Assim começa… «Sangue Sábio», de Flannery O’Connor

«Hazel Motes ia sentado no sentido da marcha do comboio, no assento de riço verde, olhando ora para a janela, como se quisesse saltar dali para fora, ora para a ponta do corredor, no outro extremo da carruagem. O comboio precipitava -se em frente, por entre copas de árvores que desabavam de tempos a tempos, exibindo o sol muito vermelho na orla dos bosques mais longínquos. Mais perto, os campos arados encurvavam-se e desvaneciam-se e os poucos porcos que fuçavam os sulcos pareciam enormes pedras manchadas.»
(Cavalo de Ferro, 2007. Tradução de Nuno Batalha)fotografia

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