Dom Quixote assinala 50.º aniversário da morte de Faulkner com a reedição de «O Som e a Fúria»

A Dom Quixote assinala os 50 anos da morte do escritor norte-americano William Faulkner com a reedição de O Som e a Fúria, obra que sai a 30 de Junho e tem prefácio de António Lobo Antunes. Uns dias antes, a 25 de Junho, sai Uma Manhã Perdida, romance da romena Gabriela Adameşteanu, que estará em Portugal no início de Julho para promover o seu livro. Entretanto, a 11 de Junho é editado Flores Caídas no Jardim do Mal (Primavera), de Mons Kallentoft.

O Som e a Fúria – William Faulkner
«O Som e a Fúria é a história da tragédia da família Compson, apresentando algumas das personagens mais memoráveis da literatura: a bela e rebelde Caddy; Benjy, o filho varão; o assombrado e neurótico Quentin; Jason, o cínico brutal; e Dilsey, o criado negro. Com as suas vidas fragmentadas e atormentadas pela história e pela herança, as suas vozes e ações enredam-se para criar o que é, sem dúvida, a obra-prima de Faulkner, e um dos maiores romances do século XX.»

Uma Manhã Perdida – Gabriela Adamesteanu
«Numa manhã fria de inverno, Vica Delcă, uma mulher de setenta anos a quem o regime comunista fechou a loja e que vive com dificuldades, caminha sozinha pelas ruas de Bucareste. A sua intenção é visitar a irmã e, de seguida, dirigir-se à mansão da sua antiga patroa em busca de um donativo mensal, mas também para conversar um pouco e lembrar os velhos tempos.
Uma Manhã Perdida é um magistral romance polifónico que, alternando entre o solene e o cómico, a ternura e o hu­mor, nos relata a saga de uma família romena durante cem anos e, a partir desta, de todo um povo. Publicado em 1983, este é o romance que catapultou Gabriela Adameşteanu para a primeira linha dos escritores romenos.
Gabriela Adamesteanu estará em Lisboa, de1 a5 de Julho, para promover este romance.

Flores Caídas no Jardim do Mal (Primavera) – Mons Kallentoft
«O sol primaveril brilha em Linköping, no centro da Suécia, e aquece os poucos habitantes, ainda pálidos da escuridão de um inverno prolongado, que ousaram sair para tomar café nas esplanadas da cidade. Uma mulher passeia com as duas filhas pela Praça Grande da cidade e dirige-se à caixa automática de um banco para levantar dinheiro. E, subitamente, há um som aterrador que atravessa a cidade e faz estremecer as construções mais sólidas e os corações mais endurecidos. Momentos depois, Malin chega à praça e a visão que a atinge dificilmente poderá ser apagada…»

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