Pergaminho aconselha: “Be Happy”

A Pergaminho garante que “todos nós já somos felizes!” e para o provar recomenda a leitura do seu último lançamento Be Happy – Solte a felicidade que há em si, de Robert Holden. Trata-se de um livro que “propõe exercícios, meditações e dinâmicas para soltar a felicidade que já existe dentro de si!”
O autor, Robert Holden dirige um curso intensivo de felicidade de oito semanas, frequentado por milhões de pessoas em todo o mundo, e é director do The Happiness Project.

“A Dança das Borboletas”, de Poppy Adams, chega a 27 de Maio

A Porto Editora lança a 27 de Maio A Dança das Borboletas, livro de estreia da britânica Poppy Adams que foi finalista do Costa Book Awards para primeiro romance.

Sobre o livro: «Nesta história inquietante, Poppy Adams recupera o passado e os segredos de duas irmãs que regressam à casa que as viu crescer.
Assomando à janela do primeiro andar da mansão degradada que em tempos fora a sua idílica casa de família, Ginny aguarda ansiosamente a chegada da irmã, que partiu há quarenta e sete anos e nunca mais voltou. Especialista em borboletas, Ginny leva uma vida de reclusão, com medo de se aventurar no mundo exterior.
Com o regresso de Vivien, os segredos que provocaram a separação das duas irmãs irão perturbar o quotidiano de Ginny muito para além das rotinas precisas que lhe definem os dias.
Das suas infâncias, apenas o sótão da casa permanece inalterado, com as suas paredes revestidas com mostruários de borboletas cuidadosamente preservadas ao longo de várias gerações.
Narrado pela da voz inesquecível de Ginny, este brilhante romance de estreia descreve-nos o que as famílias são capazes de fazer – especialmente em nome do amor.»

“O Vermelho e o Verde” – José Jorge Letria

O profícuo autor José Jorge Letria lançou mais um livro, desta vez um romance, onde o tema de fundo é o 5 de Outubro, mas onde há muito mais do que isso.
Dada quantidade de livros e outros projectos criativos nos quais José Jorge Letria surge envolvido, não faltará quem duvide que, com tanta produção, a qualidade pode cair para segundo plano. Mas não é bem assim: O Vermelho e o Verde – é deste livro, editado pela Planeta, que falamos – não só está muito bem escrito, como conta com requinte uma história que, apesar de aparentemente simples – dois irmãos desavindos devido a opções políticas antagónicas (um é monárquico, Octávio, e outro republicano, César) –, tem imensos pontos de interesse, nomeadamente o retrato psicológico das personagens.
O verdadeiro protagonista é César; aliás, à narração é feita por ele, na primeira pessoa.
O 5 de Outubro é portanto, visto pela perspectiva de uma família, um conceito que na época estava muito mais entranhado na sociedade e que era a base de todas relações – hoje em dia não faltam exemplos de casos pacíficos de irmão que se movimentam em campos políticos opostos. Na época, estas coisas eram vividas de uma outra forma, mais apaixonadamente, mais fisicamente, e isso deixava marcas profundas nos envolvidos. José Jorge Letria aprofunda muito bem essa questão, de uma forma aparentemente simples, mas na realidade profunda. E prática, também, pois, ao terminar a leitura do livro, a quantidade de informação apreendida nem parecerá proveniente de uma obra com “apenas” cerca de 150 páginas.
Não faltam personagens reais misturados com os fictícios, um “mix” que dá uma outra “credibilidade” ao argumento, sustentado também por uma investigação apurada do autor, que nem por isso retirou alma ao “romance”, nem emotividade. Quem ler O Vermelho e o Verde poderá acompanhar, a par dos dramas familiares, os preparativos e a própria revolução, invariavelmente sob um ponto de vista republicano. Mas o livro não termina com o 5 de Outubro, antes pelo contrário, segue em frente, até 1918, com uma passagem importante pela Primeira Guerra Mundial, onde o protagonista César também combateu e foi ferido, na Flandres. No romance não falta uma análise ao pós-1910, ou seja, um certo desencanto por a via republicana não ter seguido o caminho idealizado, já que muitos republicanos houve que ficaram desiludidos com o rumo que o país tomou.
O Vermelho e o Verde é, portanto, um belo retrato de uma época, onde a política, as relações familiares e os próprios ambientes sociais e geográficos surgem muito bem desenhados por José Jorge Letria.

