A Islândia de Valter Hugo Mãe é retratada em «A Desumanização», que sai a 20 de setembro

3D_VHM_altaA Desumanização, novo romance de Valter Hugo Mãe, que é lançado amanhã (20 de setembro) pela Porto Editora, é definido pelo seu autor como «Uma declaração esquisita» e «a mais sincera declaração de amor aos fiordes do oeste islandês». Segundo informa a Porto Editora, «durante três anos, o autor viajou para a Islândia (e partilhou vários desses momentos com os leitores, através do Facebook), para criar aquele que é o seu texto mais visível – um livro de ver». Trata-se, ainda nas palavras da editora, de «uma feliz fusão entre a palavra e a capacidade de fazer ver e sentir».
A capa inclui uma aguarela da autoria de Cristina Valadas, havendo no interior outras da mesma artista.
Valter Hugo Mãe, que já ganhou o Prémio José Saramago, o Grande Prémio Portugal Telecom para melhor livro do ano e o Prémio Portugal Telecom para melhor romance, vai apresentar A Desumanização em três eventos principais, todos a ter lugar em outubro – Teatro Maria Matos, em Lisboa, dia 6; Casa da Música, no Porto, dia 10; Teatro Municipal de Vila do Conde, dia 11 – antes de iniciar uma digressão pelo país.

pe-desu1A Porto Editora vai oferecer 4 mil posters-poema de A Desumanização nos três referidos eventos a quem comprar o livro, assim como será disponibilizado um número limitado a quem o adquirir, em pré-venda, na FNAC.pt e na WOOK.pt. Segundo, a editora, «Filipe Rodrigues, Isabel Lhano, Joana Rego e José Rodrigues são os artistas que se juntaram a Valter Hugo Mãe (poster na imagem ao lado) e desenvolveram abordagens plásticas a partir de frases do novo livro do escritor.

Sinopse: «“Mais tarde, também eu arrancarei o coração do peito para o secar como um trapo e usar limpando apenas as coisas mais estúpidas.”
Passado nos recônditos fiordes islandeses, este romance é a voz de uma menina diferente que nos conta o que sobra depois de perder a irmã gémea. Um livro de profunda delicadeza em que a disciplina da tristeza não impede uma certa redenção e o permanente assombro da beleza. O livro mais plástico de Valter Hugo Mãe. Um livro de ver. Uma utopia de purificar a experiência difícil e maravilhosa de se estar vivo.»

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