Aprenda a «Pensar Como Steve Jobs» com Daniel Smith e a Vogais

Capa Pensar como Steve JobsChegou hoje às livrarias Pensar Como Steve Jobs, um interessante livro assinado por Daniel Smith e editado pela Vogais. Com o subtítulo 27 Lições do Fundador e CEO da Apple para Inovar, Decidir e Acertar, a edição portuguesa apresenta um bónus, pois vem anotada por Pedro Aniceto, especialista em produtos Apple e «evangelizador» da marca em Portugal.
Steve Jobs, considerado quase unanimemente um dos maiores inovadores dos tempos modernos, transformou por completo, como refere a Vogais na sua nota de imprensa, as indústrias da informática, da música e dos telemóveis.
Mas vejamos o que diz Pedro Aniceto sobre a obra: «Encontraremos nesta obra de Daniel Smith múltiplos exemplos do pensamento de uma personalidade ímpar. Alguém que persistentemente e com épicas doses de mau feitio reinventou diversos aspetos das nossas vidas. E de alguns nem sequer sabemos ainda. Porque, como Steve Jobs disse e repetiu inúmeras vezes, “Existem produtos que o público só sabe que quer quando lhos mostramos.”»

E já agora o que pensam sobre Steve Jobs…
Steven Spielberg: «Steve Jobs é o maior inventor desde Thomas Edison. Ele pôs o mundo na ponta dos nossos dedos.»
George Lucas: «A magia de Steve era que, enquanto outros simplesmente aceitavam o estado das coisas, ele via o verdadeiro potencial em tudo o que tocava e nunca comprometia essa visão. Ele deixa atrás de si uma família incrível e um legado que continuará a ser relevante para o público durante muitos anos.»
Mark Zuckerberg: «Steve, obrigado por teres sido um mentor e um amigo. Obrigado por mostrares que aquilo que construímos pode mudar o mundo.»
Barack Obama: «Steve foi um dos grandes inovadores americanos —suficientemente corajoso para pensar de forma diferente, suficientemente ousado para acreditar que podia mudar o mundo, e suficientemente talentoso para o fazer.»

Sobre o livro: «Steve Jobs, um dos maiores inovadores dos tempos modernos, em poucas décadas transformou por completo as indústrias da informática, da música e dos telemóveis, criando algumas das tecnologias mais utilizadas em todo o mundo.
O fundador e CEO da Apple liderou a empresa desde as suas origens humildes, na garagem dos seus pais, até ao império global que é hoje em dia, revolucionando a forma como vivemos e trabalhamos. Mas como foi que o fez? O que o levou a tomar as decisões incomuns que fizeram da Apple uma empresa de êxito global?
Pensar como Steve Jobs apresenta as mais importantes técnicas de gestão e liderança deste génio da inovação e da gestão. São 27 lições, comentadas por Pedro Aniceto, o reputado especialista em produtos Apple e evangelizador da marca em Portugal, e exemplificadas com os maiores êxitos e fracassos pessoais e profissionais do percurso de Steve Jobs.
Este livro é um convite para que veja o seu mundo através dos olhos e um génio visionário, e consiga inovar, decidir e acertar como Steve Jobs. Aprenda a:
• Quebrar as regras e desafiar o status quo.
• Aperfeiçoar a sua mensagem e manter-se à frente da concorrência.
• Divulgar com eficácia a sua empresa, os seus produtos e as suas ideias.
• Estar sempre atento às melhores oportunidades.
• Alcançar as metas pretendidas.»

Assim começa… «Cem Anos de Solidão», de Gabriel García Márquez

«Muitos anos depois, diante do pelotão de fuzilamento, o coronel Aureliano Buendía haveria de recordar aquela tarde remota em que o pai o levou a conhecer o gelo. Macondo era então uma aldeia de vinte casas de barro e cana, construídas na margem de um rio de águas transparentes que se precipitavam por um leito de pedras polidas, brancas e enormes como ovos pré-históricos. O mundo era tão recente que muitas coisas ainda não tinham nome e para as mencionar era preciso apontar com o dedo. Todos os anos, pelo mês de Março, uma família de ciganos andrajosos montava a sua tenda perto da aldeia e, num grande alvoroço de apitos e timbales, davam a conhecer as novas invenções.»  (Publicações Dom Quixote. Tradução de Margarida Santiago)dq-cem