Esfera dos Livros lançou livro sobre Dona Maria, a governanta de Salazar

A Esfera dos Livros lançou em Maio A Governanta, obra de Joaquim Vieira dedicada a Dona Maria, a governanta de Salazar. Igualmente em Maio saiu, da autoria de Paulo Jorge Fernandes, um livro sobre Mouzinho de Albuquerque e o romance de Rui Vilhena Doces Tormentas.

A Governanta – D. Maria, Companheira de Salazar – Joaquim Vieira
Sobre o livro: «Vendo chegar a viatura oficial com o porta-bagagem carregado de lenha, o chefe do Governo gritou irado à sua governanta: “Os carros do Estado não são para carregar lenha! Não consinto!” A mulher não se ficou e gritou no mesmo tom: “Merda! A lenha não é para mim, é para o Salazar!”
Quem se atreveu a gritar assim a António de Oliveira Salazar, homem temido e respeitado por todos, foi Maria de Jesus Caetano Freire, a sua dedicada e fiel companheira ao longo de toda uma vida.
Nascida no seio de uma pobre família camponesa no lugar de Freixiosa, distrito de Coimbra, aos 31 anos começou a servir os universitários e amigos Manuel Gonçalves Cerejeira e António de Oliveira Salazar. Seguiu este último para Lisboa e só o abandonou quando, aos 81 anos, o ditador morreu por doença. Maria de Jesus tinha cumprido a missão da sua vida. Nunca casou, nem teve filhos.
Joaquim Vieira traz-nos a história de A Governanta, D. Maria ou Menina Maria, como Salazar gostava de tratá-la. Ninguém esteve tão perto do ditador durante o seu percurso de poder. Ninguém o conheceu tão bem, nem partilhou tantos momentos de intimidade. Recluso e celibatário, Salazar tinha no diálogo diário com a sua governanta o único contacto com a realidade dos portugueses. Fica a questão: até que ponto a sua influência não pesou nalgumas opções governativas do homem que comandou o país durante quatro décadas?
Mulher dura, forte, atenta, de uma dedicação canina, foi intendente, organizadora das lides domésticas, secretária, companheira, portadora de recados e pedidos, informadora de murmúrios e opiniões que mais ninguém se atrevia a expressar, conselheira e até enfermeira, nos seus últimos tempos de vida, do fundador e líder do Estado Novo. D. Maria foi tudo isto, e por isso merece um lugar de destaque na História do século XX português.»

Mouzinho de Albuquerque – Um soldado ao serviço do Império – Paulo Jorge Fernandes
Sobre o livro: «Uma coluna diminuta de apenas 51 oficiais e praças chegava a Chaimite, sob fortes chuvadas, com um único propósito: capturar Gungunhana, o temido régulo que desafiava as autoridades portuguesas havia anos. O bravo capitão de cavalaria Mouzinho de Albuquerque, de espada desembainhada, foi o primeiro a entrar na povoação e berrou bem alto o nome do inimigo que saiu da sua palhota para se render aos militares portugueses. Finalmente, ao fim de tantos anos a sonhar com aquele momento e depois de tanto penar, Mouzinho de Albuquerque estava frente a frente com o seu adversário.
Este feito notável, numa mistura de imprudente coragem e golpe de sorte, teve ecos na metrópole. Foi assim que nos confins de Moçambique nos finais de 1895 Mouzinho de Albuquerque dava sentido ao seu destino e gravava o seu nome na História.
O historiador Paulo Jorge Fernandes apresenta-nos a biografia de Joaquim Mouzinho de Albuquerque, tendo como pano de fundo o problema da construção do imperialismo português na África Oriental. Afastando-se das lendas e mitos que em torno desta figura foram construídos ao longo dos tempos, somos levados a conhecer a vida deste aventureiro nacionalista, homem de coragem, incorrupto numa sociedade minada pelos escândalos, amargurado com o mundo que o rodeava, ambicionando cargos que nunca lhe foram atribuídos.
Nos últimos anos da sua vida foi preceptor e aio de D. Luís Filipe, herdeiro da coroa. Cargo que detestou cumprir. No entanto, no convívio com a família real, terá nascido uma paixão impossível de concretizar pela rainha D. Amélia. Terá sido para salvar a honra de ambos que no dia 8 de Janeiro de 1902 se suicidou com dois tiros?
Questionado sobre qual seria o seu ideal de vida terá respondido: «Morrer a tempo.» O seu desejo cumpriu-se já que a sua morte prematura aos 46 anos o impediu de assistir à derrocada da Monarquia e à violência da República.»

