«Amor que Mata», de Rosa Montero, aborda a influência no mundo das relações afetivas dos grandes tiranos

PrintA Matéria-Prima acaba de lançar Amor que Mata, obra da jornalista e escritora espanhola Rosa Montero que aborda o modo como as relações afetivas dos grandes tiranos mudaram o século XX.

Sobre o livro: «Há uma relação direta entre a pequena história da intimidade e a grande e devastadora história das ditaduras.
“Falar de alguns dos tiranos mais conhecidos ponto de vista das esposas, amantes e filhas, e do lugar que a mulher ocupava nos seus projetos megalómanos, permite aprofundar a compreensão das tragédias sociais, recorrendo à análise das tragédias domésticas.”
Hitler nunca quis assumir qualquer relação, consciente de que a sua “disponibilidade” seria um fator decisivo junto do eleitorado feminino. Estava certo.
Segundo Mussolini, as mulheres eram como as massas, ambas feitas para serem violadas.
Estaline era violento e cruel com as mulheres, levando-as ao desespero, mas ponderava o suicídio quando elas morriam.
Franco ordenou as mais bárbaras execuções mas, na intimidade, era altamente influenciado pela mulher, desejosa de poder e dinheiro, que o construiu como ditador.
Estes homens adoraram, usaram e executaram mulheres. Viveram com elas um único tipo de amor: o que mata.»

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