«A Flor de Abril», de Pedro Olavo Simões e Abigail Ascenso, em destaque na QuidNovi

A QuidNovi lançou na primeira quinzena de Abril A Flor de Abril, de Pedro Olavo Simões e Abigail Ascenso, e Century IV – A Primeira Nascente, de Pierdomenico D. Baccalario, o último livro da série depois de O Anel de Fogo, A Estrela de Pedra e A Cidade do Vento.

A Flor de Abril – Pedro Olavo Simões (texto) e Abigail Ascenso (ilustração)
«A Flor de Abril conta às crianças o que o 25 de Abril foi, fazendo-o. Sem maneirismos nem condescendência, um pai, pintor, busca na memória as respostas à curiosidade do filho, que viu um cravo desenhado sobre o cano de uma espingarda. Com a simplicidade dessa conversa a dois, vemos como Portugal despontou para a liberdade numa madrugada de 1974. Percebemos que país era esse – isolado, amordaçado e mergulhado num conflito que se eternizava. Entendemos que a ânsia de libertação transbordava largamente o universo dos militares que saíram à rua no 25 de Abril. E compreendemos a necessidade de acarinhar valores tão difíceis de conquistar e que, por hoje fazerem parte das nossas rotinas, julgamos serem naturais e isentos de perigo.»

Century IV – A Primeira Nascente – Pierdomenico D. Baccalario
«De cem em cem anos, a humanidade é posta à prova. De cem em cem anos, quatro jovens têm de participar num grande desafio. Outros cem anos passaram e os jovens já foram escolhidos. Depois de Roma, de Nova Iorque e de Paris, o desafio continua em Xangai, a cidade da Água. 19 de Setembro, Xangai. Faltam dois dias para o ajuste de contas, quando o Pacto entre Homem e Natureza for renovado. Mas muitas são as coisas ainda por esclarecer. Electra, Mistral e Sheng estão sentados à mesa, uma mesa de cristal que parece flutuar no meio das nuvens, no hotel mais alto do mundo. viajaram com nomes falsos, para não levantar suspeitas. Mas uma coisa não corre bem: ao apelo falta Harvey. Tem o telemóvel desligado e não mandou uma mensagem sequer. E, no entanto, devia ter aterrado na China há horas… Precisamente naquele momento, Harvey está de facto dentro de um carro com vidros escurecidos, não muito longe do hotel. Ao volante está um chinês com uma tatuagem na nuca, com um ar que nada tem de amigável: Nik Knife. O carro pára diante do arranha-céus de Heremit  evil, o grande inimigo. O homem quer descobrir onde está escondido o quarto objecto.»

Cavalo de Ferro apresenta trio de respeito a 26 de Abril

A Cavalo de Ferro lança a 26 de Abril três novidades de peso. São elas Union Atlantic, do norte-americano Adam Haslett, Auto-de-Fé, do italiano Elias Canetti, Nobel da literatura em 1981, e O Turno, de Luigi Pirandello, até agora inédito em Portugal.

Union Atlantic – Adam Haslett
«Union Atlantic é, nas palavras de Jonathan Franzen, “um romance verdadeiro, que se nutre da urgência do momento, de excepcional maturidade, abrangência e compaixão.”
Em vésperas da grande crise financeira mundial, o destino do jovem ambicioso banqueiro Doug Fanning e o de Charlotte Graves, professora de História reformada, entram em rota de colisão. O resultado é um romance brilhante, que traça de modo magistral o retrato social e moral de uma nova época: aquela em que nós vivemos.»

Auto-de-Fé – Elias Canetti
«Auto-de-Fé é o único romance de Elias Canetti. Obra magistral, catapultou este escritor de génio forte e individual para a categoria dos principais autores europeus, ao lado de Robert Musil, Hermann Broch e Karl Kraus. Proibido pelo regime nazi quando da sua publicação, este é hoje considerado um dos livros fundamentais da história da literatura ocidental.»