Doces Tormentas – Rui Vilhena
Sobre o livro: «Paulo é casado com Sílvia, que é amante de Carlos, que é marido de Marta, que tem um caso com Ricardo, que vive com Henrique, que está a sair com Paulo. Confuso? As grandes histórias de amor são assim: complicadas.
O autor Rui Vilhena, guionista das novelas mais vistas da televisão portuguesa, traz-nos uma comédia romântica apaixonante que nos leva aos meandros do misterioso mundo das relações e dos afectos, onde o tempo pode ser o maior inimigo do amor, mas, por ironia, é também capaz de despertar uma paixão adormecida.
Porque nada é o que aparenta, porque nada pode ser tomado como certo, porque no que toca aos sentimentos as surpresas estão em cada esquina, prepare-se para um romance surpreendente e divertido.
Uma coisa é certa, quando estes três casais amigos se sentaram à mesa do pequeno-almoço, estavam longe de imaginar que aquele não teria um final doce. E que, na ementa, entre doce de laranja e croissants, não faltava uma tentadora mousse de chocolate.»

“Delírio” e “Safari de Sangue” nas novidades Presença

A Editorial Presença lançou em meados de Maio Delírio, uma obra de Laura Restropo que vem recomendada por José Saramago e Gabriel García Márquez. Também em meados de Maio foi editado Safari de Sangue, um thriller do sul-africano Deon Meyer.

Delírio – Laura Restrepo
Sinopse: «Quando Aguilar regressa de uma curta viagem de negócios e encontra a mulher, Agustina, num estado de agitação mental que a torna praticamente irreconhecível, não consegue compreender o que se poderá ter passado na sua ausência, pois nada fizera prever aquilo. Contada a várias vozes, a história desenrola-se a partir deste momento, compondo uma trama familiar que se estende por várias gerações e que é também o reflexo do estado de uma nação. Uma narrativa brilhantemente desenvolvida em que, como num romance policial, o suspense das revelações seduz o leitor até ao fim.»

Safari de Sangue – Deon Meyer
Sinopse: «Lemmer é um guarda-costas profissional, um ex-condenado que Emma le Roux vai contratar na tentativa de encontrar o irmão dado como morto há mais de vinte anos. Um caso que vem a revelar-se extremamente perigoso e com implicações políticas internacionais. Um thriller empolgante do mais consagrado autor do género, na África do Sul.»

Cogito Ergo Sum – Quarenta Histórias da Vida para além da Morte – David Eagleman
Sinopse: «Estes contos ressumam humor e ironia na mesma medida da sua originalidade e desafiadora subtileza, criando em certa medida intrigantes novas perspectivas sobre o nosso presente.»

Procura-se Diamante para Relacionamento Sério – Lauren Weisberger
Sinopse: «Emmy, Leigh e Adriana são três amigas que, prestes a chegar aos trinta, e apesar de tudo o que ao longo desses anos alcançaram, não têm a certeza de terem a vida com que sonharam. Então, uma noite, Emmy e Adriana fazem um pacto: no espaço de um ano, terão de mudar radicalmente as suas vidas. Leigh mantém-se de parte, mas sabe que, das três, é quem tem mais a perder…»

Amigas para a Vida – Ann Brashares
Sinopse: «Polly, Jo e Ama são grandes amigas desde o primeiro dia de escola. Agora preparam-se para gozar as últimas férias de Verão antes da entrada no secundário, um Verão de grandes mudanças que irá pôr à prova os laços que as unem. Terá a sua amizade raízes suficientemente sólidas para sobreviver a todos estes novos desafios e descobertas?»

