«Deus – Dez histórias de encontros com o Divino», de Deepak Chopra, editado pela Albatroz

alb-deusDeus – Dez histórias de encontros com o Divino, de Deepak Chopra, editado pela Albatroz, do Grupo Porto Editora, reúne histórias de figuras importantes da História, que se sentiram «tocadas pelo poder divino».

Sinopse: «Neste novo livro, Deepak Chopra conta-nos as histórias de conhecidos santos, profetas e místicos que se sentiram tocados pelo poder divino. Através de notáveis e poderosos relatos, conheça os momentos decisivos do encontro com Deus que marcaram a diferença nas suas condutas. Deus: Dez histórias de encontros com o Divino mostra-nos que o diálogo com Deus está ao alcance de todos. Basta que saibamos escutá-Lo, como muitos o fizeram ao longo da história da Humanidade. Um livro inspirador que o ajudará a conectar-se com Deus, no seu dia a dia, de uma forma íntima e profunda.»

«Manual de Instruções para Sobreviver aos 40», de Rita Barato Silvério, lançado pela Cego Surdo e Mudo

csm-40A Cego Surdo e Mudo Edições lançou Manual de Instruções para Sobreviver aos 40, de Rita Barata Silvério, autora do blogue Rititi (www.rititi.com) e de O Livro da Rititi. Esta obra é o segundo volume da coleção de bolso Manual de Instruções.

Sobre o livro: «Tenho 38 anos, dois filhos (de dois e quatro anos) e um marido com uma pachorra infinita. Sou uma mulher de classe média, com direito a empregada três dias por semana, um trabalho fora de casa e 22 dias de férias por ano que vou esticando como uma pastilha elástica, tal como estico as horas do dia e da noite, o ordenado e a paciência. Coisas tão normais como sair à noite, jantar fora ou ter uma vida social de adulto, ficaram desde 2008 reduzidas à insignificância mais absoluta. Não atravesso o Atlântico desde que fiquei grávida, acompanho os descontos e os saldos com devoção quase religiosa e há dias em que me olho ao espelho e pergunto-me quem é esta senhora com umas mamas em estado de decadência, olheiras até ao umbigo e um cabelo a pedir uma sessão urgente de cabeleireiro. Vivo numa mistura de quartel de infantaria com horários rigorosos de refeições, banhos e dormidas, e um Toys’R’Us caótico. A minha vida não tem nada de especial – aliás, há momentos em que posso dizer (e digo) que a minha vida é uma merda, sinto-me cansada, estafada de tanto correr e tentar dar sempre o meu melhor no trabalho, em casa, com os putos, o marido e os amigos que vão resistindo. E muitas vezes sei que, apesar de tanto esforço, não consigo, não chego, falta-me o último sprint para chegar a essa última meta: a perfeição. Só que a perfeição não existe. Ou pelo menos, no meu mundo, não conheço nenhuma mulher perfeita. Algumas mães que encontro à porta de escola estão desempregadas ou têm empregos onde recebem menos 30 por cento do que os seus colegas masculinos. Outras têm trabalhos tão exigentes que passam dias sem ver os filhos. Tenho amigas que não podem ter filhos, algumas não descem nunca dos setenta quilos apesar das dietas, para não falar das condenadas a saltitar entre relações desastrosas. Nenhuma delas é imperfeita. Vivem a vida como melhor podem ou sabem. Como eu. E quando me sinto mais cansada, volto à primeira frase deste texto: tenho 38 anos, dois filhos (de dois e quatro anos) e um marido com uma pachorra infinita. E a minha vida, por muito de classe média que seja, com um quotidiano esgotante, é uma boa vida. Tenho amor, amigos para beber umas imperiais nas esplanadas, livros para ler no autocarro, saldos, verão e umas mamas desinchadas, sim, mas que dentro de um bom sutiã ainda me dão bastantes alegrias.»

Filipe Faria lança «O Andersenal», Livro 2 de Felizes Viveram Uma Vez

pre-fariaA Editorial Presença lançou O Andersenal, de Filipe Faria, segundo volume da coleção Felizes Viveram Uma Vez.

Sinopse: «Felizes Viveram Uma Vez… ou, pelo menos, assim quis Borralheiro acreditar após ter lido O Perraultimato, o legado da Mãe Gansa. Borralheiro, com os quatro indivíduos que se juntaram ao jovem na sua demanda em busca da verdade, Burra, Vasilisa, Capuchinho e Aprendiz, faz os possíveis por seguir à risca as instruções enigmáticas que lhe foram deixadas por Mãe Gansa. Estas conduzem-nos ao palácio da Rainha da Neve, onde deverão procurar O Andersenal, a segunda peça do enigma d´O Perraultimato. Infelizmente para Borralheiro, não é o único que sente que algo de muito errado se passou: um ser misterioso está a matar as personagens folclóricas uma a uma, também ele decidido a retificar aquilo que de errado se terá passado.»