O Turno – Luigi Pirandello
«Marcantonio Ravì decide dar a mão de sua filha Stellina ao velho e rico Dom Diego Alcozèr, contrariando deste modo a vontade dela, que deseja casar com o jovem Pepè Alleto, por quem está apaixonada. O raciocínio, sensato e astuto, de Marcantonio é bastante simples: casando com Dom Diego, a quem já poucos anos de vida devem restar, Stellina tornar-se-á brevemente numa bela, jovem e, sobretudo, rica viúva, livre de se casar com quem escolher sem temer um futuro incerto. Assim, para benefício de ambos, não resta a Pepè Allete senão esperar pela sua vez, pelo seu turno! Mas Dom Diego, uma vez casado, não dá mostras de querer abandonar este mundo tão depressa; pelo contrário, parece rejuvenescer a cada dia que passa. Face à infelicidade do jovem casal apaixonado intervém Ciro Coppa, advogado, viúvo de uma irmã de Pepè, homem irascível e violento que, aparentemente para favorecer o ex-cunhado, consegue tornar nulo o casamento de Stellina…»

“A Manhã do Mundo” marca a estreia de Pedro Guilherme-Moreira

A Manhã do Mundo, de Pedro Guilherme-Moreira, novo autor português revelado pela Dom Quixote, sai a 16 de Maio e faz-nos regressar ao 11 de Setembro de 2001 em Nova Iorque. Também a 16 de Maio sai o novo romance de Patrícia Reis, Por Este Mundo Acima, enquanto o dia 29 do mesmo mês está reservado para o regresso de Maria Teresa Horta, com As Luzes de Leonor.

A Manhã do Mundo – Pedro Guilherme-Moreira
«No dia 12 de Setembro de 2001, Ayda encontrou-se com Teresa num café de Allentown e, com o jornal aberto sobre a mesa, foi implacável com os que tinham saltado das Torres Gémeas, chamando-lhes cobardes. Entre os que saltaram, estavam Thea, Millard, Mark, Alice e Solomon – todos personagens fascinantes, com histórias de vida simultaneamente banais e extraordinárias –, que o acaso reuniu no 106.º piso da Torre Norte do World Trade Center naquela fatídica manhã. Se Ayda, por hipótese, conhecesse essas histórias e o drama que eles enfrentaram, decerto não os teria insultado tão levianamente. Mas poderá o destino dar-lhe uma oportunidade de rever a História?»
Pode ver aqui o booktrailer.

Por Este Mundo Acima – Patrícia Reis
«Neste seu novo livro, Patrícia Reis descreve-nos um cenário de terrível desastre que assola a cidade de Lisboa. Entre os sobreviventes há um velho editor procurando amigos e amores desaparecidos. Encontra um manuscrito e um rapaz e, neles, a porta para uma outra dimensão da vida.
Por Este Mundo Acima é a consagração dessa melhor forma de amor que é a amizade. Uma História sobre a importância redentora dos livros.»

As Luzes de Leonor – Maria Teresa Horta
«Leonor de Almeida Portugal, neta dos marqueses de Távora, foi enclausurada em 1758, com a mãe e a irmã, no Convento de S. Félix, em Chelas, por ordem do futuro marquês de Pombal. Tinha 8 anos. Saiu com 27, precedida pela fama da sua beleza, Luzes e talento poético.
Neste contexto, Maria Teresa Horta recria, num romance sinfónico, multifacetado, uma figura ímpar de mulher na história literária e política de Portugal. Persegue-a e vigia-a nos momentos mais íntimos, atraída pela desmesura de Leonor no seu permanente conflito entre a razão e a emoção.»

