20|20 festeja cinco anos com John Green, James Patterson, Pearl S. Buck e uma nova chancela

JoyA 20|20 Editora – que reúne as chancelas Topseller, Vogais, Booksmile e Nascente – está a comemorar cinco anos de vida e a melhor maneira de fazê-lo é a anunciando novos livros e uma nova chancela.
John Green (autor do fenómeno A Culpa é das Estrelas) é uma das prendas aos leitores presentes neste aniversário, na forma do livro Quando a Neve Cai. Mas, claro, não podia faltar a superestrela James Patterson, com I, Alex Cross e Sunday’s at Tiffany’s, nem Janet Evanovich (A Perseguição) e Jeff Kinney (O Diário de um Banana 9).
Outra grande novidade será o lançamento em, 2015 de uma nova chancela cujo nome ainda não foi divulgado, mas sobre a qual já se sabe que vai editar um romance inédito de Pearl S. Buck, Prémio Nobel da Literatura. O livro A Eterna Demanda (The Eternal Wonder) chega às livrarias em fevereiro de 2015.
A nova chancela prevê lançar 15 títulos em 2015, entre autores nacionais e estrangeiros.
Eis as novidades da 20|20, mês a mês, até Novembro.

Agosto

Topseller
Não Digas Nada – Mary Kubica
Ama-me – J. Kenner
Um Caso Perdido – Colleen Hover
Booksmile
Agenda de O Diário de um Banana

​Setembro

Topseller
A Mulher Má – Marc Pastor
(Um thriller ao estilo de Sherlock Holmes, passado na cidade de Barcelona de 1912, baseado numa história verídica de uma mulher que raptava e comia crianças.
O Segredo dos Tudor – C. W. Gortner
Inocentes – Taylor Stevens.

Vogais
Mourinho Rockstar: As Duas Faces do Treinador Mais Polémico do Mundo – Luís Aguilar
ABC da Poupança – Ana Rosa Bravo
Dieta Anticancro – Magda Roma
Um Homem Também Chora – Mónica Menezes

Outubro

Topseller
I, Alex Cross – James Patterson
A Perseguição – Janet Evanovich
Fraturado – Karin Slaughter

Vogais
Antoine de Saint Exupéry: Vida e Morte do Principezinho – Paul Webster
O Príncipe da Máfia – Philip Leonetti, “Crazy Phill”

Novembro

Topseller
Quando a Neve Cai – John Green
(Livro que reúne três romances de Natal, três histórias de amor escritas a três mãos: John Green, Lauren Myracle e Maureen Johnson.)
Booksmile
O Diário de um Banana 9 – Jeff Kinney
Dois títulos de Princesa Poppy – Janey Louise Jones
Vogais
The Great Reformer: Francis and the Making of a Radical Pope – Austin Ivereigh
(Biografia do Papa Francisco).

«James Bond – A Solo» – William Boyd

A SoloA Solo é mais uma aventura literária do espião criado por Ian Fleming, James Bond, esta assinada por William Boyd, que sucede Jeffery Deaver, autor de Carta Branca.
Ao contrário dos filmes, onde, enquanto se mantém o ator, é respeitada uma certa ordem cronológica, nos romances isso não se verifica. James Bond tanto nos pode aparecer envolvido num trepidante caso nos dias de hoje, como numa aventura nos anos 1970. Em A Solo, Bond, ex-combatente na II Guerra Mundial, está nos finais dos anos 60, e cai-lhe nas mãos uma missão num instável país africano (Zanzarim) envolvido numa sangrenta guerra civil. A Grã-Bretanha tem lá os seus interesses (ou seja, há lá petróleo) e a 007 é entregue a missão de abater um determinado líder, pouco favorável aos reais interesses britânicos.
Como em qualquer clássica história de espiões, ninguém é o que parece e a cada reviravolta na história percebe-se qual era, afinal, o posicionamento de cada personagem. Apanhado no meio desse habitual turbilhão de reviravoltas, Bond não consegue levar a cabo a sua missão, pelo menos não do modo que a idealizara. Para ele, torna-se um caso pessoal e para concluir a sua tarefa resolve agir «a solo». Os desenvolvimentos levam-no aos Estados Unidos, onde descobre que por detrás da crise em Zanzarim está muito mais do que questões políticas, geoestratégicas ou relacionadas com jazidas petrolíferas.
A Solo é uma história «pura» de James Bond, com ambientes de hotéis, aeroportos, raparigas bonitas, agentes duplos, mercenários, facínoras, uns quantos tiroteios e, claro está, umas quantas mortes.
O livro está bem estruturado e bem escrito e apresenta uma dinâmica que sem dificuldade prende o leitor: poucos momentos mortos, muita ação, ambientes exóticos cativantes e uma boa galeria de personagens – típicas deste tipo de obras, sem dúvida, mas nem por isso menos interessantes.
A Solo tem tudo para agradar aos fãs do herói de Fleming, mas também a quem gosta de romances de espionagem ou pura e simplesmente de uma boa aventura. Daria um bom filme da saga 007, embora não esteja a ver os produtores a recuarem até aos anos 1960… pelo menos enquanto Daniel Craig durar. Por isso, o melhor mesmo é aproveitar o livro.