Assim começa… «A Última Viagem», de Laurent Gaudé

«Ao primeiro espasmo, ninguém se apercebe de nada e os que o rodeiam continuam a rir-se. Um leve movimento dos ombros, como para se proteger de um toque invisível, um gesto ínfimo que se dilui no tumulto do banquete, debruça-se ligeiramente para a frente e leva a mão ao ventre. A dor é tão aguda que o paralisa durante alguns segundos, mas antes de gritar, antes mesmo de ter tempo para se amedrontar, a dor desaparece. A música à sua volta é cada vez mais intensa, cafarnaum de risos, flautas e tambores. Retoma o folego. Sentiu, nas entranhas, aquela coisa que cresce – uma espécie de definhamento do corpo, mas a dor passou tão depressa que se sente estupefacto. Ergue a cabeça, observa que à sua volta os convivas continuam a rir sem que ninguém tenha visto nada, e então pede que voltem a servi-lo.»
(Sextante, 2013. Tradução de Isabel St. Aubyn)
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Assim começa… «A Rainha dos Caraíbas», de Emilio Salgari

«O célebre mar dos Caraíbas, açoitado pelo temporal, rugia furioso, projectando verdadeiras catadupas de água contra os molhes de Porto Limão e as costas da Nicarágua e da Costa Rica.
O sol estava no ocaso e as trevas caíam rapidamente como se tivessem pressa de ocultar a tremenda luta travada entre a terra e o céu.
Ainda não chovia, mas não devia tardar e por isso os habitantes tinham-se apressado a abandonar as ruas da cidadela e o pequeno porto, refugiando-se nas suas casas.
Apenas alguns pescadores e soldados da diminuta guarnição espanhola permaneciam na praia, afrontando a fúria crescente das vagas e as massas de água que o vento erguia do mar e arremessava contra o molhe.»
(Via Óptima, 2009. Tradução de António Vilalva)
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Assim começa… «O Leopardo», de Giuseppe Tomasi di Lampedusa

«“Nunc et in hora mortis nostrae. Amen”
Termina a oração quotidiana do rosário. Durante meia hora, a voz pacata do Príncipe tinha evocado os Mistérios Dolorosos; durante meia hora, misturaram-se outras vozes tecendo um murmúrio ondulante em que se destacavam as florinhas de ouro de palavras invulgares: amor, virgindade, morte; e, enquanto durava aquele murmúrio, o salão rococó parecia ter mudado de aspeto; até os papagaios que abriam as asas irisadas na seda da tapeçaria tinham o ar de intimidados; a própria Madalena, no meio das duas janelas, mais parecia uma penitente em vez de uma bela louraça, distraída sabe-se lá com que devaneios, como se via sempre.»
(Publicações Dom Quixote, 2014. Tradução de José Colaço Barreiros)O Leopardo

Novidades Editoriais de Abril (VI)

ca-baldaO Atentado – David Baldacci (Clube do Autor)
«Depois de Os Inocentes, David Baldacci regressa agora às livrarias nacionais com um livro que tem o Médio Oriente como palco e uma cimeira internacional como alvo da próxima missão de Robie.
Robie é encarregado de matar uma “companheira de armas”, depois de surgirem provas que apontam para que Jessica Reel, assassina de profissão como ele, terá mudado de campo. A missão de Robie consiste em apanhar Jessica Reel, morta ou viva. No entanto, Robie não tarda a dar-se conta de que a situação vai além da mera traição. Com efeito, por detrás do ataque de Reel esconde-se uma ameaça muito maior, e que poderá provocar ondas de choque suscetíveis de atingir o mundo inteiro.»

