«Um Milionário em Lisboa», de José Rodrigues dos Santos, completa «O Homem de Constantinopla»

milioA 18 de novembro chega às livrarias Um Milionário em Lisboa, de José Rodrigues dos Santos, obra editada pela Gradiva que dá seguimento a O-Homem-de-Constantinopla, que saiu a 19 de setembro. Trata-se do segundo volume a versão romanceada de Calouste Gulbenkian.

Sinopse: «Baseado em acontecimentos verídicos, Um Milionário em Lisboa conclui a espantosa história iniciada em O Homem de Constantinopla e transporta-nos no percurso da vida do arménio que mudou o mundo – confirmando José Rodrigues dos Santos como um dos maiores narradores da literatura contemporânea.
Kaloust Sarkisian completa a arquitectura do negócio mundial do petróleo e torna-se o homem mais rico do século. Dividido entre Paris e Londres, cidades em cujas suítes dos hotéis Ritz mantém em permanência uma beldade núbil, dedica-se à arte e torna-se o maior coleccionador do seu tempo. Mas o destino interveio. O horror da matança dos Arménios na Primeira Guerra Mundial e a hecatombe da Segunda Guerra Mundial levam o milionário arménio a procurar um novo sítio para viver. Após semanas a agonizar sobre a escolha que teria de fazer, é o filho quem lhe apresenta a solução: Lisboa.
O homem mais rico do planeta decide viver no bucólico Portugal. O país agita-se, Salazar questiona-se, o mundo do petróleo espanta-se. E a polícia portuguesa prende-o.»

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One response to “«Um Milionário em Lisboa», de José Rodrigues dos Santos, completa «O Homem de Constantinopla»

  1. José Pires Sebastião

    Parabéns, José Rodrigues dos Santos por mais este brinde anual
    e desta feita, um duplo livro narrativo da vida de Kaloust Gulbenkian
    e incrível episódio ocorrido com o seu filho Kikor. – O triângulo fortuna,
    tragédia e beleza é aqui descrito de forma tão singular que o leitor é
    inconscientemente levado a fazer uma leitura em alta velocidade, a qual
    termina com a nossa própria descoberta do que é verdadeira beleza. Magistral!
    A minha classificação é de 5 estrelas (-) Este sinal é devido ao facto do autor ter abandonado ao longo da história personagens importantes,
    que a meu ver, justificavam mais uma linha ou duas.
    José Pires Sebastião

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