Tripla aposta da Bertrand para o fim de semana

Com o fim de semana à porta, a Bertrand não quer que falte leitura a ninguém e só hoje lançou três novidades: Calico Joe, de John Grisham, um romance diferente daquilo que a que estamos habituados neste autor, A Rapariga-Corvo, de Erik Axl Sund, vencedor do prémio especial da Academia Sueca de Escritores de Crime, e A Torre de Basileia, de Adam Lebor, uma obra de investigação sobre o BIS, a instituição financeira global mais secreta do mundo.

Calico JoeCalico Joe – John Grisham
«O autor de A Firma habituou-nos a thrillers emocionantes, tensos, cheios de surpresas e reviravoltas, o que não acontece em Calico Joe – uma história simples e surpreendente entre pai e filho, que transmite a lição de nunca ser tarde demais para se confessar os pecados em busca do perdão.
Passaram-se trinta anos desde que Paul, então com treze anos, viu o pai, jogador dos New York Mets, enfrentar o seu herói de infância, Joe Castle, num desafio em que não houve vencedor. A notícia de que o pai está a morrer traz-lhe este episódio à memória. Pai e filho, decididos que é chegado o momento de enfrentar o que de facto aconteceu naquele campo em 1973, dirigem-se a Calico Rock, no Arkansas, onde é incerto aquilo que os espera.»

?????A Rapariga-Corvo – Erik Axl Sund
«Jeanette Kihlberg está a investigar uma série de homicídios macabros que há meses se sucedem em Estocolmo. O caso é complexo, uma vez que as vítimas são meninos estrangeiros não identificados, e a polícia está a ter muitas dificuldades em fazer avançar a investigação.
Sofia Zetterlund foi psicoterapeuta de uma das vítimas, um menino-soldado da Serra Leoa, e, por isso, é chamada a ajudar. Mas Sofia tem outra paciente a absorver a sua atenção: Victoria Bergman, uma mulher fascinante que sofre de distúrbio dissociativo da personalidade e tenta enfrentar os fantasmas de uma infância muito dolorosa.
À medida que as duas mulheres se vão aproximando cada vez mais uma da outra e dos casos que têm em mãos, os segredos, ameaças e dificuldades não param de crescer à sua volta. Parece que alguém muito poderoso tem interesse em parar a investigação de Jeanette. E Sofia tem vindo a mergulhar cada vez mais profundamente na sua história pessoal, recuperando memórias e experiências há muito escondidas e silenciadas dentro de si. As duas protagonistas unem forças para perseguir um assassino cruel, mas, pelo caminho, vão ser obrigadas a enfrentar-se a elas próprias e aos seus segredos mais negros.»

????????????????A Torre de Basileia – Adam Lebor
«A Torre de Basileia é a primeira obra de investigação sobre a instituição financeira global mais secreta do mundo. Com base numa extensa pesquisa de arquivos na Suíça, Grã-Bretanha e Estados Unidos, em conjunto com entrevistas aos decisores-chave, incluindo Paul Volcker, ex-presidente da Reserva Federal dos EUA, Sir Mervyn King, governador do Banco da Inglaterra, e antigos diretores e funcionários superiores do Banco de Pagamentos Internacionais (BIS): o banco central dos próprios banqueiros.
Criado pelos governadores do Banco de Inglaterra e do Reichsbank, em 1930, e protegido por um tratado internacional, o BIS e os seus ativos estão legalmente fora do alcance de qualquer governo ou jurisdição. O banco é intocável. As autoridades suíças não têm jurisdição sobre o banco ou sobre as suas instalações. O BIS tem apenas 140 clientes, mas obteve lucros livres de impostos de 1170 milhões dólares americanos em 2011-2012.
Desde sua criação, o banco tem estado no centro dos acontecimentos globais, passando, no entanto, muitas vezes despercebido. Para Thomas McKittrick, o presidente norte-americano do banco entre 1940-1946, o BIS manteve-se aberto durante toda a Segunda Guerra Mundial. O BIS aceitou saques de ouro nazi, conduziu ofertas de divisas para o Reichsbank, e foi usado por Aliados e as potências do Eixo como ponto de contacto secreto de modo a manter os canais de financiamento internacional abertos.
Depois de 1945, o BIS – ainda nos bastidores – forneceu, durante décadas, o apoio técnico e administrativo necessário ao projeto da moeda transeuropeia, desde as primeiras tentativas de harmonizar taxas de câmbio no final de 1940, até ao lançamento do euro em 2002. Mantém-se agora no centro dos esforços de construção de uma nova arquitetura financeira e reguladora global, provando uma vez mais que tem o poder para moldar as regras financeiras do nosso mundo. No entanto, apesar do seu papel crucial na história financeira e política do século passado e durante a atual crise económica, o BIS manteve-se praticamente desconhecido. Até agora.»

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