Novidades Editoriais de Outubro (VIII)

Capa Sniper AmericanoSniper Americano – Chris Kyle (com Scott McEwen e Jim DeFelice) (Vogais)
«Chris Kyle foi o sniper de elite mais letal de sempre. Os rebeldes iraquianos chamavam–lhe “O Demónio”. Entre os seus irmãos Navy SEALs, era conhecido como “A Lenda”…
Em fevereiro de 2013, Chris Kyle (38 anos) foi covardemente assassinado por um antigo marine.
Chris Kyle, membro do SEAL Team Three da Marinha dos EUA, serviu quatro missões de combate no Iraque. Foi o atirador especial mais letal de sempre, detendo o recorde de 160 mortes como sniper, confirmadas oficialmente pelo Pentágono. Chegou a ter a cabeça a prémio no Iraque – 52 mil euros era o valor da recompensa. Recebeu duas Estrelas de Prata, cinco Estrelas de Bronze com um V (por valentia em combate), duas Medalhas da Marinha e dos Marines, e uma Comenda da Marinha.
Após as suas comissões tornou-se instrutor-chefe das equipas de Snipers dos SEALs. Chris Kyle morreu em fevereiro de 2013, aos 38 anos, em circunstâncias trágicas, assassinado, num campo de tiro, por um antigo marine. Deixou para trás a mulher, Taya, e dois filhos.
Uma biografia que chegará ao Grande Ecrã em 2015, pelas mãos de Clint Eastwood, com Bradley Cooper a assumir o papel de Chris Kyle e, simultaneamente, a produção do filme.» 

O Sabor ParaisoO Sabor do Paraíso – Icek Erlichson (Bertrand)
«Reconstruído a partir das páginas que compunham a obscura publicação das memórias de Erik Erlichson, em iídiche, sobre a Segunda Guerra Mundial, a sua condição de judeu, prisões sucessivas em campos de trabalho e campos de morte, nazis e soviéticos, O Sabor do Paraíso é um retrato duro, comovente e mordaz da luta pela sobrevivência.
São praticamente inexistentes os documentos que tão bem e pormenorizadamente retratam o dia-a-dia nos gulags estalinistas, assim como a sua extensão geográfica e a brutalidade que se impunha sobre a União Soviética durante a guerra.»
25 de outubro

Atlas do Corpo e da Imaginação_frenteAtlas do Corpo e da Imaginação – Gonçalo M. Tavares (Editorial Caminho)
«Atlas do Corpo e da Imaginação é um livro que atravessa a literatura, o pensamento e as artes passando pela imagem e por temas como os da identidade, tecnologia; morte e ligações amorosas; cidade, racionalidade e loucura, alimentação e desejo, etc. Centenas de fragmentos que definem um itinerário no meio da confusão do mundo, discurso acompanhado por imagens de “Os Espacialistas”, colectivo de artistas plásticos.
É um livro para ler e para ser visto e é também, de certa maneira, uma narrativa – com imagens que cruzam, com o texto, os temas centrais da modernidade.
Neste Atlas do Corpo e da Imaginação, Gonçalo M. Tavares revisita ainda a obra de alguns dos mais importantes pensadores contemporâneos, partindo de Bachelard e Wittgenstein, passando depois por Foucault, Hannah Arendt, Roland Barthes, mas também por escritores como Vergílio Ferreira, Llansol ou Lispector, entre muitos outros. Arquitectura, arte, pensamento, dança, teatro, cinema e literatura são disciplinas que atravessam, de forma directa e oblíqua, o livro.
Com o seu espírito claro e lúcido, Gonçalo M. Tavares conduz-nos com precisão e entusiasmo através do labirinto que é o mundo em que vivemos.»
29 de outubro

