Assim começa… «A Rainha dos Caraíbas», de Emilio Salgari

«O célebre mar dos Caraíbas, açoitado pelo temporal, rugia furioso, projectando verdadeiras catadupas de água contra os molhes de Porto Limão e as costas da Nicarágua e da Costa Rica.
O sol estava no ocaso e as trevas caíam rapidamente como se tivessem pressa de ocultar a tremenda luta travada entre a terra e o céu.
Ainda não chovia, mas não devia tardar e por isso os habitantes tinham-se apressado a abandonar as ruas da cidadela e o pequeno porto, refugiando-se nas suas casas.
Apenas alguns pescadores e soldados da diminuta guarnição espanhola permaneciam na praia, afrontando a fúria crescente das vagas e as massas de água que o vento erguia do mar e arremessava contra o molhe.»
(Via Óptima, 2009. Tradução de António Vilalva)
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