Autor: William Boyd
Título Original: Solo
Editora: Dom Quixote
Tradução: Luís Santos
Ano de Edição: 2014
Páginas: 330

Sinopse: «Decorre o ano de 1969 e James Bond está prestes a agir a solo, tendo uma imprudente vingança como objectivo. Veterano de longa data dos serviços secretos, 007 é encarregue de pôr fim sozinho a uma guerra civil, numa pequena nação da África Ocidental, Zanzarim. Ajudado por uma bela cúmplice e boicotado pela milícia local, Bond passa por uma experiência marcante que o leva a ignorar as ordens de M. enquanto tenta levar a cabo a sua missão pessoal de justiça. As acções impetuosas de James Bond levam-no a Washington D.C., onde descobre uma rede de intrigas geopolíticas e assiste a novos horrores.
Todavia, mesmo que Bond consiga obter a sua vingança, será perseguido a cada momento por um homem de duas caras.»

«Do Holocausto à Salvação», de Bernard Wasserstein, relata a história de uma holandesa que ajudou milhares de judeus a escapar à morte

holoDo Holocausto à Salvação: A Mulher que Ajudou a Salvar Milhares de Judeus, uma edição recente da  Vogais, narra a fantástica história de Gertrude van Tijn, a mulher que ajudou milhares de judeus a escapar à morte, nomeadamente a partir de Lisboa. O livro é da autoria de Bernard Wasserstein, historiador e professor de História Judaica Europeia Moderna na Universidade de Chicago.

Sobre o livro: «Em maio de 1941, Gertrude van Tijn chegou a Lisboa vinda de uma Amesterdão ocupada pelos nazis. Vinha com a missão de negociar o refúgio de milhares de judeus, alemães e holandeses, com a permissão das autoridades nazis. Mas seria esta mulher de meia-idade, carregando tamanha responsabilidade, capaz de desempenhar eficazmente a sua missão, estando conotada com os ocupantes?
Teria sido ela um mero peão manobrado pelos nazis, ou a sagaz heroína que pactuou com o inimigo para melhor poder defender o seu povo?
Bernard Wasserstein, um dos maiores especialistas mundiais em História do Século XX, relata a odisseia desta judia alemã com nacionalidade holandesa que contribuiu, apesar da ambiguidade das suas virtudes, para o salvamento de milhares de pessoas.
Através dela, o autor conduz o leitor até aos sombrios tempos de guerra na Europa, expondo os dolorosos dilemas com que os judeus se confrontaram sob a ocupação nazi.
O resultado é um fascinante documento, em que Portugal e a cidade de Lisboa desempenham um papel decisivo.»

