Novidades Editoriais de Maio (IV)

O Pecado de Porto NegroO Pecado de Porto Negro – Norberto Morais (Casa das Letras)
«Em Porto Negro, capital da ilha de São Cristóvão, toda a gente conhece Santiago Cardamomo, o bom malandro que trabalha na estiva, tem meio mundo de amigos e adora mulheres, de preferência feias, raramente passando uma noite sozinho. O seu sucesso junto do sexo oposto enche, aliás, de inveja aqueles a quem a sorte nunca bateu à porta, sobretudo o enfezado Rolindo Face, que há muito alimenta esperanças no amor de Ducélia Trajero – a filha que o patrão açougueiro guarda como um tesouro. Mas eis que, no dia em que ensaiava pedir a sua mão, assiste sem querer a um pecado impossível de perdoar que acabará por alterar a vida de um sem-número de porto-negrinos, entre os quais a da própria mãe; a de um foragido da justiça que vive um amor escondido para se esquecer do passado; a de Cuménia Salles, a dona do Chalé l’Amour, a mais afamada casa de meninas da cidade; ou a de Chalila Boé, um mulato adamado que, nas desertas horas da madrugada, se perde pelo porto à procura do amor.»
20 de maio

pe-contosContos Vagabundos – Mário de Carvalho (Porto Editora)
«Estes contos são vagabundos porque não param de caminhar, percorrem as estradas do arco-da-velha, deambulam pelos recantos mais sombrios, mas também surgem à claridade do dia, marcham alegremente e intrometem-se, com ironia, nas tramas do nosso quotidiano. Pelo caminho, vão deixando o mundo às avessas, interpelando o leitor e desafiando-o para a aventura e para as perplexidades da vida e da literatura. O demónio também faz por aqui as suas andanças. Insiste em pôr-nos um espelho na frente.»

aa-cercasAs Leis da Fronteira – Javier Cercas (Assírio & Alvim)
«As Leis da Fronteira é uma impetuosahistória de amor e desamor, de enganos e violência, de lealdades e traições, de enigmas por resolver e de vinganças inesperadas.
No verão de 1978, com Espanha a sair ainda do franquismo e sem ter entrado definitivamente na democracia, quando as fronteiras sociais e morais parecem mais porosas do que nunca, um adolescente chamado Ignacio Cañas conhece por acaso Zarco e Tere, dois delinquentes da sua idade, e esse encontro mudará para sempre a sua vida. Trinta anos mais tarde, um escritor recebe o encargo de escrever um livro sobre Zarco, transformado nessa altura num mito da delinquência juvenil da Transição. O que acaba por encontrar não é a verdade concreta de Zarco, mas uma verdade imprevista e universal, que nos diz respeito a todos. Assim, através de um relato que não dá um instante de trégua, escondendo a sua extraordinária complexidade sob uma superfície transparente, o romance transforma-se numa pesquisa apaixonada sobre os limites da nossa liberdade, sobre as motivações impenetráveis dos nossos atos e sobre a natureza inapreensível da verdade.»
23 de maio

CApaPEQ_o_ultimo_olimpianoPercy Jackson e o Último Olimpiano – Rick Riordan (Planeta)
«Os mestiços passaram o ano inteiro a preparar para a batalha contra os Titãs, sabendo que a vitória é pouco provável. O exército de Cronos está mais forte do que nunca, e a cada novo deus ou mestiço que é recrutado, o poder de Cronos aumenta cada vez mais.
Enquanto os Olimpianos lutam para travar o monstro Tifão, Cronos avança em direção à cidade de Nova Iorque, onde o Monte Olimpo quase não tem vigilância. Cabe agora a Percy Jackson e ao seu exército de jovens semideuses travarem o Senhor do Tempo.
Neste muito aguardado quinto e último livro da série best-seller Percy Jackson e os Heróis do Olimpo, a profecia envolve o dia do 16.º aniversário de Percy. E, enquanto luta por travar o fim da civilização ocidental nas ruas de Manhattan, Percy enfrenta a terrível sensação de que, na realidade, está a lutar contra o seu próprio destino.»

PrintA Imperatriz Viúva – Cixi, a Concubina Que Mudou a China – Jung Chand (Quetzal)
«Cixi, a imperatriz viúva (1835-1908), é a mulher mais importante da História da China. Governou a China durante décadas e trouxe um império medieval até aos tempos modernos. Durante uma seleção para consortes reais levada a cabo em todo o reino, Cixi foi escolhida, com dezasseis anos, para ser uma das inúmeras concubinas do imperador. Ascendendo de uma das mais baixas categorias de concubinato, após a morte do imperador, Cixi tomou o trono aos regentes que haviam sido nomeados por ele, chamando a si a governação da China.
Cixi reinou através de tempos historicamente conturbados e de grandes crises internas e externas, e transformou profundamente o país, desenvolvendo todos os setores e infraestruturas necessários a um Estado moderno: indústria, caminhos de ferro, eletricidade e comunicações. Mas desempenhou também um papel importante em reformas sociais que aboliram, por exemplo, práticas de extrema crueldade, como a morte através dos mil golpes ou a tradição de ligar os pés das mulheres.»

A Maçonaria e a Participação de Portugal na I Guerra MundialA Maçonaria e a Participação de Portugal na I Guerra Mundial – Pedro Ramos Brandão e António Chaves Fidalgo (Casa das Letras)
«No ano em que se comemora o centenário do início da Primeira Guerra Mundial justifica-se uma reflexão sobre um conflito que contou com a participação dos portugueses e mudou para sempre a vida da humanidade.
No período compreendido entre Julho de 1914 e Novembro de 1918, os portugueses participaram em três frentes de combate: Angola, Moçambique e Flandres. Portugal tinha recentemente implantado a república e a vida social, económica e política do país evidenciava uma forte e natural instabilidade que foi acelerada pela cisão do velho Partido Republicano Português e pelas diferentes tentativas de restauração da monarquia.
Por detrás da participação neste conflito encontram-se algumas relações causais entre a maçonaria, organizada no Grande Oriente Lusitano Unido, e as decisões de diferentes governos republicanos que originaram o envolvimento de Portugal na Grande Guerra.»
27 de maio

Os Alegres Dias do País TristeOs Alegres Dias do País Triste Dez Anos se Passaram Sobre o Europeu Português – Afonso de Melo (Livros d’Hoje)
«O Euro-2004 foi, para todos os portugueses, um turbilhão de emoções. Dez anos passados, os protagonistas são chamados a depor. Que passou pela cabeça de Postiga no momento de marcar aquele “penalty” contra a Inglaterra? E o que levou Ricardo a tirar as luvas? Como explica Luiz Felipe Scolari o facto de Portugal não ter sido capaz de vencer a Grécia? E Costinha, sentiu-se culpado no golo da final? Cristiano Ronaldo recorda a sinceridade das suas lágrimas. Rui Costa um dos grandes golos da sua carreira e a despedida da selecção. Maniche conta como se decidiu por aquele pontapé fundamental frente à Holanda. Nuno Gomes descreve o remate fatal que eliminou a Espanha. Pauleta lamenta a sua seca de golos. Miguel a lesão que o tirou a meio do jogo decisivo. E todos, todos eles estão de acordo numa coisa: foi algo de absolutamente inesquecível!»
27 de Maio

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