«Caligrafia dos Sonhos», de Juan Marsé, chega a 21 de Abril

A Dom Quixote lança a 21 de Abril Caligrafia dos Sonhos, romance de Juan Marsé que tem o prefácio assinado por António Lobo Antunes. Nesse mesmo dia sai O Testamento Final da Bíblia Sagrada, de James Frey. Mas antes, a 14 de Abril, a editora prossegue a edição das obras de John le Carré, desta vez com Um Espião Perfeito.

Caligrafia dos Sonhos – Juan Marsé
«Em meados dos anos quarenta, Ringo é um rapazinho de quinze anos que passa as horas mortas no bar da senhora Paquita, movendo os dedos sobre a mesa, como se praticasse as lições de piano que a família já não lhe pode pagar. Nessa taberna do bairro de Gracia, o miúdo é testemunha da história de amor de Vicky Mir e do senhor Alonso: ela, uma mulher entrada em anos e abundante de carnes, massagista de profissão, ingénua e apaixonadiça; ele, um cinquentão garboso que acabou por se instalar em sua casa. Ali vivem, junto de Violeta, a filha da senhora Mir, até que sucede algo inesperado: um domingo à tarde, Vicky deita-se nas linhas mortas de um elétrico tentando um suicídio impossível e patético, e o senhor Alonso desaparece para não voltar.»

O Testamento Final da Bíblia Sagrada – James Frey
O que faria se descobrisse que o Messias estava vivo? A viver em Nova Iorque. Se o encontrasse acreditaria n’Ele?
James Frey não é como os outros escritores. Já foi chamado de mentiroso, vigarista, burlão. Já foi chamado de salvador, revolucionário, génio. Devido às suas polémicas, já foi processado por leitores, abandonado por editoras, repreendido na televisão e condenado pelos media. Já foi forçado a exilar-se e a esconder-se. Mas ele é também um autêntico fenómeno editorial, publicado em trinta e nove línguas e adorado pelos seus leitores. E o que assusta verdadeiramente as pessoas é o facto de ele brincar com a verdade; essa linha ténue entre facto e ficção.
Esta é a sua obra mais controversa e será adaptada ao cinema.»

Um Espião Perfeito – John le Carré
«“Magnus Pym”, explicou um dia John le Carré, “é o arquétipo do agente duplo que existe em cada um de nós.” E é bem provável que esta seja, de facto, a chave para a compreensão de Um Espião Perfeito, unanimemente reconhecido pela crítica como a mais importante e a mais autobiográfica das obras do autor.
Publicado em 1986, Um Espião Perfeito rapidamente foi aclamado como um livro superior e tornou-se um imenso sucesso em todos os países onde foi editado.»

Um pensamento sobre “«Caligrafia dos Sonhos», de Juan Marsé, chega a 21 de Abril

  1. armando sousa

    Já li o Espião Perfeito. De facto, Le Carré, exibe neste longo livro todo o seu potencial de escritor especializado no desconhecido “mundo” da espionagem. É, de facto, um livro excelente.

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