Ahab publica «Prosas Apátridas» de Julio Ramón Ribeyro

A Ahab acaba de lançar Prosa Apátridas, do autor peruano Julio Ramón Ribeyro (1929-1994), que Mario Vargas Llosa considera “um escritor magnífico, um dos melhores da América Latina e provavelmente da língua espanhola”. ). Já no final da sua vida recebeu o Prémio Juan Rulfo pelo conjunto da sua obra, que inclui principalmente contos, como os presentes em Los gallinazos sin plumas (1954), Silvio en El Rosedal (1977) e Sólo para fumadores (1987).

Sinopse: «Que nome dar a estes pequenos textos “que não se ajustam cabalmente a nenhum género, pois não são poemas em prosa, nem páginas de um diário íntimo, nem anotações destinadas a um posterior desenvolvimento”? Julio Ramón Ribeyro decidiu apelidá-los de Prosas Apátridas, “pois carecem de um território literário próprio”.
Estas duas centenas de textos – que exploram temas tão diversos como a literatura, a memória e o esquecimento, e também a velhice e a infância ou o amor e o sexo – revelam um escritor curioso e de olhar acutilante, cuja ironia subtil capta a realidade do Homem moderno em toda a sua profundidade.
Muitas vezes divertidos, às vezes melancólicos, mas sempre profundos e íntimos, os fragmentos que compõem estas Prosas Apátridas permitem-nos aceder ao universo de um narrador maravilhoso. O leitor tem nas suas mãos o testemunho espiritual de um dos grandes autores hispânicos do século XX.»

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