Pregador para assim evitar a próxima onda de mortes violentas.
Tendo como única ajuda um hacker adolescente, terá de lançar o seu isco e ver se é possível tirar o seu alvo da toca…»

«O Estranho Ano de Vanessa M.», de Filipa Fonseca Silva, apresentado a 15 de julho na Bertrand do Chiado

Vanessa com autocolanteFilipa Fonseca Silva foi a primeira portuguesa a entrar no top 100 da Amazon – com Os 30 – Nada é como sonhámos – e agora tem um novo romance pronto, O Estranho Ano de Vanessa M., editado pela Bertrand. A apresentação da obra, a cargo do radialista André Henriques, será a 15 de julho na Bertrand do Chiado, em Lisboa, pelas 18h30.

Sinopse: «Quando entrou no carro naquela tarde de inverno, Vanessa não sabia que estava a embarcar numa viagem sem retorno. Uma viagem interior, que pôs em causa todas as suas escolhas e, acima de tudo, toda uma vida construída em torno das expectativas e opiniões dos outros.
Entre momentos trágicos e cómicos, que envolvem uma mãe controladora, uma tia hippie, um casamento entediante, um chefe insuportável e uma amiga que não sabe quando se calar, O Estranho ano de Vanessa M. conduz-nos numa viagem de autodescoberta e faz-nos refletir sobre o sentido da vida e o poder que temos de, a qualquer momento, colocar tudo em questão. Porque a busca da felicidade não tem prazo.»

«A Marca de Todas as Coisas», de Elizabeth Gilbert, editado pela Bertrand

A Marca de Todas as CoisasA Marca de Todas as Coisas é o mais recente romance de Elizabeth Gilbert, autora do internacionalmente famoso Comer, Orar, Amar. O livro, editado pela Bertrand, aborda o desejo, a ambição e a sede de conhecimento.

Sobre o livro: «Uma história de amor, aventura e descoberta que atravessa grande parte dos séculos XVIII e XIX. O livro segue o destino de Alma Whittaker, filha de um ousado e carismático investigador botânico, também ela apaixonada pelas plantas e pela ciência.
À medida que os estudos de Alma a levam mais fundo nos mistérios da evolução, o homem que ela ama arrasta-a na direção oposta, para o reino do espiritual, do divino e do mágico. Alma é uma cientista de mente clara; Ambrose é um artista utópico. Mas aquilo que realmente os une é uma paixão partilhada pelo saber, uma necessidade desesperada de compreender a maneira como o mundo funciona e os mecanismos inerentes à vida.
Com uma investigação apurada e um ritmo galopante, este romance ambicioso atravessa o globo – de Londres ao Peru, de Filadélfia ao Taiti e a Amesterdão. Pelo caminho, vai sendo povoado de personagens inesquecíveis: missionários, abolicionistas, aventureiros, astrónomos, capitães de navios, génios e loucos. Mas a mais memorável das histórias é a de Alma, que é testemunha de um momento extraordinário da história da humanidade, em que as velhas certezas acerca da ciência, da religião, do comércio e da noção de classe explodiam e davam lugar a novas ideias.»

«A Cúpula» – Stephen King

cupula2-cupula1A Cúpula (é assim que me vou referir a esta obra de Stephen King que foi editada entre nós pela Bertrand em dois volumes – um é indissociável do outro e só por ser demasiado grande não saiu num único livro) é um romance cativante, carregado de personagens interessantes, mas onde o protagonismo vai todo para a redoma que isola a pequena cidade americana de Chester’s Mill do resto do mundo. 
Quando uma cúpula misteriosamente se instala sobre a pequena e típica cidade norte-americana, de imediato liberta e faz revelar o verdadeiro «eu» de muitos dos seus habitantes, e o resultado não é propriamente agradável. Sob condições adversas e de sobrevivência, os instintos animais do ser humano, pelo menos neste romance de quase mil páginas, vêm ao de cima.
É a cúpula que dita as regras, que condiciona as personagens, não apenas fisicamente, pois estão literalmente ali presos, mas principalmente em termos de comportamento, pois leva-as a agir de formas que pareceriam (se calhar às próprias) inimagináveis. Quase ninguém escapa, ou seja, quase todos protagonizam comportamentos que deixam muito a desejar, uma espécie de Dia (ou dias) do Juízo Final onde todos são condenados. Os podres que se descobrem, ou que se desenvolvem naqueles dias fatídicos, são de tal ordem que nos é difícil escolher uma personagem com que nos identifiquemos – caso sejamos pessoas boazinhas, claro!
O panorama traçado por Stephen King não é o mais agradável, mas é isso que nos prende ainda mais à leitura, assim como a sua técnica de escrita irrepreensível no que toca a cativar o leitor: cenas «cinematográficas», vivas, com ação, de grande ritmo e deixando sempre algo em aberto para lá se voltar mais tarde. E, claro, violência, muita violência, de pura brutalidade, e grandes catástrofes, desde quedas de aviões a incêndios dantescos. Trata-se de uma obra sem dó nem piedade.
De tal maneira fiquei preso às personagens que a dada altura pouco interesse me despertava já a resolução daquele que seria, afinal, o grande mistério: quem criou a cúpula? A isso não será alheio o talento e a capacidade de King para prender a atenção do leitor e encaminhá-la para onde deseja, pois se cingisse o enredo de A Cúpula à identificação da origem e propósito da redoma, não sobraria espaço e disponibilidade para muito mais.
Aviso já que é preciso grande disponibilidade do leitor em relação a A Cúpula e não o digo devido à sua extensão de quase mil páginas – isso, estando entretido, ultrapassa-se bem. Digo-o devido à grande quantidade de personagens, às ligações entre as mesmas – é preciso fixar muitos nomes e origens e destinos.
Presa por uma redoma mas, pior do que isso, enredada numa tenaz luta pelo poder (cuja palavra de ordem parece ser salve-se quem puder), Chester’s Mill vai viver os seus piores dias e constatar que por detrás de cada um dos seus pacíficos habitantes há um demónio.
A escrita é simples, mas ao mesmo tempo deixa muito sobre o que refletir. Há espaço para tudo: teorias da conspiração, bem à americana, que visam governos e militares, teorias filosóficas, religiosas e algumas até científicas, onde não faltam ligações alienígenas.
Um genuíno livro à Stephen King. E o que mais se poderia desejar?   