Capa D. Francisca de BragançaD. Francisca de Bragança: A Princesa Boémia – Maria João Fialho Gouveia (Topseller)
«D. Francisca de Bragança: A Princesa Boémia é um romance apaixonante inspirado numa cuidada investigação histórica, que nos dá a conhecer a vida de uma invulgar princesa portuguesa, que viveu uma longa e ousada história de amor o homem da sua vida, o filho do rei de França.
D. Francisca de Bragança nasceu no Rio de Janeiro em 1824, filha de D. Pedro IV de Portugal e da imperatriz D. Leopoldina da Áustria. Ficou órfã de mãe aos dois anos de idade, e durante toda a vida pesou sobre os seus ombros o fantasma da morte da mãe, grávida do sétimo filho, segundo os rumores assassinada às mãos do próprio marido.
Aos treze anos, a irreverente princesa conheceu D. Francisco d’Orléans, filho do rei de França, por quem se apaixonou perdidamente. Teria de esperar seis anos pelo dia do desejado casamento, e consequente partida para Paris, onde, agora a princesa de Joinville, depressa se impôs pela sua beleza, ousadia e espontaneidade, conquistando o petit nom de Belle Françoise.
Apaixonados e comungando de um ardor pela liberdade, os príncipes de Joinville entregaram-se a uma vida de boémia, numa Paris que fervilhava de arte, cultura e conhecimento, privando com intelectuais e artistas pelos Grands Boulevards e pelas salas de espetáculos. Apesar das intrigas cortesãs, que atribuíam amantes à princesa e romances ao seu consorte, e da queda da monarquia francesa, que obrigou os príncipes a um exílio forçado em Inglaterra, o casal de príncipes nunca se separou, e viveu um amor puro e cúmplice até ao fim dos seus dias.»

capapeq_Padeira_de_aljubarrotaPadeira de Aljubarrota – Mulher de Armas e Heroína de Portugal – Maria João Lopo de Carvalho (Oficina do Livro)
«
Quando, a 22 de outubro, chegar às livrarias o novo romance de Maria João Lopo de Carvalho baseado na agitada vida da Padeira de Aljubarrota, a percepção dos portugueses sobre uma das suas maiores heroínas vai, necessariamente, mudar. A lenda de Brites de Almeida, cuja acção terá contribuído para combater o invasor Castelhano em finais do século XIV, ganha outra dimensão. A autora leva-nos a descobrir uma mulher extraordinária, corajosa e forte mas também uma mulher com desejos e sonhos, para quem o relacionamento com os homens foi bem mais do que um pormenor. Ao episódio de bravura que a História consagrou juntam-se muitos outros de sedução, sensualidade, aventura e romance, dando origem a uma história de amor, traição e coragem em tempos de crise, condição que o povo português, afinal, sempre viveu de perto.
Muitas histórias correram sobre a humilde mulher que, em 1385, numa aldeia perto de Alcobaça, pôs a sua extrema força e valentia ao serviço da causa nacional, ajudando assim a assegurar a independência do reino, então seriamente ameaçada por Castela. É nos seus lendários feitos e peripécias, contados e acrescentados ao longo dos tempos, que se baseia este romance, onde as intrigas da corte e os tímidos passos da rainha-infanta D. Beatriz de Portugal se cruzam  com os caminhos da prodigiosa padeira de Aljubarrota, Brites de Almeida, símbolo máximo da resiliência e bravura de todo um povo.
Este é o romance nunca feito sobre a maior heroína da nossa história, cruzando a voz de Brites de Almeida com a voz de D. Beatriz de Portugal. Asas e Raízes, imaginação e rigor histórico no período mais conturbado que Portugal viveu na época medieval. 600 anos depois do seu feito heróico, a enorme popularidade da padeira e a sua figura inspiradora permitiram a Maria João Lopo de Carvalho criar um romance com outro ritmo, bem ao jeito do leitor que aprecia as peripécias de uma lutadora e corajosa mulher do povo que marcou a diferença num tempo em que sangue, suor e lágrimas não faltavam por terras de Portugal. E que melhor exemplo de bravura para os portugueses num período de lutas tão complexas como as que travamos todos nós nos dias de hoje?»
22 de outubro

