Em «Cartas de Casanova» Mega Ferreira romanceia a passagem do aventureiro italiano por Lisboa em 1757

sex-cartasCartas de Casanova – Lisboa 1757 é o mais recente romance de António Mega Ferreira, que foi recentemente editado pela Sextante, onde o escritor dá voz ao aventureiro italiano aquando da sua passagem por Lisboa depois do Grande Terramoto. Cartas de Casanova vem ilustrado com imagens selecionadas por António Mega Ferreira, que será um dos convidados da 14.ª edição do Correntes d’Escritas, que se realiza este mês na Póvoa de Varzim.

Sobre o livro: «No verão de 1757, o aventureiro Giacomo Casanova, que se evadira pouco antes da prisão dos Piombi, em Veneza, desembarca em Lisboa. O espetáculo das ruínas provocadas pelo terramoto ultrapassa tudo aquilo que ele podia imaginar. Durante seis semanas, Casanova faz os possíveis por entender os portugueses: como é possível que a vida dos habitantes da cidade se tenha acomodado a uma tal desorganização? Conhece o comerciante Ratton e o conde de S. Lourenço, o livreiro Reycend e o marquês de Alegrete, o poeta Correia Garção e a condessa de Pombeiro. E até se encontra com o misterioso marquês de X. Chega finalmente à fala com Sebastião José de Carvalho e Melo, ainda não Oeiras, ainda não Pombal, a quem tenta vender o projeto de uma lotaria real. Exaspera-se e diverte-se, seduz e perde ao jogo, e encontra tempo para escrever seis cartas a cinco personagens importantes da sua vida. «Rien ne pourra faire que je ne me sois amusé» é a divisa que o guia. Mesmo em Lisboa.
Mesmo depois do Grande Terramoto.»

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One response to “Em «Cartas de Casanova» Mega Ferreira romanceia a passagem do aventureiro italiano por Lisboa em 1757

  1. Curiosamente, a revista LER do corrente mês, na extensa entrevista que faz a Mega Ferreira refere (ou referem, entrevistador e entrevistado), até à exaustão, estas “Cartas de Casanova”. Vou ler este livro porque gosto da escrita de Mega Ferreira e, também, porque tenho curiosidade em saber como é que o escritor “coloca” este célebre personagem, profissional da conquista e da adulação, todo “não me toques”, numa Lisboa arrasada pelo terramoto e onde a aristocracia vivia em barracas. Será interessante esta leitura.

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