«Pensar como Steve Jobs» – Daniel Smith

Capa Pensar como Steve JobsPensar como Steve Jobs, em certos aspetos, deverá ser entusiasmante – noutros nem por isso, porque o homem na realidade tinha uma mente um bocado… complicada.
Mas Pensar Como Steve Jobs (o livro, editado pela Vogais) pode ajudar-nos a compreender melhor a mente e, principalmente, o modo de agir deste génio nosso contemporâneo que, infelizmente, morreu antes de nos brindar com (mais) novas revoluções no nosso quotidiano. As que nos deixou nos últimos anos só por si já lhe valem um lugar na secção de génios, mas quando se tem um génio ao dispor-se quer-se sempre mais, certo?
Este livro, da autoria de Daniel Smith, é uma daquelas obras de leitura agradável (e fácil) que, neste caso, nos permite conhecer melhor o génio por detrás da marca da maçã. E quando digo conhecer o génio, quero dizer conhecê-lo mesmo, no seu todo, e não apenas o lado bom. Não esperem pormenores ou mexericos sobre a sua vida pessoal, pois trata-se de uma obra essencialmente sobre o lado profissional de Jobs – a parte pessoal, familiar, surge apenas quando é necessário enquadrar algo na sua vida profissional, ajudar a compreender certas atitudes.
Jobs foi um homem difícil, a quem muito se perdoava, em virtude do muito que trouxe de novo e positivo ao mundo tecnológico, com repercussões reais no dia a dia.
A edição portuguesa traz um brinde, as anotações de Pedro Aniceto, «evangelizador da Apple», que em tempos trabalhou para a marca em Portugal. A sua experiência pessoal acrescenta umas luzes sobre a Apple e Jobs, com particular incidência em casos relacionados com a operação da marca em Portugal.
Constam deste livro histórias curiosas, outra divertidas, outras tristes e até revoltantes, escritas e descritas num «tom» ligeiro, mas não superficial.
Não espere um tratado sobre a Apple, mas pode contar com um documento interessante, que interessará não só aos fiéis da marca, mas a quem goste de tecnologia e inovação, e também a quem queira compreender melhor o iMundo onde vivemos.
Ao todo, estão presentes na obra 27 lições, onde há comparações com marcas concorrentes, o que falhou e o que correu bem, o que foi pura sorte ou intuição.

Autor: Daniel Smith
Título Original: How To Think Like Steve Jobs
Editora: Vogais
Tradução: Rita Canas Mendes
Ano de Edição: 2014
Páginas: 240

Sinopse: «Steve Jobs, um dos maiores inovadores dos tempos modernos, em poucas décadas transformou por completo as indústrias da informática, da música e dos telemóveis, criando algumas das tecnologias mais utilizadas em todo o mundo.
O fundador e CEO da Apple liderou a empresa desde as suas origens humildes, na garagem dos seus pais, até ao império global que é hoje em dia, revolucionando a forma como vivemos e trabalhamos. Mas como foi que o fez? O que o levou a tomar as decisões incomuns que fizeram da Apple uma empresa de êxito global?
Pensar como Steve Jobs apresenta as mais importantes técnicas de gestão e liderança deste génio da inovação e da gestão. São 27 lições, comentadas por Pedro Aniceto, o reputado especialista em produtos Apple e evangelizador da marca em Portugal, e exemplificadas com os maiores êxitos e fracassos pessoais e profissionais do percurso de Steve Jobs.
Este livro é um convite para que veja o seu mundo através dos olhos e um génio visionário, e consiga inovar, decidir e acertar como Steve Jobs. Aprenda a:
• Quebrar as regras e desafiar o status quo.
• Aperfeiçoar a sua mensagem e manter-se à frente da concorrência.
• Divulgar com eficácia a sua empresa, os seus produtos e as suas ideias.
• Estar sempre atento às melhores oportunidades.
• Alcançar as metas pretendidas.»

«Na Pele de Meryl Streep», de Mia March, promete animar o verão

????????????????O romance Na Pele de Meryl Streep, de Mia March, é apresentado pela Bertrand como uma leitura para o verão e não será por acaso que chegou às livrarias a 1 de agosto.

Sinopse: «Duas irmãs e uma prima, que foram criadas juntas, regressam à casa onde cresceram. Assim, Isabel, June e Kat acabam a partilhar o espaço no sótão da pousada de Lolly, e com tanto para contar depois de tantos anos.
Mas quando Lolly as convida a participarem na noite de cinema que realiza semanalmente para os hóspedes – coincidindo ser o mês da Meryl Streep – começam a partilhar segredos, falando até altas horas da noite e questionando tudo: a vida, o amor e aquilo que julgavam saber umas das outras.
Cada uma vê a sua vida refletida na magia do cinema: o marido de Isabel tem uma amante; June prometeu ao filho de sete anos que tudo fará para descobrir quem é o seu pai e Kat, entre a espada e a parede, não sabe se há de aceitar a proposta de casamento que lhe fez o seu melhor amigo.
E agora, além disso, Isabel, June, Kat – e Meryl – têm de estar ali por Lolly, já que ela sempre as ajudou a encontrarem-se a si mesmas, umas às outras e a lutarem por um final feliz.»

