Novidades Editoriais de Março (V)

asa-informadoraA Informadora – Lindsey Davis (ASA)
«Roma, ano 89 DC. As regras ditam que uma mulher deve ser submissa e modesta. Não deve levantar a voz, vestir roupas extravagantes, sair à noite, beber ou desafiar a autoridade… e muito menos envolver-se em assuntos criminais.
Flávia Albia contraria todas estas normas (e mais algumas). Vive sozinha na zona boémia de Roma, cultiva amizades pouco recomendáveis e não se coíbe de lutar pelos seus direitos. Filha de um detetive, Flávia decidiu desde cedo seguir os passos do pai. Mas a investigação é uma profissão masculina. Para ser respeitada, ela sabe que terá de ser a mais rápida, a mais perspicaz, a melhor.
Flávia é a única a reparar que o número de mortes inexplicáveis tem vindo a aumentar na cidade. Por não terem ligação entre si nem indícios de violência, não levantaram suspeitas. As denúncias de Flávia são ignoradas pelas autoridades, que estão demasiado ocupadas com a organização dos Jogos de Ceres, o momento alto do ano. E até mesmo a própria Flávia, distraída com a perspetiva de um novo romance, não vê que a morte está demasiado perto de casa…»

ra-expressoO Desconhecido do Norte Expresso – Patricia Highsmith (Relógio D’Água)
«Guy Haines quer divorciar-se da sua infiel esposa, Miriam, de modo a poder casar com a mulher que ama, Anne Faulkner. Numa viagem de comboio para ir falar com a esposa, Guy conhece Charles Anthony Bruno, um psicopata que lhe propõe “trocarem assassinatos”.
Bruno matará Miriam se Guy se comprometer a matar o pai de Bruno. Nenhum deles tem um motivo para o fazer, e por isso a polícia não teria razões para suspeitar de qualquer um deles.
Mas as coisas não correm como Guy esperava…
A partir desse momento, e contra a sua vontade, Guy Haines vê-se encurralado num pesadelo de culpa e numa insidiosa fusão de personalidades.»

asa-palcoMorte em Palco – Caroline Graham (ASA)
«Todos os atores adoram um bom drama e os membros da Causton Amateur Dramatic Society não fogem à regra. Românticas cenas de amor, momentos de ciúme e desespero, reconciliações operáticas, egos em fúria… as emoções estão ao rubro nesta produção amadora da peça Amadeus. Todavia, até as mentes mais criativas têm de admitir que assassinar o protagonista em palco é um pouco excessivo. Felizmente, o inspetor Tom Barnaby está na plateia e assume o controlo da situação. Da ex-mulher ressabiada a inesperados amantes secretos e atores invejosos, não lhe faltam suspeitos. O que parece faltar-lhe, sim, é objetividade. O bom inspetor conhece perfeitamente todos os envolvidos, são seus vizinhos e amigos, e por isso mesmo, conseguirá ver quem eles realmente são?
25 de março

asa-perversoLigeiramente Perverso – Mary Balogh (ASA)
«A família Bedwyn está de volta. Estes seis irmãos e irmãs são capazes de tudo para concretizarem os seus sonhos… até de mandar às urtigas as normas rígidas da alta sociedade britânica, na qual continuam a fazer os possíveis por não ferir demasiado os sentimentos alheios.
É difícil resistir a Lord Rannulf Bedwyn. Para Judith Law, ele é um sonho tornado realidade. É com este belo desconhecido que a jovem decide passar a única noite de paixão da sua vida. Na manhã seguinte, ela submete-se resignadamente ao deprimente papel de dama de companhia de uma tia rica. Judith nunca pensou voltar a ver o homem a quem se entregou de forma tão arrebatada… e imprópria, muito menos encontrá-lo sob o mesmo teto e a cortejar a sua prima. Só que as aparências iludem. Rannulf não esqueceu a noite que passaram juntos. E Judith luta consigo mesma e com essa memória, à qual não pode ceder sob pena de perder a proteção da tia, o seu único sustento após a ruína da família. Quando um escândalo ameaça destruir a sua já frágil existência, Rannulf não hesita em recorrer ao poder e influência dos Bedwyn para a salvar. Os sentimentos de ambos estão ao rubro. Mas qual o futuro de uma relação que começou com uma paixão despudorada e culminou em humilde gratidão? Poderá o verdadeiro amor nascer de algo ligeiramente perverso?
18 de março

ts-Deseja-meDeseja-me – J. Kenner (Topseller)
«Ele era o único homem que ela não podia evitar. E o único homem a quem ela não conseguia resistir.
“Para mim, a nossa obsessão é ferozmente, incrivelmente real. Para o Damien é um jogo. O Damien precisa de mim, precisa de estar em controlo. As suas necessidades são palpáveis: ele precisa de sentir prazer. Lindíssimo e absolutamente brilhante, é também alguém que vive uma enorme tortura interior. Somos, em todos os aspetos, o par perfeito.
Concordei em ser só dele, mas agora quero que ele seja só meu. Quero que nos amemos para além das fronteiras mais doces do nosso êxtase, até aos desejos mais profundos das nossas almas. Quero que o fogo que arde entre nós nos consuma. Mas existem recantos obscuros dentro do Damien que nem a nossa paixão mais selvagem poderá tocar. Anseio por conhecer os seus segredos, anseio pelo momento em que ele se entregue a mim como eu me entreguei a ele. Mas os nossos passados sombrios tanto nos poderão juntar como afastar… irremediavelmente.”»

gra-1975Mil Novecentos e Setenta e Cinco – Tiago Patrício (Gradiva)
«Trás-os-Montes, 1975. Numa época confusa, há amores tardios, mortes adiadas, fugas e regressos triunfais, infidelidades descobertas dentro de armários, alfaiates e coveiros desempregados, mulheres que lavam no ribeiro e rapazes que as espreitam, ferroviários, comerciantes e vários tipos de pobres: esfomeados, deserdados, perseguidos e protegidos que tentam subir as escadas dos antigos e dos novos proprietários. Um romance brilhante, de um humor irresistível e onde cabe tudo, pela pena de um autor já reconhecido como voz a um tempo regional e universal, no que à essência humana diz respeito.»

gra-batalhaA Batalha – 14 de Agosto de 1385 – Pedro Massano (Gradiva)
«Páginas de História de Portugal iluminadas pelo traço inconfundível de Pedro Massano e as palavras dos cronistas da época. Um relato épico de um acontecimento marcante, com pranchas arrebatadoras e de grande beleza. A Batalha de Aljubarrota pela mão de um mestre, para oferecer e guardar para si.
Este livro descreve o que foi um dia decisivo para Portugal. A 14 de Agosto de 1385, o exército comandado pelo rei D. Juan de Castela foi derrotado, no campo de S. Jorge, por uma força muito inferior de portugueses.
Os heróis dessa jornada memorável foram Nun’ Álvares Pereira, D. João I, e a hoste heterogénea de quantos combateram sob as suas ordens.
O autor Pedro Massano procurou, de acordo com as fontes históricas da época – Froissart, Castañeda, o próprio D. Juan e, sobretudo, Fernão Lopes – fazer justiça a esses quantos que souberam dar-nos uma nova vida e reinventar o seu país.»

Advertisements

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s