“A Manhã do Mundo” marca a estreia de Pedro Guilherme-Moreira

A Manhã do Mundo, de Pedro Guilherme-Moreira, novo autor português revelado pela Dom Quixote, sai a 16 de Maio e faz-nos regressar ao 11 de Setembro de 2001 em Nova Iorque. Também a 16 de Maio sai o novo romance de Patrícia Reis, Por Este Mundo Acima, enquanto o dia 29 do mesmo mês está reservado para o regresso de Maria Teresa Horta, com As Luzes de Leonor.

A Manhã do Mundo – Pedro Guilherme-Moreira
«No dia 12 de Setembro de 2001, Ayda encontrou-se com Teresa num café de Allentown e, com o jornal aberto sobre a mesa, foi implacável com os que tinham saltado das Torres Gémeas, chamando-lhes cobardes. Entre os que saltaram, estavam Thea, Millard, Mark, Alice e Solomon – todos personagens fascinantes, com histórias de vida simultaneamente banais e extraordinárias –, que o acaso reuniu no 106.º piso da Torre Norte do World Trade Center naquela fatídica manhã. Se Ayda, por hipótese, conhecesse essas histórias e o drama que eles enfrentaram, decerto não os teria insultado tão levianamente. Mas poderá o destino dar-lhe uma oportunidade de rever a História?»
Pode ver aqui o booktrailer.

Por Este Mundo Acima – Patrícia Reis
«Neste seu novo livro, Patrícia Reis descreve-nos um cenário de terrível desastre que assola a cidade de Lisboa. Entre os sobreviventes há um velho editor procurando amigos e amores desaparecidos. Encontra um manuscrito e um rapaz e, neles, a porta para uma outra dimensão da vida.
Por Este Mundo Acima é a consagração dessa melhor forma de amor que é a amizade. Uma História sobre a importância redentora dos livros.»

As Luzes de Leonor – Maria Teresa Horta
«Leonor de Almeida Portugal, neta dos marqueses de Távora, foi enclausurada em 1758, com a mãe e a irmã, no Convento de S. Félix, em Chelas, por ordem do futuro marquês de Pombal. Tinha 8 anos. Saiu com 27, precedida pela fama da sua beleza, Luzes e talento poético.
Neste contexto, Maria Teresa Horta recria, num romance sinfónico, multifacetado, uma figura ímpar de mulher na história literária e política de Portugal. Persegue-a e vigia-a nos momentos mais íntimos, atraída pela desmesura de Leonor no seu permanente conflito entre a razão e a emoção.»

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