Novidades Editoriais de Setembro (II)

se-servaO Mago – A Serva do Império – Raymond E. Feist e Janny Wurts (Saída de Emergência)
«Ninguém conhece os meandros do Jogo do Conselho melhor do que Mara dos Acoma. Através de sangrentas manobras políticas, ela tornou-se uma poderosa força no Império; porém, rodeada de mortíferos rivais, se Mara quiser sobreviver, tem de ser a melhor. Como se isso não bastasse, Mara tem de combater batalhas em duas frentes: no viveiro de intriga e traição que é a corte dos Tsurani, e no seu coração, onde a paixão por um escravo bárbaro do mundo inimigo de Midkemia a leva a questionar os princípios que regem a sua vida.
A Serva do Império é o segundo volume da magnífica saga épica de Feist e Wurts – uma das colaborações mais bem-sucedidas de todos os tempos no estilo fantástico.»

el-guerreirosGuerreiros Medievais Portugueses – Miguel Gomes Martins (Esfera dos Livros)
«A figura de Geraldo Geraldes é quase mítica. Mais conhecido por O Sem-Pavor, lutou tanto do lado cristão, como do lado muçulmano durante a década de 1160; Gualdim Pais, cujo prestígio adquirido na Palestina o elevou a Mestre da Ordem do Templo em Portugal, sendo responsável pela edificação de uma poderosa rede de castelos crucial para a defesa das regiões a norte do rio Tejo; o Prior hospitalário Álvaro Gonçalves Pereira, presente em alguns dos mais importantes episódios militares das décadas de 1340 a 1380, desde a Batalha do Salado até às Guerras Fernandinas, passando pela Guerra Civil de 1355-1356; Nuno Álvares Pereira, um dos mais brilhantes generais da Idade Média Europeia, cujo percurso como comandante militar é longo, fulgurante e recheado de vitórias; Álvaro Vaz de Almada, o célebre conde de Avranches, figura fascinante da primeira metade do século XV e cujo trajeto o leva a combater nos mais variados teatros de operações, desde o Norte de África até às fronteiras orientais do Império, passando pelo Mediterrâneo, pelos palcos da Guerra dos Cem Anos e, claro, pelo território português, onde encontrou a morte, na Batalha de Alfarrobeira, lutando ao lado do infante D. Pedro. Estes são alguns dos 13 Guerreiros Medievais Portugueses cujo retrato é traçado pelo historiador Miguel Gomes Martins. A guerra é feita de homens. E, por isso, para melhor compreender as estratégias e táticas militares que estiveram por detrás das grandes campanhas, é fundamental conhecer os percursos dos comandantes que lideraram os exércitos, que conduziram homens para os campos de batalha e cujas decisões em momentos-chave os levaram às grandes vitórias ou às grandes derrotas. Pela sua mão revisitaremos algumas das mais emblemáticas guerras, campanhas, batalhas e cercos, entre meados do século XII e meados do século XV. Uma fascinante e original viagem à Idade Média através dos seus protagonistas.»

cam_diario_dos_tempos_de_crise-1Diário dos Tempos de Crise Daniel Sampaio (Editorial Caminho)
«“…Durante este ano, Portugal viveu uma crise intensa, que alguns pretendem reduzir apenas a uma dimensão económica e financeira. Estes meus artigos têm outra perspectiva: considero que a crise é mais profunda, porque afeta a intimidade das pessoas e os seus relacionamentos nos diversos contextos.”
Este livro consiste numa colectânea de artigos de Daniel Sampaio publicados na revista de domingo do jornal Público. Nesses artigos Daniel Sampaio trata uma vasta variedade de temas – Os que são tratados mais vezes são relativos à escola, aos problemas das famílias, aos problemas dos jovens. Mas também trata de problemas políticos e sociais. Neste conjunto, a  crise actual está quase sempre presente, porque ela de facto afecta todos os aspectos da vida. Até a crise do Sporting, à qual Daniel Sampaio esteve ligado, merece um artigo.
Em resumo, é uma reflexão que o autor faz com os seus muitos leitores sobre problemas que, direta ou indiretamente a todos dizem respeito.»
10 de setembro

gplus _FraudeDeIcaroA Fraude de Ícaro – Seth Godin (GestãoPlus)
«Num dos seus livros mais inspiradores, o autor do primeiro ebook com mais de um milhão de downloads desafia os leitores a encontrar coragem para tratar o trabalho como uma forma de arte.
A vida inteira, ouvimos dizer que é melhor não arriscar demais. Que mais vale um pássaro na mão que dois a voar. Que o mais importante é a estabilidade. Que é perigoso voar alto, sonhar alto – e até, por vezes, pensar alto.
Sabe que mais? A vida inteira, mentiram-nos. Não há risco maior do que não correr risco nenhum.
Conhece o mito de Ícaro? Preso no labirinto de Creta, Ícaro constrói umas asas de cera para tentar voar por cima das paredes do labirinto e fugir. O seu pai, Dédalo, avisa-o: “Cuidado, não voes muito alto, pois o sol pode derreter-te as asas.” E o que acontece a seguir? Ícaro voa demasiado alto… e as suas asas de cera derretem. É assim que se costuma contar a história.
A parte que nunca se conta, que é convenientemente esquecida, é a seguinte: Dédalo avisou o filho de que seria igualmente perigoso voar demasiado baixo, porque a água salgada comprometeria a capacidade de sustentação das asas.
É curioso. Numa história em que voar demasiado alto e demasiado baixo comportam os mesmos riscos, porque será que só ouvimos falar dos riscos da primeira opção?
Porque é mais fácil cair na ilusão da mediocridade. Porque, quando temos medo de explorar o nosso potencial até ao limite, e mais além, quando temos medo de dar tudo por tudo e falhar, então, é mais fácil acreditar que os riscos são perigosos, que a ambição é um defeito e que o difícil é, simplesmente, impossível. Chega de ilusões. Seth Godin, um dos marketeers mais relevantes dos nossos dias e um dos criativos mais originais do mundo do marketing, lança-lhe o desafio: não caia nessa. Não acredite em tudo o que lhe dizem que «não se pode» – e acredite mais naquilo que o faz pensar “eu consigo”.»
6 de setembro

Preco DesigualdadeO Preço da Desigualdade – Joseph E. Stiglitz (Bertrand)
«“Numa era em que a maioria dos norte-americanos via a economia como a ciência do dinheiro, eu era, por muitos motivos, um improvável candidato a economista. A minha família tinha ideais políticos e ensinou-me que o dinheiro não era importante; que o dinheiro não compra a felicidade; que o que importa é dedicarmo-nos aos outros e à nossa vida mental. Não obstante, na tumultuosa década de 1960, uma vez que me expus a novas ideias em Amherst, apercebi-me de que a economia era muito mais do que o estudo do dinheiro – era, na verdade, uma forma de pesquisa capaz de abordar as causas fundamentais da desigualdade (…)”
Em O Preço da Desigualdade, Joseph Stiglitz mostra-nos que a desigualdade crescente não é algo inevitável e que são os interesses financeiros que, no processo de criação da riqueza, sufocam o verdadeiro e dinâmico capitalismo.
Com a sua visão única, Stiglitz analisa o cenário mundial, lançando hipóteses sobre as implicações que o crescimento da desigualdade terá na democracia, na política monetária e orçamental, e na globalização.»
13 de setembro

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