Novidades Editoriais de Novembro (VI)

Capa O Voluntário de AuschwitzO Voluntário de Auschwitz – Capitão Witold Pilecki (Vogais)
«Witold Pilecki, capitão do Exército do Estado clandestino polaco, fez algo que mais ninguém teve a coragem de repetir: voluntariar-se para ser preso em Auschwitz, o mais violento e mortífero campo de concentração nazi, e, dessa forma, relatar os horrores ali praticados pelo Terceiro Reich.
A missão, realizada entre 1940 e 1943, tinha dois objetivos: informar os Aliados sobre as práticas nazis nos seus campos de concentração, dos quais se conheciam, então, apenas algumas informações esparsas, mas muito preocupantes; e organizar os prisioneiros em grupos de resistência contra as forças alemãs, na tentativa de controlar o campo.
Sobrevivendo a muito custo a quase três anos de fome, doença e brutalidade, Pilecki foi bem-sucedido na sua missão, conseguindo evadir-se do campo de concentração em abril de 1943. O Voluntário de Auschwitz é o relatório mais extenso do capitão Witold Pilecki, completado em 1945, no exílio. Escondido pela ditadura comunista na Polónia durante mais de 40 anos, este documento único na história e na literatura sobre Auschwitz, a Segunda Guerra Mundial e o Holocausto é agora publicado pela primeira vez em português.»

arc-diaboFotografias Lentas do Diabo na Cama – Nicolau Saantos e António Costa Silva (Arcádia)
«Após Jacarandá e Mulemba (Guimarães, 2008) e Aroma de pitangas num país que não existe (Arcádia, 2011), Fotografias Lentas do Diabo na Cama é o terceiro título de poesia, escrito a quatro mãos, por Nicolau Santos e António Costa Silva. Numa singular escrita poética, onde as recordações de uma Angola natal atravessam todo o livro, surgem-nos os temas do amor, as memórias, o quotidiano, a ironia perante a vida, numa escrita ritmada e despretensiosa onde, particularmente nos poemas de Nicolau Santos, podemos sentir uma aproximação ao surrealismo.
Esta edição tem prefácio de Pedro Santos Guerreiro e posfácio de Manuel António Pina. As ilustrações da capa são de Amílcar Soares.»

pe-aguaAs Duas Águas do Mar – Francisco José Viegas (Porto Editora) (reedição)
«Duas mortes ocorrem simultaneamente em lugares junto ao mar – uma em São Miguel, nos Açores; outra em Finisterra, num promontório do litoral galego. O que a princípio parece ser um conjunto de coincidências infelizes acaba por ser um enredo que uma investigação policial sui generis desmonta como uma história de vingança e ressentimento.
Em As Duas Águas do Mar, Francisco José Viegas constrói uma narrativa emocionante, em que nos confrontamos com os caminhos da paixão, da melancolia e da morte.
Os investigadores Jaime Ramos e Filipe Castanheira tentam encontrar respostas para solucionar dois casos semelhantes e atrozes: os assassinatos de Rui Pedro Martim da Luz e de Rita Calado Gomes.
Um crime motivado por inveja e amizade; outro, em nome do amor e da doença da paixão, sempre cruel e desconcertante.
Depois de uma busca que leva a investigação pelas estradas da Galiza e pelas falésias abandonadas dos Açores, tudo termina como uma cerimónia de redenção em nome de todos os amores prometidos e de todas as vidas por cumprir.»