“Ilha Teresa”, de Richard Zimler, à venda a 9 de Maio pela mão da Dom Quixote

O novo romance de Richard Zimler, Ilha Teresa, chega a 9 de Maio às livrarias, numa edição da Dom Quixote. Desta vez trata-se de uma história contemporânea, que tem por cenário Nova Iorque. Ainda a nível de literatura estrangeira, a Dom Quixote edita em Maio O Seu Lado Clandestino, de Peter Carey (dia 23), Estrela do Mar, de Joseph O’Connor (dia 23) – ambos, curiosamente, também com Nova Iorque muito presente – e A Viagem dos Cem Passos, de Richard C. Morais (dia 16).

Ilha Teresa – Richard Zimler
«A vida de Teresa muda radicalmente quando os pais deixam Lisboa para irem viver em Nova Iorque. Não estando preparada para a vida na América, com dificuldade para se exprimir em inglês, Teresa encontra refúgio no seu particular sentido de humor e no único amigo, Angel, um rapaz brasileiro de 16 anos, bonito, mas desastrado, que adora John Lennon e a sua música. Mas o mundo de Teresa desmorona-se completamente quando o pai morre e a deixa, a ela e ao irmão mais novo, com uma mãe negligente e consumista.»

O Seu lado Clandestino – Peter Carey
«O Seu Lado Clandestino conta a história de Che – um rapaz criado em Nova Iorque sob protecção da avó, filho precoce de um casal de activistas radicais, estudantes em Harvard, em finais dos anos 60. Desejando ansiosamente a companhia dos pais, conhecidos pela sua vida na clandestinidade, e vendo-se privado do acesso à televisão e às notícias, o rapaz encontrará apoio nas palavras de um vizinho, um adolescente de cabelo comprido, que prevê: “Um dia eles vêm buscar-te, pá. Eles vão tirar-te daqui.”»

Estrela do Mar – Joseph O’Connor
«No Inverno impiedoso de 1847, de um Irlanda dilacerada pela injustiça e pela calamidade natural, o Estrela do Mar levanta ferro em direcção a Nova Iorque. Levando a bordo centenas de refugiados à força, destacam-se entre eles uma criada de servir que tem um segredo devastador, um Lorde Merridith arruinado e a sua família, um aspirante a romancista, um compositor de baladas revolucionárias. Todos desafiando corajosamente o Atlântico em busca de um novo lar. Todos mais intimamente ligados do que possam pensar. Mas um assassino secreto vigia as cobertas do navio, procurando, faminto, a vingança que lhe trará a absolvição.»

A Viagem dos Cem Passos – Richard C. Morais
«Richard C. Morais, que nasceu em Lisboa em 1960, agora com nacionalidade americana, escreveu um livro que nos fala da ascensão do jovem Hassan Haji, o improvável gourmand que narra a viagem da sua vida. A inesperada tragédia que empurra os Haji para fora da Índia leva-os a estabelecerem-se em Lumière, uma pequena aldeia nos Alpes franceses. A saborosa guerra culinária entre o barato restaurante indiano da família de Hassan e o elegante relais francês da famosa chef Madame Mallory marca a vida da aldeia de Lumière a partir desse momento, e, posteriormente, abre as portas da cozinha francesa ao jovem. A Viagem dos Cem Passos, ou os cem metros que separam um novo restaurante indiano e a cozinha tradicional francesa, espelha o poderoso abismo entre tão diferentes culturas e desejos.»

Savater apresenta uma «História da Filosofia Sem Medo Nem Pavor»

A Filosofia é, a par da Matemática, das disciplinas mais temidas pelos estudantes. Talvez a pensar neles o filósofo, ensaísta e escritor espanhol Fernando Savater criou este História da Filosofia sem Medo nem Pavor, agora editado em Portugal pela Planeta.