PLANOK_TORRE_NEGRA1A Escolha dos Três – A Torre Negra – Livro 2 – Stephen King (Bertrand)
«Depois de seu confronto com o homem de preto no final de O Pistoleiro, Roland acorda e encontra três portas na praia do mar Ocidental. Todas elas o conduzem a Nova Iorque, mas em três momentos distintos no tempo. Através destas portas, Roland vai ao encontro das três personagens cruciais para a sua busca da Torre Negra.
Em 1987, ele encontra Eddie Dean, o Prisioneiro, um jovem viciado em heroína. Em 1964, conhece Odetta Holmes, a Senhora das Sombras, uma afro-americana que perdeu as pernas num acidente de metro e ganhou uma segunda personalidade. E em 1977, encontra Jack Mort, um homem responsável por crueldades inimagináveis.
Será que Roland encontrou novos companheiros para a demanda? Ou terá ele desencadeado algo totalmente diferente?
Passada num mundo de circunstância extraordinárias, com um imaginário visual espantoso e personagens inesquecíveis, a série A Torre Negra é ímpar. A obra mais visionária de Stephen King é um misto mágico de fantasia e horror.»

cf-hamletHamlet Tinha um Tio – James Branch Cabel (Cavalo de Ferro)
«As antigas sagas dos povos nórdicos narram a gesta de um príncipe viquingue que reinou na Jutlândia no tempo em que o infeliz Justiniano II (“o do nariz cortado”), era imperador de Bizâncio. Amleth, ou Hamlet, cujo carácter Shakespeare moldou numa infinidade inventada de traços, dúvidas e filosofias, de ser ou não ser, e cuja loucura fingida comoveu gerações de espectadores de teatro, foi, afinal, uma figura de carne e osso.
James Branch Cabell, de quem Mark Twain afirmava ser um dos mais notáveis autores da nova geração, segue de perto as antigas crónicas medievais para iluminar e reviver a vida sanguinária, incestuosa, violenta e “verdadeira” do príncipe Hamlet, num dos romances históricos mais surpreendentes e extraordinários da literatura, aqui pela primeira vez traduzido em português.

k_corpo_subtis1Corpos Subtis – Norman Rush (Quetzal)
«Nina e Ned estão a tentar conceber um filho. Em pleno período fértil de Nina, Ned apanha subitamente, e sem aviso prévio, um avião, para ir ao funeral de Douglas, um misterioso amigo dos seus tempos de estudante. Nina, furiosa, põe-se a caminho, atrás dele, para poderem ir para a cama no momento certo.
Douglas era o chefe de um círculo de amigos da faculdade, e Nina estranha o ascendente que, volvidos tantos anos e malgrado o afastamento, o grupo – e em especial Douglas, mesmo depois de morto – tem sobre o marido.
Corpos Subtis explora a reconfiguração e a reavaliação desse grupo de amigos, na sequência da morte de um deles, e questiona as razões pelas quais fazemos os amigos que fazemos, porque os conservamos e qual o sentido que damos às nossas histórias pessoais.
É um retrato sábio e divertido, e uma observação finíssima da inconstância das relações e das novas verdades que podem emergir de velhas certezas.
Como a toda a obra de Norman Rush, a Corpos Subtis também se aplica a máxima “ficção é a verdade contada de forma excessiva e belíssima”. É também uma envolvente e rigorosa lição na arte do romance.

Capa O Jardim das MemóriasO Jardim das Memórias – Amy Hatvany (Topseller)
«
Uma história comovente sobre uma filha em busca do pai.
Quando Eden tinha dez anos, encontrou o pai, David, caído no chão da casa de banho. A tentativa de suicídio conduziu ao divórcio dos pais e David desapareceu quase por completo da sua vida. Vinte anos depois, Eden é uma chef bem-sucedida, mas após uma série de relacionamentos românticos falhados percebe que é tempo de procurar o pai, que se encontra a viver na rua, para poder perdoá-lo e seguir em frente.
A sua busca leva-a até um albergue para sem-abrigo e até Jack Baker, o diretor. Jack convence Eden a fazer trabalho de voluntariado no albergue e, em troca, ajuda-a na sua busca. À medida que Eden e Jack se apaixonam e a sua procura os aproxima de David, Eden vê-se obrigada a enfrentar as suas verdadeiras emoções e a dolorosa pergunta acerca do pai: será que depois de todos aqueles anos ele quer mesmo ser encontrado?»