«Alcora – O Acordo Secreto do Colonialismo», de Aniceto Afonso e Carlos de Matos Gomes, editado pela Divina Comédia

Blank white book w/pathA Divina Comédia lançou recentemente Alcora – O Acordo Secreto do Colonialismo – Portugal, África do Sul e Rodésia na última fase da guerra colonial, de Aniceto Afonso e Carlos de Matos Gomes, com prefácio de Fernando Rosas. A editora considera que se trata do «segredo mais bem guardado da Guerra Colonial».

Sobre o livro: «Alcora – O Acordo Secreto do Colonialismo  revela um acordo estratégico formalizado em Outubro de 1970 ao mais alto nível entre Portugal, a África do Sul e a Rodésia, envolvendo os domínios político, económico e militar, com o fito de preservar o poder nas mãos do regime colonial português e dos regimes racistas dos outros dois países, desde logo assegurando a derrota militar das guerrilhas de libertação nacional.
O livro dá a conhecer como as chefias militares sul-africanas, paralelamente ao crescimento da sua ajuda financeira, operacional e logística à guerra, vão ganhando um concomitante poder de opinião e interferência na condução das operações em Angola e Moçambique, opinando até quanto aos aspectos mais imediatos da condução da guerra no terreno e quanto ao mérito dos oficiais ou funcionários responsáveis, o que hoje surge, apesar de tudo, como surpreendente, pelo seu carácter inusitado e intrusivo.»

«A Princesa de Clèves», de Madame de La Fayette, com tradução de Pedro Tamen, sai a 30 de junho

dq-A Princesa de ClèvesA Princesa de Clèves, de Madame de La Fayette, será lançado a 30 de junho pelas Publicações Dom Quixote, sendo a obra traduzida por Pedro Tamen.

Sobre o livro: «Publicado anonimamente em 1678, A Princesa de Clèves tem como pano de fundo a vida na corte dos Valois, nos últimos anos de Henrique II, pelo que pode ser considerado também um romance histórico. Marca ainda a afirmação na literatura da relevância das mulheres na vida cultural do século XVII. A preocupação da verosimilhança psicológica e a construção rigorosa inscrevem A Princesa de Clèves na estética clássica da época e abrem caminho a uma forma de romance moderno centrado no estudo aprofundado das personagens.»

«Os Contos Sobrenaturais», de Carlos Fuentes, já disponíveis em Portugal

pe-contosobreOs Contos Sobrenaturais, do mexicano Carlos Fuentes, lançado recentemente pela Porto Editora, reúne alguns dos mais importantes contos do escritor, como «Chac Mool» e «Aura», provavelmente o mais conhecido.

Sobre o livro: «Desde o início da sua carreira literária, o território do relato fantástico é tão natural a Carlos Fuentes como respirar. Este livro (que dá seguimento a Contos Naturais, já publicado pela Porto Editora) inclui os seguintes contos: «Tlactocatzine, do Jardim de Flandres», «Pela Boca dos Deuses», «Litania da Orquídea», «A Boneca Rainha», «O Robô Sacramentado», «Um Fantasma Tropical» e «Pantera em Jazz». E ainda «Aura», provavelmente o mais famoso de todos os textos que Carlos Fuentes assinou.

Novo romance de Lucy Dillon, «Segredos para Um Final Feliz», sai a 15 de junho

pe-finalSegredos para um final feliz, novo romance de Lucy Dillon, autora de Corações sem dono, chega a 15 de junho às livrarias numa edição Porto Editora.

Sinopse: «Quando Michelle convida Anna para gerir e fazer renascer a moribunda livraria de Longhampton, é como se um sonho se tornasse realidade: para além de conquistar, finalmente, alguns momentos de paz longe das enteadas problemáticas e do dálmata hiperativo, Anna é uma sonhadora completamente apaixonada por livros.
Serão as histórias de amor, aventuras, jardins secretos, cães perdidos, bruxas malvadas e pêssegos gigantes a trazer nova vida à negligenciada loja. Anna e os seus clientes/leitores vão deixar-se levar pela magia. E nem a melhor amiga de Anna – a organizada e empreendedora Michelle, que diz categoricamente não acreditar no amor verdadeiro nem em príncipes encantados – ficará imune ao espirito love is in the air.
Mas quando alguns segredos da infância de Michelle voltam para a atormentar e o fracasso familiar paira sobre Anna, poderá a sabedoria das histórias de encantar ajudar as duas amigas – e aqueles que elas amam – a encontrar os seus próprios finais felizes?»

