«O Amigo Andaluz», de Alexander Söderberg, inicia nova trilogia de policiais suecos

pe-andaluzOs policiais nórdicos vieram para ficar (e ainda bem) e O Amigo Andaluz, do sueco Alexander Söderberg, é o próximo a chegar, sendo editado a 12 de setembro pela Porto Editora. Trata-se do primeiro volume de uma trilogia que tem por protagonista Sophie Brinkmann, uma enfermeira que se vê enredada numa teia de crimes, envolvendo o tráfico de armas e de droga.
O livro foi traduzido diretamente do sueco por Ana Diniz, tradutora de Lars Kepler.

Sinopse: «Sophie Brinkmann é uma viúva que leva uma vida tranquila nos subúrbios de Estocolmo até conhecer Hector Guzman, um homem sofisticado e elegante. Ela não faz ideia de que sob o charme daquele homem se esconde algo sinistro. Hector é o cabecilha de uma organização criminosa. Ele está habituado a obter tudo o que quer, e o que ele agora quer é aniquilar os seus rivais.
Antes de se aperceber do verdadeiro mundo em que Hector se move, Sophie vê-se enredada numa implacável teia. Com a casa sob vigilância e a família em risco, em quem poderá ela confiar, quando a própria polícia é tão perigosa quanto os criminosos?
Neste primeiro volume da trilogia “Brinkmann”, Alexander Söderberg presenteia-nos com um magnífico romance sobre o mundo sórdido do tráfico de armas e droga, dando-nos ao mesmo tempo um retrato magistral da fragilidade humana.»

Poirot regressa 39 anos depois para resolver «Os Crimes do Monograma»

poirotOs Crimes do Monograma, obra editada hoje (9 de setembro) em 33 países (entre os quais Portugal), marca o regresso, após uma prolongada ausência, do famoso Hercule Poirot, personagem criada por Agatha Christie. O livro é uma edição ASA, que tem vindo a lançar entre nós toda a obra da escritora inglesa- já terão sido vendidos mais de 700 mil exemplares das suas obras. Sophie Hannah foi a escolhida pela família de Agatha Christie para assumir a responsabilidade deste regresso, 39 anos depois da publicação do último mistério do carismático detetive belga.
No âmbito das comemorações do 125.º aniversário do nascimento de Agatha Christie, realiza-se de 14 a 21 de setembro, em Torquay, Devon, em Inglaterra, o Festival Internacional Agatha Christie, onde Sophie Hannah irá apresentar ao público, pela primeira vez, Os Crimes do Monograma.

Sinopse: «Sentado no seu café preferido, Hercule Poirot prepara-se para mais um jantar de quinta-feira quando é surpreendido por uma jovem mulher. Ela chama-se Jennie e diz estar prestes a ser assassinada. Mais insólita do que esta afirmação é a sua súplica para que Poirot não investigue o crime. A sua morte é merecida, afirma Jennie, antes de desaparecer noite dentro, deixando o detective perplexo e ansioso por mais informação.
Perto dali, o elegante Hotel Bloxham é palco de três assassinatos. Os crimes têm várias semelhanças entre si: os três corpos estão dispostos em linha reta com os braços junto ao corpo e as palmas das mãos viradas para baixo. E dentro das bocas das vítimas, encontra-se o mais macabro dos pormenores: um botão de punho com o monograma PIJ.
Poirot junta-se ao seu amigo Catchpool, detetive da Scotland Yard, na investigação deste estranho caso. Serão os crimes do monograma obra do mesmo assassino? E poderão de alguma forma estar relacionados com a fugidia Jennie que, por uma razão indecifrável, não abandona os pensamentos do detetive belga?
Hercule Poirot está de regresso num mistério diabólico que vai testar ao limite as suas célebre celulazinhas cinzentas.»

«Se Não Agora, Quando», de Primo Levi, chegou hoje às livrarias

dq-Se Não Agora, QuandoHoje, 9 de setembro de 2014, é o dia em que a Dom Quixote edita Se Não Agora, Quando?, de Primo Levi.

Sobre o livro: «Este célebre romance de Primo Levi oferece-nos um novo quadro do judaísmo da Europa Oriental, centrado não já sobre a realidade das pequenas cidades-gueto da Galícia ou da Rússia, mas sobre a epopeia em parte ignorada dos seus grupos de resistentes que, durante a Segunda Guerra Mundial, travaram por vezes combates de vanguarda e lutaram frequentemente em duas frentes pela conquista de uma pátria, de uma dignidade e de uma identidade que até então lhes haviam sido negadas.
Através das aventuras de um desses grupos, pode assim vislumbrar-se o destino de todos aqueles que, sendo simultaneamente polacos ou russos e judeus, encontraram na Resistência uma dramática oportunidade para a si próprios se resgatarem, afirmando-se como gente livre. “Tínhamos encontrado, na neve e na lama, uma nova liberdade, desconhecida dos pais e dos avós, um contacto até então inexperimentado com amigos e inimigos, com a natureza e a ação.” E se os não tivessem então assumido, quando teriam voltado a ter possibilidade de agir como protagonistas?»