«Ondina», de La Motte-Fouqué, recuperado pela Antígona

A Antígona editou Ondina, de La Motte-Fouqué (1777-1843), um célebre conto de 1811 que influenciou, a nível literário, obras como A Sereiazinha, de Hans Christian Andersen. Foi também adaptado a várias expressões artísticas, da ópera e do bailado (Undine, de E.T.A. Hoffmann) ao cinema, como Ondine, o filme de Neil Jordan.

Sobre o livro: «Um dos textos mais lidos e celebrados no seu tempo, Ondina (1811) é a reactualização de um mito – o da ninfa e espírito das águas que abandona o seu admirável mundo subaquático, onde árvores de coral resplandecem com frutos azuis, e parte em busca de uma alma humana.
Elogiada por Heine e Poe, a obra Ondina exerceu um genuíno fascínio sobre os leitores no período romântico, pela mestria literária, pelos novos moldes a que a matéria mitológica foi sujeita e pelos temas intemporais: Ondina como metáfora da condição do Homem, como ser imperfeito e condenado à errância, dissolvendo-se simbolicamente nas águas ou perdendo-se no vento.»

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google photo

Está a comentar usando a sua conta Google Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.