capa_EstePaisAnedotaEste País é uma Anedota
– Compilação de
Catarina Araújo e António Gomes de Almeida, ilustrações de Manel Cruz (Arteplural)
«
Mais de 300 anedotas sobre a crise, a saúde, a justiça, os transportes, o emprego, a educação e outras tragédias à portuguesa
Há anos que a crise domina as notícias: falências, desemprego, emigração jovem, pensionistas na miséria, enquanto os casos de corrupção entre políticos e empresários se multiplicam… quase tanto como os novos impostos, que o Governo inventa.
Porque este país parece uma anedota pegada, não há mesmo nada melhor do que recorrer ao humor para passar os dias difíceis.
Nestas páginas estão reunidas as mais variadas anedotas sobre este querido jardim à beira-mar plantado. E, tal como os programas de governo, este livro aborda todas as questões que pesam na conjuntura da vida dos portugueses: a crise; os políticos, a saúde, a justiça, a educação e o emprego. Mas também aborda assuntos sérios – há um capítulo inteiro dedicado em exclusivo ao futebol.»

Capa Tom Gates 4Tom Gates 4 – Ideias (Quase) Todas Geniais – Liz Pichon (Booksmile)
«Descontrair e “desligar” um pouco da escola é a palavra de ordem para as férias da Páscoa. E nada melhor do que um divertido livro para, não só alegrar os miúdos, mas, ao mesmo tempo, ajudar a manter os neurónios ativos. O Tom Gates é a personagem ideal para o fazer.
Tom Gates é mestre em arranjar desculpas para não fazer os trabalhos de casa. Atacado por cães, água derramada nos cadernos ou ter sido atingido por raios, são apenas alguns dos argumentos bem divertidos que Tom arranja para tentar enganar os pais. Em Tom Gates 4: Ideias (Quase Todas) Geniais, Tom decide participar no concurso de talentos da escola. O Marcus pensa que só ele é que tem boas ideias, mas no final o Tom vai mostrar-lhe quem é que manda!
O tio Kevin também se acha um génio, mas nem imaginas o que aconteceu no churrasco lá em casa! E, quando Tom deu de caras com a irmã Delia logo de manhã, teve uma ideia genial. Ou quase!»

ver-abrir25 de Abrir – O Abril que nos fez – Alexandre Honrado (texto) e Maria João Lopes (ilustrações)  (Verbo)
«Memórias são coisas que ficam do tempo que passa. Coisas que recordamos. Há muitos anos, um dia cheio de vontade de mudar as nossas vidas ficou para vir a ser uma memória. A tua memória. A memória de todos nós. Falo do 25 de Abril do ano de 1974. Foi há muitos anos, mas o que aconteceu continua a ser tão importante, que vale a pena ir à História para contar esta história. Foi o dia de uma Revolução. Mas uma revolução em que as flores foram mais fortes que toda a força do Mundo. Sem este dia não podíamos viver a Liberdade. Nem gritar Viva a Liberdade. Foi um dia de abrir novas memórias.»

k_mandoeuLá em Casa Mando Eu – Catarina Ferreira e Manuel Neves (Matéria-Prima)
«“O Manel tem uns boxers do Benfica. E eu podia terminar aqui que vocês já iam gozá-lo. Mas ele convenceu-se que, usando aqueles boxers nos jogos, o Benfica era invencível.” C.
Não é que eu vá deixar de gostar dos filhos que tivermos, mas se um desses putos feiosos for do Porto, a mãe que os pariu que os leve a sair à noite, que aqui o “pai lampião” está a dormir.” M.
Este é um livro de dois apaixonados, um casal que poderia ser igual a tantos outros. Poderia, mas não é. Ela é portista ferrenha; ele é doente do Benfica. Para além do amor que têm pelo outro e pelos seus clubes têm em comum o ódio pelo clube do outro.
Este livro é composto por uma série de textos muito divertidos sobre a vida dos autores, mas sempre em relação directa com o futebol.»
18 de abril