A Estranha Vida de Nobody Owens – Neil Gaiman
Sinopse: «Nobody Owens podia ser um rapaz perfeitamente normal não fosse o facto de viver num cemitério e ter como família adoptiva uma série de fantasmas, almas penadas e outras entidades semelhantes que o educam e cuidam dele. Owens não se pode gabar de nunca se ter metido em sarilhos, mas é para além das grades do cemitério que residem os verdadeiros perigos, pois é aí que vive Jack – o homem que nunca desistiu de procurar Owens desde aquela sinistra noite em que matou toda a sua família… Suspense, humor e magia num livro encantador destinado a tornar-se uma obra de culto da ficção juvenil.»

Planeta lança em Junho “Contra o Vento”, de Ángeles Caso, obra vencedora do prémio Planeta 2009

A Planeta lança em Junho 14 novos títulos, com destaque a edição, no dia 20, de Contra o Vento, obra da espanhola Ángeles Caso que venceu em 2009 o Prémio Planeta 2009. 
Mais cedo, a 4 de Junho chega O Livro Inacabado de Dickens, de Matthew Pearl, autor de O Clube de Dante e A Sombra de Põe. Este livro gira em torno da obra incompleta –
The Mistery of Edwin Drood – de Dickens. Nesse mesmo dia sai o romance histórico A Abadia Profanada, de Montserrat Rico Góngora, baseado em factos reais e na demanda do Santo Graal pelo regime liderado por Hitler, e A Rosa Escondida, de Reyes Monforte, um romance sobre a dura vida de uma mulher fugida da guerra da Bósnia. 
Ainda a 4 de Junho é editado A Cidade de Vidro, terceiro volume da série juvenil Caçadores de Sombras (de Cassandra Clare) e os primeiros títulos da colecção infantil Bat Pat, sobre um morcego que tem medo do escuro.
A 20 de Junho chega A Minha Viagem com Farrah Fawcet (de Alana Stewart), O Sexo Mais no Feminino (de Sylvia de Béjar), Flavia de Luce e o Mistério no Bosque de Gibbert, de Alan Bradley, Desaparecidos, romance sobrenatural de Michael Grant, e três livros sobre o mundo de Patty (Patty – Um Mundo Novo, O Diário da Patty e Patty – Jogos e Actividades).

Porto Editora lançou “O Jogo do Acaso”, de Penny Vincenzi

A Porto Editora lançou O Jogo do Acaso, o segundo livro da britânica Penny Vincenzi, que se segue ao sucesso de Cruel Abandono. Desta vez Vincenzido apresenta uma história que se desenvolve a partir de um trágico acidente.

Sobre o livro: «Em O Jogo do Acaso, uma fracção de segundo foi quanto bastou para que o caos se instalasse na congestionada auto-estrada que liga Londres ao País de Gales. Um acidente de viação de grandes proporções gera o pânico, substitui a confiança pelo medo e a impotência toma conta dos presentes.
Jonathan, um obstetra carismático e bem-sucedido; Toby, o noivo com um segredo obscuro a caminho do seu casamento, e o seu leal amigo Barney; Georgia, uma jovem aspirante a actriz, desesperada por chegar a Londres para uma audição importante que poderá lançar a sua carreira; Mary, a viúva que percorre centenas de quilómetros para reencontrar o seu primeiro amor, que não vê há mais de 50 anos; William, o agricultor que presencia o drama que se desenrola no outro lado da encosta; e Emma, a atraente médica do hospital da zona que presta assistência aos sinistrados. De um momento para o outro, ver-se-ão enredados num poderosíssimo jogo de acção-consequência, cujos efeitos mudarão as suas vidas irremediavelmente. Mas será para melhor ou para pior?
Poderá alguém sobreviver à inevitabilidade do acaso?»

“Bree Tanner” chega em Junho acompanhada pelos zombies de “A Floresta de Mãos e Dentes”

A Gailivro lança em Junho o tão ansiado A Breve Segunda Vida de Bree Tanner, de Stephenie Meyer, mas, no mesmo mês, chega também uma surpresa agradável que dá pelo nome de A Floresta de Mãos e Dentes, uma história de zombies escrita por Carrie Ryan que tem todos os condimentos para agradar ao público dos vampiros de Crepúsculo.