Sinopse: «Ao ouvir falar de filosofia, muitas pessoas assustam-se, e algumas começam logo a tremer: a filosofia? O que é isso? De certeza que não é para mim! Estão errados, porque as perguntas básicas da filosofia todos as fizemos alguma vez: tratam da morte, da verdade, da justiça, da natureza, do tempo… Fazer filosofia não é senão reflectir sobre a nossa humanidade.
Mas… quem foram os grandes filósofos? Pessoas como nós, inquietas ao longo dos séculos pelas mesmas coisas que nos incomodam agora.
A sua história é um relato de aventuras racionais, de genialidade e inteligência, onde não faltam perseguições, calabouços, martírios e também descobertas surpreendentes.
Este livro pretende apenas contar com simplicidade e não com pedantismo, para que, quem leia, desfrute sem medo nem pavor da sua emoção intelectual… e possa continuar a pensar por si próprio.»

«Contagem Decrescente» – Ken Follett

O escritor galês Ken Follett é sem dúvida um dos autores que nos últimos tempos mais livros tem visto serem editados em Portugal. Parece que há uma fonte inesgotável de romances onde as editoras vão sacar de mais um Ken Follett – pelas minhas contas já são três as editoras que apostam no autor dos “gigantes” Os Pilares de Terra e Um Mundo sem Fim.
Já me sentia “incomodado” por nunca ter lido um livro do autor, mas na verdade Os Pilares de Terra e Um Mundo sem Fim não tinham temáticas que me atraíssem por ai além. E o tamanho…
Mas eis que começam a aparecer outro tipo de romances de Follett mais ao meu gosto. Um deles foi Contagem Decrescente, editado pela Casa das Letras, depois de há uns anos ter saído na Notícias Editorial. Tinha lá vários ingredientes que me atraíam: espionagem, Guerra Fria, conquista do espaço, um protagonista que perde a memória. Está na hora de ler um Ken Follett, pensei. E assim foi, e não dei o tempo por mal gasto. Também se diga que na verdade não foi gasto muito tempo, apesar das suas mais de 400 páginas este romance é de leitura “fácil”. A escrita de Follett é simples, sem rodeios, e neste Contagem Decrescente não há grandes trechos descritivos – calculo que nas obras que citei antes não seja bem assim…
A acção deste thriller (e nele não falta acção) decorre em 1958 por altura do lançamento do Explorer I, foguetão de cujo sucesso do lançamento depende o futuro do programa espacial norte-americano. O protagonista, Claude Lucas, acorda amnésico vestido com roupas de vagabundo. Mas aos poucos vai descobrindo dados sobre a sua identidade, sobre o programa espacial e sobre o que o levou a perder a memória. Compreende que não foi por acaso que ficou amnésico e conforme vai recuperando amigos, conhecimentos e memórias começa a juntar as peças que lhe permitem deslindar o que está por trás deste caso, onde há a mão, naturalmente, dos soviéticos. E dos inevitáveis agentes duplos. Follett vai descrevendo o desenrolar da história com simplicidade, proporcionando uma leitura descontraída, onde não faltam os elementos amorosos, bem enquadrados na trama, pois são eles até que permitem a Claude desvendar quem é ele próprio.
É bom regressar neste Contagem Decrescente aos tempos sem telemóveis nem outros tipos de comunicações ultra-rápidas, uma época em que mesmo a nível de espionagem as coisas corriam a outro ritmo. Os protagonistas têm de se deslocar mais, não resolvem tudo em frente ao computador e em segundos. Há mais viagens, comboios, aviões, documentos em papel, e poucos meios tecnológicos, apesar de, paradoxalmente, o tema central ser a conquista do espaço.

Tiago Rebelo regressou com «Uma Noite em Nova Iorque»

Tiago Rebelo lançou em Abril o seu novo romance, Uma Noite em Nova Iorque, sendo esta uma das novidades do mês da ASA, que também lançou Destino Desconhecido, de Agatha Christie, e Luz Efémera, de Barbara e Stephanie Keating-