el-palavrasA Força das Palavras – Gustavo Santos (Esfera dos Livros)
«Quantas vezes querias ter dito “não” e acabaste por dizer “sim” porque tiveste medo de magoar alguém? Porque achaste que o outro ia gostar menos, ou se calhar pensar mal de ti? Pensa bem. E como é que te sentiste a seguir? Feliz e bem contigo próprio, ou desiludido, frustrado e triste? Quantas vezes já disseste com todo o coração “obrigado”? Quantas vezes te sentiste tocado por o perdão de alguém? Quantas vezes usaste a palavra «amor» com todo o teu coração? As palavras que dizemos no nosso dia a dia têm um poder capaz de transformar a nossa vida de um momento para o outro. Escolhi abordar a força das palavras neste meu novo livro, pois tenho vindo a constatar, infelizmente e com maior frequência nos meus workshops, conferências e sessões individuais de coaching, que as pessoas vivem com uma enorme dificuldade em dizer o que realmente pensam e sentem. É-lhes estranho afirmar as suas verdades e assumir aquilo em que acreditam, pois, e consecutivamente, escolhem não ser a sua prioridade! Isso, além de perigoso, afasta-as do comando das suas vidas, da confiança e, por conseguinte, da assertividade e da felicidade. Nos meus anteriores livros – Arrisca-te a Viver e Agarra o Agora – falei-te sobre essa maravilhosa possibilidade que temos de sair da nossa zona de conforto e arriscarmos a fazer diferente, isto é desligar a mente para ligar o coração naquele momento mágico e único que é o “Agora”. Neste livro falo-te de um poder diferente. A força das palavras, daquilo que nós dizemos aos outros e também a nós próprios. E ser assertivo não é mais do que sermos coerentes com aquilo que pensamos e sentimos e afirmá-lo, sem apelo nem agravo, sem falsos moralismos, nem pena de ninguém, apenas e somente porque nos respeitamos.
Um livro poderoso que inclui 10 palavras potenciadoras capazes de transformar a tua vida.»

«Amores e saudades de um português arreliado», novo livro de Miguel Esteves Cardoso, sai a 22 de abril

pe-arreliaAmores e saudades de um português arreliado é o nome do novo livro de Miguel Esteves Cardoso, a editar a 22 de abril, sucedendo assim ao êxito que se revelou Como é linda a puta da vida. Mais uma vez trata-se de uma edição Porto Editora.
No prefácio do livro, MEC, como é conhecido o autor, explica que «dantes tentava escrever coletivamente, generalizando sempre que podia», mas que, atualmente, tem aprendido que «é melhor» escrever sobre os próprios sentimentos, porque «os leitores facilmente apagam e substituem os objetos de amor, saudade e arrelias» que o agitaram. Até porque, prossegue, «uma emoção bem contada é uma emoção que toda a gente sente». E remata: «A melhor coisa que pode acontecer a quem escreve é alguém, do outro lado, pensar “sim, é mesmo assim”».
Amores e saudades de um português arreliado é apresentado a 3 de maio, em Lisboa, na nova loja A Vida Portuguesa, no largo do Intendente, e a 10 de maio, no Porto, na Casa das Artes.

Sobre o livro: «“A única coisa é a vida. A única coisa é a vida de cada um. Sem vida, nada feito. Viver não é a melhor coisa que há: é a única coisa. Cada momento da vida não é único. Mas há momentos únicos. A nossa felicidade não é passá-los como quisermos. É dar por ela a aproveitá-los. (…) A única coisa é saber que um dia virá em que nos será tirada a vida. Para sempre. Mas, por sabermos isso, não podemos perder tempo a pensar nisso. (…) A única coisa é estar aqui, agora, a escrever isto. Enquanto posso. Enchendo-me de alegria.”»

«Adultério», o novo romance de Paulo Coelho, está aí a chegar

capa_final_AdulterioAdultério, o novo romance do escritor brasileiro Paulo Coelho, será lançado pela Pergaminho a 17 de abril. A ideia para o livro surgiu quando este escritor de grande sucesso viu um filme sobre o Relatório Kinsey, estudo sobre a sexualidade humana. Paulo Coelho, segundo a editora, começou a pensar no que mais angustiava as pessoas hoje em dia e chegou à conclusão de que seria a depressão. No entanto, depois de ter colocado essa questão nas redes sociais mudou de opinião. A grande causa de aflição na nossa sociedade é o adultério, com concluiu ele, e eis um novo romance.

