«12 – A Doce», de François Schuiten, dá entrada na linha ASA a 21 de Setembro

As Edições ASA lançam a 21 de Setembro mais uma obra de BD de François Schuiten, 12 – A Doce, com a particularidade de apresentar a possibilidade de escolha entre duas capas. (À esquerda temos a capa igual à edição francesa, à direita a da edição especial).

Sobre o livro: «Léon conhece bem a Doce. Compreende-a melhor do que ninguém e antecipa os seus mínimos desejos. O que é muito natural, depois de tantos anos passados juntos a devorar quilómetros. Porque a Doce, ou melhor, a 12.004, é uma locomotiva a vapor. Uma rainha da velocidade, com uma mecânica sofisticada, que é o orgulho do seu maquinista.
Mas os tempos mudam, os transportes eléctricos ganham terreno, e os dias da Doce estão contados.»

George R.R. Martin em BD com «O Cavaleiro de Westeros»

A Saída de Emergência editou recentemente O Cavaleiro de Westeros, uma obra em banda desenhada da autoria de George Martin, sobre honra, violência e amizade feita em parceria com Ben Avery e Mike S. Miller.

Sobre o livro: «O continente de Westeros é o cenário onde se desenrola a saga de George R. R. Martin, as Crónicas de Gelo e Fogo.
O Cavaleiro de Westeros decorre cerca de cem anos antes do início do primeiro livro das Crónicas, no tempo do rei Daeron, com o reino em paz e a dinastia Targaryen no auge do seu poder.
Quando a vida de um cavaleiro termina, a sua morte pode ser o começo de uma nova vida para o seu escudeiro. Intitulando-se de “Sor Duncan, o Alto”, o jovem Dunk parte em busca de fama e glória no torneio de Vaufreixo, mas também sonha em prestar juramento como cavaleiro dos Sete Reinos. No caminho, encontra um rapaz misterioso que está determinado em ajudá-lo na sua demanda.
Infelizmente para Dunk, o mundo pode não estar preparado para um cavaleiro que mantém a sua honra. E os seus métodos cavalheirescos podem vir a ser a sua ruína…»

«Três Vivas aos Sete» é mais um volume da colecção de Enid Blyton

Três Vivas aos Sete, de Enid Blyton, lançado pela Oficina do Livro, é mais um volume da colecção O Clube dos Sete, criada por Enid Blyton que já está à venda nas livrarias.

Sinopse: «Vem conhecer o Pedro, a Joana, o Jaime, o Jorge, o Carlos, a Paulina e a Bárbara. Eles são o Clube dos Sete e estão prontos para resolver qualquer mistério, a qualquer hora! Quando o Pedro e o Jaime vão à procura do pequeno avião que perderam numa casa abandonada, encontram um aquecedor aceso numa das divisões. Quem vive ali e porquê? Parece que o Clube dos Sete tem mais um interessante caso para resolver…Os Sete BRAVO, VALENTES SETE!»

Porto Editora lança mais quatro títulos da colecção Arrepios – TerrorLândia

Porto Editora publica a 20 de Setembro quatro novos títulos da colecção Arrepios – TerrorLândia, de R. L. Stine, aumentando assim para dez os livros disponíveis em Portugal. Os títulos são Os Meus Amigos Chamam-me Monstro, Sorri… Pela Última Vez!, Sarilhos Serpentinos! e Socorro! Temos Superpoderes!.
Recorde-se que as aventuras desta série passam-se num enorme parque temático, a TerrorLândia, que o autor descreve como o local mais assustador do universo. Em cada livro, uma criança é atraída ao parque e aí reencontra vilões e heróis dos livros da coleção anterior, que lhes proporcionam aventuras de arrepiar.

Sextante lança a 20 de Setembro «Memórias de Tomas Tranströmer»

A Sextante lança a 20 de Setembro o único livro em prosa do Nobel 2011, Memórias de Tomas Tranströmer, onde o escritor sueco narra a sua infância e adolescência, os seus hábitos e educação, e como descobriu a poesia.

Sobre o livro: «“A minha vida.” Quando penso estas palavras, vejo diante de mim um rasto de luz. Observando melhor, a luz tem a forma de um cometa, com uma cabeça e uma cauda. A extremidade mais luminosa, a cabeça, é a nfância e a idade do crescimento. O núcleo, a parte mais densa, é a primeira infância, quando são determinados os traços principais da nossa vida. Tento recordar-me, tento chegar lá. Mas é difícil movimentarmo-nos nessas regiões muito condensadas, e perigoso, tenho a sensação de que chegaria muito próximo da morte. Mais adiante, o cometa dilui-se: é a parte mais comprida, a cauda. Torna-se cada vez menos denso, mas também mais largo. Encontro-me agora num ponto muito avançado da cauda do cometa; tenho sessenta anos no momento em que escrevo estas linhas.»

Um Poema
este agora
eleva-se como fumo quente em ar frio
este sereno agora

o cão abandonou o seu latido
a lebre abandonou a sua angústia
a flauta abandonou a boca humana
e toca sozinha

neste pobre e belo agora que luta
contra a armada dos segundos
e se afoga num redemoinho
embora me vá sobreviver

Arteplural lança «Branca de Neve» ilustrado por Zdenko Bašić

A Arteplural acaba de lançar o álbum de Branca de Neve, com adaptação de Stella Gurney e ilustrações de Zdenko Bašić, uma dupla que já havia trabalhado junta em Pinóquio, também lançado entre nós por esta chancela da Bertrand.

Sobre o livro: «Espelho meu, espelho meu, haverá alguém no mundo mais belo que eu?
Um dos maiores clássicos de sempre está de regresso, mas com muita interação para os mais pequenos.
A princesa Branca de Neve foi abençoada com uma beleza tão pura quanto a neve, e por isso a invejosa rainha quer livrar-se dela para sempre. A fugir pelo bosque, Branca de Neve encontra a casa dos sete anões e pode agora viver sem receio de que lhe façam mal. Porém, a cruel e astuta magia da rainha não conhece limites…

Surpresas pop-up:
– Puxa a tira para veres a rainha picar o dedo
– Gira a roda para descobrires as criaturas da floresta
– Espreita pelas janelas da aconchegante casa dos sete anões
– Folheia o perigoso livro de feitiços da rainha má»

 

Nuno Amado deixa-nos «À Espera de Moby Dick» até ao dia 30 de Setembro

A Oficina do Livro lança a 30 de Setembro À Espera de Moby Dick, do escritor português Nuno Amado.

Sobre o livro: «Um desgosto avassalador leva um lisboeta a refugiar-se numa enseada perdida dos Açores para cumprir um velho sonho: avistar baleias. Enquanto espera pela chegada dos gigantes marinhos, ocupa os dias naquele lugar dominado pelo ruído do oceano a tentar reencontrar-se e a escrever cartas para o seu melhor amigo, contando-lhe o fio dos seus dias no exílio, mas também para destinatários tão improváveis como o Instituto Nacional de Estatística, o boxeur português com mais derrotas acumuladas ou um guru de auto-ajuda de sucesso planetário. À medida que o tempo passa, consegue vencer a solidão absoluta que impôs a si próprio e estabelece contacto com os seus poucos vizinhos, como um alemão bem-humorado, que todos os dias sai sozinho para o mar, e um casal de reformados oriundo do continente, que recebe cartas do filho dos mais variados lugares do mundo. Depressa descobre que, naquela enseada, todos têm qualquer coisa a esconder e nada é exactamente o que parece.»