Uma Noite em Nova Iorque – Tiago Rebelo
«Filipe é um conceituado escritor de visita a Nova Iorque, onde conclui o seu novo romance no dia em que completa 50 anos. Patrícia, a sua mulher, médica, vive a angústia de um casamento em crise. Há muitos anos, Isabel jurou que se encontraria com Filipe em Nova Iorque, neste mesmo dia, no terraço do Empire State Building, caso a vida os separasse. Jonas, cantor famoso, está na cidade para um concerto. Catarina, jornalista, vive com Ricardo, mas já não o ama e, em contrapartida, deixa a sua vida em suspenso para ir atrás de Jonas. Luísa, uma jovem estudante de uma beleza invulgar, é a mulher que Jonas quis, embora não a amasse. E Catarina é a mulher que ele ama, apesar de ser demasiado egoísta para se comprometer. De alguma maneira, todas estas vidas se cruzam em determinado momento e, de alguma forma, influenciam-se umas às outras. Nova Iorque, a cidade de todos os encantos, é o local onde o passado e o futuro destas pessoas se encontram, para onde, estejam ou não presentes, os seus destinos convergem e as suas vidas se decidem.
Uma Noite em Nova Iorque é uma complexa história de encontros e desencontros, promessas e desilusões; mas também uma história de descoberta e de esperança, que reflecte o dilema dos protagonistas divididos entre duas forças poderosas: a obrigação de perpetuar uma união que já não lhes traz alegria e a urgência de correr atrás de uma enorme paixão que mais não é do que uma carta fechada.»

Destino Desconhecida – Agatha Christie
«O cientista americano Thomas Betterton desapareceu durante uma conferência em Paris.Thomas é o último de uma série de desaparecimentos enigmáticos. Igualmente estranha é a morte da sua mulher em Casablanca. Para descobrir o segredo que ela levou para o túmulo, os serviços secretos britânicos recrutam uma agente improvável: Hilary Craven, uma mulher que não tem nada a perder. A proposta que lhe é feita? Fazer-se passar pela falecida Mrs. Betterton. Mas o disfarce implica uma viagem com destino secreto na qual terá de se proteger de um inimigo desconhecido, e a reconstituição dos passos de um estranho em direcção a uma morte inevitável…»

Luz Efémera – Barbara e Stephanie Keating
«Hannah e o marido são donos da fazenda Langani e do Safari Lodge. Juntos, lutam para preservar a vida selvagem e as suas terras, ameaçadas por caçadores furtivos e funcionários governamentais corruptos. Contudo, vai ser a relação entre a filha de ambos e um rapaz africano a constituir o verdadeiro teste à união familiar. Por seu lado, Sarah é uma reputada fotógrafa e investigadora da vida animal. A morte do seu amor de infância marcou com violência a sua entrada na idade adulta; tantos anos depois, procura ainda recuperar a inocência perdida. Camilla conseguiu vingar no exigente mundo da moda e parece estar prestes a viver plenamente o seu grande amor ao lado do carismático guia de safaris Antony Chapman. Mas uma triste reviravolta ensombra a vida de ambos e ameaça agora estilhaçar os sonhos que em tempos partilharam.
Passado nas regiões selvagens e imprevisíveis do Quénia, Luz Efémera é uma história de coragem, amizade, traição e sacrifício redentor.»

«A Biblioteca das Sombras», de Mikkel Birkegaard, mostra uma Copenhaga desconhecida

A Porto Editora lançou na primeira semana de Abril A Biblioteca das Sombras, romance de estreia do dinamarquês Mikkel Birkegaard, um jovem programador informático que assaltou os tops de vendas de livros na Dinamarca em apenas 10 dias com este thriller.