Sinopse: ««Uma mulher, casada, mãe de dois filhos, e jornalista de carreira, começa a questionar a rotina e a previsibilidade dos seus dias. Aos olhos de todos, tem uma vida perfeita: um casamento sólido, um marido dedicado, filhos felizes, um trabalho que a realiza. Contudo, já não é capaz de suportar o esforço para fingir que é feliz, quando a única coisa que sente pela vida é uma enorme apatia. Mas tudo muda quando reencontra, acidentalmente, um antigo namorado…. “A minha tristeza tornou-se rotina, já ninguém percebe. (…) Já não consigo dormir como deve ser. Sinto-me egoísta. Continuo a tentar impressionar as pessoas como se ainda fosse criança. Choro sozinha e sem motivo no banho. Só fiz amor realmente com vontade uma vez em muitos meses – e sabes bem de que dia estou a falar. Já considerei que tudo isto seja um rito de passagem, consequência de ter passado a barreira dos trinta, no entanto esta explicação não é suficiente para mim. Sinto que estou a desperdiçar a minha vida, que um dia vou olhar para trás e arrepender-me de tudo o que fiz. Menos de me ter casado contigo e de ter tido os nossos lindos filhos. – Mas isso não é o mais importante? Para muitas pessoas, sim. Só que para mim não é o suficiente.”»

Luis Sepúlveda conta a «História de um caracol que descobriu a importância da lentidão»

pe-caracol«História de um caracol que descobriu a importância da lentidão». É assim mesmo o título. Trata-se do no livro do chileno Luis Sepúlveda, dirigido aos jovens mas também aos adultos. O livro, que chega às livrarias as 17 de abril pela mão da Porto Editora, é ilustrado por Paulo Galindro e narra a aventura de um caracol que, farto da sua lentidão, parte numa viagem para o desconhecido. Como explica a Porto Editora, trata-se uma obra sobre «a rebeldia de ultrapassar barreiras impostas e preconceitos, em busca da liberdade».
Este
História de um caracol que descobriu a importância da lentidão vem na senda de outros livros semelhante de Sepúlveda, como História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar e História de um gato e de um rato, ambos com grande sucesso em Portugal.

Sinopse: «Os caracóis que vivem no prado chamado País do Dente-de-Leão, sob a frondosa planta do calicanto, estão habituados a um estilo de vida pachorrento e silencioso, escondidos do olhar ávido dos outros animais, e a chamar uns aos outros simplesmente “caracol”. Um deles, no entanto, acha injusto não ter um nome e fica especialmente interessado em conhecer os motivos da lentidão. Por isso, e apesar da reprovação dos restantes caracóis, embarca numa viagem que o vai levar ao encontro de uma coruja melancólica e de uma tartaruga sábia, que o guiam na compreensão do valor da memória e da verdadeira natureza da coragem, e o ajudam a orientar os seus companheiros numa aventura ousada rumo à liberdade.»

Novidades Editoriais de Abril (V)

pe-zecaZeca Afonso – Livra-te do Medo – José A. Salvador (Porto Editora)
«Zeca Afonso – Livra-te do Medo, de José A. Salvador, é uma biografia largamente ilustrada com fotografias, fac-símiles de manuscritos e vários documentos inéditos dos arquivos da PIDE e da censura.
Prefaciado por Adelino Gomes, este livro apresenta uma longa entrevista ao cantautor, bem como depoimentos de familiares e amigos. Permite ainda conhecer a sua relação com a literatura, a sua biblioteca (com 829 livros numerados e assinados), o início da carreira, os tempos de perseguição e prisão, e a doença que lhe foi fatal.
José Afonso foi indiscutivelmente uma das grandes vozes da Revolução de Abril. “Grândola, Vila Morena” é um tema que, ainda hoje, procura ser instrumento de intervenção, e este ano, para além dos 40 anos do 25 de Abril, comemoram-se também os 50 anos de vida desta canção.
Em 2014 ocorrem dois aniversários históricos, assinalados por esta edição.
Em maio de 1964, passam agora 50 anos, José Afonso foi cantar à Sociedade Fraternidade Operária Grandolense, acontecimento que o inspiraria a escrever, dias depois, um poema dedicado a Grândola, musicado e cantado para o álbum Cantigas do maio de 1971. A 25 de abril de 1974, esta canção seria utilizada pelo MFA para desencadear o golpe militar que derrubou o regime de Salazar-Caetano, devolvendo a liberdade ao povo português e abrindo caminho à independência das ex-colónias portuguesas.»
17 de abril