«O Olho de Deus», de James Rollins e Rebecca Cantrell, editado pela Bertrand

?????????A Bertrand lançou no início do mês O Olho de Deus, romance de aventuras escrito em parceria por James Rollins e Rebecca Cantrell.

Sinopse: «Um satélite de investigação despenha-se numa área remota da Mongólia, desencadeando uma busca febril pela sua carga valiosa: o projeto de um físico, relacionado com o estudo da energia negra, e uma imagem chocante de destruição da costa leste dos EUA.
Ao Vaticano, chega uma encomenda contendo dois estranhos objetos: uma caveira com inscrições em aramaico antigo e um livro encadernado com pele humana. Os testes de ADN revelam que pertenceram ao mesmo corpo: o do rei mongol Genghis Khan.
O comandante Gray Pierce e a Força Sigma preparam-se para descobrir uma verdade ligada à decadência do Império Romano e a um mistério que remonta ao início da Cristandade. Assim como a uma arma escondida há séculos e que encerra em si o futuro da humanidade.»

Madeline Hunter de regresso com «Pecadora»

???????????????As Edições Asa lançaram recentemente um romance voltado essencialmente para o público feminino e de uma das suas autoras bestsellers. Trata-se de Pecadora, de Madeline Hunter.

Sinopse: «Habituada a uma existência pacata, Celia Pennifold vê a sua vida virada do avesso após a morte da mãe, Alessandra Northrope, uma cortesã afamada. Para além de uma pequena casa, a mãe deixou-lhe de herança apenas dívidas e uma reputação manchada. O destino de Celia já está traçado há muito. Ela foi educada para seguir as pisadas da mãe. Mas Celia é determinada e tem os seus próprios planos… que não incluem, evidentemente, o misterioso inquilino com que se depara ao instalar-se no seu novo lar.
Jonathan Albrighton encontra-se numa missão a mando do tio, pois há suspeitas de que Alessandra possuía informações delicadas sobre alguns dos homens mais influentes da sociedade londrina. Jonathan pensava estar perante uma tarefa simples, não contava encontrar em Celia uma adversária à sua altura…»

«Thriller» «O Nadador» é a obra de estreia do sueco Joakim Zander

obj-nadadorO Nadador, thriller do sueco Joakim Zander, foi recentemente lançado pela Suma de Letras, chancela da editora Objectiva. Trata-se do primeiro romance deste autor, que reside em Helsínquia e até aqui tem exercido as funções de advogado para a União Europeia.

Sinopse: «Damasco. Uma noite quente no princípio dos anos 80. Um agente americano entrega a sua bebé a um destino incerto, uma traição que jamais se perdoará e que será o começo de uma fuga de si próprio. Até ao dia em que não pode continuar a esconder-se da verdade e se vê obrigado a tomar uma decisão crucial.
Trinta anos depois, Klara Walldéen, uma jovem sueca que trabalha no Parlamento Europeu, vê-se envolvida numa trama de espionagem internacional na qual está implicado Mahmoud Shammosh, o seu antigo amante e ex-membro das forças especiais do exército sueco.
Klara e Mahmoud transformam-se no alvo de uma caçada através da Europa, um mundo onde as fronteiras entre países são tão ténues como a linha que separa um aliado de um inimigo, a verdade da mentira, o passado do presente.»

Sinais de Fogo editou «Também me Salvaste», de Susan Kushner Resnick

sf-fogoA editora Sinais de Fogo lançou recentemente Também me Salvaste – O que um sobrevivente do Holocausto me ensinou sobre a vida, de Susan Kushner Resnick, apresentado como «uma história extraordinária de amizade entre uma jovem mãe e um velho sobrevivente do Holocausto».

Sobre o livro: «Há quinze anos, Aron Lieb aproximou-se de Sue Resnick e encontrou uma companheira e uma alma gémea que se manteve firmemente ao seu lado até ao fim da vida e lhe prometeu que não o deixaria morrer sozinho.
Uma comovente história real, que nos conta a forma como duas pessoas tão diferentes partilharam os segredos mais profundos e criaram uma relação intensa, complicada, desafiadora, divertida e, acima de tudo, de valor inestimável.
Com uma prosa encantadora, intercala a história de Aron, o desenvolvimento da sua amizade e uma crise de saúde que poderia forçá-los a separar-se.»