Siri Hustvedt e Herman Hesse prestes a regressar às livrarias

Recordações do FuturoA norte-americana Siri Hustvedt e o alemão Herman Hesse são os dois autores de literatura traduzida a serem editados pela Dom Quixote em junho, a primeira chegando às livrarias com Recordações do Futuro e o segundo com O Último Verão em Klingsor.

Recordações do Futuro – Siri Hustvedt
«Com 23 anos e o objetivo de escrever um livro, S. H. troca o interior rural dos Estados Unidos por um esquálido apartamento na exuberante Nova Iorque dos anos 70. Todos os dias, para combater a solidão e a fome, a rapariga parte à descoberta da cidade, que na época é suja e perigosa e repleta de aventuras. Tem como única companhia os heróis literários da sua adolescência – Dom Quixote e Tristram Shandy – e a voz de uma vizinha, Lucy Brite, que todas as noites lhe chega através da parede da sala, entoando um triste cântico e monólogos bizarros, que S. H. aponta num diário. A misteriosa Lucy rapidamente se torna uma obsessão.
Quarenta anos depois, a reputada escritora S. H. encontra o seu velho diário e o rascunho de um romance inacabado. Justapondo os diversos textos, ela cria um diálogo entre os seus diferentes «eus» ao longo das décadas, num jogo que transforma a narradora – e o leitor – numa espécie de Sherlock Holmes (S.H.) em busca da verdade possível entre a memória e a imaginação.»
Sai a 23 de junho

O Último Verão de KlingsorO Último Verão de Klingsor – Hermann Hesse
«Escrito pouco depois do fim da Grande Guerra, O Último Verão de Klingsor relata a história de um famoso pintor, Klingsor, que vive uma explosão final de criatividade no último verão da sua vida.
Pintor expressionista orientado pela emoção, a entrega de Klingsor à arte é total pois considera que esta corporiza a essência da vida.
Amante dos extremos, opõe-se violentamente à moderação e à mediocridade. Não gosta de planear nada com antecedência pois não acredita no amanhã e vive cada dia como se fosse o último. Na vida tem apenas dois pontos centrais de interesse em que é bem-sucedido: criar arte e amar.
Como Demian, Siddhartha, Goldmund e Joseph Knecht, Klingsor não é uma personagem vulgar. Atingiu um patamar de sucesso fora do comum na arte que escolheu e trabalha intensamente para manter esse nível. E, tal como outros heróis dos livros de Hesse, luta por trilhar o seu percurso individual e único para atingir o fim que se propõe na vida.»
Sai a 30 de junho

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