Capa A InformacionistaA Informacionista – Taylor Stevens (Topseller)
Vanessa «Michael» Munroe trabalha com informação. Depois de escapar a uma infância traumática numa África Central sem lei, a sua formação e o seu treino permitem-lhe obter todo o tipo de informações, independentemente do cenário de operações onde se encontre. Por isso, é agora requisitada por empresas, instituições, chefes de estado e clientes privados que podem pagar os seus serviços únicos no mundo.
Quando um bilionário texano do mundo do petróleo a contrata para encontrar a sua filha desaparecida em África, Munroe regressa a um mundo selvagem e profundo que tão bem conhece, enfrentando forças misteriosas que estão determinadas em manter em segredo o destino da rapariga desaparecida. Para ter alguma esperança de sair da selva com vida, Munroe vai ter de enfrentar, finalmente, os fantasmas do passado que durante tanto tempo fez por esquecer.
10 de abril

capapeq_uma_noite_no_expresso_do_orienteUma Noite no Expresso do Oriente – Veronica Henry (Quinta Essência)
«Para o grupo de passageiros que se instala nos seus lugares e bebe os primeiros goles de champanhe, a viagem de Londres até Veneza é mais do que a viagem de uma vida.
Uma missão misteriosa; uma promessa feita a um amigo moribundo; uma proposta inesperada; um segredo que remonta a vida inteira… Enquanto o comboio segue viagem, revelações, confissões e encontros amorosos têm lugar no cenário mais romântico e infame do mundo.»

k_cancrocurav4O Cancro Foi a Minha Cura – Vânia Castanheira (Matéria-Prima)
«A batalha de Vânia Castanheira não foi fácil mas foi importante para que ela hoje seja mais feliz. Acredita?
“Ter recebido o diagnóstico de cancro nesta fase da minha vida tornou-me mais viva. Pode parecer estranho, mas sinto-o, não como um problema, mas como uma oportunidade de mudar. Só assim tive a capacidade e a coragem de fazer alterações na minha vida.”
Em O Cancro foi a minha cura Vânia partilha um pouco da sua vida, do que era antes de ter ficado doente; da pessoa em que se transformou, das mudanças que ocorreram na sua vida e no modo de encarar o mundo.
Esta é a história de alguém que decidiu agarrar-se à vida e dar o exemplo, ajudando. Para além da partilha do seu caso Vânia dedica-se a ajudar e informar outras mulheres com cancro. Lançou uma campanha solidária de recolha de lenços para mulheres carecas que, periodicamente vai entregar a hospitais onde também dá dicas de maquilhagem. Porque é importante que estas mulheres se sintam bem e com força! Esta iniciativa, que é um sucesso no Brasil, chega agora a Portugal em três momentos distintos: um evento na Escola da Cruz Vermelha e uma entrega de lenços no Hospital São Francisco de Xavier e no Instituto Português de Oncologia.»

100 receitas para bebés100 Receitas para Bebés – Christine Bailey (Arteplural)
«A vida do bebé é marcada por uma série de “primeiras vezes”: o primeiro sorriso, o primeiro dente, os primeiros passos e agora, chegou a vez das primeiras papas!
Formuladas por uma nutricionista especializada, estas receitas foram concebidas para ajudar ao desenvolvimento do bebé, fornecendo os nutrientes essenciais a cada fase do crescimento.
Este guia combina informação prática com apetitosas receitas para tornar a transição do bebé para alimentos sólidos tão fácil quanto divertida. Recheado de dados e conselhos sobre nutrição, 100 Receitas Para Bebés dá a confiança necessária para tomar as melhores decisões alimentares. O livro está organizado em secções que coincidem com as fases alimentares do bebé – dos cremes bem passados da Fase 1 aos purés com pedacinhos da Fase 2 e aos pequenos-almoços e refeições completas da Fase 3.
O objetivo é ir introduzindo alimentos de que o bebé possa vir a desfrutar ao longo da vida.»
11 de abril