Relógio d’Água traz de volta «A Montanha Mágica», de Thomas Mann

A montanha mágica GRAFICAA Relógio d’Água acrescenta em junho ao seu catálogo mais uma obra do escritor alemão Thomas Mann, A Montanha Mágica. Thomas Mann (1875-1955), que em 1929 venceu o Prémio Nobel, tem ainda editado na Relógio d’Água Os Buddenbrook, graças à qual ganhou o Nobel, A Morte em Veneza e Mário e o Mágico, entre outras.
A Montanha Mágica tem tradução e notas de António Sousa Ribeiro, também autor do prefácio, do qual deixo aqui um excerto:  
«Tal como em A Morte em Veneza, o protagonista de A Montanha Mágica empreende uma viagem que acaba por o levar para fora do espaço e do tempo da existência burguesa. Não por acaso, contrariando planos anteriores em que o romance abria com a explanação da biografia de Hans, depois remetida para o segundo capítulo, o primeiro capítulo centra‑se na viagem e no primeiro momento de confronto com o mundo fechado do sanatório, o início do longo percurso de iniciação que irá constituir o fulcro da narrativa. O herói do romance, como surge repetidamente sublinhado, nada tem de excepcional, pelo contrário, a própria mediania da personagem constitui uma forma de acentuar de que modo ela representa paradigmaticamente a normalidade social. O fulcro do romance, está, justamente, no facto de essa normalidade ser totalmente posta à prova e problematizada nos seus fundamentos pelo confronto com o microcosmos do sanatório.»

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