Novidades Editoriais de Outubro (II)

capa_Heroi.aiHerói – Bernard Cornwell (Saída de Emergência)
«Bernard Cornwell volta a demonstrar porque é considerado um mestre no género do romance histórico.
Com a mestria e excelência a que Bernard Cornwell habituou os seus leitores, eis que mergulhamos na devastação da Guerra Civil Americana e testemunhamos as vitórias e derrotas dos exércitos do Sul e Norte.
Estamos no ano de 1862 e Nathaniel Starbuck torna-se comandante de um batalhão de castigo: os seus soldados não passam de um bando de cobardes, ladrões, desertores e assassinos. Sob a sua firme liderança, os homens de Starbuck partem ao encontro do exército do General Robert E. Lee e chegam a Harper’s Ferry a tempo de tomarem parte da captura da guarnição.
Daí, o regimento parte para o lendário horror de Sharpsburg, na região Sul, onde decorreu a Batalha de Antietam, que para sempre será recordada como o dia mais sangrento da guerra civil. É então que Starbuck e as suas tropas terão a sua coragem e lealdade testadas ao limite. E poderão voltar para casa como heróis… se sobreviverem.»
11 de outubro

pe-comercioUm Comércio Respeitável – Philippa Gregory (Porto Editora)
«1787. Bristol é uma cidade em franco crescimento, uma cidade onde o poder atrai os que estão dispostos a correr riscos. Josiah Cole, um homem de negócios que se dedica ao comércio de escravos, decide arriscar tudo para fazer parte da comunidade que detém o poder na cidade. No entanto, para isso, Cole vai precisar de capital e de uma esposa bem relacionada que lhe abra as portas necessárias.
Casar com Frances Scott é uma solução conveniente para ambas as partes. Ao trocar as suas relações sociais pela proteção de Cole, Frances descobre que a sua vida e riqueza dependem do comércio respeitável do açúcar, rum e escravos.
Entretanto, Mehuru, um conselheiro do rei de Ioruba, em África, é capturado, vendido e enviado para Bristol, onde será educado nos padrões ocidentais por Frances, por quem, inexoravelmente, se irá apaixonar.
Em Um Comércio Respeitável, Philippa Gregory oferece-nos um retrato vívido e impressionante de uma época complexa onde impera a ganância e a crueldade que devastaram todo um continente.»
4 de outubro

aa-horasNumerosas Linhas — Livro de Horas III – Maria Gabriela Llansol (Assírio & Alvim)
«Nas palavras de João Barrento, “Os Livros de Horas que continuamos a editar a partir dos cadernos manuscritos do espólio de Maria Gabriela Llansol, representam a concretização de um projeto que nasceu das nossas últimas conversas com a escritora, entre finais de 2007 e início de 2008. Foi nessa altura que Llansol nos deu a conhecer um primeiro núcleo de setenta cadernos de escrita (a que se acrescentariam mais seis, descobertos mais tarde), por ela própria numerados a partir de 1974, manifestando então o desejo de começar a transcrever deles, por ordem cronológica, os textos diarísticos que iriam integrar o livro que se seguiria a Os Cantores de Leitura (Assírio & Alvim, 2007), e a que daria o título genérico de Livro de Horas. Este título reflete, assim, uma das últimas vontades de Maria Gabriela Llansol.”
Sobre Maria Gabriela Llansol fala-nos ainda Eduardo Lourenço, dizendo que “Ela, efetivamente, fez do texto um objeto cénico da sua própria visão, da matéria, em última análise, do universo. […] É uma descrição do mundo extraordinariamente visceral, e ao mesmo tempo virtual e imaginária, como não há outra na literatura portuguesa.”»
4 de outubro

aa-cortesCortes – Almeida Faria (Assírio & Alvim)
«Nova edição profundamente revista pelo autor e com prefácio de Manuel Gusmão.
Sábado de aleluia, abril de mil novecentos e setenta e quatro, pouco antes do dia que mudará Portugal. Saído de casa em conflito com a ordem patriarcal, João Carlos, o protagonista, parte para Lisboa ao encontro da namorada. Arminda, a irmã, imagina amores subversivos. André, o irmão mais velho, agarra-se aos valores do passado. Os mais novos, Jó e Tiago, socorrem-se da fantasia para escaparem aos seus pesadelos, medos e pressentimentos. A mãe lamenta o crescente afastamento do marido e dos cinco filhos, a decadência da casa, a sua própria decadência física. Duas criadas e um velho servo submetem-se ou revoltam-se contra o meio semifeudal em que vivem. Ao longo das vinte e quatro horas deste segundo painel da chamada Tetralogia Lusitana, sonhos e premonições anunciam cortes profundos no mundo das suas personagens.»
4 de outubro

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