Novidades Editoriais de Novembro (II)

pe-malaMalavita – Tonino Benacquista (Porto Editora)
«Uma família instala-se em Cholong-sur-Avre, na Normandia. Fred, o pai, diz ser escritor e preparar um livro sobre o Dia D. Maggie, a mãe, é voluntária numa associação de caridade e excelente na preparação de barbecues. Belle, a filha, faz honra ao seu nome. Warren, o filho, soube tornar-se indispensável para todos os colegas. E há a cadela, Malavita…
Uma família aparentemente como as outras, em suma. Mas uma coisa é certa: se eles forem viver para o vosso bairro, fujam sem olhar para trás… Um extraordinário romance de sátira, ação e suspense, agora adaptado ao cinema por Luc Besson.»
1 de novembro

el-espioesEspiões em Portugal durante a II Guerra Mundial – Irene Pimentel (Esfera dos Livros)
«Entre Lisboa e o Estoril, nos lobbies de entrada e nos bares dos hotéis como o faustoso Hotel Palácio ou o Hotel Atlântico, circulavam, durante a II Guerra Mundial, espiões dos principais campos beligerantes, Alemanha e Grã-Bretanha, mas não só. Também os serviços secretos italianos, franceses, norte-americanos, e ainda polacos, checos e romenos, e até soviéticos, atuaram em Portugal, e nas suas Ilhas atlânticas e nas suas colónias de África, na Índia e em Timor.
Enquanto o resto da Europa estava a ferro e fogo, Portugal, durante a II Guerra Mundial, foi “terra franca” para os serviços de propaganda e espionagem e palco de alguns episódios verdadeiramente novelescos como a tentativa de rapto dos duques de Windsor pelo SS Walter Schellenberg, dos serviços secretos alemães.
A historiadora Irene Flunser Pimentel, autora do livro Os Judeus em Portugal durante a II Guerra Mundial, traz-nos uma investigação única, baseada em documentos inéditos até agora mantidos em segredo, que nos revelam como o nosso país foi, graças à sua neutralidade e situação geográfica, um local importante de plataforma de negociações políticas, bem como de trocas de informações, comerciais, económicas e financeiras, entre os dois lados beligerantes. A situação atlântica, quer de Portugal, quer das suas ilhas e colónias, fez com que a principal espionagem, de ambos os lados, fosse a deteção de comboios de navios, para serem objeto de bombardeamentos aéreos ou de submarinos.
Pelo nosso país passaram agentes secretos como os agentes duplos, do XX Comiittee, Juan Pujol, mais conhecido por “Garbo”, e Dusko Popov, nome de código “Tricycle”, que conseguiriam enganar os alemães sobre o verdadeiro destino do desembarque aliado na Europa, em junho de 1944, desviando as suas atenções das praias da Normandia, onde ele ocorreu realmente, para a zona do Pas-de-Calais. Popov terá ainda fornecido informações aos serviços britânicos do possível ataque a Pearl Harbour.
Também o escritor e agente secreto inglês Ian Lancaster Fleming se alojou no Estoril ao serviço do Naval Intelligence Department, e terá sido neste ambiente de guerra e espionagem que se inspirou para criar a figura de James Bond.
Mas também os portugueses, quer os elementos da Legião Portuguesa quer os da PVDE, se viram envolvidos nas teias da espionagem estrangeira, chegando mesmo a estar ao serviço, à vez ou em simultâneo, dos dois campos beligerantes.»

pe-cherubUm Dia Negro – Robert Muchamore (Porto Editora)
«Ryan está prestes a embarcar num avião, sabendo que as próximas 24 horas serão críticas. A sua missão será travar o maior ataque terrorista da história dos EUA.
Ryan trabalha para a CHERUB, uma organização secreta com uma vantagem essencial: nem os criminosos mais experientes suspeitam que crianças os possam vigiar.
Para efeitos oficiais, estas crianças não existem.»
8 de novembro

pe-papaO Último Papa – Luís Miguel Rocha (Porto Editora) (Reedição)
«29 de Setembro de 1978. O mundo acorda com a chocante notícia da morte do Papa João Paulo I, eleito há apenas trinta e três dias. O Vaticano declara que Sua Santidade morreu de causas desconhecidas e que o corpo será embalsamado dentro de vinte e quatro horas, impossibilitando qualquer autópsia.
2006. A jornalista Sarah Monteiro recebe na caixa de correio um envelope com uma lista de nomes que não conhece e uma mensagem codificada. Inicialmente, Sarah fica apenas confusa, mas depois de a sua casa ser assaltada percebe que aquela lista a coloca em perigo. O conteúdo do envelope revela um mundo de corrupção que a jornalista nunca imaginara e ajuda a descobrir a verdade sobre a misteriosa morte de João Paulo I. Arrastada para uma realidade em que mercenários implacáveis, políticos corruptos e membros da Igreja conspiram com o mesmo propósito, Sarah terá de escolher entre contar ao mundo a verdade ou salvar a sua própria vida.»
1 de novembro