Autor: Stephen King
Título Original: Under the Dome
Editora: Bertrand
Tradução: Ana Lourenço
Ano de Edição: 2013
Páginas: 536 (Livro I) + 488 (Livros II)

Sinopse: «Num bonito dia de outono, um dia perfeitamente normal, uma pequena cidade é súbita e inexplicavelmente isolada do resto do mundo por uma força invisível. Quando chocam contra ela, os aviões despenham-se, os carros explodem, as pessoas ficam feridas. As famílias são separadas e o pânico instala-se. Ninguém consegue compreender que barreira é aquela, de onde vem ou quando (se é que algum dia) desaparecerá.
Agora, um grupo de cidadãos intrépidos, liderado por um veterano da guerra do Iraque, toma as rédeas do poder no interior da cúpula. Mas o seu principal inimigo é a própria redoma. E o tempo está a esgotar-se…»

«Maus», de Art Spiegelman, editado num único volume pela Bertrand

capa_MausMaus, de Art Spiegelman, considerado pela The New Yorker «a primeira obra de arte da história da BD», vai ser reeditado pela Bertrand a 16 de maio e desta vez num único volume. Maus, além do prestigiado Prémio Pulitzer, conquistou o prémio Eisner, o prémio Harvey e o prémio do Festival Internacional de Comics de Angoulême. Quanto a Art Spiegelman. foi um dos editores da revista The New Yorker e é cofundador e editor da Raw, revista de BD e artes gráficas de vanguarda.

Sobre o livro: «Maus – A História de um Sobrevivente é um romance gráfico escrito e desenhado pelo norte-americano Art Spiegelman que narra a luta do pai, um judeu polaco, para sobreviver ao Holocausto. O livro foi publicado “originalmente” em duas partes, e mais tarde reeditado num só volume. Nas tiras, os judeus são ratos (maus em alemão), os alemães, gatos; os polacos porcos e os americanos cães. O uso de antropomorfismo reflete espírito do livro: um relato incisivo e perturbador, que evidencia a brutalidade da catástrofe do Holocausto.»

Novidades Editoriais de Novembro (I)

plano_capa_CupulaA Cúpula – Livro I – Stephen King (Bertrand)
«Num bonito dia de outono, um dia perfeitamente normal, uma pequena cidade é súbita e inexplicavelmente isolada do resto do mundo por uma força invisível. Quando chocam contra ela, os aviões despenham-se, os carros explodem, as pessoas ficam feridas. As famílias são separadas e o pânico instala-se. Ninguém consegue compreender que barreira é aquela, de onde vem ou quando (se é que algum dia) desaparecerá.
Agora, um grupo de cidadãos intrépidos, liderado por um veterano da guerra do Iraque, toma as rédeas do poder no interior da cúpula. Mas o seu principal inimigo é a própria redoma. E o tempo está a esgotar-se…»
8 de novembro

A IrmãA Irmã – Sándor Márai (Dom Quixote)
«No auge da sua carreira como pianista, Z. apanha um comboio com destino a Florença, cidade onde, a convite do governo italiano, irá dar um concerto. Pouco antes de cruzar a fronteira, é acometido por uma indisposição, e, depois da sua actuação, acaba por ser internado num hospital florentino, sendo-lhe diagnosticada uma rara doença viral. Aí, enquanto paira entre a vida e a morte, Z. levará a cabo um diálogo intenso e crítico com o seu médico, uma indagação sem concessões sobre o precário equilíbrio entre o poder curativo da ciência e o espírito de luta do paciente.
Escrito em 1946, no seguimento de As Velas Ardem até ao Fim, este romance é mais um claro exemplo da especial sensibilidade e talento do grande escritor húngaro para abordar as principais preocupações do ser humano, aquelas que transcendem as fronteiras históricas e geográficas.»
12 de Novembro

