Elsinore edita «Depois do Fim», do jornalista Paulo Moura

capa-depois-do-fimDepois do Fim, do escritor e repórter Paulo Moura, uma crónica dos primeiros 25 anos da guerra de civilizações (iniciada em 1991 no seguimento da queda do Muro de Berlim), é uma edição Elsinore (grupo 20|20). O livro contém dezasseis páginas de fotografias do próprio autor, captadas nos cenários de guerra por onde passou. Paulo Moura cobriu os conflitos no Kosovo, Afeganistão, Iraque, Tchetchénia, Argélia, Angola, Caxemira, Mauritânia, Israel, Haiti, Turquia, China, Sudão, Egipto, Líbia, etc.
Depois do Fim será apresentado a 3 de novembro, às 18h30, na Fnac Chiado, pelo escritor Miguel Real e pelo jornalista Francisco Sena Santos.

Sobre o livro: «“Por mais ultrajados, por mais destroçados, eles sobrevivem, renascem das cinzas, voltam. Não, Flamur, nenhuma história será esquecida. Como um vírus, uma praga, uma semente, voltam sempre. Nenhuma história está terminada.”
O terrorismo, o Estado Islâmico, a guerra na Síria, a crise dos refugiados. Como chegámos até aqui? O que nos trouxe até esta tempestade perfeita? Com a queda do muro de Berlim, começou um novo ciclo. O comunismo saiu de cena, entrou o Islão. Se, como escreveu Fukuyama, este momento marcou o Fim da História, como compreender o que se seguiu?
Paulo Moura, um dos mais premiados repórteres portugueses, testemunhou todos os momentos decisivos dos últimos 25 anos. Assistiu, em 1991, à emergência dos primeiros jovens fundamentalistas islâmicos, durante a crise na Argélia. Nas décadas seguintes, viu crescer a sua influência na Tchetchénia, em Caxemira, no Kosovo, no Afeganistão, no Iraque, no Sudão e nas capitais europeias. Esteve nas praças ocupadas durante as Primaveras Árabes, em 2011. Acompanhou, em 2013, os refugiados sírios que tentavam alcançar a Europa através da Turquia.
Partindo dos seus diários pessoais de guerra, escritos no epicentro dos acontecimentos, Depois do Fim é a crónica do nosso tempo. Mais que narrativa histórica, é um livro sobre as pessoas que viveram a História, que nos ajuda a compreender este quarto de século de conflitos, idealismos e decepções, invasões, migrações forçadas e extremismos.»

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