«O Falsificador de DaVinci», de Thomas Swan, em destaque na novidades de junho da Saída de Emergência

sde-serpasde-davinciO Falsificador de DaVinci, de Thomas Swan, e O Navio do Destino, de Rosine de Dijn, são duas das novidades que a Saída de Emergência preparou para junho em termos de novidades literárias.

O Falsificador de DaVinci – Thomas Swan
«Há décadas que um rumor faz estremecer o mundo das grandes colecções de arte: Leonardo Da Vinci terá deixado um conjunto de manuscritos com os seus mais importantes desenhos, incluindo os esboços iniciais de Mona Lisa. Chamam-lhes…Os Manuscritos Perdidos de Da Vinci, e o valor de tal obra é simplesmente incalculável.
Jonas Kalem, um misterioso comerciante de arte, prepara o golpe do século: forjar Os Manuscritos Perdidos de Da Vinci e tornar-se num dos homens mais ricos e prestigiados do seu tempo. Para isso precisa dos melhores profissionais: Curtis Stiehl, o único falsificador capaz de reproduzir a alma de um Da Vinci, mas que para isso terá de ser chantageado; Eleonor Shepard, uma física inteligente e sexy que erradamente pensa ter sido contratada para pesquisar arte em Florença; Giorgio Burri, um professor de Estudos Renascentistas que acaba de sobrestimar a própria inteligência; e Anthony Waters, um criminoso tão violento quanto atraente, cujas fúrias impulsivas podem transformar um esquema brilhante num campo de batalha. Mais do que explorar o crime no mundo da arte, Thomas Swan explora a arte do crime.
De Londres e Nova Iorque a Itália, este é um thriller soberbo que amontoa identidades falsas, traições, assassinatos, chantagens e um clímax de cortar a respiração.»

O Navio do Destino – Rosine de Dijn
«Em 1942, as tragédias da Segunda Guerra Mundial encontraram eco nas viagens do navio Serpa Pinto. Ao longo da rota Rio de Janeiro – Lisboa, os passageiros eram na sua maioria alemães que tinham emigrado para o Brasil e que desejavam regressar à Alemanha para lutar por Hitler. Mas quando o navio atravessava o Oceano Atlântico na direção oposta, Serpa Pinto representava a última esperança para centenas de refugiados que temiam pelas vidas e abandonavam a Europa através de Lisboa. Se por um lado, o navio era testemunha do fanatismo do Nacional-socialismo que abalou o continente europeu e inspirou centenas de alemães a abandonarem a segurança das suas casas no Brasil para partirem para a guerra, por outro lado, tornou-se o refúgio de pessoas que tinham perdido irremediavelmente os seus lares, arrancadas de forma violenta das raízes, para se tornarem refugiados. Venha conhecer a história do navio que se tornou o microcosmos dos dramas da guerra e mudou os destinos dos seus passageiros para sempre.»

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