Sinopse: «No coração de Copenhaga, a livraria Libri di Luca é mais do que uma simples loja de livros velhos e usados. Quando o seu proprietário Luca Campelli morre de forma inesperada, o seu filho Jon, um proeminente advogado, ver-se-á envolvido num mistério inquietante.
Jon não planeia trocar a sua carreira pela livraria, mas, após uma tentativa de fogo posto à Libri di Luca, descobre que o pai era o líder de uma sociedade secreta de leitores e amantes de livros, os Lectores, criada para preservar uma tradição oculta que remontava à época do esplendor da Biblioteca de Alexandria. Os Lectores eram pessoas dotadas de um misterioso poder, tão fantástico quanto perigoso, que lhes permitia seduzir o leitor com histórias extraordinárias, evocar mundos imaginados, mas também manipulá-lo e levá-lo a pensar exatamente aquilo que queriam. Quanto mais Jon descobre, mais fica com a certeza de que a morte do pai nada teve de natural. Haverá uma conspiração no seio dos Lectores? Após inúmeras questões que escapam à sua compreensão, o jovem advogado ver-se-á obrigado a investigar as suas raízes para salvar a própria vida.»

Europa-América reedita «A Paixão de Jane Eyre» com capa inspirado no novo filme

Estreia a 21 de Abril o filme Jane Eyre, de Cary Fukunaga, baseado na obra de Charlotte Brontë A Paixão de Jane Eyre. A Europa-América associou-se ao evento e reeditou com nova capa este clássico da literatura inicialmente editado em 1847.
O filme conta com as participações de Mia Wasikowska, Jamie Bell, Imogen Poots e Judi Dench, entre outros.

A Paixão de Jane Eyre – Charlote Brontë
«A Paixão de Jane Eyre, publicada pela primeira vez em 1847, atraiu de imediato a atenção do público da época e dividiu a crítica. Habituada às heroínas de Jane Austen, que pareciam conhecer exactamente o seu lugar no meio social, a sociedade britânica sentiu-se desconfortável com o personagem feminino criado por Charlotte Brontë: embora as acções de Jane observem o código convencional de comportamento feminino, deixam transparecer também uma poderosa declaração de independência das mulheres.
A Paixão de Jane Eyre é a história de uma órfã que vive com a sua desagradável tia e os seus nada atractivos primos. Mais tarde, colocada num asilo, Jane começa a desenvolver um espírito independente para a época e aprende que a melhor maneira de conservar o respeito próprio na adversidade é manter o autocontrolo. Esta aprendizagem servir-lhe-á para toda a vida e permitir-lhe-á repudiar noivos, ser auto-suficiente, mudar de identidade e encontrar um seu igual a nível intelectual e sexual.»

Pergaminho lança «Merdas que o Meu Pai Diz», de Justin Halpern

A Pergaminho lançou em Abril M*rdas Que o Meu Pai Diz, de Justin Halpern, um livro que traça o retrato da relação entre pais e filhos e aborda os maiores temas da vida: o medo, a amizade, os estudos, o amor, o desporto, a ambição e a família. A obra deu origem a uma série que chega a Portugal a 30 de Abril, no canal por cabo Sony Entertainment.

O livro: «“Eu sei o que é o Twitter, raios. Falas comigo como se eu não soubesse porra nenhuma. Eu sei o que é. Tens de ligar a Internet para entrar no Twitter – respondeu ele, fazendo o gesto universal de girar uma chave na ignição ao dizer as palavras “ligar a Internet.”
Aos 28 anos, depois de ser abandonado pela namorada, Justin Halpern vê-se na obrigação de voltar a viver em casa dos pais… e de partilhar o seu espaço com o pai de 73 anos, Sam Halpern, possivelmente o homem mais maldisposto do mundo.
Usando a vocação de escritor e guionista, Justin começa a registar a ironia contida nos desabafos, conselhos e, por vezes, nos berros furiosos do pai. Criou uma página no Twitter para partilhar com os amigos estas pérolas – e, em pouco tempo, a página tinha centenas de milhares de seguidores! Hoje em dia já conta com mais de dois milhões.
Este fenómeno da Internet deu origem a um dos best-sellers do ano e um dos livros mais engraçados dos últimos tempos. Tendo por base as pérolas do pai, o filho recria brilhantemente alguns momentos da sua infância e juventude. Um livro extremamente divertido e inspirador.»