Dom Quixote aposta em dose dupla de Urbano Tavares Rodrigues e no regresso de Jorge Amado

Escutando o Rumor da Vida seguido de Solidões em Brasa, de Urbano Tavares Rodrigues, a editar a 18 de Junho, é o maior destaque entre as novidades de Junho da Dom Quixote no que respeita à colecção Autores de Língua Portuguesa. Mas antes, a 11 de Junho, sai outra obra primordial, esta vinda do Brasil, nada mais nada menos do que a reedição de Gabriela, Cravo e Canela, de Jorge Amado, precisamente no ano em que se assinalam cem anos desde o nascimento do consagrado escritor brasileiro.

Escutando o Rumor da Vida seguido de Solidões em Brasa – Urbano Tavares Rodrigues
«Escutando o Rumor da Vida, como o próprio título o diz, é uma tentativa de visão global do mundo em que vivemos, mas inteiramente diferente das obras convencionais realistas e naturalistas. Bem pelo contrário, aqui reinam a excentricidade, a loucura, o humor e até o absurdo tornado real, desde a conversão do belo tenebroso Olímpio no herói da generosidade e do amor, à excentricidade erótica de Teresa Cordovil…
Já na novela Solidões em Brasa pode parecer mais natural a inquietação de Vítor Córdova, que procura no amor e no sexo, na viagem e nos seus pequenos delírios um sentido para a vida, que afinal não encontra, bem como Maria Lucília Rodrigues, pintora que acaba por se suicidar, desesperando de achar a harmonia, a verdade que perseguiu.»

Gabriela, Cravo e Canela – Jorge Amado
«No ano em que se assinala o centenário do nascimento de Jorge Amado, a Dom Quixote reedita aquele que é, porventura, o seu livro mais emblemático. Gabriela, Cravo e Canela é mais do que a história de amor do árabe Nacib e da sertaneja Gabriela. É a crónica de uma pequena cidade baiana, Ilhéus, quando passava por bruscas transformações, por volta do ano de1925. A riqueza trazida pelo cacau possibilitara o desenvolvimento urbanístico e o progresso económico, transformando profundamente a fisionomia da cidade.
Publicado em 1958, Gabriela, Cravo e Canela recebeu no ano seguinte os prémios Machado de Assis e Jabuti. Pouco depois, em 1961, Jorge Amado seria eleito para a Academia Brasileira de Letras, em grande parte graças ao estrondoso sucesso do livro.»

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