«Catch-22», de Joseph Heller, lidera Junho de luxo na Dom Quixote

A Dom Quixote lança a 13 de Junho Catch-22, de Joseph Heller, um divertido romance passado em Itália na Segunda Guerra Mundial e que desde há cinquenta anos se vem afirmando como um marco da literatura americana. Ainda em Junho a Dom Quixote “recupera” obras de Vargas Llosa, García Márquez e Le Carré.

Catch-22 – Jospeh Heller
«Volvidos cinquenta anos sobre a data da sua primeira edição, Catch-22 persiste como uma das pedras angulares da literatura americana e um dos mais divertidos – e aclamados – romances de todos os tempos. Figura nas listas dos “melhores romances” da Time, da Newsweek, da Modern Library, da The New York Public Library, da American Library Association, do The Observer e do The Guardian.
Passado em Itália durante a II Guerra Mundial, conta a história do capitão Yossarian, comandante de bombardeiros, um herói incomparável e matreiro, que está furioso porque milhares de pessoas que não conhece de lado nenhum o querem matar. Mas o seu verdadeiro problema não é o inimigo – é o seu próprio exército, que está sempre a aumentar o número de missões de voo que os homens têm de cumprir para completarem a sua comissão de serviço.
Nas livrarias a 13 de Junho

Os Cachorros. Os Chefes – Mario Vargas Llosa
Os Chefes (1959) foi a primeira obra publicada de Mario Vargas Llosa e com ela obteve o seu primeiro reconhecimento literário, o Prémio Leopoldo Alas. O autor refere-se assim ao livro: “Os Chefes é um pequeno microcosmo do que viriam a ser o resto dos meus livros.”
Quando escreveu Os Cachorros (1967) o escritor peruano já era mestre de todas as faculdades da sua narrativa, pelo que este livro acaba por ser uma mostra da diversidade das paixões pessoais e colectivas.»
Nas livrarias a 6 de Junho

Relato de Um Náufrago – Gabriel García Márquez
«Relato de Um Náufrago descreve a experiência de um jovem que, em 1955, caiu ao mar, com outros sete membros da tripulação do contratorpedeiro Caldas da Marinha de Guerra da Colômbia, e que teve a sorte de ser o único sobrevivente. Embora a história tenha sido escrita por Gabriel García Márquez no seu tempo de jornalista do El Espectador de Bogotá, com material resultante de uma longa entrevista ao sobrevivente, os responsáveis pela publicação decidiram que a história seria narrada na primeira pessoa e assinada pelo náufrago.
Quinze anos mais tarde, quando Gabo já tinha escrito Cem Anos de Solidão, decide publicar a história completa em livro e assiná-la como o seu autor.
Nas livrarias a 20 de Junho

A Toupeira – John Le Carré
«Smiley e a sua gente deparam-se com um extraordinário desafio: uma toupeira – um agente duplo dos soviéticos – conseguiu infiltrar-se e ascender ao mais elevado nível dos Serviços Secretos britânicos. A sua traição comprometeu já algumas operações vitais e as melhores redes.
A toupeira é um dos seus. Mas quem?»
Nas livrarias a 6 de Junho

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