pe-ceuUm Céu Demasiado Azul – Francisco José Veigas (Porto Editora) (reedição)
«Em Um Céu Demasiado Azul, Jaime Ramos, o protagonista dos livros de Francisco José Viegas, investiga a morte e João Alves Lopes, ex-militante de um partido de esquerda em Portugal que envereda por uma carreira bem-sucedida no mundo da publicidade, e cujo corpo é encontrado no próprio carro. A investigação, realizada com a colaboração de Filipe Castanheira, aponta para Amélia Lobo Correia, uma stripper que vai de cidade em cidade, uma estudante de filosofia que não conseguiu concluir o curso.
A investigação (que arrasta Jaime Ramos até Cuba e ao México) mergulha no passado e reconstitui uma história de amores não correspondidos, traições, solidão, vontades interrompidas e sonhos desfeitos. Porém, por detrás deste crime e dessa mulher, cruzam-se os destinos que arrastam consigo a memória de paixões nunca resolvidas nem consumadas num Portugal medíocre, novo-rico e hipócrita. É uma história de coincidências e de azar, que leva Ramos e Castanheira a procurar não o autor de um homicídio, mas os sinais do desaparecimento, do abandono, da mentira, da vingança e da solidão.»

Jardim TormentasJardim das Tormentas – Aquilino Ribeiro (Bertrand) (reedição)
«Uma nova edição no centenário da publicação da obra
“Tinha Deus aposentado Adão e Eva no Jardim das Delícias, onde viviam como os mais desabusados regalões. O homem era esbelto e sólido, embora nunca houvesse exercitado os tendões da marcha, nem apurado os bíceps a colher o antílope no laço; ela um lambisco de primeira, esgalgada e especiosa, a quem os cabelos vestiam de oiro à maravilha, sem pensar na folha de parra para a nudez, num cinábrio para a boca, que de seu sinal era rubicunda. Não sabiam de onde eram, nem como estavam ali, nem tão pouco se importavam de saber, acharam-se dentro do horto uma boa manhã, e todas as demais manhãs, na plenitude de um gozo inapreciável, porque nunca espinho, sol mais destemperado ou hora amarga lhes ensinara que aquilo era o sumo bem.”»

Saber Ser, Saber Estar e Saber ViverSaber Ser, Saber Estar e Saber Viver – Isabel de Brito e Cunha (Bertrand)
«Escrito por Isabel de Brito e Cunha, uma especialista em etiqueta e cortesia, com um percurso profissional e pessoal que sustenta todos os ensinamentos que aqui partilha, este livro elenca os principais comportamentos sociais e dá indicações para comunicar e interagir com os outros da melhor forma, seguindo as regras básicas de educação e bom senso.
– As crianças e os comportamentos sociais;
– Apresentações e cumprimentos;
– Desporto – desportivismo e cortesia;
– A figura pública, a cortesia e o cuidado da sua imagem;
– Visitas – como fazê-las e como recebê-las;
– Os convites: convidar tem normas;
– O cerimonial do casamento, como organizá-lo;
são alguns dos temas abordados em Saber Ser, Saber Estar e Saber Viver que, em breve, ficará disponível.»

pla-mandelaMandela – O Rebelde Exemplar – António Mateus (Planeta)
«Mandela visto e narrado por um autor, português, que o acompanhou durante uma década enquanto jornalista destacado na África do Sul, como correspondente da agência Lusa e da RTP, e continuou, desde então, a estudar a vida de Madiba.
Desde a libertação de Nelson Mandela, em 1990, António Mateus cobriu no terreno o conturbado processo de erradição do sistema de apartheid, a eleição de Madiba como primeiro presidente negro da África do Sul, o desempenho do seu único mandato presidencial e, depois, toda a sua actividade até à retirada da vida pública em 2004.
Um livro diferente de tudo o que leu, que mostra o ser humano que escolheu transformar-se num líder de referência mundial pela tolerância, humildade e valores mas, já foi um jovem emotivo, irascível, temperamental e egocêntrico.
Um olhar próximo, humanizador, sobre um homem que escolheu assumir e trabalhar as suas próprias fragilidades, começando nele a mudança que sonhava para o mundo.
Um exemplo que resgata a nossa fé nos Homens e em nós próprios, na nossa capacidade de fazermos a diferença, para melhor, se assim o decidirmos.
Um livro com fantásticas ilustrações do ilustrador Nuno Tuna, escrito numa linguagem acessível, especialmente dirigido aos mais jovens e a todos os que queiram conhecer o lado humano de um herói dos nossos dias.»

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