bt-cvfCarlos da Veiga Ferreira: Os editores não se abatem – Sara Figueredo Costa (Booktailors)
«“Sim, conheci bastantes figuras da edição mundial, como o Peter Mayer, ou o Antoine Gallimard, que às vezes ainda vejo, a Beatriz de Moura, da Tusquets, de quem me tornei amicíssimo, o Jorge Herralde, da Anagrama, de quem também me tornei amigo, e vários outros, muitos deles amigos próximos.
Carlos da Veiga Ferreira: Os editores não se abatem é uma entrevista de vida com um dos mais marcantes profissionais da história recente da edição portuguesa.
Em quatro décadas de carreira, Carlos da Veiga Ferreira publicou em Portugal mais de 700 livros. Com uma vida dedicada à edição, foi, como o próprio descreve, “um editor muito à antiga, quase à século XIX”.
O seu nome surge diretamente associado à Teorema, na qual permaneceu cerca de 30 anos, tendo prosseguido com a criação da Teodolito em 2011. Através destas editoras, Veiga Ferreira publicou grandes nomes da literatura mundial, como Italo Calvino, Jorge Luis Borges, W. G. Sebald, Quino, Bret Easton Ellis ou Douglas Coupland.
Neste livro, o editor deixa ainda a memória da sua passagem pelo associativismo livreiro e pelos círculos editoriais de todo o mundo, dentro dos quais testemunhou as principais transformações na edição ao nível global. O reconhecimento desta carreira tem-lhe chegado de diversas formas, das quais é exemplo a distinção do governo francês como grau de Grande Cavaleiro das Artes e das Letras, em junho de 2013.»

capa_quando jesus chorou_lowQuando Jesus Chorou – Bodie e Brock Thoene (Clube do Autor)
«Uma história de fé e de amizade que evoca o período mais importante da vida de Jesus.
Bodie e Brock Thoene são autores de mais de 65 livros de ficção histórica mas nenhum deles estava ainda publicado em Portugal. A estreia acontece com a obra Quando Jesus Chorou, um romance histórico ambientado nos dias que mudaram o mundo para sempre.
Tendo como pano de fundo o período que antecede a crucificação e ressurreição de Cristo, este livro desvenda as conturbadas circunstâncias que marcaram a Judeia no tempo de Cristo e narra o dia-a-dia dos homens e mulheres que testemunharam alguns dos momentos mais importantes da vida de Jesus.
Através da amizade entre Jesus e Lázaro, o homem que ressuscitou dos mortos num dos mais extraordinários acontecimentos narrados na Bíblia, Bodie e Brock Thoene evocam neste livro um período fascinante do nosso passado e de forma envolvente, rigorosa e inesquecível dão ao leitor um raro vislumbre do poder e do amor de Cristo.»

pe-prazer80 Dias – A Cor do Prazer – Vina Jackson (5 Sentidos)
«Summer Zahova, agora uma violinista de renome, regressa a Londres – o lugar onde tudo teve início. Livre, sem compromissos numa cidade onde domina a volúpia, Summer envolve-se em inúmeras aventuras, aproveita as oportunidades excitantes, com que se depara, e viaja pela Europa, cumprindo alguns dos seus sonhos.
Quando o inestimável violino de Summer é roubado, eis que o carismático Dominik reaparece na sua vida. Nenhum deles consegue reprimir a atração que ainda sentem um pelo outro, mas o passado deixara marcas, e ambos sabem que o amor e a paixão nem sempre andam de mãos dadas.
Summer sabe que se brincar com o fogo pode acabar por se queimar, mas, no entanto, há alguns prazeres a que é difícil dizer não…»

pe-cavaloCavalo de Fogo – Congo – Florencia Bonelli (Porto Editora)
«A cirurgiã pediátrica Matilde Martínez abandona Paris rumo ao Congo levada por um sonho: aliviar o sofrimento das crianças vítimas da violência e da fome que imperam naquele país africano. No entanto, deixou para trás uma difícil história de amor que não consegue esquecer.
Por outro lado, o mercenário Eliah Al-Saud chega ao Congo movido por uma ambição: apoderar-se de uma mina de coltan, o minério mais cobiçado pelos fabricantes de telemóveis, que lhe renderá enormes lucros. Mas, acima de tudo, para recuperar Matilde, que considera a razão da sua vida.
Os traumas e segredos que os distanciaram em Paris continuam latentes e, rodeados por um contexto cruel e injusto, a reconciliação parece impossível. Mas Matilde e Eliah tentarão fazer tudo para que o seu amor triunfe.»
25 de outubro

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