Planeta lançou «D. Pedro – O Rei Imperador», obra premiada de Javier Moro

A Planeta lançou em Setembro D. Pedro – O Rei Imperador – O Império És Tu, uma biografia romanceada com o selo de qualidade do espanhol Javier Moro, que levou a cabo uma minuciosa investigação de três anos para escrever esta epopeia sobre D. Pedro I, com a qual conquistou o Prémio Planeta 2011.
Sobre a obra disse o próprio autor ao jornal espanhol La Razón: «Este não é um romance histórico, é uma história real romanceada, onde não há fantasia, não há episódios apócrifos, nem personagens inventadas. Há indivíduos completos, com os seus medos e ódios, com as suas dúvidas e vícios, mas reais.»

Sobre o livro: «Com a beleza exuberante dos trópicos como pano de fundo, Javier Moro narra, com paixão pelo pormenor, a prodigiosa epopeia do nascimento do maior país da América do Sul, com a visão histórica que nos oferece um imperador humano que defende os seus ideais e não o déspota como em geral os livros de História o costumavam conotar.
Nesta biografia romanceada sobre Pedro I do Brasil, podemos ler que aquele imperador capaz de cavalgar durante sessenta quilómetros sem desmontar do cavalo, de estar um dia inteiro sem comer, de navegar oceanos de inimigos e de fascinar mulheres inesquecíveis, tinha uma enorme sensibilidade que se manifestava no seu amor incondicional pelas crianças.
Apesar de uma esmerada educação e de grande inteligência, a personalidade de D. Pedro I era excessiva e contraditória, as mulheres foram a sua salvação e a sua perdição. Teve vários filhos e muitos ilegítimos: do casamento com a primeira mulher, a virtuosa Leopoldina de Áustria que o levou ao apogeu teve sete filhos, e cinco com a amante, a ardente Domitila de Castro, que o arrastou para a decadência.
Era um liberal entre os absolutistas, um promíscuo entre os monogâmicos, um hiperactivo e um bipolar, que ora era Jekyll para a seguir se transformar em Hyde. Dono de uma personalidade escandalosa, D. Pedro I tinha como único objectivo ‘beber a vida em grandes goles, num copo maior que a própria grandeza.
Quando o imenso Brasil se tornou pequeno e o poder deixou de lhe interessar, pôs a sua vida em risco por aquilo que acreditava ser justo. E alcançou a glória.»

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