Joël Dicker regressa a 30 de junho com «O Enigma do Quarto 622», um «thriller» nos Alpes Suíços

enigmaJoël Dicker, escritor suíço que saltou para a ribalta com A Verdade Sobre o Caso Harry Quebert, regressa a 30 de junho às estantes de novidades das livrarias, por mão da Alfaguara, com O Enigma do Quarto 622. Desta vez os cenários americanos são deixados de lado e a ação decorre na Europa, mais precisamente nos Alpes Suíços, naquele que será, segundo a editora, «o seu romance mais pessoal de sempre».
Dicker é autor ainda de obras como O Desaparecimento de Stephanie Mailer e O Livro dos Baltimore, ou Os Últimos Dias dos Nossos Pais.

Sinopse: «Numa noite de dezembro, um cadáver jaz no chão do quarto 622 do Palace de Verbier, um luxuoso hotel nos Alpes suíços. A morte misteriosa ocorre em plena festa anual de um prestigiado banco suíço, nas vésperas da nomeação do seu presidente. A investigação policial nada conclui e a passagem do tempo leva a que o caso seja praticamente esquecido.
Quinze anos mais tarde, o escritor Joël Dicker hospeda-se nesse mesmo hotel para recuperar de um desgosto amoroso e para fazer o luto do seu estimado editor. Ao dar entrada no hotel para o que esperava ser uns dias de tranquilidade e inspiração, não imaginava que acabaria a investigar esse crime do passado. Não o fará sozinho: Scarlett, uma bela mulher hospedada no quarto ao lado do seu, acompanhá-lo-á na resolução do mistério, ao mesmo tempo que vai decifrando a receita para escrever um bom livro.
O que aconteceu naquela noite de Inverno no Palace de Verbier?
Que crime terrível teve lugar no quarto 622?
E porquê?
Estas são as perguntas-chave deste thriller veloz, construído com a habitual mestria de Joël Dicker, que pela primeira vez nos leva ao seu país para narrar uma história surpreendente.
Um triângulo amoroso, jogos de poder, traição e inveja – nada falta a esta intriga magnética, em que a verdade é muito diferente do que imaginávamos.»

Nova editora Bazarov divulga doze novidades para 2020

É de nascimento recente, mas já divulgou uma dúzia de obras que pretende editar este ano, a partir de setembro. Refiro-me à Bazarov, uma editora independente do Porto que aposta na publicação de ficção literária e ensaios de longo formato.
É pretensão da Bazarov «promover literatura humilde e ambiciosa, simples e inovadora, presente e perene».
Eis a lista de obras a publicar em 2020:

FICÇÃO
Censo (Jesse Ball), 8 de Setembro
A Tempestade (Vladimir Sorokin), 24 de Setembro
As Planícies (Gerald Murnane), 8 de Outubro
Os Fantasmas (César Aira), 22 de Outubro
Rio (Esther Kinsky), 5 de Novembro
Deserto Sonoro (Valeria Luiselli), 12 de Novembro

NÃO-FICÇÃO
Ensaísmo (Brian Dillon), 8 de Setembro
A Lua (Joachim Kalka), 24 de Setembro
Um Apartamento em Urano (Paul B. Preciado), 8 de Outubro
Uma Coisa Elementar (Eliot Weinberger), 22 de Outubro
Uma História Natural do Vento (Lyall Watson), 5 de Novembro
Teoria das Cordas (David Foster Wallace), 12 de Novembro

Relógio d’Água traz de volta «A Montanha Mágica», de Thomas Mann

A montanha mágica GRAFICAA Relógio d’Água acrescenta em junho ao seu catálogo mais uma obra do escritor alemão Thomas Mann, A Montanha Mágica. Thomas Mann (1875-1955), que em 1929 venceu o Prémio Nobel, tem ainda editado na Relógio d’Água Os Buddenbrook, graças à qual ganhou o Nobel, A Morte em Veneza e Mário e o Mágico, entre outras.
A Montanha Mágica tem tradução e notas de António Sousa Ribeiro, também autor do prefácio, do qual deixo aqui um excerto:  
«Tal como em A Morte em Veneza, o protagonista de A Montanha Mágica empreende uma viagem que acaba por o levar para fora do espaço e do tempo da existência burguesa. Não por acaso, contrariando planos anteriores em que o romance abria com a explanação da biografia de Hans, depois remetida para o segundo capítulo, o primeiro capítulo centra‑se na viagem e no primeiro momento de confronto com o mundo fechado do sanatório, o início do longo percurso de iniciação que irá constituir o fulcro da narrativa. O herói do romance, como surge repetidamente sublinhado, nada tem de excepcional, pelo contrário, a própria mediania da personagem constitui uma forma de acentuar de que modo ela representa paradigmaticamente a normalidade social. O fulcro do romance, está, justamente, no facto de essa normalidade ser totalmente posta à prova e problematizada nos seus fundamentos pelo confronto com o microcosmos do sanatório.»

Richard Ford recorda os pais em «Entre Eles»

ELESEntre Eles – Recordando os Meus Pais é a mais recente obra do norte-americano Richard Ford lançada em Portugal, numa edição Porto Editora, que tem vindo a publicar os seus livros, como O Jornalista Desportivo, Canadá e Francamente, Frank.
Em Entre Eles, segundo descreve a Porto Editora, Richard Ford recorre à história da sua própria vida e da dos pais para continuar a «perscrutar a essência do que é a América». Ainda segundo a nota enviada à Imprensa, este é um livro composto por dois textos escritos com 35 anos de diferença. O mais recente, e aquele com que o livro começa, centra-se na figura do pai, enquanto o outro, de 1986, é dedicado à mãe, falecida cinco anos antes.

Sobre o livro: «Edna Akin apaixonou-se aos 17 anos por Parker Ford. Ela era uma bela jovem nascida no Arkansas e ele um sorridente rapaz que trabalhava numa mercearia. Casaram-se e o novo trabalho dele como vendedor levou-os a uma vida itinerante pelo Sul dos Estados Unidos, durante os anos da Grande Depressão.
Quando já não o esperavam, Edna e Parker tiveram um filho: Richard Ford. Anos mais tarde, já um escritor consagrado, Ford quis reconstituir a vida dos pais recorrendo a fotografias, histórias que ouviu contar, instantes que viveu com eles e que, mesmo insignificantes, se cristalizaram na sua memória.
Este livro é o resultado desse esforço e um comovente retrato de família. Com amor, inteligência e grande capacidade de reflexão, Richard Ford evoca o modo como os filhos mudam ao longo do tempo e a imagem que têm dos pais. Entre eles é, ao mesmo tempo, um profundo ato de amor e uma intensa reflexão sobre a família.»

«O Último Faraó» editado em Portugal

capa_o_ultimo_farao (1)O Último Faraó, uma nova aventura de Blake e Mortimer, chegou finalmente às livrarias. Este álbum de banda desenhada, da autoria de François Schuiten, Jaco Van Dormael, Thomas Gunzig e do ilustrador Laurent Durieux, pega nos heróis criados por Edgar P. Jacobs e leva-os a uma aventura com passagens por Bruxelas e pelo Egito. O Último Faraó é editado em Portugal pela ASA e custa 17,95 euros.

Sinopse: «Vinda das profundezas do Palácio da Justiça, em Bruxelas, uma energia de origem desconhecida ameaça a sobrevivência da humanidade. Ninguém parece capaz de conseguir contê-la… a não ser, talvez, Philip Mortimer. Mas, desde O Mistério da Grande Pirâmide, o tempo foi passando. Estará o professor preparado para enfrentar os mistérios do Egito que lhe regressam à memória?»