«Gravar as Marcas» é o pós-Divergente de Veronica Roth

gravar-as-marcas_capa-livroGravar as Marcas, novo romance de Veronica Roth, autora do grande sucesso Divergente, chegou há dias às livrarias de todo o mundo, inclusive em Portugal, onde foi editado pela HarperCollins. A própria autora descreve este novo livro como um romance de «aventuras espaciais, flores venenosas e… luta (muita luta.)»
Segundo a editora, trata-se de «um retrato deslumbrante do poder da amizade e do amor, numa galáxia repleta de dons inusitados». Gravar as Marcas cria assim um novo «universo», depois da bem-sucedida coleção de romances que foram Divergente, Insurgente e Convergente, que chegaram aos cinemas.      Num press-release distribuído à Imprensa, a autora explica que a ideia para Gravar as Marcas lhe ocorreu ainda em criança: «Quando eu era muito nova, talvez tivesse uns onze ou doze anos, tive uma ideia: uma história sobre um rapaz raptado por pessoas de um país inimigo. Quando, anos mais tarde, ele regressa, tem de descobrir como se relacionar com a própria família após terem passado por semelhante trauma.» Acrescenta que desde então procura a forma ideal de contar tal história, e Gravar as Marcas «foi a primeira versão dela que eu senti que encaixava naquilo que se pretendia».

Veronica Roth, US-amerikanische Autorin

Veronica Roth

Veronica Roth: «Foi assustador trabalhar em algo que não fosse Divergente»
Saída de um enorme sucesso de vendas, confessa que «foi um pouco assustador pensar em trabalhar em algo que não fosse o Divergente», mas limitou-se «a fingir que não existia pressão, que eu estava sozinha com a história».
A autora explica ainda que partilha semelhanças com todas as suas personagens e desta feita centrou-se no seu antagonista, Ryzek, o irmão da Cyra: «Quis assegurar-me de que me poderia relacionar com ele de forma a poder construí-lo do modo mais complexo possível.» Nesse sentido, decidiu que Ryzek e ela partilhariam uma «profunda ansiedade». Como vinca, «consigo relacionar-me com qualquer um que conviva com ela. É imperdoável o que o Ryzek faz com o seu medo, mas pelo menos ele parte de um ponto que não é descabido para mim».

Sinopse: «Numa galáxia dominada pela corrente, todos têm um dom
«Cyra é a irmã do tirano cruel que governa o povo de Shotet. O dom-corrente de Cyra confere-lhe dor e poder, que o irmão explora, usando-a para torturar os seus inimigos. Mas Cyra é muito mais do que uma arma nas mãos do irmão; é resistente, veloz e mais inteligente do que ele pensa.
Akos é filho de um agricultor e do oráculo de Thuvhe, a nação-planeta mais gelada. Protegido por um dom-corrente invulgar, Akos possui um espírito generoso e a lealdade que dedica à família é infinita. Após a captura de Akos e do irmão, por soldados Shotet inimigos, Akos tenta desesperadamente libertar o irmão, com vida, custe o que custar.
Então, Akos é empurrado para o mundo de Cyra, onde a inimizade entre ambas as nações e famílias aparenta ser incontornável. Ajudar-se-ão mutuamente a sobreviver ou optarão por se destruir um ao outro?»

Advertisements

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s