Mário Zambujal «desenrola» a «Serpentina»

SerpentinaSerpentina, novo romance de Mário Zambujal, chega amanhã (8 de outubro) às livrarias numa edição Clube do Autor. Vai haver, mais tarde, a 16 de outubro uma apresentação pública da obra, feita por Nuno Markl. Vai ter lugar às 18h30, na Fnac do Chiado.

Sobre o livro: «Outra das minhas mal conhecidas virtudes é a capacidade de rir dos meus próprios desastres. (…) Ainda não eram as sete quando espirrei sob o duche frio e comecei a rir de tanto nervosismo nos preparos para conhecer de perto uma desconhecida.
Escanhoo-me com lâmina em estreia, massajo a cara com afetercheive, o tronco, os braços, e as pernas não ficam sem bodimilque. Quanto ao vestir, hesito entre jines e chortes a condizer com a tichârte, mas concluo que indispensável é o blêizer e acompanhado por peças a que se dá os estranhos nomes de calças e camisa.

No novo romance do autor acompanhamos as reviravoltas da vida de Bruno Bracelim – primeiro a partida da família para o Canadá, quando ainda menino, e depois um acidente de trânsito, já em adulto – e divertimo-nos com as situações armadilhadas de um destino tão imprevisível quanto animado.
A poucos dias de soprar as sete velas, o seu destino sofreu um entorse. A família partiu para o Canadá e ele, criança enfermiça, ficou a cargo dos desvelos da madrinha Henriqueta. Chegado à idade adulta, solteiro e bom rapaz, passa as noites no terraço da sua casa, saudando a lua e adivinhando ao longe, noutro terraço, os contornos de uma esguia figura de mulher, enquanto persegue durante anos a fio uma obsessão: a demanda do rosto feminino insuperável. Mas não há bela sem senão. E o destino prega-lhe outra partida. O que parecia ser um mero encontro profissional acaba por se transformar num estranho caso. Uma avaria no seu mini e uma pancada de um jipe com uma mulher enigmática é o princípio de uma trama que o levará a situações nunca imaginadas.
E tudo o que parecia previsível, exato, perfeito, como um relógio suíço, acaba por se transformar num enredo de acasos em que a realidade ultrapassa a ficção a provar que nada é mais imprevisível do que o passado.»

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