Mário Augusto em tom revivalista em «A Sebenta do Tempo»

capa_a-sebenta-do-tempoO jornalista Mário Augusto, conhecido do público pelo seu trabalho relacionado com o mundo do cinema, apresenta a 5 de novembro (sábado), no Centro Multimeios de Espinho (a sua cidade), o livro A Sebenta do Tempo – Manual de Memória Para Esquecidos. Trata-se de uma viagem saudosista e revivalista até aos anos 60 e 70 do século XX que será editada pela Bertrand.

Sobre o livro: «Por que é que aos 15 anos o verão nos parecia mais azul? Como se relacionam uma cassete de áudio e uma caneta BIC? E que recordações associamos ao Hotel California, dos Eagles?
Mário Augusto viaja no tempo para recordar os bons velhos tempos, em A Sebenta do Tempo», que chega às livrarias a 4 de novembro. Este Manual de Memórias para Esquecidos compila as mais queridas recordações de infância daqueles que a viveram entre as décadas de 60 e 70, prometendo momentos saudosistas e revivalistas aos que acarinham memórias da meninice: entre Lambarices e GuloseimasLeituras e BDGira-Discos e Cassetes Piratas no Parque de Diversões, o autor guiará os leitores numa autêntica expedição ao passado.
Mário Augusto, uma figura acarinhada pelo público devido ao seu trabalho em Cinema, desafia todos os leitores a imergir no passado e a partilhar as suas memórias neste livro que, com um grafismo muito original, que lembra um diário de recortes, proporcionará verdadeiros momentos de nostalgia e de lembrança.»

As palavras do próprio: «Ainda se lembram de quando o aparelho se passava dos carretos? Os carretos rolavam, a fita aquecia e lá se ia o sincronismo daquela geringonça. Era a fita a desenrolar-se por todo o lado e os cantores a arrastarem a voz até pararem de vez.
Confesso que esfregava as mãos de contente quando isso acontecia a uma cassete do meu pai. Quando eram as minhas, a recuperação da peça exigia um verdadeiro exercício de paciência e muita minúcia. Quantas cassetes salvei, para logo a seguir limpar cirurgicamente os carretos, com álcool, tentando evitar que a gracinha se repetisse? Perdi muitas e boas músicas, mas salvei também muitas cassetes.
Para arranjar uma cassete sem trilhar a fita, era preciso ter mãozinhas. Equipados com uma caneta BIC e com muita calma, puxávamos a fita toda para dentro, girando lentamente a caneta entretanto encaixada numa das rodas dentadas da cassete.»

 

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