sex-deixaDeixa lá | Más novas – Edward St Aubyn (Sextante)
«Neste volume publicam-se os dois primeiros livros de um quinteto, escrito entre 1996 e 2012, que segue a vida de Patrick Melrose.
Em Deixa lá, Patrick é o filho de cinco anos, frágil e filosófico, de um pai brutal e uma mãe omissa. Reunida numa casa na Provença, a aristocrática família aguarda a chegada de visitas.
Em Más novas, Patrick, agora com vinte e dois anos, recebe um telefonema: o pai morreu, e ele terá de voar até Nova Iorque para recolher as suas cinzas. Aí chegado, gasta dinheiro a rodos num festim de drogas e bebida, na tentativa de silenciar o bizarro circo de feras em que se tornou a sua mente.»
1 de Novembro

ber-mason&dixonMason & Dixon – Thomas Pynchon (Bertrand)
«Charles Mason (1728-1786) e Jeremiah Dixon (1733-1779) foram dois agrimensores britânicos, célebres por demarcarem a fronteira que separa a Pensilvânia e o Maryland, conhecida como Linha Mason-Dixon.
Thomas Pynchon dá nova vida aos dois cientistas, numa história onde encontramos nativos americanos e populações fronteiriças, uma guerra naval, conspirações eróticas e políticas e excesso de cafeína.
Acompanhamos o percurso deste bizarro par – um deles animado, o outro depressivo; um gótico, o outro pré-romântico – desde a sua primeira viagem juntos ao Cabo da Boa Esperança, até à América pré-revolucionária e de regresso, com estranhas reviravoltas do destino, numa grande viagem ao hemisfério negro do Iluminismo, na qual eles observam e participam nas inúmeras oportunidades de insanidade apresentadas pela Idade da Razão.»
8 de novembro

O Boneco de NeveO Boneco de Neve – Jo Nesbo (Dom Quixote)
«Noite escura. Lá fora começa a nevar. A primeira neve do ano. No conforto da sua casa, Jonas acorda a meio da noite, chama pela mãe, mas o único rasto que encontra são as pegadas húmidas no chão das escadas. No jardim, a mesma figura solitária que vira durante o dia: o boneco de neve, agora banhado pelo luar, com os olhos negros fixos na janela do quarto. E no pescoço um agasalho: o cachecol cor-de-rosa que oferecera à mãe.
Encarregado da investigação, o Inspector Harry Hole está convencido de que existe uma ligação entre o estranho desaparecimento da mãe de Jonas e uma carta ameaçadora que recebeu alguns meses antes.»
12 de Novembro

PrintOs Níveis da Vida – Julian Barnes (Quetzal)
«O novo livro de Julian Barnes, publicado já este ano, é sobre balonismo, fotografia, amor e sofrimento; sobre juntar duas coisas, duas pessoas, e sobre separá-las.
Um dos jurados que atribuiu a Barnes, em 2011, o Prémio Man Booker descreveu-o como “um incomparável mago do coração”. Este livro confirma essa tese.
1 de novembro

pe-jamiePoupe com Jamie – Jamie Oliver (Porto Editora)
«“Este livro é relevante para todos os modelos de família – quer seja um casal, uma família numerosa, uma residência de estudantes ou alguém que vive sozinho. Garanto que todos irão encontrar receitas e estratégias para usar diariamente. É uma festa de grandes e apetitosos sabores e a lista de pratos deliciosos encontra inspiração em países de todo o mundo.
Mas o mais importante é que cada receita é acessível, fidedigna e, sobretudo, supereconómica. Tive o cuidado de criar um livro fácil de usar, em seis capítulos bem definidos: vegetarianas, frango, vaca, porco, borrego e peixe. Nele encontra conselhos sobre a forma de se abastecer e garantir que a sua cozinha tem tudo o que precisa para cozinhar, bem como tirar o melhor partido dos ingredientes, fazê-los render mais e aproveitá-los bem. Trata-se também de o incentivar a comprar nas lojas do bairro e a comprar com bom senso nos supermercados, talhos, mercearias, peixarias e mercados. Estou aqui para lhe fornecer toda a informação útil possível.” Jamie Oliver»
1 de novembro

«O Miúdo Advogado» marca a estreia de John Grisham no universo juvenil

O Miudo Advogado_finalO norte-americano John Grisham, consagrado com obras como A Firma, Os Litigantes e A Confissão, estreia-se na literatura juvenil com O Miúdo Advogado, lançado entre nós pela Bertrand.

Sinopse: «Na pequena cidade de Strattenburg há muitos advogados e, embora tenha apenas treze anos, Theodore Boone julga-se um deles.
Theo conhece todos os juízes, polícias, funcionários do tribunal e sabe imenso sobre a lei. Sonha com uma vida futura na sala do tribunal. Mas dá por si numa muito antes do esperado. Por saber tanto, talvez de mais, é arrastado para o meio de um processo sensacional de homicídio.
Um assassino de sangue frio está prestes a sair em liberdade e Theo é o único que sabe a verdade. A fasquia é elevada, mas o jovem não vai desistir até que se faça justiça.»