Novidades Editoriais de Abril (IV)

K_CHAMADOR_1O Chamador – Álvaro Laborinho Lúcio (Quetzal)
«Num diálogo entre a imaginação e a memória, entre a fantasia e a realidade, um homem do teatro vai desfiando a trama da sua vida passada. Das ruas, praças e dos becos por onde andou, ergue o cenário de uma terra de que se apropria como sua. Da gente, esquecida ou marginalizada, constrói um alfabeto de nomes, e escolhe as personagens que “chama” para o acompanharem no caminho que conduz a uma possibilidade de verdade.
Na estreia ficcional de Álvaro Laborinho Lúcio, a itinerância intelectual, a mobilidade geográfica e social, a diversidade de tipos humanos retratados e a total disponibilidade para melhor os conhecer e compreender derivam do riquíssimo percurso pessoal e profissional do autor.
Sempre ligado à Justiça, operando num setor da vida pública em que a garantia dos direitos de uns passa pela supressão dos direitos de outros, Laborinho Lúcio presta aqui homenagem aos proscritos e esquecidos da sociedade, e restitui-lhes a estatura humana que lhes é devida.»
11 de abril

Natureza MortaNatureza Morta – Louise Penny (Dom Quixote)
«Quando a neblina se dissipa na manhã do Dia de Acção de Graças, as casas de Three Pines ganham vida. Apenas uma permanece silenciosa.
A aldeia é um paraíso seguro e os seus habitantes ficam desorientados quando a antiga professora, a muito estimada Jane Neal, é encontrada morta na floresta de áceres. Foi certamente um acidente, uma flecha disparada por um caçador, que se extraviou. Quem poderia desejar a morte de Jane Neal?
Durante uma longa e notável carreira na Sûreté do Quebeque, o inspector-chefe Armand Gamache aprendeu a encontrar serpentes no paraíso. Gamache sabe que há algo obscuro por detrás das belas casas antigas e das vedações de estacas brancas e que, se observar atentamente, Three Pines começará a revelar os seus mistérios…»
30 de Abril

Amar Numa Língua EstrangeiraAmar Numa Língua Estrangeira – Andrea Jeftanovic (Teorema)
Alex e Sara conhecem-se num avião. Falam línguas diferentes, excepto quando se beijam – e acabam por beijar-se na sala de transferências do aeroporto antes de rumarem a destinos opostos. Sabem ao chegar a casa que, enquanto iam no ar, houve um terrível atentado. Telefonam-se. Escrevem-se. Exilam-se do mundo real sentados ao computador e vivem uma paixão tecnológica e sensual que resiste ao tempo e aos contratempos: desde logo, a língua estrangeira, que os torna mais vulneráveis do que a língua do beijo; mas também a subida do preço do petróleo, o choque inevitável de culturas que gera paranóia e solidão e, por fim, a notícia devastadora de um tumor nas radiografias de Alex.
O mapa deste amor é uma geografia humana, porque tratar de um doente é sempre um acto de solidariedade e compaixão, mas também desumana, porque cada viagem de reencontro coincide com mais um atentado e o terror acaba por invadir a intimidade dos amantes.»
30 de Abril

capa_UmaRaparigaUma rapariga entra num bar – Helena S. Paige (Bertrand)
«Quando a tua amiga cancela à última hora aquela noitada que tinham combinado fazer, dás por ti toda produzida mas sozinha num bar da moda.
E agora?
Vais passar a noite a beber tequilha com um roqueiro? Ou talvez aquele milionário encantador e delicado faça mais o teu género. Se bem que o empregado do bar, um jovem de ar angelical com um corpo talhado para o pecado, tenha chamado a tua atenção… E ainda há aquele tal guarda-costas que tem as chaves do carro desportivo do patrão e te oferece boleia. Mas se calhar preferes ir para casa – para junto daquele sensual vizinho que acabou de se mudar.
Seja o que for que escolhas, cada volta e reviravolta conduz-te a um encontro inesquecível. Será que consegues escolher a mais sensual das experiências? Lembra-te: se a tua primeira escolha não acertar em cheio, começa de novo e tenta alguma coisa (ou alguém) diferente.
O controlo é todo teu neste romance interativo e muito sensual.»

pla-florestaA Princesa das Florestas
– Tea Stilton (Planeta)
«Uma série que começou com A Princesa dos Gelos e, que desde logo, apaixonou os jovens leitores, que se renderam aos volumes seguintes: A Princesa dos Corais e A Princesa do Deserto.
Desta vez, a protagonista é a princesa Yara que vai viver aventuras inimagináveis.
O Reino da Fantasia está em perigo O silêncio da Floresta Viva é interrompido por tambores de guerra: os orgulhosos Nai-Lai decidiram revoltar-se contra a princesa Yara.
Começa assim uma maravilhosa aventura, em que Yara terá de mostrar toda a sua força para defender o reino de um misterioso inimigo.
Este livro, tal como os anteriores da série, é ilustrado a preto e branco, e inclui dezasseis páginas a cores com todos os segredos da princesa Yara.
E há mais uma surpresa: a parte interior da sobrecapa transforma-se num fantástico poster da princesa.»

Os BurguesesOs Burgueses – Francisco Louçã, Jorge Costa e João Teixeira Lopes (Bertrand)
«
Quem São. Como Vivem. Como Mandam.
No seguimento de Os Donos de Portugal e Os Donos Angolanos de Portugal, Os Burgueses oferece-nos a caracterização de alguns dos elementos mais marcantes para a hereditariedade da vida da burguesia portuguesa no séc. XX e nos nossos dias, tocando em pontos como o consumo, a educação ou as escolas e explorando a mecânica da pertença e da transmissão da condição de burguês.
Um retrato direto, concreto e muitíssimo bem fundamentado da classe detentora do poder e da influência em Portugal do século XXI.»
11 de abril

pe-kairosKairós – Padre Marcelo Rossi (Porto Editora)
«Há um momento propício na vida de cada um de nós para que a graça Divina se manifeste.
Esse momento é Kairós, o Tempo de Deus, um tempo que não pode ser medido, diferente do tempo dos homens. Neste livro, o Padre Marcelo Rossi mostra como podemos renovar a nossa fé em Cristo e perseverar na certeza de que Deus sabe a hora certa para tudo.
Com reflexões e orações inspiradoras, Kairós mantém viva a chama da esperança. Como bem define o Padre Fábio de Melo no prefácio: “Este livro é filho do tempo. Nasceu da necessidade de compreender, no silêncio do coração, que nem sempre a hora determinada por nós como certa é a hora escolhida por Deus.”»

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