Twain, Conrad e Melville nos livros de bolso da Europa-América

As Publicações Europa-América lançaram três novos títulos da sua colecção de livros de bolso, tendo escolhido autores consagrados como Mark Twain, Joseph Conrad e Herman Melville.

O Roubo do Elefante Branco e Outras Histórias – Mark Twain
Sobre o livro:
«O Roubo do Elefante Branco, originalmente um conto publicado em 1882, narra a história peculiar de Hassan Ben Selim Ebu Bhudpoor, um elefante branco que percorre o longo caminho que separa a Índia da Inglaterra. 
Quando a corpulenta oferenda do rei do Sião à monarca inglesa desaparece em Nova Jérsia, resta ao inspector nova-iorquino Blunt e às suas forças policiais descobrir o paradeiro do infeliz Hassan.»

O Limiar da Sombra – Joseph Conrad
Sobre o livro:
«“Uma súbita comoção de ansiosa impaciência percorreu as minhas veias e deu-me uma tal sensação de intensidade de vida como eu nunca sentira até então.
Escrito em 1915, O Limiar da Sombra é baseado em acontecimentos e experiências que Conrad vivera vinte e sete anos antes e aos quais regressava obsessivamente na sua escrita. Um primeiro comando de um jovem comandante traz consigo uma série de crises: um mar sereno, a tripulação doente e um primeiro-imediato tresloucado que está convencido de que o navio é assombrado pelo espírito tenebroso de um antigo capitão.
É realmente uma obra de “súbita comoção”, na qual Conrad consegue transmitir a pura intensidade de vida de um homem que, nas palavras do velho capitão Giles, está preparado para “enfrentar os seus erros, a sua má sorte, a sua consciência”. Análise subtil e penetrante da natureza da Humanidade, O Limiar da Sombra investiga a masculinidade e o desejo num subtexto que contrapõe a superfície aparentemente convencional.»

Billy Budd: o Marinheiro, de Herman Melville
Sobre o livro:
«Billy Budd: o Marinheiro antecipa o modernismo pela sua forma, pela miríade de géneros e pela sua abrangência.” David Kirby
Autor de Moby Dick, A Baleia Branca (Publicações Europa-América, colecção “Clássicos”), obra considerada como o maior romance americano, Herman Melville (1819-1891) foi sem dúvida um dos grandes romancistas, contistas, ensaístas e poetas da literatura do século XIX. 
As suas duas primeiras obras atraíram muito a atenção do público e a obra Billy Budd: o Marinheiro (1924 – edição póstuma) não é excepção, muito pelo contrário, é uma das obras mais controversas que foram escritas no século XIX. 
Testamento final de Melville, Billy Budd é, deste modo, uma fábula política e social, reveladora de várias facetas de uma época na qual vive um jovem e inocente marinheiro que se alistara à força num navio de guerra britânico, na altura da Revolução Francesa. Injustamente acusado de instigar uma rebelião, Billy tem de enfrentar um universo exclusivamente masculino em que as relações de poder se aguçam, ao ponto de o jovem marinheiro matar o delator Claggart diante do seu capitão Vere.
Inocente, Billy, cuja voz estava silenciada pela emoção, terá o destino ditado pela incontornável lei da Marinha: a morte.»

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