A Breve Segunda Vida de Bree Tanner – Stephenie Meyer
Sobre o livro: «Ao contrário dos outros romances da série, narrados segundo a perspectiva de Bella, a “eterna” namorada do jovem vampiro Edward Cullen, A Breve Segunda Vida de Bree Tanner dá-nos uma outra visão da história, agora através da vampira recém-nascida Bree Tanner, que em Eclipse morre dez páginas após aparecer.
A autora confessa que o novo livro foi uma surpresa mesmo para ela. “Acabou por ser uma surpresa para toda a gente, porque eu nem sequer pretendia publicar esta história como um livro isolado. Comecei a escrevê-lo há já muito tempo, ainda antes do lançamento do filme do Crepúsculo. Nessa altura, Eclipse estava em fase de revisão e eu encontrava-me atolada, bem no cerne do meu mundo vampírico. Andava às voltas com o tema dos vampiros recém-nascidos, contemplando o seu ponto de vista, e uma coisa levou à outra. Comecei a escrever na perspectiva de Bree, da sua visão sobre aqueles últimos dias e de como se sentiria ela na sua recente condição.”»

A Floresta de Mãos e Dentes – Carrie Ryan
Sobre o livro: «Mary sabe pouco sobre o passado ou sobre o porquê de no mundo existirem dois tipos de pessoas: os que residem na sua vila e os mortos-vivos do lado de fora da cerca, que vivem de devorar a carne dos vivos. As Irmãs protegem a Vila e promovem a continuidade da raça Humana. Depois de a sua mãe ser mordida e se juntar aos amaldiçoados, Mary é enviada às Irmãs para se preparar para o Casamento com o seu amigo Harry. Mas as cercas são quebradas e o mundo que Mary conhece desaparece para sempre. Mary, Harry, Travis, que Mary ama mas que está prometido à sua melhor amiga, o irmão de Mary, a sua mulher e um pequeno órfão partem rumo ao desconhecido em busca de um lugar seguro, respostas às suas perguntas e uma razão para continuar a viver.»

O Labirinto de Ossos – Rick Riordan
Sobre o livro: «Lê o livro.
Encontra as 39 Pistas.
E vive a maior aventura de todos os tempos!!!
O que aconteceria se descobrisses que a tua família é uma das mais poderosas da história da humanidade?
E se te dissessem que a chave para encontrar o segredo do poder da tua família está escondida algures no mundo, e que para lhe chegares terias de desvendar as 39 Pistas?
E se te dessem a escolher: ganhar um milhão de dólares e continuar com a tua vida ou receber a primeira pista?
Se fores a Amy ou o Dan Cahill, escolhes a pista e entras numa corrida verdadeiramente perigosa.»

Quatro novos título na colecção BIS-Leya

24 de Maio é o dia em que são postos à venda mais quatro títulos da colecção de bolso BIS-Leya, nomeadamente Balada da Praia dos Cães, de José Cardoso Pires, e O Príncipe e o Pobre, de Mark Twain (ambos a 7,50 euros), e A Feira dos Assombrados, de José Eduardo Agualusa, e O Príncipe do Mar, de Adolfo Simões Müller (estes a 5,95 euros).
Esta colecção de pequeno formato que integra os grandes títulos clássicos e contemporâneos da literatura nacional e mundial, livros de leitura recomendada e best-sellers de autores portugueses e estrangeiros.

António Mateus “regressa” a Angola com “Lubango, Paris, Mavinga”

António Mateus, autor do bem sucedido romance Lobito, regressa aos escaparates (editado pela Guerra & Paz) com com Lubango, Paris, Mavinga, onde recupera, de novo, a Angola colonial. O romance será também brevemente editado em Angola.

Sobre o livro: «A história centra-se em 3 personagens masculinos, João, Francisco e Quim, que se vêem metidos à força num conflito armado. Cada um deles reage de forma diferente, e as 3 histórias formam um retrato da Angola que tantos portugueses conheceram.»