«Geração Invisível», de Ana Catarina Pereira e Tito Cardoso e Cunha, analisa os novos cineastas portugueses

capa_geracaoinvisivelGeração Invisível: Os novos cineastas portugueses, livro organizado por Ana Catarina Pereira e Tito Cardoso e Cunha, será lançado a 18 de junho, numa edição Labcom. Trata-se de um estudo, com a contribuição de 17 investigadores de diversos países, onde os organizadores «pretenderam analisar a inquietude, a poesia, a liberdade e o olhar de um
grupo de realizadores que começa a filmar no início do século XXI».

Sobre o livro:
«Sobre quem falamos: Constrangidos pelas restrições económicas que, desde cedo, ditaram a História do Cinema Português, cineastas como Miguel Gomes e João Salaviza têm mantido uma produção consistente, aplaudida pela crítica e distinguida em diversos festivais internacionais. Ambos já foram premiados em Berlim e João Salaviza em Cannes. Mas da mesma geração fazem também parte Rodrigo Areias, João Pedro Rodrigues, Catarina Ruivo ou Miguel Gonçalves Mendes, cujos percursos e obra constituem objecto de análise
nesta publicação com a chancela LabCom.
Os possíveis leitores: O livro, organizado a partir da primeira universidade pública a facultar uma licenciatura e mestrado em Cinema, não se dirige apenas à comunidade académica, mas a todos os que se interessam por cinema português e pelos géneros minoritários a que a nova geração se dedica. Porque também existem westerns, ficções científicas e filmes de terror no cinema português, tal como internacionalmente reconhecidos e muitos talentosos cineastas de animação.
O que há de novo no Cinema Português? Extingue-se uma certa tendência egocêntrica de fazer filmes para si próprio, ininteligíveis ou imperscrutáveis. Saúda-se o interesse do público e sai-se da grande cidade, percebendo-se que fora da área metropolitana de Lisboa fervilham cineclubes, teatros e associações culturais abertos à possibilidade de divulgar filmes nacionais. Renova-se o cinema português. E, com ele, a sua imagem.»

«Maldito Seja o Rio do Tempo», de Per Petterson, editado pela Dom Quixote a 24 de junho

dq-Maldito Seja o Rio do TempoMaldito Seja o Rio do Tempo, do norueguês Per Petterson, será editado a 24 de junho pela Dom Quixote, sucedendo assim a Cavalos Selvagens.

Sinopse: «Estamos em 1989 e, por toda a Europa, o comunismo está em colapso. Arvid Jansen, de 37 anos, encontra-se à beira de um divórcio. Ao mesmo tempo, à sua mãe é diagnosticado um cancro. Durante alguns dias intensos, no outono, seguimos Arvid enquanto ele se esforça por encontrar uma nova base para a sua vida, ao mesmo tempo em que os padrões estabelecidos à sua volta se estão a alterar a uma velocidade estonteante. Enquanto tenta conciliar-se com o presente, volta a recordar as suas férias na praia com os irmãos, o namoro, e o início da sua vida de trabalho, quando como jovem comunista abandonou os estudos para trabalhar numa linha de montagem.
Maldito Seja o Rio do Tempo é um retrato honesto, enternecedor e simultaneamente bem-humorado de uma complexa relação entre mãe e filho, contado na prosa precisa e bela e Petterson.»

Paul French desvenda em «Meia-Noite em Pequim» um crime com 75 anos

ber-meia noite em pequimMeia-Noite em Pequim, do britânico Paul French e lançado pela Bertrand, apresenta uma história verídica de um assassínio ocorrido em Pequim em 1937 e que na altura ficou por esclarecer. French, que viveu em Xangai por muitos anos, pretende com este ensaio dar um desfecho ao caso da morte de Pamela Werner, filha de um ex-cônsul britânico na China.

Sinopse: «Janeiro de 1937: Pequim é uma mistura inebriante de privilégios e escândalos, de bares e casas de ópio, de senhores da guerra e corrupção, de rumores e superstições – mas o final de tudo isto aproxima-se rapidamente.
No elitista Bairro das Legações, os residentes aguardam impacientemente pelo inevitável. As tropas japonesas já ocuparam a Manchúria e preparam-se para rumar a Sul. A ansiedade aumenta a cada dia que passa, quer entre os chineses, quer entre os estrangeiros que se encontram no interior das antigas muralhas da cidade. Numa dessas muralhas, existe uma enorme torre de vigia – assombrada, segundo os locais, por espíritos-raposa, que caçam mortais inocentes – e é aí que, numa noite fria e amarga, é largado o corpo de Pamela Werner, filha de um ex-cônsul britânico na China. Os detalhes da sua morte chocam Pequim. Setenta e cinco anos depois, Paul French retoma as investigações deste caso que nunca foi resolvido pelas autoridades, e dá aos acontecimentos o desfecho que lhes foi negado durante todo este tempo.
Meia-Noite em Pequim é a história verídica e frenética de um homicídio que o fará agarrar-se aos que ama, e é também uma narrativa plena de um tempo passado que marcou o fim de uma era.»