Novidades

CapaPeq_xutos_e_pontapes (1)Aqui Xutos & Pontapés! – Rolando Rebelo (Oficina do Livro)
«Com autoria de Rolando Rebelo, prefácio de Jorge Sampaio e um grafismo arrojado de Rui Garrido que presta homenagem às origens punk da banda de Tim, Zé Pedro, Kalú, João Cabeleira e Gui, Aqui Xutos & Pontapés! inclui centenas de fotografias do grupo, tanto no palco como fora dele, desde as suas origens, no final dos anos 70, até à actualidade. As imagens deste livro com capa dura e 230 páginas foram retiradas do arquivo oficial da banda e dos álbuns pessoais dos seus músicos.
Enquadrado por esta colecção extraordinária de fotografias, que nos leva a mergulhar nos bastidores de um grupo absolutamente único na história do rock e da música portuguesa em geral, Aqui Xutos & Pontapés! está dividido em duas grandes partes.
Na primeira, dezenas de personalidades da sociedade portuguesa dão o seu testemunho sobre os Xutos – de Jorge Palma a Francisco Pinto Balsemão, de João Pereira Coutinho a Joana Vasconcelos, de Manuela Eanes a Tó Trips, passando por Sérgio Godinho, Ramon Galarza, José Avillez, Ana Padrão, Tozé Brito ou Paulo Junqueiro, entre muito outros.
Na segunda parte, o percurso dos Xutos & Pontapés é passado a pente fino numa cronologia completíssima que implicou anos de investigação de Rolando Rebelo (n.1964, também autor de Rolling Stones em Portugal). Nessa cronologia, feita com o inestimável apoio dos músicos, são contados pela primeira vez vários episódios que marcaram da vida da banda.
Aqui Xutos & Pontapés inclui ainda cartas aos fãs escritas pelo punho de Zé Pedro, Kalú, João Cabeleira, Tim e Gui, dedicatórias aos Xutos por alguns dos seus fãs mais fiéis, bem como depoimentos dos profissionais que trabalham com o grupo na estrada e nos bastidores – desde logo o manager Kabeca.»

el-expansaoHistória da Expansão e do Império Português – coordenação de João Paulo Oliveira e Costa (Esfera dos Livros)
«A Expansão portuguesa confunde-se com a própria História de Portugal. Situado na periferia da Europa, Portugal encontrou no mar um espaço favorável para traçar a sua configuração definitiva e para se projetar pelo mundo, procurando no exterior o que lhe faltava no território peninsular. Nos primeiros séculos da expansão, Portugal rasgou o horizonte dos europeus e uniu outros povos a um destino comum, gerando novos negócios, criando novas paisagens, possibilitando a circulação de gentes, objetos, animais, plantas, conhecimentos e ideias, e dando início à globalização. Ao longo dos séculos, o império foi-se alterando, e, se num primeiro momento, dominou uma perspetiva de imperialismo marítimo, posteriormente, o império português tornou-se dominantemente territorial. Já no último terço do século XX, o fim da soberania portuguesa em África decorreu em circunstâncias dramáticas, num processo de descolonização que deixou marcas profundas na política e sociedade portuguesas. Os historiadores João Paulo Oliveira e Costa, José Damião Rodrigues e Pedro Aires Oliveira traçam um retrato rigoroso e exaustivo da História da Expansão e dos Descobrimentos portugueses, que permite interpretar este processo histórico à escala mundial, analisando o comércio, a conquista, a missionação, entre outros temas, bem como os povos ultramarinos, com as suas civilizações e as suas organizações políticas, sociais e económicas, a que os portugueses tiveram de se adaptar. Um livro essencial para perceber o império português, que se estendeu por quase 6 séculos, desde a conquista de Ceuta em 1415, até 1999, ano em que Macau deixou de estar sob a administração portuguesa.»
7 de novembro

PrintMarcello Caetano – Um destino – Luís Menezes Leitão (Quetzal)
«Quarenta anos depois da sua partida para o exílio, na sequência do 25 de Abril, o que recordamos ainda do legado de Marcello Caetano?
Os partidários do Estado Novo nunca lhe perdoaram ter sido incapaz de evitar a queda do regime; os opositores ao Estado Novo culparam-no por não ter sido capaz de reformar o regime no sentido da democracia. Os defensores de Marcello Caetano mostraram-se incapazes de defender o seu consulado – por isso ele é visto pela opinião pública como um parêntese entre o regime salazarista e o PREC iniciado com o 25 de Abril. Esta é uma perspectiva injusta, pois esquece a extraordinária obra do governo de Marcello Caetano nos planos económico, social e laboral.
“Na verdade, Marcello Caetano deve ser considerado como o verdadeiro fundador do Estado social em Portugal, que o regime democrático depois veio a desenvolver e cuja sustentabilidade é hoje tão questionada. Precisamente por isso, quando, passados quarenta anos da Revolução de 25 de Abril, se assiste ao desmantelamento progressivo do Estado social, convém que a História preste alguma atenção à vida do homem que o iniciou no nosso país.”
Da Introdução
»
7 de novembro

Capa O Sexo ao Longo dos TemposO Sexo ao Longo dos Tempos – Karen Dolby (Vogais)
«Há quarenta mil anos, o homem pré-histórico lutava para sobreviver à Idade do Gelo e vivia em cavernas. Enquanto travava uma batalha pela sua vida, ainda conseguiu arranjar tempo para esculpir figuras voluptuosas para nenhum outro fim que não o seu próprio prazer. Mas nem só os homens e as suas artimanhas sexuais fizeram história. Sabe-se que Messalina, mulher do Imperador romano Cláudio, chegou a gerir um bordel onde a própria trabalhava usando um nome falso.
O sexo foi sempre uma parte importante da vida do ser humano em todos os níveis da sociedade. Contudo, a atitude em relação ao sexo mudou radicalmente depois de Santo Agostinho e do seu conceito de «pecado original». O seu novo conjunto de regras rígidas, considerando o sexo aceitável apenas dentro do casamento, abriu as portas à “culpa”… e a mil formas de nos divertirmos com ela. Porque na verdade todos temos “aquilo” no pensamento a toda a hora.»

pe-bobUm Presente do Bob – James Bowen (Porto Editora)
«Quando James Bowen encontra um gato alaranjado nas escadas do prédio onde vive está longe de imaginar do quanto a sua vida irá mudar.
Nos seus livros anteriores – A minha história com Bob e O mundo segundo Bob acompanhamos James na sua recuperação e como Bob foi determinante no difícil processo de reaprender a viver no mundo real.
Agora, é o momento de refletir no que foram os tempos difíceis que passaram juntos, nos Natais frios e solitários que viveram e como Bob lhe mostrou que o verdadeiro espírito do Natal está para além da febre consumista que nos rodeia nessa época.
Em Um presente do Bob, James Bowen fala-nos abertamente de uma época natalícia em que a solidão e o abandono se sentem com mais intensidade, mas que com a companhia do Bob se tornou numa época de esperança e generosidade.»
11 de novembro

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s