Novidades Editoriais de Março (I)

1001-guerraA Guerra Eterna – Joe Haldeman (1001 Mundos)
«Em 1997 a Terra entra pela primeira vez em contacto com os extraterrestres tauranos. Este encontro marca o início de uma guerra impiedosa. As autoridades terrestres decidem enviar um contingente de elite, e preparam um programa de treino quase inumano, destinado a produzir soldados capazes de aguentar tudo.
William Mandella é um desses soldados.
A fim de viajar até à frente de batalha, os soldados têm de atravessar portais chamados collapsars, que causam uma distorção espácio-temporal, fazendo com que o tempo subjetivo da nave seja mais lento que o tempo “real” do universo. Ou seja, quando Mandella regressa a casa após dois anos, quase três décadas passaram na Terra. E conforme viajam para mais longe, maior é a dilatação, passando de décadas para séculos inteiros.
A luta mais cruel que estes soldados terão de travar será a sua batalha pessoal contra o tempo.»

1001-coroaA Coroa – Joe Abercrombie (1001 Mundos)
«Logen Novededos poderá ter apenas mais uma batalha dentro dele, mas será das grandes. A guerra devasta o Norte, o rei dos homens do norte mantém-se firme e apenas um homem poderá travá-lo. O seu mais velho amigo e inimigo. Chegou o momento do Nove-Sangrento.
Com demasiados mestres e sem tempo suficiente para lhes obedecer, o superior Glokta trava uma guerra diferente. Uma guerra secreta em que ninguém estará seguro e onde ninguém merecerá confiança. E, se os seus dias de espadachim ficaram para trás, é uma sorte que a chantagem, as ameaças e a tortura nunca saiam de moda.
Jezal dan Luthar decidiu que conquistar a glória é um processo demasiado doloroso e volta costas à vida militar par se entregar a uma vida simples com a mulher que ama. Mas o amor também pode ser doloroso… e a glória tem o hábito desagradável de se acercar de um homem quando menos a espera.
Com o rei da União no seu leito de morte, os camponeses revoltam-se e os nobres enfrentam-se, tentando roubar-lhe a coroa. Ainda ninguém acredita que a sombra da guerra está prestes a cobrir o coração da União. Só o Primeiro dos Magi tem um plano para salvar o mundo, mas há riscos. Nada será mais arriscado, afinal, do que violar a Primeira Lei…
Logen Novededos poderá ter apenas mais uma batalha dentro dele, mas será das grandes. A guerra devasta o Norte, o rei dos homens do norte mantém-se firme e apenas um homem poderá travá-lo. O seu mais velho amigo e inimigo. Chegou o momento do Nove-Sangrento.»

pe-sophieO Olhar de Sophie – Jojo Moyes (Porto Editora)
«Somme, 1916. Sophie vive numa vila ocupada pelo Exército alemão, tentando sobreviver às privações e brutalidade impostas pelo invasor, enquanto aguarda notícias do marido, Édouard Lefèvre, um pintor impressionista, que se encontra a lutar na Frente. Quando o comandante alemão vê o retrato de Sophie pintado por Édouard, nasce uma perigosa obsessão que leva Sophie a arriscar tudo – a família, a reputação e a vida. Quase um século depois, o retrato de Sophie encontra-se pendurado numa parede da casa de Liv Halston, em Londres. Entretanto, Liv conhece o homem que a faz recuperar a vontade de viver, após anos de profundo luto pela morte prematura do marido. Mas não tardará que Liv sofra uma nova desilusão – o quadro que possui é agora reclamado pelos herdeiros e Paul, o homem por quem se apaixonou, está encarregado de investigar o seu paradeiro… Até onde estará disposta Liv a ir para salvar este quadro? Será o retrato de Sophie assim tão importante que justifique perder tudo de novo?»
7 de março

pe-florPrazer Ardente – Lisa Kleypas (5 Sentidos)
Procurou-lhe de novo a boca, abriu-lha, mergulhando naquela seda húmida, quente, com um sabor íntimo que o punha doido.
Depois de três temporadas em Londres em busca de pretendente, o pai de Daisy Bowman informa-a de que deverá arranjar marido. E depressa.
E se Daisy não conseguir desencantar um candidato adequado, terá de se casar com um homem da escolha do pai: o cruel e emproado Matthew Swift.
Daisy está aterrorizada, mas uma Bowman jamais admite a derrota. E, por isso, a jovem decide fazer os possíveis para arranjar outro pretendente que não Matthew.
Mas Daisy não contava com o charme inesperado de Swift… nem com a sensualidade escaldante que depressa brota entre ambos, acabando por descobrir que, apesar de os segredos e intrigas que o destino teima em impor, o homem que sempre odiou poderá ser aquele com que sempre sonhou.»
7 de março

el-19141914, Portugal no Ano da Grande Guerra – Ricardo Marques (Oficina do Livro)
«Como era o quotidiano dos portugueses no ano em que eclodiu a I Primeira Guerra Mundial? A estátua do Marquês do Pombal acabara de ser aprovada, Lisboa tinha 450 mil habitantes, Ricardo Jorge e Alfredo da Costa eram médicos a lutarem com surtos de febre tifóide e as mortes de recém-nascidos. Dos 3500 automóveis existentes no país, nenhum deles, conseguia ir de Lisboa ao Algarve, por faltarem vários quilómetros de estrada entre Ervidel e Aljustrel e entre Almodôvar e S. Braz. Eis alguns dos deliciosos detalhes contados neste retrato do Portugal do século passado feito pelo jornalista do Expresso
31 de Março.

oo-falcaoO Falcão de Bonaparte – Marina Morais Pinheiro (Opera Omnia)
«O Falcão de Bonaparte é uma história de guerra, mas é, sobretudo, uma história de amor. É a história de um amor proibido entre um tenente francês e uma enfermeira portuguesa. E é também a história de amor de um povo pela sua pátria. O Falcão de Bonaparte leva-nos numa viagem pelos bastidores da guerra; pelos quartéis e pelos acampamentos militares onde se decidiam as estratégias; e pelos cenários terríveis dos campos de batalha. Com a II Invasão Francesa como pano de fundo, o romance espelha o triunfo do amor sobre a guerra e o sacrifício de um povo que batalhou de peito aberto contra o inimigo.»

edi-arcoCoisas do Arco da Ovelha – Pequeno tratado do banal familiar ­– João Habitualmente (Edita-me)
«
O dia-a-dia é tão evidente que não dá origem a grandes meditações. Eis a constatação com a qual Coisas do arco da ovelha está completamente em desacordo.
A vida banal duma família da classe média contada sob a forma de diário é o pretexto para erigir as coisas elementares do quotidiano em fontes de inesperado.
A ironia e o humor atravessam os dias desta família, convocando dilemas que vão desde a educação das crianças às interrogações sobre o rumo actual da nossa sociedade ou à perplexidade perante a morte.
O autor não precisou de inventar muito, posto que escreveu o banal da sua própria família ao longo de oito anos durante os quais os seus dois filhos passam de meninos a rapazes.
Deste livro bem poderia portanto dizer-se que é o contrário dos desenhos animados quando avisam que that’s all folks – estamos perante um escrito onde, em estreita obediência à lei de Lavoisier, nada se cria, nada se perde, tudo se transforma.»

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