A Mancha HumanaA Mancha Humana – Philip Roth (Dom Quixote) (Reedição)
Com nova capa e nova edição, a oitava, A Mancha Humana conta-nos a história e o segredo de Coleman Silk. Não se trata do segredo do caso que mantém, aos setenta e um anos, com uma mulher com metade da sua idade e um passado brutalmente devastado. Também não é o segredo do seu alegado racismo, pretexto para a caça às bruxas desencadeada pela universidade e que lhe custou o emprego, e, na sua opinião, lhe matou a mulher.
O segredo de Coleman foi guardado durante cinquenta anos: oculto da sua mulher, dos seus quatro filhos, dos seus colegas e dos seus amigos, incluindo o escritor Nathan Zuckerman, que – após a morte suspeita de Coleman, com a amante, num desastre de automóvel – resolve compreender como é que aquele homem eminente e íntegro, apreciado como educador durante quase toda a sua vida, forjou a sua identidade e como essa vida tão cuidadosamente controlada acabou por ser deslindada.»
19 de Novembro

O Espião Que Saiu do FrioO Espião que Saiu do Frio – John le Carré (Dom Quixote) (Reedição)
«Edição que assinala os 50 anos de publicação de um dos mais aclamados livros do autor e que contém um prefácio do próprio John le Carré, que começa assim: “Escrevi O Espião Que Saiu do Frio aos trinta anos de idade, debaixo de grande tensão, não compartilhada, e na maior das discrições. Como funcionário de informações sob a capa de diplomata subalterno da embaixada britânica em Bona, eu era um segredo para os meus colegas e a maior parte das vezes para mim próprio. Tinha já escrito um par de romances, necessariamente sob pseudónimo, e o serviço para o qual trabalhava dera-lhes o seu beneplácito antes de serem publicados. Após longa ponderação, deu também a sua aquiescência a O Espião que Saiu do Frio. Ainda hoje não sei o que teria feito se não a tivesse dado.”»
 26 de Novembro

pla-corvoO Voo do Corvo – Série Shadowfell – Juliet Marillier (Planeta)
«Depois de concluir a sua longa e árdua viagem até à base dos Rebeldes em Shadowfell, Neryn tornou-se uma parte vital da rebelião contra o tirânico rei Keldec. Cada passo que dá no sentido de aperfeiçoar os seus dons e afirmar-se como uma Voz poderosa e única na sua geração leva-os mais perto da meta pretendida.
Mas, primeiro, Neryn terá de procurar os Guardiães das quatro Vigias para completar o seu treino e o tempo escasseia.
Entretanto, Flint, o espião rebelde por quem se apaixonou, foi de novo chamado à corte de Keldec. O laço que os une é tão forte que, mesmo à distância, se procuram em sonhos, partilhando momentos preciosos – ainda que inquietantes – da vida um do outro.
Os Rebeldes vêem com desconfiança este novo amor. Permitir que a emoção se sobreponha à lógica fria do movimento pode pôr tudo em risco.
No fim, o amor poderá revelar-se a força motriz da esperança ou a brecha traiçoeira na armadura da rebelião.»

COZINHAR PARA OS AMIGOS KCozinhar para os Amigos – Gordon Ramsay (Arteplural)
«Longe da azáfama das cozinhas profissionais, a cozinha de Gordon Ramsay é um espaço dedicado tanto ao convívio quanto à criação. A comida que o chef prepara para a família e os amigos incorpora os princípios que defende nos seus conhecidos programas de televisão: usar produtos frescos e sazonais, comprar em mercados locais sempre que possível e, sobretudo, celebrar a gastronomia tradicional e as suas muitas influências.
Cozinhar para os Amigos prova que a gastronomia inglesa está cheia de tesouros escondidos. Ao longo destas páginas, Ramsay apresenta as suas versões favoritas de clássicos da cozinha inglesa, desde a famosa sopa de brócolos, queijo stilton e peras à sopa de rabo de boi; das salsichas caseiras aos peitos de pato com molho de vinho do Porto e cerejas; da shepherd’s pie com picles Branston à tarte de peixe com ostras e vieiras; do crumble de pêssego, framboesa e gengibre ao bolo floresta negra.
Este livro reúne mais de 100 das receitas favoritas de Gordon Ramsay, confeções que o famoso chef gosta de preparar – e comer! – com os amigos e a família; receitas simples e clássicas, mas sempre com o toque inconfundível e original de Ramsay.
“Enquanto chef, trabalho a mil à hora, mas quando estou em casa, gosto de abrandar. Deixo a minha bata de cozinheiro no trabalho e entro num cenário doméstico, onde tudo é completamente diferente. Em casa, a nossa cozinha é usada por toda a família e é um espaço de relaxamento. Muitas pessoas encaram a culinária como uma obrigação, mas nós acrescentamos-lhe um elemento de diversão.” Gordon Ramsay»
1 de novembro

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