Novidades Editoriais de Fevereiro (I)

sde-roubadaVida Roubada – Adam Johnson (Saída de Emergência)
«Vida Roubada segue a vida de Pak Jun Do, um jovem no país com a ditadura mais sombria do mundo: a Coreia do Norte.
Jun Do é o filho atormentado de uma cantora misteriosa e de um pai dominante que gere um orfanato. É nesse orfanato que tem as suas primeiras experiências de poder, escolhendo os órfãos que comem primeiro e os que são enviados para trabalhos forçados. Reconhecido pela sua lealdade, Jun Do inicia a ascensão na hierarquia do Estado e envereda por uma estrada da qual não terá retorno.
Considerando-se “um cidadão humilde da maior nação do mundo”, Jun Do torna-se raptor profissional e terá de resistir à violência arbitrária dos seus líderes para poder sobreviver. Mas é então que, levado ao limite, ousa assumir o papel do maior rival do Querido Líder Kim Jon Il, numa tentativa de salvar a mulher que ama, a lendária atriz Sun Moon.
Em parte thriller, em parte história de amor, Vida Roubada é um retrato cruel de uma Coreia do Norte dominada pela fome, corrupção e violência. Mas onde, estranhamente, também encontramos beleza e amor.»
7 de fevereiro

PrintO Zelota – A Vida e o Tempo de Jesus de Nazaré – Reza Aslan (Quetzal)
«Acha que sabe tudo sobre Jesus?
Será que Jesus nasceu mesmo em Belém? Então por que motivo ficou conhecido como o Nazareno? Será que Jesus era mesmo carpinteiro? O que podemos realmente saber sobre a infância de Jesus? Houve outros messias antes dele? E o que lhes aconteceu? Partindo dos factos históricos sobre a época e a região em que Jesus viveu, Reza Aslan traça um retrato mais humano e mais real de um homem que, a partir de uma aldeia remota na Galileia, mudou a história da Humanidade.
7 de fevereiro

qtz-vidasVidas Perdidas – A Walk on the Wild Side – Nelson Algren (Quetzal)
«Vidas Perdidas é uma obra-prima feita de bondade, raiva, graça e solidão, um livro que cativou o imaginário de todas as gerações desde que foi publicado, em 1956, e que evoca um mundo mais tarde imortalizado no clássico de Lou Reed, A Walk on the Wild Side. Esta primeira publicação da obra em Portugal é uma homenagem ao génio de Algren e um convite para que os leitores portugueses acedam ao universo singular de vidas perdidas retratado pelo escritor.
Esta é a história de um ingénuo rapaz do campo que foge de Hicksville, no Texas, para procurar uma vida melhor em Nova Orleães. Como pano de fundo, um país devastado pelo desemprego e pela pobreza da Grande Depressão. São os anos em que “o número de desempregados ascendeu a oito milhões, duzentos mil operários siderúrgicos tiveram um corte de quinze por cento nos salários, e isso levou um cardeal a perceber que o colapso económico do país era efetivamente um maravilhoso golpe de sorte, pois aproximava milhares de pessoas da pobreza de Cristo; em que foi pedido que se deportassem os desempregados de origem estrangeira; uma multidão linchou um homem em Atwood, no Kansas; uma crise no fundo de desemprego estava iminente; o preço do algodão subiu ligeiramente, acompanhando o do trigo; e o governador Huey Long disse que tinha chegado a hora de redistribuir a riqueza. Al Capone estava a caminho de Atlanta, e o preço do algodão voltou a cair, acompanhando o do trigo, mas o Congresso decidiu que não havia qualquer justificação para redistribuir a riqueza”.»
7 de fevereiro

Ambas as Mãos Sobre o CorpoAmbas as Mãos Sobre o Corpo – Maria Teresa Horta (Dom Quixote)
«Primeiro livro de ficção de Maria Teresa Horta, publicado originalmente em 1970, Ambas as Mãos sobre o Corpo veio revelar que o imenso talento da autora não se limitava à poesia. Conjunto de narrativas que, fundindo-se, se organizam num romance fragmentado, nele decorre o retrato moral e estático de “alguém” cuja existência larvar nunca se eleva ao nível do concreto ou nunca se individualiza no seio da existência arquetípica.
Obra espectral e cruel, é porventura uma das mais inquietantes da moderna literatura portuguesa.»
18 de Fevereiro

Triunfo do Amor PortuguêsTriunfo do Amor Português – Mário Cláudio (Dom Quixote)
«Celebrando o amor, Mário Cláudio reescreve no presente volume, agora reeditado com novo formato, doze histórias de amor e transgressão recriadas a partir de lendas e de episódios da História de Portugal, como as de Pedro e Inês, Leonor Teles e o Conde de Andeiro, Camilo Castelo Branco e Ana Plácido ou António Nobre e Alberto de Oliveira.
Prefácio de Agustina Bessa-Luís»
11 de Fevereiro

Livro Sem NinguémLivro sem Ninguém – Pedro Guilherme-Moreira (Dom Quixote)
«Na rua do arco-celeste há sete casas, cada uma de sua cor; e também um café, uma horta, um jardim, uma florista, uma sucata e uma escola. Mas, embora lá vivam pessoas – que frequentam o café, trabalham na horta, lêem no jardim, oferecem flores a quem amam, se desembaraçam dos seus trastes ou jogam à bola no recreio –, esta história é contada apenas pelas coisas que lhes pertencem à medida que vão mudando de lugar, e por isso o livro é sem ninguém. Ainda assim, durante este ano extraordinário, acontece de tudo na rua: há quem se apaixone e quem se separe, quem nasça, quem morra, quem mate e até quem, depois do trauma, comece uma vida nova. Há bengalas (e, portanto, há velhos), há fraldas e bicicletas com rodinhas (e, portanto, há crianças) e, de vez em quando, há até um skate parado num pátio (e, portanto, há jovens também).
Livro finalista do Prémio Leya»
25 de Fevereiro

As Vitórias Impossíveis na História de PortugalAs Vitórias Impossíveis na História de Portugal – Alexandre Borges (Casa das Letras)
«Todos temos presente que Portugal tem uma história de grandes feitos, desproporcional à dimensão do país. Todos nos orgulhamos do sucesso que muitos portugueses alcançam hoje pelo mundo. Mas talvez pensemos que essa grande história colectiva terminou num passado cada vez mais distante. E olhemos essas vitórias do presente como proezas individuais, que constituem a excepção à regra de um papel secundário a que o país se tem de conformar pelas condições geográficas e económicas de que dispõe. A verdade, porém, é que, ao longo de 900 anos de vida, Portugal nunca deixou de vencer. E alcançou as vitórias mais impressionantes precisamente quando as condições lhe eram mais adversas.
Estas são dez histórias extraordinárias de Portugal. Dez grandes vitórias alcançadas em inferioridade numérica, militar, desportiva ou económica. Dez episódios protagonizados por portugueses de diferentes tempos, em diferentes lugares, movidos por diferentes razões, com o mesmo resultado: o triunfo. Contra todas as apostas.»
11 de Fevereiro

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